Morre Sérgio Guerra
quinta-feira, 6 de março de 2014
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As belezinhas que João, o Único, quer para Belo Jardim como deputados
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Sérgio Guerra, o Federal de João I, o único, ajuda a manter mandato de deputado preso
Como vocês sabem, o Imperador João I bateu martelo sobre quem será seu deputado federal em 2014.
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Armando e Guerra se aproximam
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
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Mendonça se aproxima de Sérgio Guerra/ Eleições 2012
domingo, 29 de maio de 2011
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Mendonça admite fusão com PPS e PSDB
quarta-feira, 20 de abril de 2011
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Só falta oficializar o PSDB aliado a Eduardo
sábado, 13 de novembro de 2010
Guerra falou ao JC, ontem, por telefone. Bem humorado, brincou que ainda não tinha “nada a dizer”, porque virou “um dependente das questões nacionais”. Ou seja, se permanece ou não na presidência nacional do PSDB. “Não resolvi nada depois do que falei (ao JC, publicado na última quarta). Aécio está viajando, Serra viajando e Eduardo também”, enumerou, como se o governador um aliado (oficial) fosse. Na entrevista a que Guerra se referiu, ele colocou o PSB como “partido parceiro” e se esquivou de responder se havia espaço para manter-se ao lado do PMDB de Jarbas Vasconcelos (PMDB) e do DEM de Mendonça Filho. Ambos, aliás, também estão fora do País. Jarbas retorna amanhã de Portugal, e Mendonça, na quarta-feira (17).
Ontem, Sérgio Guerra contou que “ficou combinado” com o governador que os dois conversariam após as férias, mas não marcaram data. “Não estou com essa agonia. Minha relação com Eduardo não muda”, disse o senador. De fato, o tucano nunca escondeu a amizade com o governador. A relação dos dois vem dos tempos em que Guerra foi do PSB do ex-governador Miguel Arraes. Jarbas, que também fora aliado, deixou o palanque arraesista primeiro. Guerra saiu depois, mas não fechou portas.
O senador vai aproveitar este feriado para consultar as bases, no Estado. Na terça, ele vai a São Paulo e de lá, segue para Brasília. Ontem, Guerra esteve com o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, o tucano Elias Gomes. E promete “ouvir todos” sobre os rumos do PSDB. Afinal, as bancadas federal e estadual do partido precisam demarcar posições desde já, bem como os 17 prefeitos tucanos. Político emenda uma eleição em outra e as negociações atuais miram 2012.
PRAZO
Nos bastidores, políticos dizem de Sérgio Guerra que ele tem “compromisso com o poder”. O JC ouviu governistas e oposicionistas sobre o futuro do PSDB no Estado. E é dada como certa a “revoada calculada”, com disse uma fonte, dos tucanos para a base governista. Até junho, porém, tudo deve permanecer como está. Ou seja: o PSDB no muro. Deputados tucanos sem incomodarem o governo Eduardo e os 17 prefeitos da legenda, idem. Catorze deles já apoiaram a reeleição do governador.
Está marcada para junho a escolha do novo presidente nacional do PSDB. Digladiam-se pelo controle do partido o grupo de José Serra (SP), candidato derrotado a presidente da República, e do senador eleito Aécio Neves (MG). Essa disputa pode favorecer a recondução de Guerra. Caso ele permaneça, adia os planos locais. Do lado eduardista, a aposta é que o anúncio da adesão à base ocorre em junho.
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Biu Sérgio Guerra pegou ar com Mendonção
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Eis a coluna de hoje do Magno Martins. Comento logo depois
“Tive mais de 168 mil votos, fui o federal mais votado da oposição do Estado com apenas 26 dias de campanha. Diferentemente de José Mendonça, não faço política familiar, mas de partido. Ao contrário dele, lamento que o DEM não tenha elegido André de Paula e Osvaldo Coelho, que farão falta ao Congresso”, disse, para acrescentar:
“As declarações dele têm a sua idade mental, ou seja, são do arco da velha. O grande problema é que ele sofre – e não tem como se curar – de primitivismo mental. É por isso, portanto, que se diz feliz. Sugiro que, por favor, me esqueça”.
Guerra apareceu no Congresso no final da tarde de ontem para se inteirar do quadro nacional e resistiu à insistência do colunista para rebater as insinuações de Mendonção. Mas depois mudou de opinião ao ser informado que, nos bastidores, Mendonção o carimba como responsável pela performance de Jarbas abaixo das expectativas na disputa contra Eduardo.
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Sérgio Guerra tenta se justificar, mas quem o conheçe não o compra
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Ele não faz parte de chapas majoritárias, não integra mais a cúpula de nenhuma delas em Pernambuco e raramente protagonizou eventos políticos aqui este ano. Mas, a 20 dias do 3 de outubro, já se pode afirmar: o senador, candidato a deputado federal e presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, tornou-se a figura mais controversa da eleição estadual e deve estar no centro das principais discussões e rearrumações políticas da fase pós-eleitoral. Criticado por aliados do candidato ao governo Jarbas Vasconcelos (PMDB) - com o qual foi eleito para o Senado em 2002 - e rotulado como "traidor" por não conter a debandada de prefeitos tucanos que se integraram ao projeto de reeleição do governador Eduardo Campos (PSB), Sérgio decidiu rebater as críticas. "Não vou deixar que me façam o bode expiatório da campanha", diz ele, em entrevista ao Diario. "Nunca fui traidor nem desleal. Quem me chama de traidor eu sei quem são. São setores da Direita".
Não diz em que partido estariamestes "setores", mas se sabe que suas divergências historicamente são com o DEM. "Tudo vai ficar claro e no devido lugar, no tempo certo", despista. O PSDB de Sérgio mais o PMDB e o DEM (ex-PFL) compuseram a antiga aliança que apoiou as duas gestões de Jarbas (1999-2006). "Gostaria que todos os prefeitos do meu partido apoiassem Jarbas, mas não consegui isso. Como não conseguiu isso o DEM, que tem muito prefeitos apoiando o outro lado, e como não conseguiu o PMDB de Jarbas, que tem seis prefeitos com o outro candidato", comparou.
Em diversos momentos da entrevista, ressaltou que é a adesão de um ou outro que define a eleição. "Não é questão de mais prefeito pra lá nem pra cá que garante a vitória", afirmou. "Eleição para governador e presidente se ganha no caminho da opinião pública, não no caminho das estruturas". No jargão da política, "estrutura" é a combinação de recursos econômicos e apoio de lideranças municipais ou estaduais. Pela ênfase, ratificava o que lhe parece óbvio - a posição de desvantagem de Jarbas nas últimas pesquisas eleitorais diz respeito às movimentações do ex-governador do PMDB e à aceitação do discurso dele, não à defecção de João, Joaquim ou José. Sérgio chegou a citar candidatos oposicionistas de outros estados, que estão em crescimento nas pesquisas de sondagem pública, apesar, segundo ele, de não contarem com grandes estruturas e se encontrarem na contramão do cenário presidencial.
Perguntado mais de uma vez sobre como será o período de pós-eleição e sobre a possibilidade de aliar-se a Eduardo Campos (no caso da reeleição do governador), ele não descartou nem admitiu uma eventual aliança. "Não há nenhuma previsão de como será o day after", respondeu. "A minha decisão sobre a cena local estará vinculada à questão nacional do partido que presido".
Qual a sua avaliação sobre a eleição de Pernambuco?
A eleição estadual tem duas etapas. Na primeira etapa, a campanha de Eduardo (Campos) era muito maior que a de Jarbas (Vasconcelos). Dez, doze, quinze vezes maior que a de Jarbas. Quando começa o horário de televisão, os dois têm praticamente mais ou menos o mesmo tamanho. A tendência da campanha é ficar mais ou menos equilibrada. Se nós vamos ter a capacidade de equilibrar, não vai depender de um prefeito ou de outro, da falta de um apoio de um deputado ou de outro, mas seguramente do que os candidatos vão dizer e daquilo que os candidatos vão apresentar para ganhar a opinião pública. Porque eleição de governador, e de presidente, se dá no caminho da opinião pública e não no caminho das estruturas.
A menção à questão das estruturas seria uma defesa às críticas que vem recebendo em virtude das defecções de aliados do PSDB?
Eu estou falando isso porque é a realidade em todos os estados brasileiros. É na Bahia, aqui, em todo lugar. O PSDB tem candidatos que está disputando com uma parcela muito pequena de estrutura - e eu não falo de dinheiro, falo de uma questão mais ampla - e nós estamos ganhando, por exemplo, no Pará. Lá, Simão Jatene já abriu mais de 10 pontos de intenções de votos nas pesquisas na frente do candidato adversário. Estamos empatados no Piauí. Nós estamos, aliás o DEM, vai ganhar as eleições no Rio Grande do Norte. Não falo de Alagoas porque lá temos o governo, mas lá estamos empatados e a tendência é de vitória do PSDB. Nosso PSDB vai vencer em Goiás, contra o poder econômico, onde queriam derrotar Marconi Perillo. Em Minas Gerais, Aécio Neves mudou contra o poder de todo mundo e contra todo mundo junto, inclusive Lula. Beto Richa já se impôs e deve ganhar no primeiro turno, contra a união do PMDB lá e PT e até com PDT. Então, as eleições estaduais se decidem com padrões estaduais e movimentações estaduais e é essa movimentação que caracterizará os resultados.
Então, na sua opinião, as defecções de prefeitos e deputados do PSDB em Pernambuco não influem ou não irão interferir no resultado da campanha de Jarbas Vasconcelos?
Não são significativas. Essas defecções são clássicas. Se dão no Nordeste e posso citar também São Paulo, onde o governo federal tem muito esforço e muita posição. Não é questão de mais prefeitos para lá e mais prefeitos para cá que define eleições estaduais. Jarbas, por exemplo, ganhou contra muitos prefeitos que apoiavam Arraes (Miguel Arraes). Arraes ganhou contra muitos que apoiavam outros candidatos. O próprio Eduardo Campos tinham apoio de menos prefeitos que Mendonça (Filho). Mendonça tinha muito mais prefeitos e estrutura. Gostaria que todos os prefeitos do meu partido apoiassem Jarbas, mas não consegui. Como não conseguiu isso o DEM, que tem muito prefeitos apoiando o outro lado, e como não conseguiu o PMDB de Jarbas, que tem seis prefeitos com o outro candidato. Toda essa discussão é uma exploração descabida, de quem tem a intenção de comprometer quem não tem responsabilidade por isso.
Mas os jarbistas dizemque há uma espécie de dívida com o ex-governador Jarbas, uma vez que o seu mandato de senador foi conquistado com o apoio dele...
Eu não faço conta corrente na política, nem na vida, nem nas amizades. Se fizesse, o resultado não seria esse. Não acho que é uma questão de dívida, ou crédito ou saldo. Acho primitiva essa observação. Se essa fosse a contabilidade, era preciso fazer muitos cálculos. Mas não se trata de fazer cálculos. Eu tenho rigorosamente obrigações com Jarbas porque ele apoia nosso candidato a presidente, porque tenho um passado de lutas com ele e porque o respeito como homem público.
E nessa conta quais outras questões entrariam?
Se eu disse que não faria essa contabilidade, não vou dizer qual é a natureza da conta.
As críticas ao senhor e aos tucanos daqui parecem lhe irritar. Dá a entender que, na sua avaliação, o PSDB estaria sendo eleito como bode expiatório do processo no estado...
Não está porque não vamos deixar. Não vou deixar que me façam o bode expiatório da campanha.
Mas tentaram?
Tentaram, sim, tentaram. Tentaram e tentam, mas é uma fraude. E eu localizo os setores que tem esse tipo de interesse.
Quais são?
Não vou discutir agora. Tudo que quero é fazer campanha de candidato federal. Só quero que Jarbas ganhe e torço e trabalho muito para que Serra ganhe também.
E por qual motivo a sua candidatura ao Senado na chapa de Jarbas foi descartada?
Impossível alguém ser candidato ao senador ou a cargo majoritário ao mesmo tempo que tem de tocar as responsabilidades que estou tocando.
Não teria sido pelo temor de perder a eleição?
Não gostaria de perder a eleição. Trabalhei essa hipótese, teria chances, seria um candidato competitivo, mas seria um trabalho enorme e uma decisão humana que eu não quis tomar.
Enquanto candidato a deputado, está satisfeito com a campanha majoritária do seu candidato?
A campanha de Jarbas é pequena e as campanhas dos adversários, não só aqui em Pernambuco, são pequenas. Melhor que fosse maior, mas isso não existe.
O que acha da linha de discurso de Jarbas?
Não estou acompanhando isso e ninguém me pediu sugestão sobre isso. Vi o programa eleitoral de Jarbas. Vi dois ou três e achei de boa qualidade.
Como está hoje sua relação com o senador Jarbas? Tem tido contato com ele?
Não é um contato regular. Eu na minha campanha e ele na dele. Eu tenho estado mais fora daqui, mas não tenho nenhum constrangimento de falar com ele.
Mas depois desta eleição sua relação política e pessoal com ele continuará a mesma?
Se depender de mim, continuará a mesma. Mas depende de muitos fatos, da atitude que Jarbas venha a tomar, enfim que está no plano pessoal e eu não gostaria de discutir.
E qual é a chance de uma aliança sua com Eduardo Campos, caso ele vença a reeleição?
Eu poderia ser aliado de Eduardo Campos há muitos anos, desde que o partido dele não fosse o PSB e tivesse uma política nacional e o PSDB tivesse outra. A minha decisão sobre a cena local estará vinculada à questão nacional do partido que presido.
Então, há chance também de se aproximar do atualgovernador, Eduardo Campos?
Não há nenhuma previsão de como será o day after. Eu tenho apenas uma convicção: no dia 4 de outubro, temos de começar a trabalhar uma reforma política ampla e segura. Não dá para disputar eleição como essa. Essa eleição é uma vergonha por causa do poder econômico, influência das estruturas, manipulação e tudo que se pode imaginar.
Essa campanha está muito mais fria que outras disputas estaduais...
E o povo tem razão. As discussões reais não se dão. Se perguntar qual é o projeto para o futuro, qual é? existe? É preciso lançar projetos. Duplicar a BR-101, andar com Suape, fazer refinaria e a transposição das águas do São Francisco é uma agenda que tem de ser completada, claro, mas é preciso começar a pensar outra. Essa somente não resolve a questão socioeconômica do estado. É preciso muito mais. Eu, por exemplo, estou preocupado com a questão do meio ambiente no estado e no Nordeste. Nosso maior patrimônio, que são as praias, estão sendo dizimadas, ora pelo mar ora pela população que vive na área ribeirinha. Eu não conheço nenhuma estratégia para resolver isso.
Acha que os dois principais candidatos ao governo não...
Ao invés de as campanhas definirem temas como esses, estamos numa discussão pouco produtiva. O que eu leio das campanhas estaduais não é nada construtivo. Pelo que vejo, são pequenas pegadinhas e eu não gosto de pegadinhas. As campanhas deviam ser outra coisa.
A oposição vai sair enfraquecida no estado?
Vai depender da oposição no Brasil e da eleição presidencial. Uma coisa para pensar: enquanto Dilma cresceu no Brasil todo e Serra caiu, candidatos da oposição cresceram. Não sei dizer se a oposição vai encolher aqui em Pernambuco. Os partidos aqui precisam de ampla reforma, inclusive o PSDB. Precisam de renovação, mudança e de abertura. Desejo cada vez mais que acabe essa história de PSDB de Sérgio Guerra.
Como vê a crítica de traidor que lhe fazem aqui?
Quando era deputado estadual e líder da oposição (1983-1986), Roberto Magalhães era o governador e eu tinha um amigo no governo: Luiz Otávio Cavalcanti, que era um excelente secretário da Fazenda. Eu conversava com Luiz Otávio e tinha uma relação civilizada com Roberto Magalhães. Era um adversário duro do governo dele. Alguns, que muito atrasados, me chamavam de traidor, depois o próprio Dr. Roberto quando me chamou para vice da chapa dele respondeu muitas vezes a isso. Disse que fui um oposicionista duro, mas leal. Nunca fui traidor nem desleal. Quem me chama de traidor eu sei quem são. São setores da Direita. Então, essa compreensão de certos setores da direita não me surpreende, nem me intimida. Tudo vai ficar muito claro. Claro e no devido lugar. É só uma questão de tempo.
Diário de Pernambuco.
COMENTO EU
Um dos setores que o chama de traidor é o grupo Mendonça. E eu faço coro: TRAIDOR DUMA FIGA
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Aguente, Jarbas
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Oi, amigos. ontem prometi quie à noite atualizaria o blog. Não cumpri a promessa. Mas o faço agora.
Vamos começar falando mal de Sérgio Guerra?
É impressionante a cara de pau do senador tucano, minha gente. Leiam a reportagem do JC de hoje e depois meu comentário
LIMOEIRO – Visivelmente cansado e estressado, o senador Sérgio Guerra (PSDB), candidato a deputado federal, não escondeu a sua irritação quando indagado sobre a ausência do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) – candidato a governador da coligação do tucano – na festa que marcou o início oficial de sua campanha, no sábado à tarde, em Limoeiro, no Agreste.
Deixou evidente que a sua campanha está correndo solta, descolada da de Jarbas, uma vez que boa parte de seus aliados – prefeitos e candidatos a deputado estadual com os quais faz dobradinhas – aderiu ao palanque do governador-candidato Eduardo Campos (PSB). “Aqui (o ato) não tem nada a ver com Jarbas nem com Eduardo. Não é (evento) da majoritária. É minha campanha proporcional. Todos estão descolados. Em todas as minhas campanhas, faço festa. Não precisa da majoritária”, argumentou, sinalizando que a presença dos majoritários, em eventos como o seu, não seria prioridade de agenda.
Mas desde o início de campanha, em julho, o que se registra é justamente o contrário. Para se aproximar da militância e prestigiar os proporcionais, Jarbas e Eduardo têm promovido maratonas para comparecer a todas as festas dos candidatos a deputado federal e estadual. O próprio presidenciável do PSDB, José Serra, de quem Guerra é coordenador-geral de campanha, apareceu de surpresa no Estado para fazer discurso na inauguração do comitê do deputado estadual Antonio Morais (PSDB), candidato à reeleição.
Ontem mesmo, Jarbas esteve no comitê de Raul Henry (ver matéria abaixo). No principal evento organizado por Guerra, nem Jarbas nem Marco Maciel (DEM), que tenta renovar o mandato de senador, apareceram. O tucano fez questão de ressaltar, inclusive, que “não tinha convidado ninguém”. Debitou a conta da ausência dos dois em sua assessoria. Não pediu sequer voto para Jarbas. Disse apenas que vota no peemedebista. “Voto em Jarbas Vasconcelos. Se não quisesse votar, votaria em outro (Eduardo), porque o outro também é meu amigo, mas voto em Jarbas Vasconcelos, que é aliado nosso e é um grande político”, disse. Pediu, contudo, voto para o presidenciável José Serra (PSDB).
O mal-estar ficou ainda maior quando o outro candidato a senador da coligação Pernambuco Pode Mais, o deputado federal Raul Jungmann (PPS), revelou que estava presente à festa porque tinha recebido uma ligação do próprio tucano, convidando-o. Com Jarbas e Maciel, Guerra não teve o mesmo gesto. “Liguei para Jarbas para dizer que vinha. Jarbas disse ‘ótimo’. Tentei falar com Marco e com sua assessoria, não consegui”, relatou o pós-comunista, que, no sábado, ocupou um lugar de destaque no palanque armado por Guerra em Limoeiro. “Jungmann é o meu candidato a senador.
Entrou representando o meu partido”, justificou o tucano. Guerra mostrou à militância que está se empenhando pessoalmente para a vitória de Jungmann.
Olhem agora as duas imagens abaixo:

A primeira foto não é de evento de Eduardo Campos, não. É um evento de Sérgio Guerra.
Depois vocês vêm fazer piadinhas dizendo que Jarbas está perdido na campanha. Jarbas está sim é sendo apunhalado por muitos a quem ele estendeu a mão.
Jarbas é o principal culpado das traições de Sérgio Guerra, pois foi ele mesmo, Jarbas, quem socorreu Guerra em 98, depois da derrota de Arraes. Deveria tê-lo deixado morrer afogado no ostracismo.
Agora, aguente!
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 09:17 1 comentários
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Séegio Guerra trai e mente
sábado, 24 de julho de 2010
Sobre a adesão dos prefeitos tucanos ao palanque de Eduardo Campos (PSB), Guerra contra-atacou ao afirmar que os partidos aliados também não puniram os prefeitos que aderiram à campanha do socialista, citando expressamente o DEM e o PMDB. "Já aconteceu isso com os prefeitos de DEM, do PMDB e com (prefeitos de)todos os partidos? Muitos deles abandonaram o nosso campo. Eu não vi ninguém ser punido".
O presidente nacional do PSDB defendeu os prefeitos tucanos, alegando que eles "dependem muito" do governo federal. "Não vou chamar de traidor um cara que recebe R$ 2 milhões, R$ 3 milhões para fazer uma obra e tomar uma posição ou outra. Não faço isso. Não sou fiscal da consciência de ninguém".
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 16:15 0 comentários
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Guerra tem fantasmas empregados
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Presidente do PSDB e um dos principais cotados para ser vice na chapa de José Serra à Presidência, o senador Sérgio Guerra (PE) emprega uma família de funcionários "fantasmas" no Senado, informa à Folha.com
Segundo a reportagem, oito parentes de Caio Mário Mello Costa Oliveira, uma espécie de "faz-tudo" do senador, foram nomeados em seu escritório de apoio em Recife, mas não dão expediente nem são conhecidos por quem trabalha lá. Cinco foram nomeados no mesmo dia, em 17 de setembro de 2009. Juntos, recebem cerca de R$ 20 mil mensais.
A Folha informa que mesmo Caio Mário Mello Costa Oliveira, que efetivamente assessora o senador, não dá expediente no escritório, pelo qual é nomeado. Sérgio Guerra nomeou dois filhos, dois irmãos, três sobrinhos e uma cunhada de Caio Mário, todos como assessores parlamentares.
Em entrevista por telefone e por escrito, Sérgio Guerra afirmou que todos os funcionários comissionados lotados no escritório dão "suporte" às suas atividades de senador em todo o Estado. "Você acha que eu pago eles para quê? Para chupar chiclete? Eles me ajudam na política, no meu trabalho lá, de um jeito ou de outro."
Blog do Magno
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 10:53 0 comentários
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Jarbas dá gelo em Guerra
O candidato do PMDB ao governo de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos, principal aliado de José Serra no Nordeste, não atende as ligações do presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE). 'Há 20 anos que eu converso com o Jarbas. Nunca deixei de falar com ele nem quando éramos adversários. Semana passada, liguei cinco vezes. Não consegui falar com ele, mas falei com o pessoal dele', queixa-se Guerra. A bronca é por causa da chapa de senadores da oposição, incompleta desde a desistência de Guerra, agora cotado para a vice de José Serra.(Da coluna Brasília DF - Luiz Carlos Azedo)
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 10:49 0 comentários
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A ausência de Guerra. Cadê Guerra?
sábado, 19 de junho de 2010
Se, antes, apenas pairava desconfiança da falta de empenho do grupo de Guerra em relação à eleição de Jarbas, sua ausência, hoje, sacramenta, se não esta desconfiança, ao menos outro fator:
a arenga entre o PSDB e o DEM em Pernambuco está longe de ser desfeita.
Ambos os partidos vivem aos trancos e barrancos desde que se juntaram, há cerca de dez anos, quando o PSDB passou a apoiar o governo de Jarbas (depois de eleito, pois, antes da eleição, o PSDB não o apoiou e lançou candidato próprio, Carlos Wilson. Guerra era do PSB e apoiou Arraes e Lula).
Até dá a impressão que o PFL e o PSDB se davam melhor quando eram adversários, viu!
Sempre defendo o PSDB das acusações de que, em 2006, não se empenhou na campanha de Mendonça Filho. O que não tinha remédio já estava remediado. Guerra foi leal até o fim. Mas agora o episódio é outro.
Alguém sabe dizer qual foi o compromisso de Sérgio Guerra hoje? Ele não foi à convenção do PV do Rio de Janeiro, que lançou a candidatura de Fernando Gabeira. Não se sabe de uma única cidade visitada pelo senador neste sábado. Ele não foi ao evento de Caruaru por ser algo organizado pelo DEM, em um de seus redutos mais fortes.
Até as paredes sabem que Guerra esperava, com a indicação de Mirian para vice, e a realocação de Tony Gel para a disputa de deputado estadual, ser o candidato apoiado pelo casal para a Câmara Alta. Alguém duvida que, se o casal apoiasse Guerra para federal, ele estaria hoje em Caruaru?
Acontece que Mirian e Tony apoiarão Augusto Coutinho, do DEM, em uma jogada de mestre de Mendonção.
Isso mostra como Guerra, além de desagregador e fraco (fosse forte, disputaria o senado), é mesquinho.
Ele não está satisfeito com o apoio que já tem, e queria o potencial de 50 mil votos que Caruaru poderia lhe dar. Augusto, antes desse importante apoio, perigava muito ficar fora da lista de eleitos. Agora, ninguém mais duvida que sua eleição foi garantida, deixando a situação perigosa para André de Paula.
Essa será a tônica da eleição: o DEM empenhado até o talo em eleger Jarbas, ou ao menos fazer com que sua derrota não seja acachapante. E o PSDB preocupado em fazer Guerra o mais votado, para legitimar o seu poder no estado, caso Serra seja eleito presidente (e o será). Além disso, os tucanos locais têm uma meta a cumprir: derrotar o DEM em número de votos válios na eleição proporcional. Pra que? Acabei de dizer: o PSDB quer mostrar que é forte e assim legitimar o poder que Guerra quer ter no estado a partir de 2011.
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 19:47 2 comentários
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Aécio foi descartado como vice de Serra há 6 meses, diz Sérgio
quinta-feira, 27 de maio de 2010
A discussão sobre o papel de Aécio na campanha tucana - se seria candidato a vice, como queria o partido, ou a senador, como ele deseja - explodiu e esfriou diversas vezes ao longo dos últimos meses. Hoje, no entanto, o ex-governador foi categórico ao afirmar à imprensa que não fará dupla com José Serra na corrida presidencial.
Sérgio Guerra, porém, não conta quais outros nomes estão sendo discutidos para ocupar a vaga, e sequer revela se o escolhido será do PSDB ou de um partido aliado. A única certeza que o presidente tucano diz ter, até aqui, é que José Serra deve crescer nas pesquisas de intenção de voto nas próximas semanas, quando a oposição figurará as propagandas partidárias na TV e no Rádio.
Leia a entrevista que o senador deu ao portal Estadão no início da tarde desta quinta-feira, 27:
Aécio Neves confirmou nesta quinta que não será o vice de José Serra na chapa à presidência da República. Há quanto tempo o PSDB estava ciente disto?
Há seis meses. Há seis meses o governador Aécio Neves disse a mim e ao senador Tasso Jereissati que não seria vice, e não gostaria de ser pressionado a sê-lo, mas que iria ajudar na campanha de José Serra.
Se o PSDB sabe há seis meses que Aécio não será o vice, por que o nome dele ainda era recorrente nas discussões sobre o assunto?
Porque muita gente no partido, e com razão, acha que ele seria o melhor.
Ninguém quer ser o vice de Serra, é isso?
Não é esta a pergunta. A saída de Aécio não justifica a pergunta, porque há seis meses já não era ele o vice.
Quem vai ser o vice então?
Vamos tratar disso agora. Semana que vem, vou conversar com o governador José Serra sobre isto.
Serra tem, em discursos recentes, sempre citado de alguma forma o nome do senador Tasso Jereissati. O nome do senador é debatido dentro do partido como uma possibilidade?
Tasso seria uma excelente escolha, mas não acredito nesta hipótese.
Mas pode ser ainda uma chapa puro-sangue, com outro nome que não o de Aécio Neves?
Não saberia responder.
O DEM parece não ter nome de consenso para indicar o vice porque os dois nomes mais fortes enfrentam problemas. O senador José Agripino não quer, e a senadora Kátia Abreu divide a legenda. Fora os dois, existe outro nome no DEM para ser o vice de José Serra?
Pode ser alguém do DEM, e de qualquer partido de oposição que compõe a aliança com o PSDB, mas não se tratou de nomes ainda.
Hoje à noite vai ao ar a propaganda partidária do DEM, com o pré-candidato José Serra figurando entre as imagens. Até aqui, só o PT e os partidos da base tinham veiculado as propagandas partidárias. Em junho, será a vez dos partidos de oposição. Qual será o efeito disso?
A propaganda eleitoral do DEM não conheço. Mas, evidentemente que vai nos favorecer. Até agora, houve uma overdose de campanha da Dilma, que resultou em multas no TSE, que foram desconsideradas, e nos últimos dias as falas do Lula na propaganda partidária e nas inserções. Tudo isso sem contradições, que aumenta o poder da overdose. Os outros partidos não puderem responder, ficou só a versão dele. Agora no mês de junho a oposição terá mas espaço. Seguramente isto resultara no crescimento de Serra nas pesquisas de intenção de voto.
Blog do Magno
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 23:29 1 comentários
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Notas Falsas: Mendonças votam sim em MACIEL
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Não comentei antes, por preferir conversar com alguém do grupo, já que fiquei surpreso com essa hipótese que, mesmo verdadeira, não seria seguida por mim.
Hoje confirmei a INVERACIDADE da nota. E digo mais a vocês:
O grupo MENDONÇA vota em Marco Maciel até demais. O segundo senador será Sérgio Guerra, caso ele seja candidato. Se, por um acaso, o grupo fosse votar em Armando, o preterido não seria Maciel, e sim Guerra, com quem não há, nem deve haver, muita confiança.
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 12:38 1 comentários
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Jarbas adia decisão. Ou seja: Será candidato
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Acontece que Jarbas adiou para a próxima semana o anúncio de sua decisão sobre ser ou não candidato.
Ora. Como bem disse o blog Acerto de Contas, ninguém pede segunda chamada de prova para faltar a essa prova. Ninguém adia um casamento e, no dia, diz NÃO no altar.
O grande impasse agora é, outra vez, Sérgio Guerra. Ele é ou não candidato à reeleição?
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 07:14 2 comentários
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Lançamento de SERRA e FRAQUEZA de GUERRA
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Tive a oportunidade de conhecer pessoas de quem apenas ouvia falar (umas bem e outras mal).
Uma delas foi o caruaruense Raffiê, hora presidente da juventude Tucana de Pernambuco. Apesar dos quase 20 anos e de morar no interior, Raffiê tem se destacado no comando de seus aliados. Gosta um bocado de política, tem boas ideias e iniciativa pra dar e vender. Pena que é tucano. E como todo tucano, fica em cima do muro quando se fala em ideologia.
Não sei se é por que o PSDB nasceu na esquerda, mas namora constantemente (em baixo dos panos bem escondido) com a direita (aquela que tem vergonha de dizer que é de direita).
O PSDB adotou como política para crescer em nosso estado e em muitos outros a COOPTAÇÃO de ex-democratas. A juventude do PSDB, hoje, em PE, é composta de pelo menos 70% de ex-democratas.
Perguntei-lhe a Raffiê em que “atrair” membros de partidos aliados ajuda a fortalecer a União por PE. Ele não soube responder. Na verdade, não quis. Porque todos sabemos que não ajuda em nada. Sugeri que seu partido, o PSDB, fosse buscar novos nomes nos partidos as hostes do governo e não nos aliados de primeira hora.
Sobre o presidente nacional da legenda, Senador Sérgio Guerra, muito falamos sobre seu posicionamento em relação aos prefeitos que não irão apoiar Jarbas ao governo, preferindo ficar com Eduardo. Guerra não reclama, não processa, não ameaça. Guerra prefere garantir sua reeleição com o apoio desses líderes e deixar que eles apóiem quem quiser para o governo. É UM FRACO.
“Tu vota nele não, Wagner?” Vai perguntar o leitor curioso.
Voto sim. Por falta de opção e por aversão a Armando. Não voto em branco nem quero Armando, que não faz nada como deputado, sendo senador.
Elias Gomes, prefeito itinerante, por hora em Jaboatão, diz que não irá fazer campanha para Jarbas, pois tem uma cidade cheia de problemas para administrar. Mas para SERRA ele tem tempo. Estava lá em Brasília com seu filho Betinho, para quem ele também terá tempo de fazer campanha para Deputado Estadual. É OUTRO FRACO
Tive a oportunidade de conversar com os senadores Agripino Maia e Rosalba Ciarlini, ambos do RB, sendo ela candidata ao governo pelo DEM. Efraim Moraes, candidato a reeleição pela Paraíba foi abordado pelo CQC e o clima ficou quente. É provável que hoje à noite no CQC vocês vejam o blogueiro Wagner Peixoto ao lado do senador Efraim. Com Alckmin não se pode conversar pelo assédio. Mão Santa foi um dos mais simpáticos. É uma figura histórica e folclórica.
PERNAMBUCO estava bem representado na festa. Deputados Pedro Eurico, Augusto Coutinho, Mirian Lacerda, Teresinha Nunes, Jacilda Urquisa, Zé Mendonça, André de Paula, Roberto Magalhães, Brunos Araújo e Rodrigues. Lideranças como Tony Gel, Arlindo Siqueira (ex-vice de Olinda), Marcos Coca-Cola (DEM-Belo Jardim), Ozano Brito, Judith e Manoel Botafogo (esses três prefeitos do PSDB, mas que votam em Eduardo para o governo- FRACOS). Mendonça Filho e Taciana, Zé Ivan, Romildo Gomes, Dona Estefânia Mendonça e muitas outras pessoas que não vou mais citar porque já perdeu a a graça.
Como já devem ter lido, Aécio foi o nome do evento. Chegou atrasado, discursou efusivamente colocando o PT em seu lugar: Votou esteve contra todas as mudanças significativas por que o Brasil passou nos últimos 25 anos (Eleição de Tancredo, Governo Itamar, Privatizações, Lei de Responsabilidade Fiscal, etc). Deixou em aberto a chance de ser o vice de serra.
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 13:09 2 comentários
Marcadores: eleições 2010, josé serra, sérgio guerra
Em quem ele não votou?
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
É...Eu também sempre me perguntei isso. Posso me enganar, mas Guerra parece não ter votado em FHC em 94, já que era filiado ao PSB de Miguel Arraes.
Uma coisa eu tenho certeza: depois que este senhor disse que eles, o PSDB, é que são a esquerda brasileira, não voto nele nem com uma faca no pescoço.
Vade retro
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 14:58 1 comentários
Marcadores: sérgio guerra
Armandão x Guerra
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
E hoje foi a vez de Armando uma parada Monteiro Neto responder ao senador bélico Sérgio Severino Estelita Guerra.
Sergio Guerra ficou rico com a política, diz Armando Monteiro
O deputado Armando Monteiro disse, ainda, que Sérgio Guerra tem apego monetário e complexo de inferioridade quando insiste na tecla de que sua família(dele Armando) está mal financeiramente. Com relação ao que disse o senador, que o qualificou de deputado ‘’secreto’’, por não aparecer, Armando disse que quem pode avaliar isso é o eleitorado e os órgãos competentes. Mas lembra que em três eleições para a Câmara que disputou, teve 91 mil votos na primeira, 146 mil na segunda e 205 mil na terceira, nesta o mais votado de Pernambuco, sendo, ainda, reconhecido pelo DIAP, sete vezes seguidas, entre os parlamentares mais influentes do Congresso.
Os amigos leitores têm acompanhado a refrega entre Armando uma Parada Monteiro Neto e o Senador Sérgio Guerra?
Tudo começou com o escândalo dos show superfaturados e fantasmas realizados (ou não) pela secretaria de Turismo de PE, comandada por Sílvio Costa Filho, correligionário de Armando.
Ontem Armando divulgou nota onde cutucava Sérgio Guerra com vara curta. Hoje veio a resposta (a cavalo- inclusive pelos coices).
Só um comentário meu Não morro de amores por Guerra, mas isso de chamá-lo de anão do orçamento já caducou. Tem quase 20 anos e se provou sua inocência (inclusive ele era do PSB nessa época). E outra: Armando já fez campanha pra Guerra em 2002. Isso enfraquece um pouco seu discurso.
Numa sucessão de ataques devastadores de parte a parte está transformada a briga política entre o senador Sérgio Guerra(PSDB) e o deputado federal Armando Monteiro Neto(PTB), tudo originado pelo episódio recente ligado à Secretaria de Turismo, com suposto desvio de verbas destinadas ao pagamento de eventos nas prefeituras e que resultou na saída do próprio secretário Sílvio Costa Filho, corrreligionário de Armando.
Hoje pela manhã, o senador Sérgio Guerra ocupou um longo espaço no programa Geraldo Freire, na Rádio Jornal, e respondeu de forma contundente a afirmação do deputado, ontem, no Diario de Pernambuco, de que Guerra ‘’continua pigmeu’’, numa alusão a antigo episódio dos anões do orçamento, no qual o senador ocupou espaço. Eis alguns trechos da entrevista de Guerra, na qual ele qualifica o adversário de ‘’deputado secreto’’, com ‘’mania de grandeza’’, que ‘’tem poder mas não tem mais dinheiro’’, que usa a CNI para propaganda política, e cobra de Armando a devolução do dinheiro supostamente desviado do turismo por correligionários seus.
CNI política
Anões do orçamento
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 08:41 0 comentários
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A frase
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
do blog diariodasulanca.blogspot.com
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 23:59 0 comentários
Marcadores: josé mendonça, sérgio guerra

