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Morre Sérgio Guerra

quinta-feira, 6 de março de 2014





Como já devem saber, faleceu o deputado do PSDB-PE Sérgio Guerra. Ele lutava contra cancêr e perdeu a luta na manhã de hoje.

Guerra era uma figura polêmica, amada e odiada no meio político. O DEM em Pernambuco, especificamente a família Mendonça, não tinha muitos amores por ele. Devido a seu temperamento altamente explosivo, Guerra arengou em público diversas vezes com Zé Mendonça.

Tentou ser candidato ao governo em 2006, com apoio de Jarbas, mas foi preterido em favor de Mendoncinha. De pirraça, em 2010, mesmo com quase todo PSDB já aliado a Eduardo, Guerra ficou com Jarbas de faz de contas. Liberou todas suas bases e até as paredes sabem que votou no atual governador, a quem se aliou oficialmente há poucos meses. Morreu intrigado de Jarbas.

Na campanha de 2008, veio a Belo Jardim pedir votos para Marco Coca-Cola, embora o PSDB apoiasse Zé Risonaldo. Em 2012, esteve no palanque de João Mendonça, embora o PSDB estivesse com Maneco. Com sua morte, André de Paula assume a vaga até janeiro de 2015.

A melhor definição sobre Guerra que já i foi da também falecida deputada Cristina Tavares: "Uma inteligência em busca de um caráter"






Minha solidariedade aos familiares e amigos enlutados com o falecimento do deputado e ex-senador Sérgio Guerra. Pernambuco perde um político de dimensão nacional.

Meus pêsames à família e aos amigos do deputado Sérgio Guerra, que faleceu hoje. O deputado Sérgio Guerra teve papel importante na política local e nacional e destacava-se pela inteligência e capacidade de articulação.

"A vida pública brasileira acaba de perder um de seus mais competentes e dedicados personagens. Com apenas 66 anos, morreu, esta manhã, Sergio Guerra. Seu desempenho como Secretário de Estado em Pernambuco, no governo Arraes, como deputado federal e como senador mostrou qualidades de político com capacidade de análise e de articulação. No período em que, por longos anos, dirigiu o PSDB conseguiu rearticular o partido e dar-lhe enraizamento nacional. Como amigo, sempre foi atento e devotado. Em um momento no qual a vida política brasileira carece de pessoas com estas características, sua perda é inestimável. Deixo registrado meu pesar de amigo e de brasileiro. Sergio Guerra fará muita falta."

Com a morte de Sérgio Guerra, o Brasil perde um dos seus mais extraordinários homens públicos e, a oposição, um dos seus principais líderes. Sérgio Guerra tinha características muito raras nos homens públicos de hoje: culto, idealista e destemido na defesa das suas posições. Perde a política brasileira e perco eu um dos mais queridos amigos que construí ao longo de toda a minha vida.











Sérgio continuará sendo para nós do PSDB uma inspiração, para que, aquilo que ele pensava e buscava construir, nós possamos, no futuro, construir: uma nação mais digna, mais justa e mais próspera para todos os brasileiros. Fica, portanto, a nossa homenagem e a minha intensa saudade pela perda desse queridíssimo amigo.

As belezinhas que João, o Único, quer para Belo Jardim como deputados

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Não faz muitos dias, postei que a belezinha que João quer como DEPUTADO FEDERAL, SÉRGIO GUERRA, foi um dos responsáveis pela manutenção do mandato de um Deputado que está PRESO. A matéria vai logo mais a baixo.


Houve a necessidade de atualizar o post para informar que a outra belezinha, Guilherme Uchôa, vulgo BAFO DO PATETA, que João quer como DEPUTADO ESTADUAL, anda envolvido em um escândalo de ADOÇÃO ILEGAL.

Existem 3 hipóteses:

-João Mendonça é muito azarado na escolha dos seus deputados
- João é muito sortudo, e admira as ações de Guerra e Uchôa
-João quer F com a nossa gente, mais do que ele dizia que Coca-Cola fazia

Promotora entrega relatório apontando participação de Uchoa no caso da adoção ilegal


A promotora da Infância e Juventude de Olinda Henriqueta de Belli, entregou nesta quinta (5) à Assemblea Legislativa de Pernambuco uchoa gui(Alepe) um documento apontando supostos indícios de tráfico de influência na guarda provisória de uma criança a um casal que mora nos Estados Unidos.

O relatório aponta a participação da juíza titular da Vara da Infância e Juventude de Olinda, Andrea Calado, além do próprio deputado estadual e presidente da Alepe, Guilherme Uchôa (PDT) e de sua filha, Giovana Uchoa, na adoção ilegal do bebê de 1 ano.

As investigações iniciadas pelas promotoras Henriqueta de Belli e Andréa Karla em maio deste ano descrevem supostas irregularidades cometidas pela juíza, pelo presidente da Alepe e sua filha.

“Explicamos o que o MPPE enxerga nos bastidores, apontando os supostos indícios do uso da máquina por parte do deputado e da filha dele, com base em alguns documentos. A prova é documental, mas também não pode condenar ninguém fora do tempo”, ressaltou o documento.

A suposta irregularidade começou a ser investigada quando o Conselho Nacional de Justiça denunciou que Andrea Calado concedeu ao casal, uma esteticista carioca e um piloto de aviões, a guarda provisória da menina, quando os dois nem sequer estavam inscritos no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). O bebê foi abandonado pela mãe no Hospital Tricentenário, onde nasceu, e ainda não estava disponível para os 37 casais e 10 solteiros que estavam na fila do CNA de Olinda na época.

Com informações do NE10


Sérgio Guerra, o Federal de João I, o único, ajuda a manter mandato de deputado preso

Como vocês sabem, o Imperador João I bateu martelo sobre quem será seu deputado federal em 2014.

Sérgio Guerra, ex-presidente nacional e atual presidente estadual do PSDB é o escolhido. 


Pra quem tem memória falha, Guerra foi um dos anões do Orçamento, escândalo lá pelos anos 90. 

Foi também um dos grandes responsáveis, apontado inclusive pelo próprio João, que era prefeito pelo DEM, pela derrota de Mendoncinha pro governo do Estado.

E agora é também um dos responsáveis pela manutenção do mandato de um deputado que está PRESIDIÁRIO, Natan Donadon (PMDB).



Segundo o Diário de Pernambuco: "De acordo com informações do portal da Câmara Federal, do total de 513, 459 parlamentares estavam presentes à sessão. De Pernambuco, os três que não estiveram foram Inocênio Oliveira (PR), Pastor Vilalba (PRB) e Sérgio Guerra (PSDB), este último presidente estadual do partido no estado. Os três contribuíram, indiretamente, para a manutenção do mandato de Donadon. Pernambuco tem uma bancada de 25 deputados federais."

Boa Escolha, João Mendonça... Boa escolha.

Armando e Guerra se aproximam

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O Blogueiro que mais solta lorotas no estado, Inaldo Sampaio, publica hoje que Sérgio Guerra e Armando Monteiro Neto estão em processo de aproximação. Até o dia do acontecido relatado na postagem, ambos não se cumprimentavam praticamente.

Armando romperá com Eduardo em breve, por saber que não será jamais candidato com o apoio de Eduardo, que irá apoiar alguém de seu partido, claro.


1- Depois de um longo período de distanciamento, que se iniciou ainda no governo do peemedebista Jarbas Vasconcelos, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) começou a reaproximar-se do deputado Sérgio Guerra, presidente estadual do PSDB.
 
2- Eles se encontraram, em Carpina, na última sexta-feira. E, segundo a assessoria do senador, ''o clima foi de muita cordialidade e respeito''. 
 
3- Armando foi convidado a ir a Carpina, pelo prefeito Manoel Botafogo (PSDB), para visitar a Galvanisa, fábrica de estruturas metálicas que está se expandindo no município e atende a empresas do Complexo de Suape.
 
4- O senador levou em sua companhia o deputado federal Jorge Corte Real (PTB), que é também presidente da Fiepe. 
 
5- Como a cidade é base dos tucanos, o prefeito Manoel Botafogo informou a Armando que convidaria também Sérgio Guerra. 
 
6- Armando não fez qualquer objeção. E Sérgio Guerra não só compareceu como foi receber o senador em companhia do prefeito.
 
7- Em Carpina, ambos se comprometeram a unir esforços pela implantação de um distrito industrial no município, uma velha aspiração dos carpinenses.
 
8- Eles chegaram à conclusão de que a Mata Norte vai passar, a partir de agora, por um vigoroso processo de desenvolvimento econômico graças à construção de um porto, de um aeroporto, do pólo fármaco-químico, e agora da Fiat.
 
9- E disseram também que isso não beneficiará apenas Goiana, mas toda a região da Mata Norte.
 
10- Esta reaproximação do senador com o deputado é um ''fato novo'' na política pernambucana, já que ambos evitavam se cumprimentar e, quando o faziam, era apenas com o formal e protocolar ''como vai?''

Mendonça se aproxima de Sérgio Guerra/ Eleições 2012

domingo, 29 de maio de 2011

Vejam o que diz o Jornal do Commercio dessa sábado sobre esses assuntos. Comentem. Depois dou minha visão


Mendonça admite fusão com PPS e PSDB

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Há quem pense que eu sou seguidor incondicional dos Mendonça. Enganam-se.

Se ele topa ser correligionário de Sérgio Guerra, fique à vontade. Eu não topo, não aceito e não irei jamais



A saída do ex-deputado federal André de Paula do Partido Democrata (DEM) abriu as discussões sobre a fusão da sigla com o PSDB e o PPS em Pernambuco. Ontem, ao falar sobre a desfiliação do ex-parlamentar, o presidente estadual do DEM, deputado federal Mendonça Filho, reconheceu não só a urgência de uma coalizão entre os três partidos, como admitiu, pela primeira vez, a hipótese de fusão dos três mais adiante. Mendonça conversou com o ex-presidente Fernando Henrique (PSDB) na última segunda-feira, em São Paulo, e hoje almoça com o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB). O objetivo é discutir o rumo das maiores siglas oposicionistas no Brasil e, por consequência, no estado. As agremiações foram as mais prejudicadas com a criação do PSD pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

“O Brasil precisa de oposição, do contraponto, do contraditório. Isso é bom para a democracia. No regime militar, a oposição foi dizimada. Mas é muito mais grave a oposição ser colocada na parede e ser dizimada numa democracia, com o patrocínio da máquina pública”, criticou.

Mendonça Filho disse que discute com frequência a importância do fortalecimento do bloco oposicionista com o ex-presidente FHC. “Amanhã (hoje) vou estar com Serra e o foco é a necessidade de uma oposição que atue de forma integrada. Para mim, é um assunto que está na mesa. A fusão não está descartada”, declarou.

Segundo Mendonça, antes de qualquer coalizão ou fusão, o caminho é a unidade entre os partidos. “Política, para mim, é um processo e tem uma palavra que define tudo: unidade de pensamento e de ação. Se houver o fim das coligações, já vai ser um fato e tanto, extraordinário e que vai antecipar as fusões. Independentemente disso, você precisa discutir a unidade…”, analisou o democrata.

Nos bastidores, a avaliação feita por Mendonça Filho sobre coalizão e eventual fusão reforça a aproximação do parlamentar com os tucanos e o deputado federal Sérgio Guerra (PSDB), que vem ocorrendo a conta-gotas. Desde o último mês, os dois conversam sobre o futuro do bloco oposicionista, como antecipou o Diario. Tanto democratas como tucanos reconhecem a urgência de mudanças. Com o PSD, Dilma terá a menor oposição em 16 anos, com aproximadamente 96 deputados dos 513. 

Diário de PE

Só falta oficializar o PSDB aliado a Eduardo

sábado, 13 de novembro de 2010

Leiam a notícia do Jornal do Commercio. Ela, na prática, confirma que o PSDB de Pernambuco fará parte oficialmente do governo Eduardo. Isso mostra, meus amigos, que o PSDB em PE é um partido nojento, safado, fisiológico....

“Não vou tomar nenhuma posição sobre nada sem antes falar com Eduardo”. A frase do senador Sergio Guerra, ontem, se não diz tudo, chega perto. Presidente nacional do PSDB, ele coordenou a campanha presidencial de José Serra e – passadas as eleições, que impuseram nova derrota para as oposições –, chega a hora de arrumar o ninho. No Recife desde quarta-feira à noite, após férias em Miami, o tucano não para de conversar com correligionários sobre os rumos do partido. Mas a conversa decisiva, ao que tudo indica, será com o governador Eduardo Campos (PSB), que retorna da Europa quinta-feira (18).

Guerra falou ao JC, ontem, por telefone. Bem humorado, brincou que ainda não tinha “nada a dizer”, porque virou “um dependente das questões nacionais”. Ou seja, se permanece ou não na presidência nacional do PSDB. “Não resolvi nada depois do que falei (ao JC, publicado na última quarta). Aécio está viajando, Serra viajando e Eduardo também”, enumerou, como se o governador um aliado (oficial) fosse. Na entrevista a que Guerra se referiu, ele colocou o PSB como “partido parceiro” e se esquivou de responder se havia espaço para manter-se ao lado do PMDB de Jarbas Vasconcelos (PMDB) e do DEM de Mendonça Filho. Ambos, aliás, também estão fora do País. Jarbas retorna amanhã de Portugal, e Mendonça, na quarta-feira (17).

Ontem, Sérgio Guerra contou que “ficou combinado” com o governador que os dois conversariam após as férias, mas não marcaram data. “Não estou com essa agonia. Minha relação com Eduardo não muda”, disse o senador. De fato, o tucano nunca escondeu a amizade com o governador. A relação dos dois vem dos tempos em que Guerra foi do PSB do ex-governador Miguel Arraes. Jarbas, que também fora aliado, deixou o palanque arraesista primeiro. Guerra saiu depois, mas não fechou portas.

O senador vai aproveitar este feriado para consultar as bases, no Estado. Na terça, ele vai a São Paulo e de lá, segue para Brasília. Ontem, Guerra esteve com o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, o tucano Elias Gomes. E promete “ouvir todos” sobre os rumos do PSDB. Afinal, as bancadas federal e estadual do partido precisam demarcar posições desde já, bem como os 17 prefeitos tucanos. Político emenda uma eleição em outra e as negociações atuais miram 2012.

PRAZO

Nos bastidores, políticos dizem de Sérgio Guerra que ele tem “compromisso com o poder”. O JC ouviu governistas e oposicionistas sobre o futuro do PSDB no Estado. E é dada como certa a “revoada calculada”, com disse uma fonte, dos tucanos para a base governista. Até junho, porém, tudo deve permanecer como está. Ou seja: o PSDB no muro. Deputados tucanos sem incomodarem o governo Eduardo e os 17 prefeitos da legenda, idem. Catorze deles já apoiaram a reeleição do governador.

Está marcada para junho a escolha do novo presidente nacional do PSDB. Digladiam-se pelo controle do partido o grupo de José Serra (SP), candidato derrotado a presidente da República, e do senador eleito Aécio Neves (MG). Essa disputa pode favorecer a recondução de Guerra. Caso ele permaneça, adia os planos locais. Do lado eduardista, a aposta é que o anúncio da adesão à base ocorre em junho.

Biu Sérgio Guerra pegou ar com Mendonção

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Eis a coluna de hoje do Magno Martins. Comento logo depois

         Guerra: 'Mendonção é primitivo'

De volta ao Brasil, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, respondeu, ontem, ao colunista, às provocações do cacique José Mendonça Bezerra, que o classificou de “Coronel Biu”, após afirmar que estava de alma lavada por constatar que seu filho Mendonça  e o seu genro Augusto Coutinho, ambos eleitos para a Câmara dos Deputados, tiveram, somados, mais votos que Guerra para deputado federal nas eleições de outubro passado.

“Tive mais de 168 mil votos, fui o federal mais votado da oposição do Estado com apenas 26 dias de campanha. Diferentemente de José Mendonça, não faço política familiar, mas de partido. Ao contrário dele, lamento que o DEM não tenha elegido André de Paula e Osvaldo Coelho, que farão falta ao Congresso”, disse, para acrescentar:

“As declarações dele têm a sua idade mental, ou seja, são do arco da velha. O grande problema é que ele sofre – e não tem como se curar – de primitivismo mental. É por isso, portanto, que se diz feliz. Sugiro que, por favor, me esqueça”.

Guerra apareceu no Congresso no final da tarde de ontem para se inteirar do quadro nacional e resistiu à insistência do colunista para rebater as insinuações de Mendonção. Mas depois mudou de opinião ao ser informado que, nos bastidores, Mendonção o carimba como responsável pela performance de Jarbas abaixo das expectativas na disputa contra Eduardo.

Política é lado, meus amigos. Isso quem sempre ouvi dizendo foi Mendonção. Sérgio Guerra não tem lado. Tem situações. Em umas ele tá aqui, e em outras está acolá.

Não é um político, é um picareta na política. 

A pergunta que eu me faço é: Porque Zé Mendonça ficou lado a lado com esse senhor por mais de 10 anos se sempre o detesto? Quem anda com porcos...

Sobre a culpa de Guerra na derrota de Jarbas, é um caso bom de se discutir. Guerra foi um infiel da peste. Safado até o talo. Nojento. Mas só por issoi Jarbas perdeu?

E a Moura que não deu nem 1 REAL a Jarbas e deu 200mil a EDUARDO? Zé Mendonça não quis falar sobre isso?

Sérgio Guerra tenta se justificar, mas quem o conheçe não o compra

segunda-feira, 13 de setembro de 2010


"Quem me chama de traidor é a direita"

Ele não faz parte de chapas majoritárias, não integra mais a cúpula de nenhuma delas em Pernambuco e raramente protagonizou eventos políticos aqui este ano. Mas, a 20 dias do 3 de outubro, já se pode afirmar: o senador, candidato a deputado federal e presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, tornou-se a figura mais controversa da eleição estadual e deve estar no centro das principais discussões e rearrumações políticas da fase pós-eleitoral. Criticado por aliados do candidato ao governo Jarbas Vasconcelos (PMDB) - com o qual foi eleito para o Senado em 2002 - e rotulado como "traidor" por não conter a debandada de prefeitos tucanos que se integraram ao projeto de reeleição do governador Eduardo Campos (PSB), Sérgio decidiu rebater as críticas. "Não vou deixar que me façam o bode expiatório da campanha", diz ele, em entrevista ao Diario. "Nunca fui traidor nem desleal. Quem me chama de traidor eu sei quem são. São setores da Direita".

Não diz em que partido estariamestes "setores", mas se sabe que suas divergências historicamente são com o DEM. "Tudo vai ficar claro e no devido lugar, no tempo certo", despista. O PSDB de Sérgio mais o PMDB e o DEM (ex-PFL) compuseram a antiga aliança que apoiou as duas gestões de Jarbas (1999-2006). "Gostaria que todos os prefeitos do meu partido apoiassem Jarbas, mas não consegui isso. Como não conseguiu isso o DEM, que tem muito prefeitos apoiando o outro lado, e como não conseguiu o PMDB de Jarbas, que tem seis prefeitos com o outro candidato", comparou.

Em diversos momentos da entrevista, ressaltou que é a adesão de um ou outro que define a eleição. "Não é questão de mais prefeito pra lá nem pra cá que garante a vitória", afirmou. "Eleição para governador e presidente se ganha no caminho da opinião pública, não no caminho das estruturas". No jargão da política, "estrutura" é a combinação de recursos econômicos e apoio de lideranças municipais ou estaduais. Pela ênfase, ratificava o que lhe parece óbvio - a posição de desvantagem de Jarbas nas últimas pesquisas eleitorais diz respeito às movimentações do ex-governador do PMDB e à aceitação do discurso dele, não à defecção de João, Joaquim ou José. Sérgio chegou a citar candidatos oposicionistas de outros estados, que estão em crescimento nas pesquisas de sondagem pública, apesar, segundo ele, de não contarem com grandes estruturas e se encontrarem na contramão do cenário presidencial.

Perguntado mais de uma vez sobre como será o período de pós-eleição e sobre a possibilidade de aliar-se a Eduardo Campos (no caso da reeleição do governador), ele não descartou nem admitiu uma eventual aliança. "Não há nenhuma previsão de como será o day after", respondeu. "A minha decisão sobre a cena local estará vinculada à questão nacional do partido que presido".

Qual a sua avaliação sobre a eleição de Pernambuco?

A eleição estadual tem duas etapas. Na primeira etapa, a campanha de Eduardo (Campos) era muito maior que a de Jarbas (Vasconcelos). Dez, doze, quinze vezes maior que a de Jarbas. Quando começa o horário de televisão, os dois têm praticamente mais ou menos o mesmo tamanho. A tendência da campanha é ficar mais ou menos equilibrada. Se nós vamos ter a capacidade de equilibrar, não vai depender de um prefeito ou de outro, da falta de um apoio de um deputado ou de outro, mas seguramente do que os candidatos vão dizer e daquilo que os candidatos vão apresentar para ganhar a opinião pública. Porque eleição de governador, e de presidente, se dá no caminho da opinião pública e não no caminho das estruturas.

A menção à questão das estruturas seria uma defesa às críticas que vem recebendo em virtude das defecções de aliados do PSDB?

Eu estou falando isso porque é a realidade em todos os estados brasileiros. É na Bahia, aqui, em todo lugar. O PSDB tem candidatos que está disputando com uma parcela muito pequena de estrutura - e eu não falo de dinheiro, falo de uma questão mais ampla - e nós estamos ganhando, por exemplo, no Pará. Lá, Simão Jatene já abriu mais de 10 pontos de intenções de votos nas pesquisas na frente do candidato adversário. Estamos empatados no Piauí. Nós estamos, aliás o DEM, vai ganhar as eleições no Rio Grande do Norte. Não falo de Alagoas porque lá temos o governo, mas lá estamos empatados e a tendência é de vitória do PSDB. Nosso PSDB vai vencer em Goiás, contra o poder econômico, onde queriam derrotar Marconi Perillo. Em Minas Gerais, Aécio Neves mudou contra o poder de todo mundo e contra todo mundo junto, inclusive Lula. Beto Richa já se impôs e deve ganhar no primeiro turno, contra a união do PMDB lá e PT e até com PDT. Então, as eleições estaduais se decidem com padrões estaduais e movimentações estaduais e é essa movimentação que caracterizará os resultados.

Então, na sua opinião, as defecções de prefeitos e deputados do PSDB em Pernambuco não influem ou não irão interferir no resultado da campanha de Jarbas Vasconcelos?

Não são significativas. Essas defecções são clássicas. Se dão no Nordeste e posso citar também São Paulo, onde o governo federal tem muito esforço e muita posição. Não é questão de mais prefeitos para lá e mais prefeitos para cá que define eleições estaduais. Jarbas, por exemplo, ganhou contra muitos prefeitos que apoiavam Arraes (Miguel Arraes). Arraes ganhou contra muitos que apoiavam outros candidatos. O próprio Eduardo Campos tinham apoio de menos prefeitos que Mendonça (Filho). Mendonça tinha muito mais prefeitos e estrutura. Gostaria que todos os prefeitos do meu partido apoiassem Jarbas, mas não consegui. Como não conseguiu isso o DEM, que tem muito prefeitos apoiando o outro lado, e como não conseguiu o PMDB de Jarbas, que tem seis prefeitos com o outro candidato. Toda essa discussão é uma exploração descabida, de quem tem a intenção de comprometer quem não tem responsabilidade por isso.

Mas os jarbistas dizemque há uma espécie de dívida com o ex-governador Jarbas, uma vez que o seu mandato de senador foi conquistado com o apoio dele...

Eu não faço conta corrente na política, nem na vida, nem nas amizades. Se fizesse, o resultado não seria esse. Não acho que é uma questão de dívida, ou crédito ou saldo. Acho primitiva essa observação. Se essa fosse a contabilidade, era preciso fazer muitos cálculos. Mas não se trata de fazer cálculos. Eu tenho rigorosamente obrigações com Jarbas porque ele apoia nosso candidato a presidente, porque tenho um passado de lutas com ele e porque o respeito como homem público.

E nessa conta quais outras questões entrariam?

Se eu disse que não faria essa contabilidade, não vou dizer qual é a natureza da conta.

As críticas ao senhor e aos tucanos daqui parecem lhe irritar. Dá a entender que, na sua avaliação, o PSDB estaria sendo eleito como bode expiatório do processo no estado...

Não está porque não vamos deixar. Não vou deixar que me façam o bode expiatório da campanha.

Mas tentaram?

Tentaram, sim, tentaram. Tentaram e tentam, mas é uma fraude. E eu localizo os setores que tem esse tipo de interesse.

Quais são?

Não vou discutir agora. Tudo que quero é fazer campanha de candidato federal. Só quero que Jarbas ganhe e torço e trabalho muito para que Serra ganhe também.

E por qual motivo a sua candidatura ao Senado na chapa de Jarbas foi descartada?

Impossível alguém ser candidato ao senador ou a cargo majoritário ao mesmo tempo que tem de tocar as responsabilidades que estou tocando.

Não teria sido pelo temor de perder a eleição?

Não gostaria de perder a eleição. Trabalhei essa hipótese, teria chances, seria um candidato competitivo, mas seria um trabalho enorme e uma decisão humana que eu não quis tomar.

Enquanto candidato a deputado, está satisfeito com a campanha majoritária do seu candidato?

A campanha de Jarbas é pequena e as campanhas dos adversários, não só aqui em Pernambuco, são pequenas. Melhor que fosse maior, mas isso não existe.

O que acha da linha de discurso de Jarbas?

Não estou acompanhando isso e ninguém me pediu sugestão sobre isso. Vi o programa eleitoral de Jarbas. Vi dois ou três e achei de boa qualidade.

Como está hoje sua relação com o senador Jarbas? Tem tido contato com ele?

Não é um contato regular. Eu na minha campanha e ele na dele. Eu tenho estado mais fora daqui, mas não tenho nenhum constrangimento de falar com ele.

Mas depois desta eleição sua relação política e pessoal com ele continuará a mesma?

Se depender de mim, continuará a mesma. Mas depende de muitos fatos, da atitude que Jarbas venha a tomar, enfim que está no plano pessoal e eu não gostaria de discutir.

E qual é a chance de uma aliança sua com Eduardo Campos, caso ele vença a reeleição?

Eu poderia ser aliado de Eduardo Campos há muitos anos, desde que o partido dele não fosse o PSB e tivesse uma política nacional e o PSDB tivesse outra. A minha decisão sobre a cena local estará vinculada à questão nacional do partido que presido.

Então, há chance também de se aproximar do atualgovernador, Eduardo Campos?

Não há nenhuma previsão de como será o day after. Eu tenho apenas uma convicção: no dia 4 de outubro, temos de começar a trabalhar uma reforma política ampla e segura. Não dá para disputar eleição como essa. Essa eleição é uma vergonha por causa do poder econômico, influência das estruturas, manipulação e tudo que se pode imaginar.

Essa campanha está muito mais fria que outras disputas estaduais...

E o povo tem razão. As discussões reais não se dão. Se perguntar qual é o projeto para o futuro, qual é? existe? É preciso lançar projetos. Duplicar a BR-101, andar com Suape, fazer refinaria e a transposição das águas do São Francisco é uma agenda que tem de ser completada, claro, mas é preciso começar a pensar outra. Essa somente não resolve a questão socioeconômica do estado. É preciso muito mais. Eu, por exemplo, estou preocupado com a questão do meio ambiente no estado e no Nordeste. Nosso maior patrimônio, que são as praias, estão sendo dizimadas, ora pelo mar ora pela população que vive na área ribeirinha. Eu não conheço nenhuma estratégia para resolver isso.

Acha que os dois principais candidatos ao governo não...

Ao invés de as campanhas definirem temas como esses, estamos numa discussão pouco produtiva. O que eu leio das campanhas estaduais não é nada construtivo. Pelo que vejo, são pequenas pegadinhas e eu não gosto de pegadinhas. As campanhas deviam ser outra coisa.

A oposição vai sair enfraquecida no estado?

Vai depender da oposição no Brasil e da eleição presidencial. Uma coisa para pensar: enquanto Dilma cresceu no Brasil todo e Serra caiu, candidatos da oposição cresceram. Não sei dizer se a oposição vai encolher aqui em Pernambuco. Os partidos aqui precisam de ampla reforma, inclusive o PSDB. Precisam de renovação, mudança e de abertura. Desejo cada vez mais que acabe essa história de PSDB de Sérgio Guerra.

Como vê a crítica de traidor que lhe fazem aqui?

Quando era deputado estadual e líder da oposição (1983-1986), Roberto Magalhães era o governador e eu tinha um amigo no governo: Luiz Otávio Cavalcanti, que era um excelente secretário da Fazenda. Eu conversava com Luiz Otávio e tinha uma relação civilizada com Roberto Magalhães. Era um adversário duro do governo dele. Alguns, que muito atrasados, me chamavam de traidor, depois o próprio Dr. Roberto quando me chamou para vice da chapa dele respondeu muitas vezes a isso. Disse que fui um oposicionista duro, mas leal. Nunca fui traidor nem desleal. Quem me chama de traidor eu sei quem são. São setores da Direita. Então, essa compreensão de certos setores da direita não me surpreende, nem me intimida. Tudo vai ficar muito claro. Claro e no devido lugar. É só uma questão de tempo.


Diário de Pernambuco.

COMENTO EU
Um dos setores que o chama de traidor é o grupo Mendonça. E eu faço coro: TRAIDOR DUMA FIGA

Aguente, Jarbas

terça-feira, 17 de agosto de 2010


Oi, amigos. ontem prometi quie à noite atualizaria o blog. Não cumpri a promessa. Mas o faço agora.

Vamos começar falando mal de Sérgio Guerra?

É impressionante a cara de pau do senador tucano, minha gente. Leiam a reportagem do JC de hoje e depois meu comentário

sborges@jc.com.br

LIMOEIRO – Visivelmente cansado e estressado, o senador Sérgio Guerra (PSDB), candidato a deputado federal, não escondeu a sua irritação quando indagado sobre a ausência do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) – candidato a governador da coligação do tucano – na festa que marcou o início oficial de sua campanha, no sábado à tarde, em Limoeiro, no Agreste.

Deixou evidente que a sua campanha está correndo solta, descolada da de Jarbas, uma vez que boa parte de seus aliados – prefeitos e candidatos a deputado estadual com os quais faz dobradinhas – aderiu ao palanque do governador-candidato Eduardo Campos (PSB).
“Aqui (o ato) não tem nada a ver com Jarbas nem com Eduardo. Não é (evento) da majoritária. É minha campanha proporcional. Todos estão descolados. Em todas as minhas campanhas, faço festa. Não precisa da majoritária”, argumentou, sinalizando que a presença dos majoritários, em eventos como o seu, não seria prioridade de agenda.

Mas desde o início de campanha, em julho, o que se registra é justamente o contrário. Para se aproximar da militância e prestigiar os proporcionais, Jarbas e Eduardo têm promovido maratonas para comparecer a todas as festas dos candidatos a deputado federal e estadual. O próprio presidenciável do PSDB, José Serra, de quem Guerra é coordenador-geral de campanha, apareceu de surpresa no Estado para fazer discurso na inauguração do comitê do deputado estadual Antonio Morais (PSDB), candidato à reeleição.

Ontem mesmo, Jarbas esteve no comitê de Raul Henry (ver matéria abaixo).
No principal evento organizado por Guerra, nem Jarbas nem Marco Maciel (DEM), que tenta renovar o mandato de senador, apareceram. O tucano fez questão de ressaltar, inclusive, que “não tinha convidado ninguém”. Debitou a conta da ausência dos dois em sua assessoria. Não pediu sequer voto para Jarbas. Disse apenas que vota no peemedebista. “Voto em Jarbas Vasconcelos. Se não quisesse votar, votaria em outro (Eduardo), porque o outro também é meu amigo, mas voto em Jarbas Vasconcelos, que é aliado nosso e é um grande político”, disse. Pediu, contudo, voto para o presidenciável José Serra (PSDB).

O mal-estar ficou ainda maior quando o outro candidato a senador da coligação Pernambuco Pode Mais, o deputado federal Raul Jungmann (PPS), revelou que estava presente à festa porque tinha recebido uma ligação do próprio tucano, convidando-o. Com Jarbas e Maciel, Guerra não teve o mesmo gesto. “Liguei para Jarbas para dizer que vinha. Jarbas disse ‘ótimo’. Tentei falar com Marco e com sua assessoria, não consegui”, relatou o pós-comunista, que, no sábado, ocupou um lugar de destaque no palanque armado por Guerra em Limoeiro. “Jungmann é o meu candidato a senador.

Entrou representando o meu partido”, justificou o tucano. Guerra mostrou à militância que está se empenhando pessoalmente para a vitória de Jungmann.


Bom. Então é isso. Guerra fez uma festa sua e independente da majoritária. Por isso Jarbas não foi chamado. Seria difícil acreditar nisso, uma vez que todos os deputados fazem questão do candidato a governador prestigiando seus eventos. Torna-se, no entanto, impossível de acreditar quando se sabe que Guerra convidou Raul Jungmann, aquele que deveria receber Bolsa Família, coitado.

Olhem agora as duas imagens abaixo:






A primeira foto não é de evento de Eduardo Campos, não. É um evento de Sérgio Guerra.

A segunda foto é o carro de assessor de Guerra.

Depois vocês vêm fazer piadinhas dizendo que Jarbas está perdido na campanha. Jarbas está sim é sendo apunhalado por muitos a quem ele estendeu a mão.

Jarbas é o principal culpado das traições de Sérgio Guerra, pois foi ele mesmo, Jarbas, quem socorreu Guerra em 98, depois da derrota de Arraes. Deveria tê-lo deixado morrer afogado no ostracismo.

Agora, aguente!

Séegio Guerra trai e mente

sábado, 24 de julho de 2010


O Senador do Desenvolvimento (hehehe) Sérgio Guerra falou sobre os futricos que correm solto dando conta de um distanciamento entre ele e Jarbas. Leiam trecho do Diário de PE:


Sobre a adesão dos prefeitos tucanos ao palanque de Eduardo Campos (PSB), Guerra contra-atacou ao afirmar que os partidos aliados também não puniram os prefeitos que aderiram à campanha do socialista, citando expressamente o DEM e o PMDB. "Já aconteceu isso com os prefeitos de DEM, do PMDB e com (prefeitos de)todos os partidos? Muitos deles abandonaram o nosso campo. Eu não vi ninguém ser punido".


O presidente nacional do PSDB defendeu os prefeitos tucanos, alegando que eles "dependem muito" do governo federal. "Não vou chamar de traidor um cara que recebe R$ 2 milhões, R$ 3 milhões para fazer uma obra e tomar uma posição ou outra. Não faço isso. Não sou fiscal da consciência de ninguém".

O que Guerra não diz em sua fala é que tanto o PMDB e o DEM, apesar de não colocarem faca no pescoço de ninguém, pressionam o quanto podem, ameaçam de expulsão e abrem processos contra quem fica no partido e dá apoio aos governistas. Claro que não vai punir quem já mudou de partido, né?!O que Guerra também não explica é porque estes mesmo prefeitos do PSDB que vão pro palanque de Eduardo não vão pro palanque de Dilma, mas sim continuam votando em Serra.

Bem. Sérgio Guerra não explica, mas eu sim: Isso tudo tem apenas uma justificativa: Sérgio Guerra sabe que Jarbas está, infelizmente, perdido na campanha, e quer manter um canal com o governador Eduardo Campos, com quem tem muito em comum, inclusive a origem política. Este canal não poderia ser outro melhor do que prefeitos do seu partido que apóiam o governador.É por essas e outras que, diariamente, eu tenho que exercer um dos meus esportes favoritos. Não é xingar o PT. Não dessa vez. É chamar Sérgio Guerra de TRAIDOR

Guerra tem fantasmas empregados

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Falando em Sérgui Guerra, vamos ver se depois dessa ele ainda vai querer se enxerir e ser candidato a vice de Serra.


Presidente do PSDB e um dos principais cotados para ser vice na chapa de José Serra à Presidência, o senador Sérgio Guerra (PE) emprega uma família de funcionários "fantasmas" no Senado, informa à Folha.com

Segundo a reportagem, oito parentes de Caio Mário Mello Costa Oliveira, uma espécie de "faz-tudo" do senador, foram nomeados em seu escritório de apoio em Recife, mas não dão expediente nem são conhecidos por quem trabalha lá. Cinco foram nomeados no mesmo dia, em 17 de setembro de 2009. Juntos, recebem cerca de R$ 20 mil mensais.

A Folha informa que mesmo Caio Mário Mello Costa Oliveira, que efetivamente assessora o senador, não dá expediente no escritório, pelo qual é nomeado. Sérgio Guerra nomeou dois filhos, dois irmãos, três sobrinhos e uma cunhada de Caio Mário, todos como assessores parlamentares.

Em entrevista por telefone e por escrito, Sérgio Guerra afirmou que todos os funcionários comissionados lotados no escritório dão "suporte" às suas atividades de senador em todo o Estado. "Você acha que eu pago eles para quê? Para chupar chiclete? Eles me ajudam na política, no meu trabalho lá, de um jeito ou de outro."


Blog do Magno

Jarbas dá gelo em Guerra

OLha, a nota a seguir não é 100% confável, pois sabemos como jornalistas gostam de inventar intrigas, não é? Mas não duvido nada que seja, pois, como tenho repetido aqui, o clima de desconfiança do núcleo da campanha de Jarbas com Guerra é imenso. Guerra, como tenho repetido aqui, tem jogado Jarbas na jaula dos leões à deriva nesta eleição. Não indica senador, não chama prefeitos do seu partido para apoiarem Jarbas...


O candidato do PMDB ao governo de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos, principal aliado de José Serra no Nordeste, não atende as ligações do presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE). 'Há 20 anos que eu converso com o Jarbas. Nunca deixei de falar com ele nem quando éramos adversários. Semana passada, liguei cinco vezes. Não consegui falar com ele, mas falei com o pessoal dele', queixa-se Guerra. A bronca é por causa da chapa de senadores da oposição, incompleta desde a desistência de Guerra, agora cotado para a vice de José Serra.(Da coluna Brasília DF - Luiz Carlos Azedo)

A ausência de Guerra. Cadê Guerra?

sábado, 19 de junho de 2010

A ausência de Sérgio Guerra no evento de Caruaru é mais que uma ausência. É um fato emblemático.

Se, antes, apenas pairava desconfiança da falta de empenho do grupo de Guerra em relação à eleição de Jarbas, sua ausência, hoje, sacramenta, se não esta desconfiança, ao menos outro fator:

a arenga entre o PSDB e o DEM em Pernambuco está longe de ser desfeita.


Ambos os partidos vivem aos trancos e barrancos desde que se juntaram, há cerca de dez anos, quando o PSDB passou a apoiar o governo de Jarbas (depois de eleito, pois, antes da eleição, o PSDB não o apoiou e lançou candidato próprio, Carlos Wilson. Guerra era do PSB e apoiou Arraes e Lula).

Até dá a impressão que o PFL e o PSDB se davam melhor quando eram adversários, viu!

Sempre defendo o PSDB das acusações de que, em 2006, não se empenhou na campanha de Mendonça Filho. O que não tinha remédio já estava remediado. Guerra foi leal até o fim. Mas agora o episódio é outro.

Alguém sabe dizer qual foi o compromisso de Sérgio Guerra hoje? Ele não foi à convenção do PV do Rio de Janeiro, que lançou a candidatura de Fernando Gabeira. Não se sabe de uma única cidade visitada pelo senador neste sábado. Ele não foi ao evento de Caruaru por ser algo organizado pelo DEM, em um de seus redutos mais fortes.

Até as paredes sabem que Guerra esperava, com a indicação de Mirian para vice, e a realocação de Tony Gel para a disputa de deputado estadual, ser o candidato apoiado pelo casal para a Câmara Alta. Alguém duvida que, se o casal apoiasse Guerra para federal, ele estaria hoje em Caruaru?

Acontece que Mirian e Tony apoiarão Augusto Coutinho, do DEM, em uma jogada de mestre de Mendonção.


Isso mostra como Guerra, além de desagregador e fraco (fosse forte, disputaria o senado), é mesquinho.

Ele não está satisfeito com o apoio que já tem, e queria o potencial de 50 mil votos que Caruaru poderia lhe dar. Augusto, antes desse importante apoio, perigava muito ficar fora da lista de eleitos. Agora, ninguém mais duvida que sua eleição foi garantida, deixando a situação perigosa para André de Paula.


Essa será a tônica da eleição: o DEM empenhado até o talo em eleger Jarbas, ou ao menos fazer com que sua derrota não seja acachapante. E o PSDB preocupado em fazer Guerra o mais votado, para legitimar o seu poder no estado, caso Serra seja eleito presidente (e o será). Além disso, os tucanos locais têm uma meta a cumprir: derrotar o DEM em número de votos válios na eleição proporcional. Pra que? Acabei de dizer: o PSDB quer mostrar que é forte e assim legitimar o poder que Guerra quer ter no estado a partir de 2011.

Aécio foi descartado como vice de Serra há 6 meses, diz Sérgio

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse nesta quinta-feira, 27, que o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves foi descartado como vice na chapa de José Serra há seis meses. As recorrentes aparições do nome de Aécio na imprensa como possibilidade de formar uma chapa puro-sangue para concorrer à sucessão de Lula, segundo o senador, eram inevitáveis porque o mineiro seria, sim, a melhor opção.

A discussão sobre o papel de Aécio na campanha tucana - se seria candidato a vice, como queria o partido, ou a senador, como ele deseja - explodiu e esfriou diversas vezes ao longo dos últimos meses. Hoje, no entanto, o ex-governador foi categórico ao afirmar à imprensa que não fará dupla com José Serra na corrida presidencial.

Sérgio Guerra, porém, não conta quais outros nomes estão sendo discutidos para ocupar a vaga, e sequer revela se o escolhido será do PSDB ou de um partido aliado. A única certeza que o presidente tucano diz ter, até aqui, é que José Serra deve crescer nas pesquisas de intenção de voto nas próximas semanas, quando a oposição figurará as propagandas partidárias na TV e no Rádio.

Leia a entrevista que o senador deu ao portal Estadão no início da tarde desta quinta-feira, 27:

Aécio Neves confirmou nesta quinta que não será o vice de José Serra na chapa à presidência da República. Há quanto tempo o PSDB estava ciente disto?

Há seis meses. Há seis meses o governador Aécio Neves disse a mim e ao senador Tasso Jereissati que não seria vice, e não gostaria de ser pressionado a sê-lo, mas que iria ajudar na campanha de José Serra.

Se o PSDB sabe há seis meses que Aécio não será o vice, por que o nome dele ainda era recorrente nas discussões sobre o assunto?

Porque muita gente no partido, e com razão, acha que ele seria o melhor.

Ninguém quer ser o vice de Serra, é isso?

Não é esta a pergunta. A saída de Aécio não justifica a pergunta, porque há seis meses já não era ele o vice.

Quem vai ser o vice então?

Vamos tratar disso agora. Semana que vem, vou conversar com o governador José Serra sobre isto.

Serra tem, em discursos recentes, sempre citado de alguma forma o nome do senador Tasso Jereissati. O nome do senador é debatido dentro do partido como uma possibilidade?

Tasso seria uma excelente escolha, mas não acredito nesta hipótese.

Mas pode ser ainda uma chapa puro-sangue, com outro nome que não o de Aécio Neves?

Não saberia responder.

O DEM parece não ter nome de consenso para indicar o vice porque os dois nomes mais fortes enfrentam problemas. O senador José Agripino não quer, e a senadora Kátia Abreu divide a legenda. Fora os dois, existe outro nome no DEM para ser o vice de José Serra?

Pode ser alguém do DEM, e de qualquer partido de oposição que compõe a aliança com o PSDB, mas não se tratou de nomes ainda.

Hoje à noite vai ao ar a propaganda partidária do DEM, com o pré-candidato José Serra figurando entre as imagens. Até aqui, só o PT e os partidos da base tinham veiculado as propagandas partidárias. Em junho, será a vez dos partidos de oposição. Qual será o efeito disso?

A propaganda eleitoral do DEM não conheço. Mas, evidentemente que vai nos favorecer. Até agora, houve uma overdose de campanha da Dilma, que resultou em multas no TSE, que foram desconsideradas, e nos últimos dias as falas do Lula na propaganda partidária e nas inserções. Tudo isso sem contradições, que aumenta o poder da overdose. Os outros partidos não puderem responder, ficou só a versão dele. Agora no mês de junho a oposição terá mas espaço. Seguramente isto resultara no crescimento de Serra nas pesquisas de intenção de voto.

Blog do Magno

Notas Falsas: Mendonças votam sim em MACIEL

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Ontem eu li uma nota no Blog do Magno, reproduzindo outra nota da Folha de São Paulo, que dava conta de divulgar que o grupo Mendonça não votaria em Marco Maciel pro senado.

Não comentei antes, por preferir conversar com alguém do grupo, já que fiquei surpreso com essa hipótese que, mesmo verdadeira, não seria seguida por mim.

Hoje confirmei a INVERACIDADE da nota. E digo mais a vocês:

O grupo MENDONÇA vota em Marco Maciel até demais. O segundo senador será Sérgio Guerra, caso ele seja candidato. Se, por um acaso, o grupo fosse votar em Armando, o preterido não seria Maciel, e sim Guerra, com quem não há, nem deve haver, muita confiança.

Jarbas adia decisão. Ou seja: Será candidato

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ainda bem que eu estava errada em meus prognósticos. Já até vinha fazendo publicidade da candidatura “tampão” de Raul Henry.

Acontece que Jarbas adiou para a próxima semana o anúncio de sua decisão sobre ser ou não candidato.

Ora. Como bem disse o blog Acerto de Contas, ninguém pede segunda chamada de prova para faltar a essa prova. Ninguém adia um casamento e, no dia, diz NÃO no altar.

O grande impasse agora é, outra vez, Sérgio Guerra. Ele é ou não candidato à reeleição?

Lançamento de SERRA e FRAQUEZA de GUERRA

segunda-feira, 12 de abril de 2010

O evento em Brasília foi daqueles que costumamos denominar INESQUECÍVEIS. Saímos do Recife as 6h30 da manhã e chegamos à meia-noite. Tanto no voo como no evento, o assunto foi um só: ELEIÇÕES.

Tive a oportunidade de conhecer pessoas de quem apenas ouvia falar (umas bem e outras mal).

Uma delas foi o caruaruense Raffiê, hora presidente da juventude Tucana de Pernambuco. Apesar dos quase 20 anos e de morar no interior, Raffiê tem se destacado no comando de seus aliados. Gosta um bocado de política, tem boas ideias e iniciativa pra dar e vender. Pena que é tucano. E como todo tucano, fica em cima do muro quando se fala em ideologia.

Não sei se é por que o PSDB nasceu na esquerda, mas namora constantemente (em baixo dos panos bem escondido) com a direita (aquela que tem vergonha de dizer que é de direita).

O PSDB adotou como política para crescer em nosso estado e em muitos outros a COOPTAÇÃO de ex-democratas. A juventude do PSDB, hoje, em PE, é composta de pelo menos 70% de ex-democratas.

Perguntei-lhe a Raffiê em que “atrair” membros de partidos aliados ajuda a fortalecer a União por PE. Ele não soube responder. Na verdade, não quis. Porque todos sabemos que não ajuda em nada. Sugeri que seu partido, o PSDB, fosse buscar novos nomes nos partidos as hostes do governo e não nos aliados de primeira hora.


Sobre o presidente nacional da legenda, Senador Sérgio Guerra, muito falamos sobre seu posicionamento em relação aos prefeitos que não irão apoiar Jarbas ao governo, preferindo ficar com Eduardo. Guerra não reclama, não processa, não ameaça. Guerra prefere garantir sua reeleição com o apoio desses líderes e deixar que eles apóiem quem quiser para o governo. É UM FRACO.

“Tu vota nele não, Wagner?” Vai perguntar o leitor curioso.

Voto sim. Por falta de opção e por aversão a Armando. Não voto em branco nem quero Armando, que não faz nada como deputado, sendo senador.

Elias Gomes, prefeito itinerante, por hora em Jaboatão, diz que não irá fazer campanha para Jarbas, pois tem uma cidade cheia de problemas para administrar. Mas para SERRA ele tem tempo. Estava lá em Brasília com seu filho Betinho, para quem ele também terá tempo de fazer campanha para Deputado Estadual. É OUTRO FRACO

Tive a oportunidade de conversar com os senadores Agripino Maia e Rosalba Ciarlini, ambos do RB, sendo ela candidata ao governo pelo DEM. Efraim Moraes, candidato a reeleição pela Paraíba foi abordado pelo CQC e o clima ficou quente. É provável que hoje à noite no CQC vocês vejam o blogueiro Wagner Peixoto ao lado do senador Efraim. Com Alckmin não se pode conversar pelo assédio. Mão Santa foi um dos mais simpáticos. É uma figura histórica e folclórica.

PERNAMBUCO estava bem representado na festa. Deputados Pedro Eurico, Augusto Coutinho, Mirian Lacerda, Teresinha Nunes, Jacilda Urquisa, Zé Mendonça, André de Paula, Roberto Magalhães, Brunos Araújo e Rodrigues. Lideranças como Tony Gel, Arlindo Siqueira (ex-vice de Olinda), Marcos Coca-Cola (DEM-Belo Jardim), Ozano Brito, Judith e Manoel Botafogo (esses três prefeitos do PSDB, mas que votam em Eduardo para o governo- FRACOS). Mendonça Filho e Taciana, Zé Ivan, Romildo Gomes, Dona Estefânia Mendonça e muitas outras pessoas que não vou mais citar porque já perdeu a a graça.

Como já devem ter lido, Aécio foi o nome do evento. Chegou atrasado, discursou efusivamente colocando o PT em seu lugar: Votou esteve contra todas as mudanças significativas por que o Brasil passou nos últimos 25 anos (Eleição de Tancredo, Governo Itamar, Privatizações, Lei de Responsabilidade Fiscal, etc). Deixou em aberto a chance de ser o vice de serra.

Em quem ele não votou?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010


Leiam singela nota do colunista Ancelmo Góis, no jornal O Globo: - Presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra disse à “Veja” que votou em Lula “várias vezes”. Considerando que Lula foi candidato contra Mário Covas (1989), Fernando Henrique Cardoso (1994 e 1998), José Serra (2002) e Geraldo Alckmin (2006), não ficou muito claro qual dos tucanos Guerra não queria ver presidente.

É...Eu também sempre me perguntei isso. Posso me enganar, mas Guerra parece não ter votado em FHC em 94, já que era filiado ao PSB de Miguel Arraes.

Uma coisa eu tenho certeza: depois que este senhor disse que eles, o PSDB, é que são a esquerda brasileira, não voto nele nem com uma faca no pescoço.

Vade retro

Armandão x Guerra

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

ATUALIZAÇÃO I

E hoje foi a vez de Armando uma parada Monteiro Neto responder ao senador bélico Sérgio Severino Estelita Guerra.
Fonte: Magno Martins

Sergio Guerra ficou rico com a política, diz Armando Monteiro



Pigmeu menor
Para Armando Monteiro, as declarações de Sérgio Guerra hoje, no programa Geraldo Freire, deixaram o senador tucano menor ainda. ‘’O senador pigmeu, com o baixo nível de suas declarações, ficou, lamentavelmente, menor do que já é”. O deputado faz alusão à cobrança de Sérgio Guerra, de que ele, Armando, na qualidade de dirigente do PTB estadual deveria agir firme junto aos seus correligionários acusados no caso dos shows superfaturados. “Ele cobra de mim posições como presidente de partido quando não é o caso de presidente decidir, porque não sou governo. Seria o mesmo que cobrar dele, como presidente do PSDB, responsabilidade nos desvios de recursos do Detran, no Rio Grande do Sul, e no mensalão de MinasGerais.”

O deputado Armando Monteiro disse, ainda, que Sérgio Guerra tem apego monetário e complexo de inferioridade quando insiste na tecla de que sua família(dele Armando) está mal financeiramente. Com relação ao que disse o senador, que o qualificou de deputado ‘’secreto’’, por não aparecer, Armando disse que quem pode avaliar isso é o eleitorado e os órgãos competentes. Mas lembra que em três eleições para a Câmara que disputou, teve 91 mil votos na primeira, 146 mil na segunda e 205 mil na terceira, nesta o mais votado de Pernambuco, sendo, ainda, reconhecido pelo DIAP, sete vezes seguidas, entre os parlamentares mais influentes do Congresso.


CNI política
Quanto à acusação de utilizar a CNI para tirar proveito político, fazendo campanha, o deputado Armando Monteiro disse que a função permite que seja parlamentar e líder empresarial. Diz o deputado que, na condição de pernambucano, dirigindo uma instituição como a CNI, não poderia deixar de incentivar, como fez, investimentos no interior do Estado, principalmente, exemplificando com ações do Sesi e Senai em cidades como Garanhuns e Petrolina, todas relacionadas à CNI. Ele lembra que líderes outros, como Paulo Skaf, em São Paulo, fazem o mesmo, porque a lei não impede. “Qual é o problema?. Não é campanha política, e sim institucional.’’



Os amigos leitores têm acompanhado a refrega entre Armando uma Parada Monteiro Neto e o Senador Sérgio Guerra?


Tudo começou com o escândalo dos show superfaturados e fantasmas realizados (ou não) pela secretaria de Turismo de PE, comandada por Sílvio Costa Filho, correligionário de Armando.

Ontem Armando divulgou nota onde cutucava Sérgio Guerra com vara curta. Hoje veio a resposta (a cavalo- inclusive pelos coices).

Só um comentário meu Não morro de amores por Guerra, mas isso de chamá-lo de anão do orçamento já caducou. Tem quase 20 anos e se provou sua inocência (inclusive ele era do PSB nessa época). E outra: Armando já fez campanha pra Guerra em 2002. Isso enfraquece um pouco seu discurso.

Sergio Guerra contra-ataca Armando: uso político da CNI

Numa sucessão de ataques devastadores de parte a parte está transformada a briga política entre o senador Sérgio Guerra(PSDB) e o deputado federal Armando Monteiro Neto(PTB), tudo originado pelo episódio recente ligado à Secretaria de Turismo, com suposto desvio de verbas destinadas ao pagamento de eventos nas prefeituras e que resultou na saída do próprio secretário Sílvio Costa Filho, corrreligionário de Armando.

Hoje pela manhã, o senador Sérgio Guerra ocupou um longo espaço no programa Geraldo Freire, na Rádio Jornal, e respondeu de forma contundente a afirmação do deputado, ontem, no Diario de Pernambuco, de que Guerra ‘’continua pigmeu’’, numa alusão a antigo episódio dos anões do orçamento, no qual o senador ocupou espaço. Eis alguns trechos da entrevista de Guerra, na qual ele qualifica o adversário de ‘’deputado secreto’’, com ‘’mania de grandeza’’, que ‘’tem poder mas não tem mais dinheiro’’, que usa a CNI para propaganda política, e cobra de Armando a devolução do dinheiro supostamente desviado do turismo por correligionários seus.

Pigmeu
Essa questão em que ele acha todo mundo pequeno e ele grande começou há muitos séculos. Ele faz parte de uma determinada classe dominante de Pernambuco que olha de cima para baixo todo mundo. Ele deveria procurar os pigmeus naqueles que andam com ele, que vivem com ele, que ele ajuda, com os quais interage, esse mesmo pessoal que faz festa e não faz festa. E não é só fazer festas superfaturadas não; é ter recebido dinheiro de festas e não ter feito festas. O que eu quero mesmo é saber onde está esse dinheiro, é esse pessoal aí que meteu a mão, quem ficou ficou com ele.

CNI política

Ele dizer que sou isso, sou aquilo, isso está desmentido pelos fatos. O Brasil todo sabe quem eu sou hoje. Eu tenho respeito no Congresso, de todos os partidos políticos. Até no partido dele, cujo presidente é meu amigo. Enfim é tudo coisa de Armando, que tem a ver com essa cabeça com mania de grandeza. Ele faz parte de uma gente que dominou muitos anos, que no passado tinha muito dinheiro, muito poder, e hoje o dinheiro acabou, mas poder continua a ter por conta dessa CNI aí que ele usa para fazer campanha de governador (duas vezes), sempre com essa mania de grandeza, agora candidato a senador. Tudo que eu peço é que ele esqueça de mim.

Anões do orçamento

Esse negócio de falar de orçamento é ridículo. Eu fui indiciado entre 81 parlamentares sobre orçamento há quase 20 anos. Não se formou sobre mim nenhum processo, não fui acusado em nada. No relatório sobre mim, que já divulguei muitas vezes nas campanhas pernambucanas, não houve o que investigar. E agora ele chega com essa história, não tem argumento, tem é que explicar, e vai explicar onde é que está o dinheiro, quero saber onde é que está o dinheiro dessas festas e não se Armando é grande, se é pequeno, se é presidente ou se é industrial. O que importa é que ele tem de resolver isso, porque se deu em grande parte no partido dele.

Adversário
O resto é conversa. Não tem que falar de mim, tem é que explicar os fatos. Eu não falo dele. Não quero nem saber de Armando. Deixa ele andar por aí, dizer o que bem quiser e entender. Sinceramente, eu não acho que ele seja concorrente nessa eleição, nem em nenhuma outra.

Antes amigos
Sempre tivemos uma relação cordial. Até determinado momento fomos amigos. De um dia para outro ele ficou tomado de ódio sobre mim. Acho que ele tem é uma profunda inveja. Com todo esse poder dele, sou um de origem socialmente mais modesta, mas do ponto de vista político procura saber o que ele fez no Congresso, não fez nada, é um deputado secreto. Se não fosse presidente da CNI ninguém saberia quem ele é aqui. O que ele é mesmo é presidente dessa CNI, com esse negócio de Sistema S do jeito que esses caras fazem. Todo o dia ele está na TV dizendo aquelas bobagens. Enfim, ele é presidente da CNI, e por que não aparece fazendo propaganda em Sergipe, Paraná, São Paulo, só em Pernambuco?. É porque ele é candidato aqui.

José Múcio
O que importa é que tem de resolver isso, porque se deu em grande parte no partido dele. Com uma única excessão, para a qual chamo a atenção, essa tenho a certeza de que nada tem a ver com isso: Dr. José Múcio Monteiro; esse eu conheço desde menino, é um cara limpo, não se meteu com isso. Gente é que pode ter se utlilizado dele, companhias com as quais ele nunca deveria ter andado. Mas pessoalmente não está envolvido nisso.

Dei exemplo
Deixe esse cara falar, não estou preocupado com isso. Quero é saber onde está o dinheiro(do turismo), quem ficou com esse dinheiro. Se tiver alguém de meu partido envolvido no outro dia vai ter de explicar. Se não, vai embora. No governo de Arruda(José Roberto) em Brasília mandei todos pra fora no mesmo dia. Por que é que ele não manda esse pessoal pra fora?. Não pode é ficar batendo em mim todo o dia nos jornais

A frase

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

“Não dá para fazer política com um aliado batendo na gente”

Senador Sérgio Guerra, em entrevista a Rádio Farol, criticando o deputado federal José Mendonça (DEM).

do blog diariodasulanca.blogspot.com