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Lama no acesso ao Maria Cristina irrita moradores

quinta-feira, 25 de julho de 2013

É claro que nossa cidade só tem a agradecer com as chuvas que caem na região. Água é vida.

Claro também é que a água traz certos incovevientes, como a dificuldade de acesso a alguns bairros, como o Maria Cristina.

E mais claro ainda está que cabe às prefeituras, sobretudo as que ganharam máquina do governo federal, manter viável os acessos a bairros dificultosos, como o Maria Cristina.

No entanto, em Belo Jardim as coisas funcionam inversamente. Sabe que aqui o rabo é quem abana o cachorro, não é?

Vejam o que denuncia o portal BJ1 (podem ler a matéria lá clicando AQUI)


E os moradores do Loteamento Maria Cristina continuam sofrendo com a situação do acesso a comunidade. A estrada de barro que já estava

numa situação critica com o inicio das chuvas piorou muito após a colocação de mais barro na via.

o Pedreiro José Antonio reclama ” tenho que passar aqui todos os dias para ir na rua trabalhar, mais ai temos que passar agarrados na cerca e procurando pedaços de pedra para colocar no caminho pra não se melar na lama, era melhor ter deixado do jeito que estava, pois tinham os buracos mais não precisávamos nadar na lama”.Com as chuvas e o barro novo que foi colocado o lamaçal está formado e os moradores e motoristas que precisam passar pelo local vão arrumando estratégias para poder trafegar sem se acidentar.

Alguns mototaxistas que passavam pelo local afirmaram que o cuidado tem que ser redobrado, já que alguns colegas já teriam caído na lama.

CHUVAS

sábado, 7 de maio de 2011

Unifiquei todas as notícias sobre chuvas em um único post
Barragem do Ipojuca verte durante madrugada em Belo Jardim

A chuva que caiu em Belo Jardim, durante toda madrugada dessa terça-feira (03), marcou somente 8,5 milímetros nos registros da Compesa, mas o foi o suficiente para fazer ‘sangrar’ a Barragem Pedro Moura Júnior, mais conhecida por Ipojuca.

Isso se deve à soma das chuvas dos últimos três dias que foi de 60,2 mm. De acordo com o órgão, no último sábado (30), choveu 48,8 mm na cidade. Essa precipitação teria causado, junto às subsequentes, o aumento do nível da Barragem do Ipojuca, que às 6h da manhã de hoje, apresentou uma lâmina de 5cm acima do vertedouro.

Já a Barragem do Bitury, que abastece a cidade, está com 81% da sua capacidade total, que é de 17.776.470 m³ de água.

As Secretarias Municipais e os órgãos de Defesa Civil já estão em alerta no município.

Informações: Pollyana Batista



Situação da barragem Pedro Moura Jr.

Amigos, ainda bem que a força das chuvas tem diminuído. A vazaão da barragem Pedro Moura seguiu a trajetória e também baixou. O texto que segue está publicado em primeira mão no Blog do Magno



A vazão da Barragem Ipojuca, localizada em Belo Jardim, Agreste de Pernambuco, baixou e está 12 centímetros acima do seu sangradouro. O reservatório funciona como barragem de contenção para as águas do rio Ipojuca que passa por 25 municípios. Em caso de vazamento, as primeiras cidades afetadas seriam Tacaimbó, São Caetano e Caruaru.

Ainda em Belo Jardim, a barragem de Bitury permanece com mais de um metro abaixo da sua capacidade. Essa barragem é responsável por abastecer o município e em caso de sangramento a cidade correria o risco de sofrer com inundações.

Em Caruaru o nível do Rio Ipojuca baixou outros dois centímetros nas últimas 24h e as passagens molhadas da região urbana não precisaram ser interditadas.

Os levantamentos da Defesa Civil de Caruaru, realizados até as 11h deste sábado (7). Desde o início de maio choveu 136,4 milímetros na área urbana de Caruaru. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) há previsão de chuvas com menor intensidade para a tarde e a noite deste sábado.(Informações do portal pernambuco.com)

Entenda a força das águas

sexta-feira, 25 de junho de 2010

by Revista VEJA


Uma das cenas mais impressionantes registradas da devastação causada pela chuva no Nordeste mostra uma espécie de tsunami varrendo a cidade de Rio Largo (AL), a 29 quilômetros de Maceió. Porém, esse avanço desenfreado das águas - flagrado por um cinegrafista amador - não corresponde ao que se vê em um padrão normal de inundação.

"Essa quantidade de chuva não seria capaz de provocar uma vazão tão grande", explica Ricardo Sarmento Tenório, professor de meteorologia da Universidade Federal de Alagoas e coordenador do Sistema de Radar Metereológico de Alagoas (Sirmal).

Ninguém sabe afirmar com exatidão o que aconteceu, mas a primeira hipótese que surge é a de que a violência da enxurrada foi motivada pelo rompimento de barragens, situadas ao longo de rios que cortam Pernambuco e Alagoas. "É a única explicação possível", enfatiza Tenório.

VEJA seguiu o caminho das águas que arrasaram os estados nordestinos e comprovou o rompimento das barragens, ao longo de mais de 250 quilômetros.

Enildo Bras Oliveira e a Barragem de Serra Grande, que também foi destruída.
Primeira parada - Por volta de 18h de sexta-feira passada, Enildo Bras Oliveira, 40 anos, recebeu a informação de que uma barragem se rompera na cidade de Canhotinho (PE), a 186 quilômetros de Recife.

"Passaram um rádio para a usina e avisaram que poderia vir água para cá. Começamos a guardar as coisas, mas não deu tempo", contou Oliveira. Ele mora em São José da Laje (AL), cidade a 97 quilômetros de Maceió que fica às margens do rio Canhoto, próximo à usina Serra Grande, onde trabalha. Naquele momento, secava as peças de seu computador, aberto sob o sol.

O rio que passa por Canhotinho é o Mundau. Até aí tudo bem. Isso não seria motivo de preocupação para os moradores de São José da Laje. Mas a água veio e se acumulou na barragem da própria usina. Naquela região, muitas usinas têm suas próprias barragens para produzir energia ou acumular água para resfriar máquinas utilizadas na produção de açúcar. Para se ter uma ideia, a estimativa do governo de Pernambuco é de que existam, em todo o Nordeste, cerca de 100.000 pequenas barragens.

Trajeto de destruição - Naquela sexta-feira, uma das duas barragens construídas na Serra Grande acumulou água durante horas. Até que não aguentou e cedeu. O rio desceu com força, carregando árvores enormes, pedaços de pau, folhagens. Tudo isso ficou sob uma ponte a poucos metros dali. Ou seja, a água novamente foi represada e retornou para as casas que já haviam sido atingidas. Horas depois, a ponte também não aguentou e cedeu, liberando ainda mais as águas do rio.

Depois de São José da Laje, as águas do Canhoto se juntaram às do rio Mundaú, que arrasou cidades como União dos Palmares, a 77 quilômetros de Maceió, e Branquinha, a 67 quilômetros de distância da capital. Enildo Oliveira contou que a maior tromba d´água atingiu sua casa por volta das 21h. "Meu irmão, que mora em União dos Palmares, me contou que a água chegou lá com mais força duas horas depois", afirmou.

Com as águas vindas de outros rios, assim como árvores e outros objetos, o rio Mundaú seguiu seu trajeto de destruição. A última parada foi a cidade de Rio Largo, colada à capital Maceió, a apenas 29 quilômetros. Lá, as águas destruíram a lateral de uma barragem, deslocando toda a linha do trem e derrubando uma ponte. "A água veio com muita força e arrancou a parede lateral. Nunca tivemos nada assim", afirmou o aposentado Claudionor Gomes.

BOMBEIROS E EXÉRCITO ENCONTRAM CORPO DE ADOLESCENTE

domingo, 20 de junho de 2010

O corpo do adolescente Denilson Leite dos Santos foi encontrado por volta das 10h da manhã deste domingo (20). O cadáver foi descoberto 48 horas após o seu desaparecimento, quando o jovem foi arrastado pela correnteza do Canal do Bitury no bairro do Pontilhão. As equipes do Corpo de Bombeiros e do Exército, que faziam buscas no local desde ontem, encontraram a vítima presa à vegetação do Canal. A visualização do corpo só foi possível graças ao nível da água, que baixou cerca de 80 cm em dois dias.O funeral está sendo providenciado pela Prefeitura do Município enquanto o corpo segue para IML do Recife. O sepultamento deve acontecer na tarde desta segunda-feira (21).

Correnteza arrasta adolescente em Belo Jardim

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Um jovem de 13 anos foi arrastado, nesta sexta-feira (18), pela correnteza das águas quando atravessava a passagem molhada do bairro do Pontilhão na cidade de Belo Jardim. O adolescente estava acompanhado do irmão, quando foi levado pela força das águas. O parente e um amigo ainda mergulharam no Canal para resgatá-lo, mas não conseguiram.

O episódio lembra o caso que aconteceu em maio de 2009, quando uma senhora também foi morta quando arrastada pelas águas em outro trecho do Canal do Bitury.


De acordo com a Compesa, durante a madrugada choveu 102 milímetros, o equivalente a 102 litros de água por metro quadrado. Quantidade bastante superior aos números de quarta e quinta-feira (16 e 17), quando foram registrados 2.2 e 15.6 mm respectivamente.

A cidade de Belo Jardim é cortada pelo Canal do Bitury e possui três barragens. A barragem Pedro Moura Júnior, mais conhecida por Ipojuca, que tem capacidade para 30 milhões, 742 mil e 830 metros cúbicos, ‘sangrou’ 13cm ontem a noite . De acordo com o técnico José Lopes de Araújo, as equipes estão com dificuldade de chegar ao local, pois um dos acessos teria sido destruído por conta das chuvas. Já a Barragem do Bitury, que possui capacidade para 17 milhões, 113 mil e 741 metros cúbicos, está a 60 cm para verter. Ainda não há registro sobre a Barragem de Tabocas, localizada na zona rural do Município.

Na cidade, os órgãos de defesa interditaram o corredor da Lagoa, a passagem molhada que liga o Santo Antônio ao Pátio da Feira e a do Pontilhão. Já os acessos ao Loteamento Frei Damião, Sítios Camará, Boi Manso e Poço de Lama foram interrompidos naturalmente por deslizamentos de barreiras.

Além do desaparecimento do adolescente, de nome ainda não revelado, o Corpo de Bombeiros resgataram mais dez pessoas que também foram arrastadas em pontos de correnteza.

Os moradores dos bairros da Lagoa, Tambor e Pontilhão são os mais afetados. A Prefeitura Municipal está, desde cedo, com as equipes de Ação Social, Infraestrutura e Saúde nas ruas para amenizar o problema e assistir às famílias prejudicadas pela cheia. Alguns moradores já começaram a retirar seus móveis das localidades mais atingidas.

Apesar do alerta emitido pelos órgãos competentes, alguns moradores insistem em permanecer nos locais próximos ao Canal e em atravessar os trechos interditados, aumentando assim os riscos.

De acordo com o Tenente André, Oficial da Área de Caruaru e responsável pelo efetivo de Belo Jardim, todo o efetivo do Corpo de Bombeiros, está lançado nas cidades mais atingidas. Foram convocados, inclusive, todos os militares que estavam de folga. Segundo o Tenente, o adolescente que foi arrastado no Pontilhão ainda está desaparecido.

Texto e Fotos: Pollyanna Batista

Chuva alaga cidades em Pernambuco

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

PE 360 graus




RECIFE - A 11 dias do fim do mês, o volume de chuva em Pernambuco já é 16% maior do que a média prevista para todo janeiro. A informação é do Instituto Nacional de Meteorologia do Recife.

Tem chovido muito em todo o estado. Em Gravatá, no Agreste, o excesso de água causou destruição. Na Travessa da Paz, bairro da Boa Vista, em Gravatá, a casa de Maria José da Silva foi ocupada.

- Começou a chuva, e fui avisar à vizinha, para ela abrir a porta para deixar a água passar. Quando voltei, a casa já tinha sido invadida pela água e levado tudo - contou.

De acordo com a Defesa Civil do município, isso acontece porque as casas estão em uma área considerada de risco, uma vez que foram levantadas em cima de uma galeria de esgoto.

- A população vem construindo casas em cima das galerias, ocasionando o estreitamento das caixas de calhas de água - falou o coordenador de Defesa Civil, Edmar Esteves.

Algumas famílias passaram a noite acolhidas em abrigos disponibilizados pela prefeitura, e outras também passaram a noite na casa de parentes.

Em Caruaru, também no Agreste, a água e a lama invadiram as casas. O trânsito ficou complicado na BR-104, e os motoristas tiveram que tomar mais cuidado na estrada. A chuva foi tanta que aumentou o nível do rio Ipojuca, perto da ponte do Riachão.

- A chuva encheu toda minha casa de água e lama. Quanto mais tirava água, mais entrava, sujando tudo. Não teve como evitar - disse a costureira Vanúzia Souza.

O coordenador de Defesa Civil de Caruaru, tenente-coronel João Bosco, disse que não haverá maiores transtornos.
- Eu entrei em contato com Belo Jardim, e nos informou que as barragens de Pedro de Moura e Bitury não estão sangrando. Então, isso é uma boa notícia aqui para Caruaru - concluiu

Encontrado corpo de vítima da enchente em BELO JARDIM

terça-feira, 7 de julho de 2009

TV Globo destaca chuvas em Belo Jardim

sábado, 16 de maio de 2009

Amigos, as chuvas que cairam em nossa cidade nos últimos ias foram motivo de reportagem da TV Asa Branca e da TV Globo Nordeste.

Publico a seguir o que foi escrito no site pe360graus.com e também o vídeo da TV Asa Branca, onde a Primeira-Dama e secretária e Ação Social fala sobre as providências tomadas

Rio Bituri, em Belo Jardim, transborda e invade casas da população ribeirinha

Sangramento de barragem em Belo Jardim também atinge Caruaru

VÍDEO: Temporal de duas horas deixa famílias desabrigadas em Belo Jardim

Chuvas têm destaque na TV

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Amigos, as chuvas que cairam em nossa cidade nos últimos ias foram motivo de reportagem da TV Asa Branca e da TV Globo Nordeste.

Publico a seguir o que foi escrito no site pe360graus.com e também o vídeo da TV Asa Branca, onde a Primeira-Dama e secretária e Ação Social fala sobre as providências tomadas


Rio Bituri, em Belo Jardim, transborda e invade casas da população ribeirinha