Mendonça e o apoio a Paulo Câmara
segunda-feira, 17 de março de 2014
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Gilvandro se reaproxima de João. Qual o preço político?
sexta-feira, 7 de junho de 2013
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Encontro às escondidas confabula contra vice-prefeito
sábado, 4 de maio de 2013
Amigos, o blog, na verdade, eu, estou de férias. Espairecendo um pouco (o presidente da AEB diria "desparecendo"?). Ainda assim fiquei sabendo que o vereador DEU CRIA com a minha postagem sobre o seu encontro com o prefeito.
É claro que ele pode se encontrar com o Imperador. Pode se encontrar até com a mãe de pantanha. Mas eu também tenho a liberdade de estranhar esse encontro, feito às escondidas.
E viva a democracia!!
POSTAGEM ORIGINAL 01/05
Em Belo Jardim, falta pouco para não faltar mais nada, viu.
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DEM se recupera, mas fica na torcida por Eduardo Campos (PSB)
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
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Claudiane coloca fogo em discurso na Câmara
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
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Tá tudo misturado, como diz Valdemir
segunda-feira, 18 de junho de 2012
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A entrevista de Zé Lopes e o que ela indica
terça-feira, 12 de junho de 2012
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João Mendonça trouxe a Escola Técnica para Belo Jardim uma PINOIA! O que João fez foi chamar seus aliados de SABOTADORES
quarta-feira, 6 de junho de 2012
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Cecílio vai apoiar João Mendonça, é?
terça-feira, 3 de abril de 2012
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JM na caravana do governador
sexta-feira, 30 de março de 2012
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Mendonça e Arraes juntos?
segunda-feira, 21 de março de 2011
Ninguém se espante se Eduardo Campos (PSB) e o grupo Mendonça (DEM) passarem a ter uma relação mais estreita, deixando de lado o formalismo dos cumprimentos sociais, digamos assim, para o início de uma convivência mais política.
Como o governador de Pernambuco sonha em ter ao seu lado democratas insatisfeitos com seus antigos aliados do PMDB e do PSDB, para não ficar refém do PT, e como os Mendonça não se bicam com os tucanos nem com os peemedebistas, a aproximação dos dois não é nenhuma surpresa.
E com a informação que circulou nos últimos dias, de que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) não apoiaria a candidatura de Mendonça Filho (DEM) para prefeito do Recife, em 2012, mesmo que Raul Henry (PMDB) não seja candidato, os Mendonça podem se sentir à vontade para se aproximar mais de Eduardo Campos e tentar outros caminhos para viabilizar a candidatura de Mendoncinha.
Afinal, o governador já tem ao seu lado os deputados Sebastião Rufino e Ciro Coelho, que trocaram o DEM pelo PSB, além do ex-governador e ex-prefeito do Recife, Joaquim Francisco, que também saiu do partido de Marco Maciel e se filiou ao PSB de Eduardo Campos.
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DEM não se fundirá com ninguém
terça-feira, 16 de novembro de 2010
No encontro, foi descartada, também por unanimidade, qualquer possibilidade de fusão com outros partidos, conforme a nota abaixo:
"O Democratas reafirma seu compromisso com a sociedade como força de Oposição para os 43 milhões de brasileiros que manifestaram o desejo de que o Brasil tenha outro caminho, dissociado do atual governo.
O Democratas se compromete com todos os seus filiados, militantes e simpatizantes a lutar pelo seu crescimento, por meio do lançamento de candidatos próprios às prefeituras em 2012, aos governos estaduais e à Presidência da República em 2014.
O Democratas solicita a participação de todos os seus integrantes em um Plano Nacional de Ação Partidária, que terá como principal objetivo levar a mensagem da Oposição a toda sociedade brasileira.
O Democratas está voltado, neste momento, à reconstrução de sua unidade interna para garantir um futuro de êxito eleitoral no exercício de uma Oposição responsável, atenta e fiscalizadora. Tão legítimo quanto o exercício do governo é o exercício da Oposição. Um país sem espaço para o contraditório não é democrático.
Brasília, 16 de novembro de 2010.
Deputado Onyx Lorenzoni
Presidente Nacional, em exercício, do Democratas
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"Kassab quer o comando o DEM para entregar ao PMDB", acusa deputado
sábado, 13 de novembro de 2010
Os deputados Rodrigo Maia (RJ) ACM Neto (BA) e Ronaldo Caiado (GO) - todos do DEM - avaliaram que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), não desistiu da tese de fundir o partido com o PMDB. No entanto, o único a tratar do assunto publicamente é Caiado. Os três almoçaram juntos na capital paulista nesta sexta-feira. Em entrevista após o encontro, Caiado desqualificou o discurso de Kassab de que “é preciso haver uma mudança no partido para fortalecê-lo”. O prefeito tenta promover uma eleição para tirar Maia da presidência do DEM, cujo mandato vai até dezembro de 2011. Ou seja, três meses após o prazo final de filiação partidária para as eleições municipais em outubro de 2012.
“Ninguém acredita nessa mudança de estratégia do Kassab. Na verdade, agora eles viram que a tese de fusão é indefensável. Eles têm o maior constrangimento, por isso que tratam da fusão no subterrâneo”, disse Caiado. “Agora mudaram o foco. Kassab quer primeiro o comando do DEM para amanhã entregar o partido para o PMDB”, completou. Para o deputado goiano, Kassab tem o apoio do ex-presidente do DEM Jorge Bornhausen. O iG apurou que a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) também cogita a possibilidade de fusão. Por isso Caiado sempre cita “eles” em vez de apenas “ele”, Kassab.
Nesta quinta-feira, os três se reuniram com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o vice-governador eleito de São Paulo Afif Domingos (DEM) e o deputado Indio da Costa (DEM-RJ). Em entrevista mais cedo, Demóstenes disse ser contra a fusão, mas defendeu a troca de comando no DEM. Caiado evita citar outros nomes que defendem a tese de fusão. “Que eu sei é o Kassab, mas ele sustenta uma equipe grande”, disse, rindo. “Eu não vou nominar quem são os soldados. Eu falo o nome do general, que é o Kassab”, completou.
Para o deputado goiano, não podem responsabilizar Rodrigo Maia pelo mal desempenho do DEM nas urnas e a derrota nacional com a candidatura José Serra (PSDB). “Quem desenhou a estratégia de apoio ao foram eles, que quiseram pagar a fatura”, disse. Caiado refere-se ao fato de Serra ter apoiado a reeleição de Kassab na prefeitura contra a candidatura de Geraldo Alckmin, que havia começado a corrida eleitoral em 2008 como favorito e acabou fora do segundo turno formado com Marta Suplicy (PT). “Depois da eleição da prefeitura, nós ficamos engessados e presos ao acordo com o PSDB. Quem foi que fez foram Jorge Bornhausen e Kassab”, disse Caiado. “Por que agora o Rodrigo Maia tem de ser responsabilizado por tudo?”
ACM Neto e Maia
Pelo menos oficialmente, Rodrigo Maia e ACM Neto são mais comedidos quando se referem aos planos de Kassab. O atual presidente do DEM disse não temer disputar o comando do partido de novo. “É importante fortalecer o partido”, disse. "Se o Kassab quiser, poderá disputar com o nosso candidato, que ainda não definimos quem será. Meu mandato vai até dezembro de 2011”, completou.
Maia, no entanto, afirma que há um grupo no DEM que quer entregar o partido para o governo “para benefício próprio”. Segundo ele, falar em fusão com o PMDB é uma traição aos eleitores. “O DEM tem um perfil definido, é um partido de centro-direita conservador”. Segundo ele, muito diferente do PMDB, que "está toda hora no governo'. Deputado reeleito para o seu terceiro mandato, ACM Neto também rechaçou a possibilidade de fusão. "Isso seria terceirizar o meu mandato. Fui eleito pelo DEM para fazer oposição ao governo. Se aceitar a fusão, estarei entregando o meu mandato para o PMDB e para o governo", afirmou.
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Só falta oficializar o PSDB aliado a Eduardo
Guerra falou ao JC, ontem, por telefone. Bem humorado, brincou que ainda não tinha “nada a dizer”, porque virou “um dependente das questões nacionais”. Ou seja, se permanece ou não na presidência nacional do PSDB. “Não resolvi nada depois do que falei (ao JC, publicado na última quarta). Aécio está viajando, Serra viajando e Eduardo também”, enumerou, como se o governador um aliado (oficial) fosse. Na entrevista a que Guerra se referiu, ele colocou o PSB como “partido parceiro” e se esquivou de responder se havia espaço para manter-se ao lado do PMDB de Jarbas Vasconcelos (PMDB) e do DEM de Mendonça Filho. Ambos, aliás, também estão fora do País. Jarbas retorna amanhã de Portugal, e Mendonça, na quarta-feira (17).
Ontem, Sérgio Guerra contou que “ficou combinado” com o governador que os dois conversariam após as férias, mas não marcaram data. “Não estou com essa agonia. Minha relação com Eduardo não muda”, disse o senador. De fato, o tucano nunca escondeu a amizade com o governador. A relação dos dois vem dos tempos em que Guerra foi do PSB do ex-governador Miguel Arraes. Jarbas, que também fora aliado, deixou o palanque arraesista primeiro. Guerra saiu depois, mas não fechou portas.
O senador vai aproveitar este feriado para consultar as bases, no Estado. Na terça, ele vai a São Paulo e de lá, segue para Brasília. Ontem, Guerra esteve com o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, o tucano Elias Gomes. E promete “ouvir todos” sobre os rumos do PSDB. Afinal, as bancadas federal e estadual do partido precisam demarcar posições desde já, bem como os 17 prefeitos tucanos. Político emenda uma eleição em outra e as negociações atuais miram 2012.
PRAZO
Nos bastidores, políticos dizem de Sérgio Guerra que ele tem “compromisso com o poder”. O JC ouviu governistas e oposicionistas sobre o futuro do PSDB no Estado. E é dada como certa a “revoada calculada”, com disse uma fonte, dos tucanos para a base governista. Até junho, porém, tudo deve permanecer como está. Ou seja: o PSDB no muro. Deputados tucanos sem incomodarem o governo Eduardo e os 17 prefeitos da legenda, idem. Catorze deles já apoiaram a reeleição do governador.
Está marcada para junho a escolha do novo presidente nacional do PSDB. Digladiam-se pelo controle do partido o grupo de José Serra (SP), candidato derrotado a presidente da República, e do senador eleito Aécio Neves (MG). Essa disputa pode favorecer a recondução de Guerra. Caso ele permaneça, adia os planos locais. Do lado eduardista, a aposta é que o anúncio da adesão à base ocorre em junho.
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 17:01 0 comentários
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DEm e PMDB não se fundirão.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Amigos, há cerca de uma mês começaram a falar por aí em uma possível fusão do DEM com o PSDB em caso de Serra ter vencido. Como ele perdeu, a conversa agora é que o DEM irá fundir-se ao PMDB, criando assim o maior partido de centro do país.
O PMDB é aliado do governo Dilma, ocupará inclusive a vice-presidência. No maior estado da nação, são aliados. PMDB tem a vice-prefeita do prefeito Gilberto Kassab, maior liderança do DEM naquele estado. Em vários estados há alianças entre os partidos, como PE, MA, SC. Mas nada disso será suficiente para essa fusão. Ela não pode ocorrer simplesmente por total incompatibilidade de gênios e de pretensões dos partidos. O DEM foi posto na oposição à nova presidente. Não se rendeu nem a Lula e não se renderá a Dilma. Com o PSDB a fusão já não era fácil, mas era possível já que ambos militam no mesmo lado (a oposição). Com o PMDB aliado ao governo Dilma, cabe ao DEM manter relações distantes com ele.
Ao amigo Valdemyr Cintra, um aviso: fique tranqüilo, que eu não irei, em hipótese alguma, segurar bandeira do PT. Se o DEM resolver se juntar ao PMDB e virar base de Dilma, eu pulo fora no dia seguinte. Não faz parte do meu perfil ser adepto do vira-cassaquismo. PT? Tô fora. Se não leu, leia agora texto meu no blog do Jamildo
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 18:40 0 comentários
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