Mostrando postagens com marcador alianças políticas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alianças políticas. Mostrar todas as postagens

Mendonça e o apoio a Paulo Câmara

segunda-feira, 17 de março de 2014


Caros e parcos,

Muita gente com quem converso não entende, não concorda e me indaga o que acho do apoio anunciado por Mendonça Filho ao candidato do PSB, Paulo Câmara, ao governo do Estado. Vamos lá...

O DEM elegeu Mendonça como seu líder na Câmara dos Deputados. Tal papel tem lhe dado muita visibilidade, inclusive internacional. É uma função muito importante e pra lá de útil, ainda mais em véspera de uma eleição tão difícil que Mendonça terá pela frente. Estou seguro que os que me leem, sejam eleitores do DEM, do PTB ou do raio que o parta, acham importante que Belo Jardim tenha uma figura de destaque e com cargo eletivo. Imagino assim que mesmo os que não votam não esperem uma derrota de MF. O papel de líder coloca Mendonça em rota de colisão constante com o PT (como sempre foi, aliás). Além disso, o DEM tem uma norma que veta alianças em torno de candidaturas do PT.

Não bastasse isso, praticamente todos os aliados que Mendonça teve ao longo dos últimos anos caminharam na direção de apoiar o PSB. Chegamos ao ponto de ter Jarbas pedindo votos para Eduardo. Mendonça foi bravo e segurou-se na oposição até onde pôde. Enquanto todos caminhavam para debaixo das asas de Eduardo, o DEM seguiu sendo oposição. E seguirá até o dia 31 de dezembro, último dia da gestão de João Lyra. Eduardo Campos foi quem caminhou no sentido contrário e se aproximou da oposição ao PT (entre ela, o DEM). 

Enquanto isso, as candidaturas ao governo do Estado foram se estabilizando e a briga se polariza entre o PSB, com a criatura de Eduardo, Paulo Câmara, e o PTB, com Armando Monteiro. Muitos esperavam que MF se aliasse a Armando, uma vez que parte do DEM já votou nele para o senado em 2010 (o próprio Mendonção, que não gostava do candidato do PPS, Raul Jungman). Além disso, em algumas cidades Mendonça Filho busca aliança com aliados do PTB, como em Santa Cruz e na Terra das Muriçocas mesmo, onde a paquera com o grupo de Cintra poderá render uma aliança política. Nenhum outro candidato competitivo se apresenta. Até mesmo o PSDB abriu mão de indicar Daniel coelho e se juntou ao PSB.

No entanto, apesar de todos os indícios, MF fechou com o candidato de Eduardo, o que surpreendeu e desgostou muitos. Listo a seguir alguns dos motivos que, a meu ver, influenciaram MF em sua decisão:

- Todos os analistas políticos indicam que a aliança em torno de Paulo Câmara fará pelo menos 15 deputados, e a de Armando, no máximo 10;

- À época da decisão, imaginava-se que o PT indicaria o candidato a vice de Armando. Agora decidiu-se que será o senador (o ex-prefeito de Recife João Paulo);

- O DEM proíbe alianças em torno de candidaturas do PT;

-Mendonça, dia sim e dia também, bate no governo do PT. Como aliar isso a uma campanha como a de Armando, que terá como Slogan: “ESTAMOS COM A PRESIDENTA DILMA”?;

- Se por um lado, em Belo Jardim e Santa Cruz, os aliados de MF votam em Armando, por outro, os eleitores dele em quase todas as outras cidades votam em Eduardo. Belo Jardim não é o centro do universo.

Em síntese: As chances de eleição para MF são bem maiores na chapa de Câmara que na de Monteiro; Eduardo hoje está mais próximo do DEM que do PT; Armando está muito mais próximo, e defende a gestão, do PT.

Os motivos para se aliar a Paulo Câmara são muito maiores que para se aliar a Armando. Não vejo, no entanto, razões para que se feche questão em torno dessa decisão. Acredito que o caminho é deixar as bases eleitorais livres para escolherem. E lembre-se uma coisa mais: para presidente, Mendonça está com Aécio. Eduardo, no segundo turno, também estará com Aécio. Em hipótese alguma, Mendonça irá apoiar Eduardo no 1 turno





Gilvandro se reaproxima de João. Qual o preço político?

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Pronto. Não adianta mas esconder.

Eu errei quando opinei, lá em janeiro, que o vereador do PV voltaria aos braços do Imperador João, o Único, em menos de 15 dias.

Passaram 5 meses de gestão até agora. Só neste momento é que se realiza a aproximação entre ambos. O que faltava? João se afastar dos Cabeludos, a quem Gilvandro culpa por haver perdido a eleição para a presidência do legislativo.

Como JM anda rifando o seu vice-prefeito, GIlvandro não tem mais motivos para não voltar atrás em seu afastamento. E para isso não importa a ele se terá de, outra vez, abandonar o deputado Mendonça Filho.

Mas é claro que alguma coisa em troca tem de ter, não é? Fala-se na Presidência da Autarquia.

O atual Presidente de lá sabe que não pode ficar no cargo por infringir a Lei do Nepotismo, uma vez que sua esposa é vereadora.  Juntando a isso a pífia gestão (marcada por uma parede de vidro em sua sala, para que Waldjane não ouça suas conversas), e uma grade no estacionamento, para que os alunos demorem mais a chegar às salas de aula), Seria a brecha ideal para a troca de comando. Sai Wilsinho e Gilvandro emplaca algum nome de sua confiança (poderia ser Dr. Rômulo, porque não?).

Veremos nos próximos capítulos

Encontro às escondidas confabula contra vice-prefeito

sábado, 4 de maio de 2013

ATUALIZAÇÃO 04/05

Amigos, o blog, na verdade, eu, estou de férias. Espairecendo um pouco (o presidente da AEB diria "desparecendo"?). Ainda assim fiquei sabendo que o vereador DEU CRIA com a minha postagem sobre o seu encontro com o prefeito.

É claro que ele pode se encontrar com o Imperador. Pode se encontrar até com a mãe de pantanha. Mas eu também tenho a liberdade de estranhar esse encontro, feito às escondidas.

E viva a democracia!!


POSTAGEM ORIGINAL 01/05
Em Belo Jardim, falta pouco para não faltar mais nada, viu.

Depois de ter conquistado o apoio dos 4 vereadores eleitos pela chapa do DEM (inclusive indicando Euno como líder do governo), O Imperador João I enfrentava apenas a oposição de 4 vereadores: os 3 da chapa de Maneco (RAfael, Tenente e Silvano) mais Gilvandro Estrela, que foi eleito pela chapa do próprio imperador, mas rompeu na véspera da posse.

Gilvandro, inclusive, e eu tenho de reconhecer, vinha adotando o discurso mais duro de oposição ao Único.

Na última noite de maio, um desses vereadores ditos DE OPOSIÇÃO, mas que nós sabemos que não é TÃO OPOSIÇÃO ASSIM,  estava em reunião PRIVADA, SECRETA e ESCONDIDA com o Imperador João I e um dos seus secretários, o Sr. Nildomar.

O encontro se deu no Hotel Asa Branca, tendo sido presenciado por praticamente ninguém. Portas fechadas. Hotel afastado da cidade. Quase nenhuma testemunha.

É uma pena que o tal Zezinho (papagaio que um dos blogueiros da cidade popularizou como detetive) não se atreva a investigar quem lhe paga salário. Gostaria muito de saber o conteúdo da conversa.

Mas outras aves passaram por perto e conseguiram captar um pouco da conversa. Na verdade, algumas palavras soltas. Deu pra ouvir que falavam algo envolvendo CABELOS COMPRIDOS, BAIRRO DE SANTO ANTÔNIO e não sei mais o quê.

Pois olhem... Quando tal vereador rompeu com JM, eu errei, ao prever que não duraria 15 dias. Já faz 4 meses. Mas parece que errei apenas de forma retardada. Novidades estão por vir, hein!

DEM se recupera, mas fica na torcida por Eduardo Campos (PSB)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012




Josué Nogueira - Diário de Pernambuco


Paciente que dava sinais de estar num franco processo de falência respiratória, o Democratas renovou o fôlego com a conquista das prefeituras de Aracaju (SE) e Salvador (BA) nas eleições de outubro. No entanto, a reação ainda não dá ao partido condições de traçar planos e tomar decisões em relação ao futuro. Como um corpo que ainda convalesce, a legenda precisa se dar um tempo. E aproveita esta fase em que recupera forças para refletir, observar, exercitar a paciência.

A discussão relacionada, por exemplo, à possível fusão com PSDB ou PMDB – situação cogitada ao longo da campanha – entra em banho-maria. O mesmo ocorre em relação à aproximação do partido, em Pernambuco, com o PSB. O assunto foi especulado meses atrás. Segundo informações que correram nos bastidores, o presidente estadual do DEM, deputado federal Mendonça Filho, teria chegado a conversar com o governador Eduardo Campos. O diálogo teria sido construído a partir de acertos relacionados à campanha deste ano – o parlamentar concorreu, sem sucesso, à Prefeitura do Recife.

Mendonça frisa que tudo continua como antes. Ele e o partido, diz, permanecem na oposição no planos federal e estadual. E acrescenta que é difícil prever agora quais serão os desdobramentos dos bons ventos que sopram a partir de Sergipe e da Bahia. “Precisamos saber como tudo vai se configurar. Não vou me reposicionar em função do que ocorreu em 2012. Temos que olhar para o futuro”, disse. “Não se sabe como o PT vai se portar em Pernambuco e no Brasil em relação ao PSB por exemplo. Vai romper?”, indagou.

É esta incógnita sobre a rearrumação de forças que impõe ao partido “abrir a cabeça e ter calma”. A partir da reconfiguração futura é que o DEM vai se posicionar. “Reduzimos o nosso tamanho, mas dentro do quadro de fracionamento dos partidos podemos relativizar nossa importância. O tamanho não é ideal, mas temos duas capitais e isso é relevante. O que tem mais, tem cinco (o PSB)”, destaca. 

Também deputado federal pelo DEM pernambucano, Augusto Coutinho concorda que é hora de refletir, mas seu discurso guarda aflição. “É preciso fazer alguma coisa. Uma fusão, uma refundação. Não dá para fazer vista grossa”, salienta. Ele observa que as mudanças a que o partido se impôs, trocando de nome e de modo de se relacionar com sociedade, não surtiram efeito. A severidade com que o DEM agiu em casos de corrupção – José Roberto Arruda e Demóstenes Torres – não se reverteu em votos.


DIGO EU
Não sei quais as fontes de Josué, o repórter do Diário. Repetidamente, os deputados do DEM reafirmam que são OPOSIÇÃO a Eduardo. Isso pode mudar à medida em que o governador se afasta do PT apenas...

Claudiane coloca fogo em discurso na Câmara

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A vereadora Claudiane Alves fez um discurso na Câmara de Vereadores que tem sido tomado por muitos como um ensaio de um rompimento com o Prefeito Marcos Coca-Cola. A respeito disso, quero fazer comentários e ouvir vocês, caros e parcos. 

Não sei se a vereadora fala em nome próprio ou em nome do grupo Mendonça. Dependendo disso, poderemos saber se se trata de uma opinião isolada da vereadora ou uma posição coletiva do grupo, sinalizando com um rompimento. 

Há de se lamentar a Gestão que Coca-Cola faz? Claro que sim. É uma gestão fraca. Se o início foi ruim, o que dizer do final dela? O levante que foi dado no começo do ano fica provado que teve intuito ELEITOTORAIS. A cidade está sem médicos...Nao duvido que chegue a ficar sem garis na cidade, aí sim...seria igualar a Belo Jardim de Coca à Belo Jardim de Cecílio. 

E sejamos justo: a gestão de MARCO COCA-COLA é uma gestão tão GRUPO MENDONÇA como foram as 2 de JOÃO. Na gestão de Marco Coca-Cola, até o montador de palcos da Secretaria de Cultura é de Recife, indicado pelo Grupo Mendonça. Reconhecer que a gestão de Marco é péssima é reconhecer que a gestão do nosso grupo é péssima. 

Porém não diria com as mesmas palavras que Claudiane que há de se lamentar a eleição de Coca-Cola, por ter causado o rompimento de JM e MF. A meu ver, qualquer que tivesse sido o sucessor de João Mendonça iria sofrer a perseguição política e pessoal que João fez a Marcos. 

O que João queria, desde 1 de janeiro de 2009 era voltar a ser prefeito. Para isso, não importa se teria de ficar contra Coca, Mendoncinha, a Mãe de Pantanha ou a Besta Cigana. PODER E NADA MAIS é o que move aquele ser humano. 

As palavras da vereadora estão sendo tomadas por muitos como um AFAGO a João Mendonça. Uma tentativa de buscar o caminho para que façam as pazes os primos Mendonças. Se não isso, ao menos a abertura da porta do rompimento entre Mendonça e Coca-Cola. 

Coca-Cola foi ausente da campanha de Andréa, ressentindo por não ter sido ele o candidato (e o resultado das urnas nos mostra que ele tinha razão). Negou apoio político e financeiro. Diz-se que o deu a Maneco. 

O que mais há para se dizer em termos de aliança com Mendoncinha? No máximo relembrar que para defender Marcos, Mendoncinha aceitou o rompimento com João. Todos sabem que João queria apenas de Mendoncinha uma frase: “VOCÊ É CANDIDATO”. E Mendocinha não disse por ter em Marcos um aliado fiel, correto e que pretendia disputar novamente. Esse equívoco de Coca-Cola não pode ser escondido. 

Como também não pode ser escondido o equívoco de Mendonça na escolha das pessoas que compõem a péssima gestão de Marcos e a forma como se deu a escolha de Andréa Mendonça, que, na minha visão, não pecou e não tem culpa de nada em sua derrota. O grande problema é que sua candidatura não foi construída, e sim decidida.

A prova dos 9, ponto a partir do qual teremos certeza da intenção de Coca-Cola é o posicionamento de Jairzinho na Câmara. Nesse momento saberemos se Coca-Cola foi vítima de João mesmo ou se, ao final das contas, foi um parceiro dele para derrubar Mendoncinha.

Tá tudo misturado, como diz Valdemir

segunda-feira, 18 de junho de 2012



Sábado passado foi a vez de Cintra Galvão dar entrevista em sua emissora. Não pude acompanhar (na verdade, não quis acompanhar, mas é melhor dizer que não pude, né?)

-Deixou claro que não apoia JOÃO MENDONÇA. E não sei na cabeça de quem passou que Cintra iria apoiar o pré-candidato do PSD.

- Elogiou Zé Lopes, que, até dias atrás, esculhambava Cecílio, e o culpava pelo rompimento do grupo Galvão em 2 bandas, além de ter votado contra as contas do ex-prefeito do PSB.

- Deixou evidente que, quando for oficializado o rompimento de Eduardo e Armando, estará com o senador. Falou, em poucas palavras, MAL do governo Eduardo Campos.

- Deixou em aberto o nome que irá apoiar na cidade. Pode ser alguém do seu partido, o PTB, do partido do filho, o PSB, ou quem sabe, do DEM, né? Deu zulive

Diante de tudo isso, vamos relembrar-lhes algumas coisas:

- Na votação das contas de Cecílio, VALDEMIR votou a favor, e ZÉ LOPES, contra.

- Cintra apoiou Eduardo desde o primeiro momento, mesmo sendo do PTB, que era aliado de Humberto Costa. Mas como Eduardo dá sinais dia a dia de que abandonou Cintra na cidade (e com razão, já que o Pavão não tem mais nem 10mil votos na cidade, enquanto João, além de votos, tem VIDA ÚTIL LONGA.

Olha, eu posso me enganar... Mas se isso não acontecer, Cintra não será candidato, mas será decisivo na eleição, dependendo de quem vier a apoiar. E irá cobrar a fatura.

A entrevista de Zé Lopes e o que ela indica

terça-feira, 12 de junho de 2012


Consegui ouvir a íntegra da entrevista de Zé Lopes. Não foi lá uma Brastemp...Compartilho com vocês aqui os 5 arquivos com o áudio. O que dizer dela? O que ela indica?






- Zé Lopes pode ter muitos defeitos (e os tem), mas um não faz parte de sua personalidade: MEDO. Mesmo diante da possibilidade, inclusive legal, de ficar sem a legenda para disputar, ele não se cala. Acontece que quem fala o que quer terá d eouvir o que não quer. E Valdemir vai responder, né?

-Assumiu postura de oposição tanto à candidatura apoiado pelo prefeito Coca-Cola (embora não fale nem mal nem bem de Andréa).

- Assumiu mais ainda postura de oposição à candidatura de João Mendonça. Deixa bem claro que seu pré-candidato é Moacir.

Agora vejam bem: está claro, por tudo que houve (e falo sobretudo da retirada das contas de João da Câmara e da mudança de comando do PSD), que o governador Eduardo colocou a mão em cima e abençoou a candidatura de João. Como bobônica do rato Moacir vai ser candidato? Zé Lopes vai insistir nessa besteira, é? Homem, o candidato é João, só você não percebeu ainda.

E o governador, do ponto de vista de perspectiva, está correto em apoiar João, embora do ponto de vista de retrospectiva, esteja errado. Senão, vejamos:

- No passado, Cintra apoiou Eduardo em 2006 mesmo contra a determinação do PTB (que apoiava Humberto), e mesmo o atual governador tendo 5% nas pesquisas. João chamava-o de DUDU DOS PRECATÓRIOS.

Acontece que Eduardo não se importa com o passado, e sim com o futuro: Cintra não tem mais do que 10 mil votos na cidade, além de que, sua vida política está chegando ao fim, e ele não preparou um sucessor. Tem Cecílio, mas Deus nos livre, né, não? João, ganhando ou não esse ano, é uma liderança municipal consolidada e tem aí ainda uns 30 anos de vida política útil. De modo que é João quem interessa a Eduardo, e não Cintra, que além de tudo deverá ficar contra o governador e do lado de Armando Monteiro na briga de 2014.

Dito tudo isto, o caminho que parece será trilhado por Zé Lopes, Zé Pereira e Moacir é:

-os dois primeiros ficarão como Ricardo Nunes e Flávio Passos em 2008: fazendo campanha pra si mesmos e informalmente para seus candidatos a prefeitos, mas não subirão no palanque de João Mendonça.

- Moacir dá adeus a seus planos de governar a cidade e regressa ao colo do tio Quincas, apoiando quem este indicar como candidato.

- Ou então, todos eles, inclusive Quincas, se aliam informalmente ao DEM e apoiam Andréa esse ano. MAs aí Zé Lopes teria que, outra vez, mudar seu discurso.

Façam suas apostas

João Mendonça trouxe a Escola Técnica para Belo Jardim uma PINOIA! O que João fez foi chamar seus aliados de SABOTADORES

quarta-feira, 6 de junho de 2012


Vamos lá, gente. Vamos praticar meu esporte favorito número II (o número I é falar mal do PT, né?): responder às inverdades e babações do PSD de Belo jardim.

Faz uns dias comentei com vocês, VEJAM AQUI, que Belo Jardim ganhará uma Escola Técnica Estadual. Clicando aí, verão o que foi publicado no Diário Oficial do Estado.

Na ocasião, comentei que tempos atrás, quando o governo anunciou as cidades contempladas com as Escolas (e Belo Jardim NÃO figurava entre elas), os blogs da esgotofera municipal trataram de espalhar  a versão de culpa do prefeito Coca-Cola, por não ter cedido terreno nem se empenhado em trazer o investimento para cá. Comentei, então, que, agora, com o anúncio do governo, Jadilson, Valdemir e demais JORNALISTAS (hahaha) iriam se redimir e anunciar o mérito do Prefeito.

Lógica pura: se a Escola não vem, culpa-se o prefeito. Se a escola viesse, daria-se o mérito ao mesmo. Tô certo? NÃÃÃÃÃÃÃO.

Pode-se ler nos blogs, hoje, que o mérito para a vinda da escola é de...JOÃO MENDONÇA. É muita audácia. É muita petulância.

O ex-prefeito chegou a divulgar uma carta na qual comenta a sua conquista. Eu não queria divulgar essa nota. Mas terei que mostrar a vocês ao menos o primeiro parágrafo da mesma. Depois de lê-la, ajudem o raciocínio desde ingênuo que lhes fala:

NO PASSADO EU JÁ COLOCAVA A BOCA NO MUNDO DEVIDO ANSIEDADE DE QUERER DIVULGAR UM BEM E MUITAS DAS VEZES VINHAM FORÇAS POLÍTICAS CONTRARIAS E COLOCAVAM GOSTO RUIM, APENAS POR NÃO SEREM ELES O PAI DA CRIANÇA

Eu não vou discutir a veracidade do TRABALHO de João para a vinda dessa Escola, pois não tenho como refutar.  Vamos acreditar que o pedido de João tenha valido mais que a cessão do terreno por parte da prefeitura. Quero chamar atenção para o trecho em vermelho.

Gente, vamos lá:

No passado, João era do DEM. 

No passado, João colocava a boca no mundo. Portanto, quando João era do DEM, colocava a boca no mundo.

Nessa época, forças políticas contrárias colocavam gosto ruim.

Nessa época, as forças políticas contrárias a João eram: Moacir, Valdemir, Zé Lopes e etc...

Portanto...João está, de público, assumindo que seus atuais aliados colocavam gosto ruim e atrapalhavam os seus pleitos junto a outros órgãos públicos. Resumo: São SABOTADORES DO PROGRESSO DA CIDADE.

Que feio isso, Valdemir! Que feio isso, Zé Lopes! Que feio isso, Cabeludo! Vão calar e aceitar a crítica ou vão desmentir João Mendonça?

Cecílio vai apoiar João Mendonça, é?

terça-feira, 3 de abril de 2012


Olha só...os membros do P$D,digo, PSD (hahaha) estão em polvorosa com uma nota IRRESPONSÁVEL publicada por Inaldo Sampaio. Leiam-na

A carga – O PSD tem hoje em Pernambuco cerca de 50 pré-candidatos a prefeito, garante o presidente André de Paula, mas a eleição de 15 ou 20 já estaria de bom tamanho. O partido, com apoio do PSB, sua “legenda irmã”, dará a carga máxima em Belo Jardim (João Mendonça) e em Gravatá (Ozano Brito)

É...Só faltaram avisar a Cecílio Galvão, presidente do PSB na cidade, de que ele vai apoiar João Mendonça. Esqueceram também de avisar a Moacir que ele está rifado e o candidato do partido é mesmo João. Isso é matéria paga e mentirosa


O vereador Valdemyr Cintra usou em seu blog o fato de Lula (o bom) ter mudado de opinião em relação a ex-desafetos na política (Sarney, Collor, Renan...) para justificar a sua mudança de postura em relação a João Mendonça.

Comento:

Olha, meus amigos, ninguém está querendo dizer que o que o vereador fez é algo sem precedentes na história. Muito pelo contrário. O próprio PFL já mudou de opinião sobre Jarbas Vasconcelos (que era o demônio na terra, quando perdeu para Joaquim Francisco em 90).

De modo que o vereador estaria com razão ao criticar que alguém aceite as alianças de Lula, e não as suas. Acontece que em mim não cabe a carapuça, porque abomino tanto a união de Collor e Lula como a de Valdemir e João.

Aqui mesmo já indaguei e pedi que indaguem a Valdemir se João Mendonça tem mesmo uma cicatriz de cirurgia ou se, como Valdemir dizia, trata-se de uma tatuagem.

Da mesma forma, lamento que membros do DEM queiram desmerecer João Mendonça desde o dia em que ele nasceu. Não pode. JM até 2010 prestava...Então pronto. Digam que ele não presta mais de 2010 pra cá. Mas não caiam no erro de dizer que ele nunca prestou, porque muitos que dizem isso foram beneficiados e sempre o elogiaram. Eu, que não caio em contradição, sigo dizendo: JM erra do rompimento pra cá. Do rompimento pra trás, tenho pouco o que falar dele, pois sempre o apoiei.

Só pra enceraar: já que Valdemir quer se comparar a Lula, um lembrete: Lula se juntou a seus antigos adversários ao ganhar as eleições. Tratem de ganhar essa então.

JM na caravana do governador

sexta-feira, 30 de março de 2012

Quer dizer então que João Mendonça fez parte da comitiva do Governador Eduardo Campos, hem?

Ah, minha gente, as coisas estão passando do ponto...

A gente tem que ler essa notícia em 28 mil blogs na cidade (sim, porque em BJ virou moda blog copiar postagem de blog) e ficar calado? Que nada...

Já lemos que João é amigo de infância de Eduardo, né?

Já lemos que João foi convidado pelo governador para entrar na base de apoio, né?

Já lemos que João chama a mãe do governador de Tia Ana...Cada uma.

João Mendonça ficou sabendo da agenda do governador e foi lá atrás...Fazer parte da comitiva é ter sido chamado por ele e ter viajado com ele desde o Recife. Em caso de pernoite, ter ficado no mesmo hotel pago pelo governo. Isso não aconteceu.

E seu Valdemir, que era o representante do governador em Belo Jardim não fez parte da comitiva também? Oxi...

Mendonça e Arraes juntos?

segunda-feira, 21 de março de 2011

Divulgo para vocês uma nota da colunista Divane Carvalho, uma das MENOS prestigiadas no estado. Segundo ela, os Mendonças têm tudo para se aliarem ao governo de Eduardo Campos. Anotem e me cobrem: se isso acontecer, eu tô fora. Vergonha na cara eu ainda tenho. AINDA.



Do blog de Divane Carvalho

Ninguém se espante se Eduardo  Campos (PSB) e o grupo Mendonça (DEM) passarem a ter uma relação mais estreita, deixando de lado o formalismo dos cumprimentos sociais, digamos assim, para o início de uma convivência mais política.

Como o governador de Pernambuco sonha em ter ao seu lado democratas insatisfeitos com seus antigos aliados do PMDB e do PSDB, para não ficar refém do PT, e como os Mendonça não se bicam com os tucanos nem com os peemedebistas, a aproximação dos dois não é nenhuma surpresa.

E com a informação que circulou nos últimos dias, de que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) não apoiaria a candidatura de Mendonça Filho (DEM) para prefeito do Recife, em 2012, mesmo que Raul Henry (PMDB) não seja candidato, os Mendonça podem se sentir à vontade para se aproximar mais de Eduardo Campos e tentar outros caminhos para viabilizar a candidatura de Mendoncinha.

Afinal, o governador já tem ao seu lado os deputados Sebastião Rufino e Ciro Coelho, que trocaram o DEM pelo PSB, além do ex-governador e ex-prefeito do Recife, Joaquim Francisco, que também saiu do partido de Marco Maciel e se filiou ao PSB de Eduardo Campos.

DEM não se fundirá com ninguém

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Muito zumzumzum nos últimos dias davam conta dor Valdemyr Cyntra até soltou umas pilhérias dizendo que eu iria segurar bandeira do PT.

Hoje, o DEM divulgou nota oficial (o retso é fofoca) sobre o assunto. Não haverá fusão com ninguém.

“A Comissão Executiva Nacional do Democratas reunida hoje, na sede do partido em Brasília, decidiu, por unanimidade, discutir um plano interno de ação para o fortalecimento da legenda com vistas às eleições municipais de 2012 e gerais de 2014.

No encontro, foi descartada, também por unanimidade, qualquer possibilidade de fusão com outros partidos, conforme a nota abaixo:

"O Democratas reafirma seu compromisso com a sociedade como força de Oposição para os 43 milhões de brasileiros que manifestaram o desejo de que o Brasil tenha outro caminho, dissociado do atual governo.

O Democratas se compromete com todos os seus filiados, militantes e simpatizantes a lutar pelo seu crescimento, por meio do lançamento de candidatos próprios às prefeituras em 2012, aos governos estaduais e à Presidência da República em 2014.

O Democratas solicita a participação de todos os seus integrantes em um Plano Nacional de Ação Partidária, que terá como principal objetivo levar a mensagem da Oposição a toda sociedade brasileira.

O Democratas está voltado, neste momento, à reconstrução de sua unidade interna para garantir um futuro de êxito eleitoral no exercício de uma Oposição responsável, atenta e fiscalizadora. Tão legítimo quanto o exercício do governo é o exercício da Oposição. Um país sem espaço para o contraditório não é democrático.


Brasília, 16 de novembro de 2010.

Deputado Onyx Lorenzoni

Presidente Nacional, em exercício, do Democratas

"Kassab quer o comando o DEM para entregar ao PMDB", acusa deputado

sábado, 13 de novembro de 2010

Amigos, n ão é só no nível local que o DEM enfrenta problemas. O bicho tá pegando no país inteiro. Não é que querem entregar o DEM ao PMDB, fundindo os 2 partidos e tarnsformando o DEM em ALIADO do PT?!

O movimento é encabeçado pelo prefeito Kassab de São Paulo. A bem da verdade, o DEM deveria ter tido candidato a presidente já esse ano. Não o teve pois devia ao PSDB a eleição de Kassab em 2008. Fatura quitada, o prefeito agora quer se juntar com o PMDB.

Ao menos duas pessoas não querem isso. Uma sou eu. Mas isso nem vale muito. Outra é o vice-presidente do partido, Ronaldo Caiado. Leiam a entrevista do rapaz

Do Ig

Os deputados Rodrigo Maia (RJ) ACM Neto (BA) e Ronaldo Caiado (GO) - todos do DEM - avaliaram que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), não desistiu da tese de fundir o partido com o PMDB. No entanto, o único a tratar do assunto publicamente é Caiado. Os três almoçaram juntos na capital paulista nesta sexta-feira. Em entrevista após o encontro, Caiado desqualificou o discurso de Kassab de que “é preciso haver uma mudança no partido para fortalecê-lo”. O prefeito tenta promover uma eleição para tirar Maia da presidência do DEM, cujo mandato vai até dezembro de 2011. Ou seja, três meses após o prazo final de filiação partidária para as eleições municipais em outubro de 2012.

“Ninguém acredita nessa mudança de estratégia do Kassab. Na verdade, agora eles viram que a tese de fusão é indefensável. Eles têm o maior constrangimento, por isso que tratam da fusão no subterrâneo”, disse Caiado. “Agora mudaram o foco. Kassab quer primeiro o comando do DEM para amanhã entregar o partido para o PMDB”, completou. Para o deputado goiano, Kassab tem o apoio do ex-presidente do DEM Jorge Bornhausen. O iG apurou que a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) também cogita a possibilidade de fusão. Por isso Caiado sempre cita “eles” em vez de apenas “ele”, Kassab.

Nesta quinta-feira, os três se reuniram com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o vice-governador eleito de São Paulo Afif Domingos (DEM) e o deputado Indio da Costa (DEM-RJ). Em entrevista mais cedo, Demóstenes disse ser contra a fusão, mas defendeu a troca de comando no DEM. Caiado evita citar outros nomes que defendem a tese de fusão. “Que eu sei é o Kassab, mas ele sustenta uma equipe grande”, disse, rindo. “Eu não vou nominar quem são os soldados. Eu falo o nome do general, que é o Kassab”, completou.

Para o deputado goiano, não podem responsabilizar Rodrigo Maia pelo mal desempenho do DEM nas urnas e a derrota nacional com a candidatura José Serra (PSDB). “Quem desenhou a estratégia de apoio ao foram eles, que quiseram pagar a fatura”, disse. Caiado refere-se ao fato de Serra ter apoiado a reeleição de Kassab na prefeitura contra a candidatura de Geraldo Alckmin, que havia começado a corrida eleitoral em 2008 como favorito e acabou fora do segundo turno formado com Marta Suplicy (PT). “Depois da eleição da prefeitura, nós ficamos engessados e presos ao acordo com o PSDB. Quem foi que fez foram Jorge Bornhausen e Kassab”, disse Caiado. “Por que agora o Rodrigo Maia tem de ser responsabilizado por tudo?”

ACM Neto e Maia
Pelo menos oficialmente, Rodrigo Maia e ACM Neto são mais comedidos quando se referem aos planos de Kassab. O atual presidente do DEM disse não temer disputar o comando do partido de novo. “É importante fortalecer o partido”, disse. "Se o Kassab quiser, poderá disputar com o nosso candidato, que ainda não definimos quem será. Meu mandato vai até dezembro de 2011”, completou.

Maia, no entanto, afirma que há um grupo no DEM que quer entregar o partido para o governo “para benefício próprio”. Segundo ele, falar em fusão com o PMDB é uma traição aos eleitores. “O DEM tem um perfil definido, é um partido de centro-direita conservador”. Segundo ele, muito diferente do PMDB, que "está toda hora no governo'. Deputado reeleito para o seu terceiro mandato, ACM Neto também rechaçou a possibilidade de fusão. "Isso seria terceirizar o meu mandato. Fui eleito pelo DEM para fazer oposição ao governo. Se aceitar a fusão, estarei entregando o meu mandato para o PMDB e para o governo", afirmou.

Só falta oficializar o PSDB aliado a Eduardo

Leiam a notícia do Jornal do Commercio. Ela, na prática, confirma que o PSDB de Pernambuco fará parte oficialmente do governo Eduardo. Isso mostra, meus amigos, que o PSDB em PE é um partido nojento, safado, fisiológico....

“Não vou tomar nenhuma posição sobre nada sem antes falar com Eduardo”. A frase do senador Sergio Guerra, ontem, se não diz tudo, chega perto. Presidente nacional do PSDB, ele coordenou a campanha presidencial de José Serra e – passadas as eleições, que impuseram nova derrota para as oposições –, chega a hora de arrumar o ninho. No Recife desde quarta-feira à noite, após férias em Miami, o tucano não para de conversar com correligionários sobre os rumos do partido. Mas a conversa decisiva, ao que tudo indica, será com o governador Eduardo Campos (PSB), que retorna da Europa quinta-feira (18).

Guerra falou ao JC, ontem, por telefone. Bem humorado, brincou que ainda não tinha “nada a dizer”, porque virou “um dependente das questões nacionais”. Ou seja, se permanece ou não na presidência nacional do PSDB. “Não resolvi nada depois do que falei (ao JC, publicado na última quarta). Aécio está viajando, Serra viajando e Eduardo também”, enumerou, como se o governador um aliado (oficial) fosse. Na entrevista a que Guerra se referiu, ele colocou o PSB como “partido parceiro” e se esquivou de responder se havia espaço para manter-se ao lado do PMDB de Jarbas Vasconcelos (PMDB) e do DEM de Mendonça Filho. Ambos, aliás, também estão fora do País. Jarbas retorna amanhã de Portugal, e Mendonça, na quarta-feira (17).

Ontem, Sérgio Guerra contou que “ficou combinado” com o governador que os dois conversariam após as férias, mas não marcaram data. “Não estou com essa agonia. Minha relação com Eduardo não muda”, disse o senador. De fato, o tucano nunca escondeu a amizade com o governador. A relação dos dois vem dos tempos em que Guerra foi do PSB do ex-governador Miguel Arraes. Jarbas, que também fora aliado, deixou o palanque arraesista primeiro. Guerra saiu depois, mas não fechou portas.

O senador vai aproveitar este feriado para consultar as bases, no Estado. Na terça, ele vai a São Paulo e de lá, segue para Brasília. Ontem, Guerra esteve com o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, o tucano Elias Gomes. E promete “ouvir todos” sobre os rumos do PSDB. Afinal, as bancadas federal e estadual do partido precisam demarcar posições desde já, bem como os 17 prefeitos tucanos. Político emenda uma eleição em outra e as negociações atuais miram 2012.

PRAZO

Nos bastidores, políticos dizem de Sérgio Guerra que ele tem “compromisso com o poder”. O JC ouviu governistas e oposicionistas sobre o futuro do PSDB no Estado. E é dada como certa a “revoada calculada”, com disse uma fonte, dos tucanos para a base governista. Até junho, porém, tudo deve permanecer como está. Ou seja: o PSDB no muro. Deputados tucanos sem incomodarem o governo Eduardo e os 17 prefeitos da legenda, idem. Catorze deles já apoiaram a reeleição do governador.

Está marcada para junho a escolha do novo presidente nacional do PSDB. Digladiam-se pelo controle do partido o grupo de José Serra (SP), candidato derrotado a presidente da República, e do senador eleito Aécio Neves (MG). Essa disputa pode favorecer a recondução de Guerra. Caso ele permaneça, adia os planos locais. Do lado eduardista, a aposta é que o anúncio da adesão à base ocorre em junho.

DEm e PMDB não se fundirão.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Fusão do DEM com PMDB não prosperará.

Amigos, há cerca de uma mês começaram a falar por aí em uma possível fusão do DEM com o PSDB em caso de Serra ter vencido. Como ele perdeu, a conversa agora é que o DEM irá fundir-se ao PMDB, criando assim o maior partido de centro do país.

O PMDB é aliado do governo Dilma, ocupará inclusive a vice-presidência.  No maior estado da nação, são aliados. PMDB tem a vice-prefeita do prefeito Gilberto Kassab, maior liderança do DEM naquele estado. Em vários estados há alianças entre os partidos, como PE, MA, SC. Mas nada disso será suficiente para essa fusão. Ela não pode ocorrer simplesmente por total incompatibilidade de gênios e de pretensões dos partidos. O DEM foi posto na oposição à nova presidente. Não se rendeu nem a Lula e não se renderá a Dilma. Com o PSDB a fusão já não era fácil, mas era possível já que ambos militam no mesmo lado (a oposição). Com o PMDB aliado ao governo Dilma, cabe ao DEM manter relações distantes com ele.

Ao amigo Valdemyr Cintra, um aviso: fique tranqüilo, que eu não irei, em hipótese alguma, segurar bandeira do PT. Se o DEM resolver se juntar ao PMDB e virar base de Dilma, eu pulo fora no dia seguinte. Não faz parte do meu perfil ser adepto do vira-cassaquismo. PT? Tô fora. Se não leu, leia agora texto meu no blog do Jamildo