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Gol anuncia acordo para compra da Webjet

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A Gol comunicou nesta sexta-feira (8) que fechou acordo para compra da Webjet, por R$ 96 milhões.




De acordo com a empresa, a aquisição está sujeita, entre outras condições, à realização de auditoria nas atividades e ativos da WebJet, e às aprovações das autoridades governamentais pertinentes.

Desde o início da tarde, rumores davam conta de que a empresa aérea, a segunda maior do país, estaria negociando a compra da concorrente. Os rumores impulsionaram as ações da Gol, que subiram mais de 3,5%.


COMENTO EU

Espero de verdade que essa fusão não seja aprovada, embora não encontre argumentos legais. É medo do monopólio.

QUanto mais empresas aereas, mais baratas as passagens.

Mudança nos cartões de crédito

terça-feira, 24 de maio de 2011


O CMN (Conselho Monetário Nacional) decidiu, em novembro do ano passado, padronizar a cobrança de tarifas sobre cartões de crédito e fixar regras sobre o pagamento mínimo da fatura, entre outras mudanças que entram em vigor, a maioria, no dia 1º de junho de 2011.

Quais tarifas podem ser cobradas pela emissora do cartão de crédito?

O número de tarifas cobradas cai de mais de 80 para apenas cinco serviços: anuidade, emissão de segunda via, saque, pagamento de contas no cartão e avaliação emergencial de limite de crédito.

Quando entra em vigor?
A mudança começa a valer em 1º de junho de 2011 para cartões emitidos a partir desta data. E a partir de 1º de junho de 2012 para cartões emitidos até 31 de maio de 2011.

Qual é o valor mínimo exigido para pagamento da fatura?

A partir de 1º de junho, o valor mínimo para pagamento mensal do cartão de crédito será de 15% do valor total da fatura. Hoje não há essa exigência. A partir de 1º de dezembro, o valor sobe para 20% do valor total da fatura. O objetivo é evitar endividamento excessivo das famílias.

O que acontece com o cliente que pagar valor inferior?
O não pagamento desse valor será considerado uma operação de crédito, com incidência de juros e encargos previstos no contrato com o banco sobre o valor remanescente.

Obrigação de oferecer cartão de crédito básico.
Os bancos ficam obrigados a oferecer o cartão básico, nacional ou internacional. Trata-se do cartão usado apenas para pagamento de compras, contas ou serviços. Esse cartão não pode ser associado a programas de benefícios ou recompensas. Esse produto deve ter preço menor que o dos demais cartões oferecidos pela mesma emissora.

Envio de cartão não solicitado e cobrança indevida.

Conforme as regras que já estão em vigor, as empresas continuam proibidas de enviar cartões sem o pedido do consumidor. Assim como acontece no caso de cobrança indevida, o cliente deve procurar primeiro o banco, depois o servido de atendimento ao consumidor ou ouvidoria caso não seja atendido. Se não tiver sucesso, pode recorrer ao Banco Central e a órgãos de defesa do consumidor.

Fonte: Cartilha Cartão de Crédito do Banco Central do Brasil.

Plano Real completa 15 anos

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Os mais novos certamente não se lembram. Você queria comprar um produto, fazia uma pesquisa de preço e, no dia seguinte, para fechar o negócio, a surpresa: o produto já custava mais caro. Os preços subiam num ritmo impossível de se acompanhar. Olha que “inflação alta” é pouco: era hiperinflação mesmo.

É por isso que é tão marcante essa data que vivemos hoje: os 15 anos do plano que trouxe a economia brasileira para uma escala de normalidade: o Plano Real (OBRA DE QUEM MESMO? FHC né?).


O brasileiro já estava acostumado a muitos planos econômicos - todos fracassados. O Real foi diferente porque, primeiro, aprendeu com os erros dos outros. Não teve congelamento de preços. Segundo, não teve surpresa. Não foi um plano que aconteceu de repente, que você acordou e tinha uma moeda nova.

Foi criada a Unidade Real de Valor (URV), que fez parte do cotidiano dos brasileiros durante meses. Era uma unidade de conta e um dia virou moeda. Mas não foi simples assim. Foi um desafio para as pessoas e para o país.

Só para exemplificar uma dificuldade: para saber quanto valia algo em real (que estava com preço na moeda antiga), era preciso dividir por 2.750 - de cabeça. Era assim até na hora de comprar pão.

O brasileiro superou o desafio, queria tanto uma economia normal que se jogou no plano para entender sua complexidade e agir de forma correta.

O Banco Central teve que, em 24 horas, colocar as notas do real no Brasil inteiro. Foi uma operação logística de grandes proporções, com a Aeronáutica voando pelo país.

Nesse período de transição, tinha duas moedas. A velha, o cruzeiro real, continuou inflacionada. A nova, o real, a substituía.