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Debate do SBT entre Dilma e Aécio

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pessoal, vejam como foi o MASSACRE de Aécio Neves em Dilma no debate do SBT. CLIQUEM AQUI

Foi formidável. Comentem, por favor. 






Armando e Dilma vencem eleição do BJ na NET

quinta-feira, 25 de setembro de 2014




O blog realizou duas enquetes sobre em quem os leitores votarão para governo e presidência. A enquete tem um valor não-científico, mas me comprova que os Bocas-Pretas adoram ler as besteiras que escrevo. Venceram Armando, em quem irei, com muito ENGOV, votar, e DIlma, em quem jamais pensei em ter que dar um voto na vida, mas se for pra derrotar a petulante Marina...

Vejam o resultado:




Armando-PTB
  65 (76%)
Paulo-PSB
  20 (23%)
Outro
  0 (0%)

Votos até o momento: 85 


Aécio-PSDB
  23 (29%)
Dilma-PT
  41 (52%)
Marina-PSB
  14 (17%)
Outro
  0 (0%)



Votos até o momento: 78 


Dilma, a FUJONA

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A outrora corajosa guerrilheira Estela hoje é nada mais que a fujona candidata Dilma.

Pela primeira vez na história do Jornal da Globo, uma candidata se negou a dar entrevista e responder singelas perguntas.

Em respeito ao eleitor, a Globo divulgou no Jornal quais perguntas teriam sido feitas. Vejam e imaginem possíveis respostas




Pesquisa presidencial e debate da BAND

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A primeira pesquisa feita depois da morte de Eduardo mostrava Marina em empate técnico com Aécio Neves (21% e 20%), enquanto Dilma seguia com 38%.

Na mais recente, divulgada ontem, Marina já aparece em empate técnico com Dilma (34% x 29%) enquanto Aécio caiu para 19%.

Maria, com sua pose de Santa, pairando sobre tudo e sobre todos, como se fosse superior moralmente, assusta. Já vence Dilma em simulação de segundo turno.

Com seu ar de frágil, os adversários temem bater de frente com ela e assim torná-la mais vítima do que já é. Confesso que toda vez que a vejo, sinto vontade de lhe oferecer um prato de comida.

O tal avião que caiu matando Eduardo Campos estava, e isso ficou muito claro, funcionando dentro de um esquema de CAIXA DOIS. Se fosse Dilma ou Aécio, um escândalo cairia em suas campanhas. Marina pode?

Os números não significam que Aécio esteja fora da briga. Mas uma boa estratégia e coragem de enfrentar Marina pra valer serão necessárias. E o tempo urge!

O debate da BAND foi uma boa oportunidade para percebermos o perfil de cada um dos 3 (e dar boas risadas com o maconheiro do PV e a louca do PSOL).

Dilma segue com aquela ladainha de que, se estão descobrindo as maracutaias do PT é porque seu governo fortaleceu a polícia federal. É meio que "vocês só sabem que roubamos porque demos autonomia à polícia". Gaga, nervosa e fugindo de todas as perguntas que lhe incomodam. Claro que tem dados favoráveis para apresentar, e assim o fez. Mas a forma como o faz a torna a maior chacota do debate.

Marina não acha que é incoerente. Não acha que deve explicações. Não apresenta proposta alguma. Fica apenas, como falei, pairando acima do bem e do mal.

Aécio apresenta dados, números e propostas. Convence que está preparado, mas peca na fraqueza em bater de frente de verdade com Marina.

Mais debates virão e veremos se algum deles ajudará a frear o crescimento de Marina.


VEJA DEBATE NO YOUTUBE


As entrevistas no JN

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A PresidentE Dilma deu entrevista hoje ao Jornal Nacional. Antes dela, Eduardo Campos e Aécio já haviam sido sabatinados.

Um dia após a entrevista de Eduardo, eu planejava escrever sobre o desempenho dele e de Aécio. Mas aí aconteceu o desastre, sobre o que falarei em breve. 

Eu não sou imparcial. Quem estiver buscando por isso, pode dar meia-volta.


O Mineiro se saiu bem. Essa foi a análise da maioria dos colunistas que li. Tinha vários dados na ponta da língua, sejam sociais ou econômicos. Mesmo quando confrontado com a Construção do Aeroporto em Terras que pertenciam a seu tio, conseguiu dar boas explicações, em que pese Willian Bonner ter questionado se, além de legal, a construção era Ética.


Mão se saiu nada mal, embora não tenha demonstrado o mesmo conhecimento que Aécio sobre a realidade dos números do país. Quando confrontado sobre a indicação da Mãe para o TCU, disse que sequer votou nela, tendo apenas torcido. Patrícia Poeta falou ainda dos primos dele e de Renata, sua esposa, que foram indicados ao TCE. Eduardo defendeu a prática, mas quando Bonner lhe perguntou se essa seria uma ação constante em um governo seu, mudou a linha do discurso e falou que iria propor o fim de cargos vitalícios na justiça.

Propunha ainda um monte de ações, como o Passe Livre, que aumentaria significativamente os gastos públicos.




É uma louca. Não fala coisa com coisa. Mente e enrola.

Quando o assunto foi corrupção, Bonner lhe perguntou qual a dificuldade em se cercar de pessoas honestas. Respondeu com mentira sobre a criação da CGU, que foi implantada em 2001, no governo de FHC, querendo dizer que seu governo incentiva a caça aos corruptos.

Sobre o PT dar apoio a Mensaleiros, ela respondeu que não iria responder sobre decisões do STF nem tampouco entrar em conflito com seu partido.

Confessou que a Saúde não é minimamente razoável, mesmo depois de 12 anos de PT.

Foi arrogante, estrapolou o tempo previsto, deu respostas enviesadas, fugiu de temas desconfortáveis. E sobretudo, MENTIU MUITO 



Traição não é só no lado de cá!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013



Eduardo Campos resolveu entregar os cargos que seu partido, o PSB, ocupa no governo Dilma. Isso, segundo ele diz, não é um rompimento.

É a primeira vez que alguém quando rompeu, não entregou cargos, e quando entregou cargos, não rompeu.

Leiam a carta que endereçou, como presidente do partido, à presidente Dilma:

“À Sua Excelência Senhora Dilma Rousseff

Em mãos.

Senhora Presidenta,

Desde 1989, quando da criação da “Frente Brasil Popular”, o Partido Socialista Brasileiro integra, juntamente com o Partido dos Trabalhadores e outros do campo da esquerda, a base política e social que, durante as sucessivas eleições presidenciais de 1989, 1994, 1998 e no segundo turno de 2002, apoiou e, finalmente, levou à Presidência da República, o companheiro Luís Inácio Lula da Silva, cujo governo contou com nossa participação, colaboração e sustentação, no Executivo e no Parlamento. 

Convidado a ocupar funções governamentais, nosso partido contribuiu para os avanços econômicos e sociais proporcionados ao país pelo governo do honrado presidente Lula, dedicando seus melhores esforços e sua total lealdade nos momentos mais difíceis dos oito anos de mandato.

Em março de 2010, embora contássemos com um pré-candidato à presidência da República e fosse desejo manifesto de nossa base e das lideranças do partido o lançamento de candidatura própria, o PSB, a partir de uma profunda reflexão e discussão política com o companheiro Lula, abdicou dessa legítima pretensão e decidiu integrar a frente partidária que apoiou a candidatura de Vossa Excelência à Presidência da República. 

Quando da formação do governo, Vossa Excelência convidou-nos para discutir nossa participação, ocasião em que manifestamos a possibilidade de apoiar sua administração sem necessariamente ocupar cargos. Vossa Excelência, entretanto, expressou o desejo de quadros do PSB na administração, com o que concordamos sem apresentar condicionantes.

Neste momento, temos sido atingidos, sistemática e repetidamente, por, comentários e opiniões, jamais negadas por quem quer seja, de que o PSB deveria entregar os cargos que ocupa na estrutura governamental, em face da possibilidade de, legitimamente, poder apresentar candidatura à presidência em 2014.

Longe de receber tais manifestações como ameaça, o Partido Socialista Brasileiro - que nunca se caracterizou pela prática do fisiologismo - reafirma seu desapego a cargos e posições na estrutura governamental, e reitera que seu apoio a qualquer governo jamais dependeu de cargos ou benesses de qualquer natureza, e sim do rumo estratégico adotado que, a nosso ver, deve guardar identidade com os valores que alicerçam a trajetória política do nosso partido. 

Nossas divergências, todavia, não impediram nosso apoio ao governo de Vossa Excelência, mas pretendemos discutir com a sociedade, de forma mais ampla e livre.

O Partido Socialista Brasileiro, nos seus 60 anos de presença na vida política nacional, jamais transigiu ou negociou suas convicções e seus ideais programáticos.

Com longa tradição na luta pela democracia e pela justiça social, o PSB participou ativamente de importantes momentos da vida nacional, como a memorável campanha do “Petróleo é nosso”, a luta pela reforma agrária, a luta pelas 'Diretas Já' e pela democratização do país. Sempre nos inspiraram exemplos como os de nossos companheiros João Mangabeira, Hermes Lima, Barbosa Lima Sobrinho, Evandro Lins e Silva, Antônio Houaiss, Miguel Arraes e Jamil Haddad.

É justamente pelo apego a essa história que o partido, nos últimos anos, vem merecendo o reconhecimento da sociedade brasileira refletido no seu crescimento nas sucessivas vitorias eleitorais. 

Por todas essas razões, o PSB vem à presença de Vossa Excelência, formalmente, declinar de sua participação no governo, entregando os cargos que ora ocupa, ao mesmo tempo em que reafirma que permanecerá, como agora, em sua defesa no Congresso Nacional. Esta decisão não diz respeito a qualquer antecipação quanto a posicionamentos que haveremos de adotar no pleito eleitoral que se avizinha, visto que nossa estratégia – que não exclui a possibilidade de candidatura própria – será discutida nas instâncias próprias, considerando nosso programa e os mais elevados interesses do país e a luta pelo desenvolvimento com igualdade social.

Saudações Socialistas,

Eduardo Campos
Presidente Nacional do PSB.

Aprovação a Dilma cai de 56% a 48%

quarta-feira, 10 de agosto de 2011


BRASÍLIA - A avaliação favorável em relação ao governo da presidente Dilma Rousseff recuou 8 pontos porcentuais em relação à última pesquisa Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Ibope. O levantamento divulgado nesta quarta-feira, 10, mostra que 48% dos entrevistados consideram o governo ótimo ou bom. Esse número era 56% na sondagem anterior realizada em março. O governo é considerado regular ou péssimo por 48% dos entrevistados, ante 32% na pesquisa de março. 


COMENTO EU
5% achavam ruim. Agora SOMOS 12%. Espere chegarmos a 20% e verão o governo de joelhos

Dilma Lamour Rousseff

terça-feira, 2 de agosto de 2011


Outra notícia pra lá de interessante é esta, na qual Dima Rousseff confessa gostar muito da personagem de Debora Secco na novela das 9. A mulher de bandido que defende a todo custo o marido, para manter as benesses. Essa é nossa presidente!!!



A presidente Dilma Rousseff revelou em recente entrevista ao jornal "O Globo" que é fã da novela "Insensato Coração" e que sua personagem preferida é Natalie Lamour, interpretada por Deborah Secco.

A atriz se sentiu muito honrada com o elogio vindo do Palácio do Planalto. "Eu realmente fico muito feliz quando alguém aprecia o meu trabalho. E, em se tratando da presidenta do nosso país e também da primeira mulher a alcançar tão importante cargo, eu me sinto duplamente lisonjeada", disse a bela ao colunista Jorge Bastos Moreno, de "O Globo.

Os autores Gilberto Braga e Ricardo Linhares, também comentaram os elogios feitos à trama. "Mesmo uma presidente da República precisa de entretenimento. Fico especialmente orgulhoso de saber que ela gosta do meu trabalho, porque eu estou gostando muito do dela. Espero que ela nos acompanhe até o final e que fique satisfeita", disse Gilberto.

Já o parceiro Ricardo espera que sua história inspire a comandante do Brasil. "Não sabia que a presidente era fã da novela e fiquei muito orgulhoso. Tomara que embarcar na ficção a ajude a desanuviar, após as difíceis decisões que ela tem que tomar no seu dia a dia. Um dos temas da história é o combate contra a corrupção e a impunidade, o que encontra eco na faxina que ela está promovendo em alguns órgãos do governo", afirmou.

Fonte: NaTelinha.com

Dilma dá bronca em Palocci

terça-feira, 24 de maio de 2011

Democratas lançam site para acompanhar promessas de DILMA

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O DEMOCRATAS lançou um site no qual mostra o cumprimento ou não das promessas de campanha de Dona Dilma. Para quem quiser acompanhar, basta clicar na imagem acima. Boa iniciativa

Eduardo Campos se enxerga e diz que não será candidato a presidente

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O governador da melhor merenda do mundo anunciou e provou, com isso, que além de inteligente, tem um bom espelho em casa. Não será candidato a presidente em 2014. E provavelmente nem em 2018, nem em 2022, nem...


O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, negou nesta terça-feira, 5, que tenha a intenção de se candidatar a presidente em 2014. "Quero ter condições de ir às ruas em 2014 defender o nome da presidente (Dilma Rousseff)", afirmou, durante o Seminário Novos Polos Industriais, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), num hotel da zona sul de São Paulo. Com o mandato que terminará em 2014 sem direito à reeleição, Campos não deixou claro como deve continuar na vida política.

Ele foi questionado pelos empresários sobre a possibilidade de disputar o Palácio do Planalto e se limitou a dizer que Dilma tem o direito de concorrer a um novo mandato e governar por oito anos, como os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. "O que pudermos fazer para que ela se saia bem, vamos fazer", ressaltou. Campos elogiou os primeiros três meses do governo dela pela "maturidade" e "segurança".

"Não é fácil suceder um presidente com a popularidade do presidente Lula", lembrou. Embora seja contra a manutenção da reeleição numa futura reforma política (por considerar que impede a renovação dos quadros políticos), o governador de Pernambuco defende a manutenção da regra para quem já ocupa um cargo executivo.


Reforma. Campos defendeu ainda o fim das coligações, disse ser favorável ao financiamento público de campanha e propôs que a reforma política venha de forma "escalonada" - que as novas regras entrem em vigor aos poucos, evitando, assim, que os parlamentares deixem de votá-la por priorizar os interesses individuais. "Se conseguiria fazer uma reforma no sistema eleitoral diminuindo a interferência do político que vota no que é melhor para ele. Se você joga com o tempo, você coloca com maior relevo o que é de interesse do País", argumentou. "Acho que a gente deve ter uma regra de transição e deixar para o futuro todas as regras", completou.


Estadão.com.br

Embrapa: Dilma e Eduardo Campos vão atuar como coveiros na ciência? É o que vamos ver

quarta-feira, 23 de março de 2011

O governo Dilma se esforça para demonstrar que não tem compromisso com certo obscurantismo. Ok. Na Embrapa, hoje, trava-se uma luta entre as luzes e a escuridão, entre a ciência e o preconceito. E cabe ao governo tomar uma atitude antes que vençam os brucutus. A questão também diz respeito ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que investe na imagem de um político moderno. É mesmo?

Numa decisão destrambelhada,  a direção da Embrapa decidiu extinguir a área de Gestão Territorial Estratégica (GTE) da Embrapa Monitoramento por Satélite, com a demissão arbitrária de seu supervisor, o cientista Cláudio Spadotto. Dada a forte reação contrária dos setores ligados à agricultura, dos usuários e clientes do GTE na área pública e privada e de todos que se interessam pela liberdade e pela premiação da competência, agora a diretoria da empresa tenta voltar atrás dando dois passos para a frente. Nota importante: o GTE monitora obras do PAC.

O presidente da Embrapa, Pedro Arraes, está propondo rever o novo regimento da Embrapa de Campinas — onde está, ou estava, o GTE —, e criar um factóide: um certo núcleo de gestão territorial, que ficaria sob o mando da chefia de pesquisa, sem nenhuma autonomia. Eu me refiro à autonomia científica.

Estamos diante de uma maquiagem de atos administrativos para acobertar a decisão de exterminar uma equipe cuja competência ninguém, NINGUÉM MESMO!, contesta. A única coisa razoável a fazer, a esta altura, seria criar um Serviço de Gestão Territorial Estratégica em Campinas. Teria de ser uma nova unidade de serviços, que não estivesse subordinada à gestão e à ingerência desastrada do Sr. Mateus Batistella, um adversário declarado do agronegócio.

O problema não diz respeito só à pesquisa, não! Trata-se também da aplicação dos resultados disponíveis em inovações que colaborem para o progresso dos usuários públicos e privados dos serviços prestados pelo GTE — inclusive o agronegócio, sim! Para que os fazendeiros fiquem mais ricos? Não! Para que produzam mais comida — e mais barata! E é o que se vinha fazendo na gestão de Cláudio Spadotto.

O baguncismo está tomando conta da Embrapa. Três diretores da empresa estão com os respectivos mandatos vencidos. O processo de escolha dos novos, ocorrido no início deste ano, apresentou tantos vícios que foi parar na Casa Civil. Pedro Arraes poderia cuidar dessas questões. Em vez disso, tenta desarticular o trabalho de gente séria, que tem se mostrado essencial à agricultura brasileira.

E o governador Eduardo Campos com isso? É parente de Pedro Arraes, que preside a Embrapa com o apoio do PSB. Se o serviço acabar, Campos vira um coveiro associado da ciência. Arraes proibiu no mês passado cientistas da Embrapa, ligados ao GTE, de participar de debates sobre o Código Florestal. Por quê? Porque AS IMAGENS, OS FATOS E OS DADOS NÃO CORROBORAM AS TESES DOS ECOLOGISTAS DO APOCALIPSE. Assim, se a ciência vai contra os preconceitos, acabe-se com a ciência, ora essa, e viva o preconceito!

Espalhem este post: trata-se de um confronto entre a ciência e o obscurantismo; entre a ciência e a ideologia mais influente do Brasil: o atraso!
Por Reinaldo Azevedo

Ometele com Bicarbonato

terça-feira, 1 de março de 2011

Só no PT mesmo... Já viram omelete com bicarbonato? É a especialidade de Dilma na cozinha.



Foi ao ar, nesta terça-feira, a participação da presidente Dilma Rousseff no programa matinal de Ana Maria Braga, na Rede Globo. A gravação foi feita nesta segunda-feira, e as duas conversaram sobre a luta contra o câncer - doença que as duas tiveram - a relação de Dilma com sua família e o fato de Dilma ser a primeira mulher na Presidência do Brasil. A gravação foi feita nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro, e a presidente participou de quatro blocos da atração.

Sobre sua família, Dilma afirmou que, em Brasília, sente falta de seus parentes e que deve receber a visita de seu neto, Gabriel, no Palácio da Alvorada, durante o Carnaval. Ela afirmou que é a primeira vez que ele irá dormir na residência presidencial. A presidente também falou sobre a influência de seu pai em seu gosto pela literatura, incentivando a leitura de autores como Dostoyevski e Jorge Amado. A presidente afirmou que gosta tanto de ler que têm até o hábito de cheirar livros.

Dilma agradeceu a solidariedade da apresentadora, que também teve um câncer. Elas conversaram sobre a luta para combater a doença e sobre a imagem de "durona" da presidente. "É interessante como esperam de nós, mulheres, uma certa fragilidade. Isso decorre do fato de que a mulher, quando assume um alto cargo, é vista fora do seu papel. Acho que, a partir de agora, isso vai começar a ser encarado como uma coisa normal e natural. As pessoas vão se acostumar com cada vez mais mulheres conquistando espaço", disse Dilma.

A presidente também defendeu o uso da expressão ′`presidenta``, falando que é ``obrigação`` da primeira presidente mulher enfatizar o termo. ``Não estou querendo cometer nenhuma barbaridade ao querer ser presidenta. Entre presiente e presidenta acho que a primeira mulher tem a obrigação de ser presidenta``, afirmou. "É para enfatizar que a agora existe uma mulher no mais alto cargo do país, que nós podemos sim chegar longe", acrescentou.

No fim do programa, sem muita desenvoltura, Dilma fez uma omelete de queijo e, sem querer, trocou o sal pelo bicarbonato de sódio. Apesar disso, a receita foi elogiada por Ana Maria Braga.


Do Estado de Minas

Dilma, a boazinha, suspende concursos

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Toma aí procês, ó... Não dou mais 6 meses pra pedirem arrgeo e penico. Se não aguenta com o pote, não devia segurar a rodia.

Brasília – A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, avisou que estão suspensas todas as nomeações para o serviço público federal de aprovados em concurso. Informou ainda que o governo não deve permitir novos concursos públicos este ano. As medidas fazem parte do pacote de ajuste dos gastos do governo anunciado esta tarde pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. A previsão é de se efetuar um corte de R$ 50 bilhões nas despesas previstas no Orçamento Geral da União deste ano, o primeiro do governo Dilma Rousseff.
Ao explicar a suspensão de contratações, Miriam Belquior disse que as exceções serão analisadas com rigor. “Serão analisados caso a caso. Novas contratações serão olhadas com lupa”, disse. O mesmo critério vale para proibição de novos concursos. “Se não vou nomear quem já está aprovado, não vai haver concursos novos”, emendou a ministra.

O corte de R$ 50 bilhões no OGU, de acordo com Mantega, não afeta os R$ 170,8 bilhões aprovados para investimentos, dos quais R$ 40,15 bilhões para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os recursos para o PAC podem, ainda, ser acrescidos de R$ 3,35 bilhões por emendas adicionais, conforme acordo com os parlamentares. “Não é um ajuste para derrubar a economia, mas para ajustá-la um pouco e permitir que continuemos a trajetória de queda do déficit nominal e de redução da dívida líquida", defendeu o titular da Fazenda.

A ministra Mírian Belchior ressaltou que “todos os investimentos e programas sociais serão mantidos”. Assim, o governo espera alcançar crescimento de 5% no Produto Interno Bruto (PIB) deste ano.
No ano passado, o bloqueio foi de R$ 21,8 bilhões, o maior em oito anos de governo Lula.
Da Agência Brasil

Com Jarbas não tem conversa: Oposição e ponto

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Já hoje, há mais de um mês da posse da presidenta Dilma, Jarbas Vasconcelos, que seguirá sendo senador, já mandou recado: respeite a oposição. É assim que se fala. Apesar da derrota acachapante, Jarbas seguirá sendo uma das lideranças nacionais de oposição.


Blog do Magno:

No seu primeiro discurso na tribuna do Senado Federal após as eleições, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) anunciou publicamente que votará contra qualquer tentativa do futuro Governo Dilma de recriar a CPMF. O senador do PMDB pediu respeito da futura presidente Dilma Rousseff à atuação oposicionista. “Que (ela) desenvolva uma relação de respeito com a oposição; que busque uma convivência republicana, sem tentativas de cooptação ou de acordos de gabinete; que não pregue o extermínio daqueles que pensam de forma diferente, pois, sem oposição, não há democracia”. Ainda com relação à CPMF, o senador conclamou a oposição a buscar apoio na opinião pública contra o novo imposto “para repetir a votação do dia 13 de dezembro de 2007, quando esta Casa rejeitou a renovação do imposto do cheque.”

 Jarbas Vasconcelos também fez uma avaliação do trabalho que a oposição exercerá a partir de 2011, com Dilma Rousseff na Presidência da República. “Não existe segredo, não há mistério sobre essa questão: nas democracias, quem vence a eleição vai governar, e quem perde assume o papel de oposição, de contraponto, daquele que, por meio da crítica responsável e da fiscalização do governo, contribui democraticamente para o sucesso da Nação”.

Jarbas deixou claro que, o fato de integrar a dissidência do PMDB e a bancada de oposição no Senado Federal, não o impedirá de votar favoravelmente a propostas apresentadas pelo Governo. “Sempre me posicionei nesta Casa com a convicção de que procuro fazer o melhor por Pernambuco e pelo Brasil. Eu vou manter esse princípio de comportamento e de atuação”.

Abusos de Lula


 “É verdade que, dentro do Congresso Nacional, o trabalho da oposição exigirá um esforço ainda maior diante dos inúmeros quadros que não conseguiram se reeleger. Perdemos figuras importantes, parlamentares que contribuíam para um debate e um enfrentamento de alto nível no Senado Federal e na Câmara dos Deputados. Nesta Casa, eu gostaria de citar os Senadores Marco Maciel, Tasso Jereissati, Arthur Virgílio, Mão Santa e Heráclito Fortes, companheiros que farão falta ao Parlamento”, lamentou Jarbas Vasconcelos.

“Fiquem certos que não vou me intimidar diante desta realidade na qual a oposição ficou ainda mais reduzida no Parlamento. Aqui, nesta tribuna, falaremos em nome de 43% dos brasileiros que votaram na oposição no segundo turno. Da minha parte, prometo uma postura combativa e construtiva”.

Jarbas Vasconcelos afirmou que o resultado da eleição nacional, com a vitória do PT, não apaga “os abusos” cometidos pelo presidente Lula na busca para eleger Dilma. “Lula montou um palanque móvel antes do prazo legal e com ele percorreu todo o Brasil. O presidente desrespeitou a legislação eleitoral para viabilizar a vitória da candidata do PT. Fez uso exagerado da máquina do Governo, atacando a oposição e pregando o extermínio dos seus adversários.”

 Na avaliação de Jarbas, o presidente Lula atuou como “chefe de uma facção” e não como o presidente de todos os brasileiros.  Para o senador do PMDB, uma parcela expressiva da população não aprovou esse comportamento, pois o Governo não atingiu seu intento de encerrar a disputa no primeiro turno das eleições.

Campanha terrorista

Jarbas também criticou o “terrorismo” que Lula e o PT fizeram no segundo turno, acusando o candidato José Serra de querer privatizar estatais como o Banco do Brasil e a Petrobras. “Uma prática condenável - já utilizada em outras disputas – que é a de repetir uma mentira várias vezes com o intuito de transformá-la em verdade”. O senador foi duro: “Essa prática fascista tem que ser enfrentada, denunciada e repudiada, para que não se repita no futuro.” Jarbas Vasconcelos defendeu que a presidente Dilma assuma a defesa das reformas política e tributária. “Nunca é demais lembrar que o presidente Lula foi eleito pela primeira vez, em 2002, com dois compromissos perante a Nação: liderar uma agenda de reformas institucionais e fazer da ética uma bandeira permanente do Governo. Após oito anos, não fez nem uma coisa nem outra.”

O Passado de Bandilma

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Minha gentem acordem. Corram dessa enrascada ligeiro

Da eleição e de como decidir em quem votar

domingo, 24 de outubro de 2010

Amigos, até o próximo domingo, eu e meu blog temos uma missão: levar a mensagem VOTE EM SERRA 45.

Não sei se venceremos a eleição, ao contrário dos petistas, que sabiam que ganhariam no primeiro turno e deram com os jumentos numa poça de lama bem fraquinha mesmo...

Já disse aqui mesmo que não morrerei se Serra perder, assim como não morri por Jarbas e Marco Maciel (além de João Mendonça). Mas estou nessa luta difícil, e talvez promissora, ou talvez derrotada, e não abdico de ir até o fim. Acredito piamente que entre SERRA e DILMA, o primeiro tem mais capacidade de gerir nosso país. E isso não tem nada a ver com avaliar o presidente LULA como bom ou como mau.

Basta dizer que LULA tem 80% de ÓTIMO nas pesquisas, mas sua candidata tem pouco mais ou pouco menos de 50%. É a prova clara de que vocês podem sim achar o governo dele BOM, mas não votar em quem ele manda.

Eu aceito debater com quaisquer um de vocês os governos de FHC e Lula. Vocês acham o deste melhor, eu acho o daquele.

Porém o dia e local para discutirmos os governos dos dois não é dia 31 de outubro na nossa seção eleitoral. Isso podemos fazer qualquer dia, na mesa de um bar ou em um sofá. O que decidiremos no dia 31, portanto, não é QUEM FOI MELHOR e sim QUEM SERÁ MELHOR.

E como descobrir quem é o melhor? Não há como ter certeza, mas há bons indícios.

- O passado
- A experiência
- As companhias
- Os compromissos de campanha



A meu ver, nos dois últimos ícones, a disputa fica empatada, pois tanto ele como ela têm projetos para o país quase que irrefutáveis.

Salvo a promessa de salário de 600 reais dele, que o PT acha um absurdo, ambos não diferem muito em relação a programa de governo.

E nas companhias, se julgam Lula uma boa companhia para Dilma, lembrem que ela também anda de braços dados com Zé Dirceu, Collor, Renan, Jader, Inocêncio, Maluf, etc, etc, etc.

Serra está com FHC, Itamar, Aécio, Jarbas, Marco Maciel, Rosalba, Jungmann, José Agripino. Mas também anda com Sérgio Guerra, Tasso Jereissati, Hugo Napoleão e um monte de outras almas sebosas.

Resultado: empate outra vez.

De sorte que a decisão se dá nos dois itens restantes: PASSADO e EXPERIÊNCIA ADMINISTRATIVA.

E é aí que SERRA dá um banho, meus amigos.

Dilma não tem passado eleitoral, apenas político. Serra já disputou N eleições. Ganhou, perdeu, mas disputou várias. Não está nessa como em uma aventura. Uma tentativa de “não tem tu, vai tu mesmo e se colar colou”.

Serra esteve nas Diretas Já, esteve no Plano real, nos Genéricos, no Fundo de Amparo ao Trabalhador, na Lei de Responsabilidade Fiscal. Dilma não. O máximo que conseguiu foi ser demitida da Secretaria de Minas do governo do RIO GRANDE DO SUL. Ah. Teve mais. Dona de uma lojinha de 1,99, Dilma se mostrou incompetente gestora e faliu em menos de 2 anos.

Dilma esteve apenas no governo Lula, e ao lado dele foi responsável por dois fiascos do governo? PAC e Minha Casa, Minha vida.

FIASCO SIM. PAC é uma invencionice que faz o povo pensar que o governo criou dinheiro e mandou para os estados e municípios. Mentira. Com ou sem PAC haveria recursos para esta obra. É uma grande propaganda enganosa, que, aliás, não cumpriu suas metas. Podem pesquisar sobre o tema na internet, nos sites oficiais. Já o “Minha Casa Minha vida”, entregou 160mil casas, quando a promessa era de 1 milhão. E que fique bem claro: não são casas dadas, e sim financiadas.

Enquanto isso, Serra foi o melhor ministro da saúde do mundo. Quem diz não sou eu, não. Foi prefeito e governador de São Paulo, elegendo sempre o sucessor, e vencendo lá a eleição para presidência nos 2 turnos de 2002 e no primeiro turno de 2010.

Errou ao assinar carta comprometendo-se a não abdicar do cargo de prefeito e fazê-lo para ser governador. Foi um lapso, mas que a meu ver não compromete sua credibilidade.

Sendo assim, sem Lula como candidato (para mim, ainda que fosse ele outra vez, não mereceria voto, mas isso é outra discussão), ambos com boas e más companhias, mas com passado e experiência pesando mais em favor de Serra, não há outra escolha, minha gente.

Não caiam nessa de que ele não gosta do Nordeste. E Dilma gosta? Nem ao debate veio discutir os temas da região. Aliás, se for por Lula ser nordestino, Dilma é Mineira, e com trajetória política no Rio Grande do Sul. De nordestina, ela não tem nada.

Outra lorota é que ele tenha fingido ser acertado por algum objeto em passeata no Rio de Janeiro. Versão já comprovada por peritos e pela grande imprensa.

E por fim, as pesquisas... DESMORALIZADAS. E não é porque estão contra a minha opinião não.

As pesquisas disseram que Eduardo Campos teria 72% e ele teve mais de 80%.

Disseram que, na Paraíba, Zé Maranhão seria eleito no 1° turno. Está havendo segundo turno, e Zé foi o segundo mais votado.

Disseram que Humberto Costa seria o senador mais votado. Foi Armando.

Disseram que, em São Paulo, Netinho seria o senador mais votado. Ele foi o terceiro e nem se elegeu.

PESQUISAS DESMORALIZADAS. FAJUTAS e SEM-VERGONHAS

Não será fácil. Mas não nos rendamos diante de dificuldades. Força, garra e mãos dadas rumo à vitória.

"Não aguento mais pedidos da Dilma e do Gilberto pra fazer dossies"

sábado, 23 de outubro de 2010


Gravações feitas no gabinete do ex-secretário Nacional de Justiça Romeu Tuma Júnior, de conversas com altos funcionários do Ministério da Justiça, revelam o desconforto de Pedro Abramovay, que sucedeu a Tuma no cargo, com supostos pedidos do Palácio do Planalto para a confecção de dossiês.

As informações são de reportagem de capa da revista “Veja” desta semana. Numa conversa com Tuma Júnior, Abramovay teria feito a seguinte queixa:

“Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho (chefe de Gabinete da Presidência da República) pra fazer dossiês. (…) Eu quase fui preso como um dos aloprados.”

“Veja” informa que os registros foram “gravados legalmente e periciados”, sem dar detalhes sobre quem fez as gravações nem quem teria autorizado o grampo.

Sobre a referência aos “aloprados”, a reportagem explica que Abramovay trabalhava na liderança do PT no Senado e com o senador petista Aloizio Mercadante em 2006, quando petistas foram presos em um hotel de São Paulo ao tentar comprar um suposto dossiê contra José Serra.

Segundo a “Veja”, na conversa com Tuma Júnior, Abramovay “sugere ter participado do episódio e se arrependido”. Conta que quase teria sido preso na época e até teve de se esconder para evitar problemas. “Deu ‘bolo’ a história do dossiê”, teria afirmado ele.

Abramovay, que era secretário de Assuntos Legislativos do Ministério, assumiu a Secretaria Nacional de Justiça em junho, depois que Tuma Júnior foi afastado do cargo em meio a denúncias de manter relacionamento com integrantes da máfia chinesa, em São Paulo. Procurado pela “Veja”, ele negou o teor das fitas.

“Nunca recebi pedido algum para fazer dossiê, nunca participei de nenhum suposto grupo de inteligência da campanha da candidata Dilma Rousseff e nunca tive de me esconder – ao contrário, desde 2003 sempre exerci funções públicas”, disse.

Tuma Júnior confirmou à revista os diálogos:

“O Pedro reclamou várias vezes que estava preocupado com as missões que recebia do Planalto. Ele me disse que recebia pedidos de Dilma e do Gilberto para levantar coisas contra quem atravessava o caminho do governo”, replicou, acrescentando: “Há um jogo pesado de interesses escusos. Para atingir determinados alvos, lança-se mão, inclusive, de métodos ilegais de investigação. Ou você faz o que lhe é pedido sem questionar ou passa a ser perseguido. Foi o que aconteceu comigo”.

Sem revelar nomes, Tuma Júnior segue: “Posso assegurar que está tudo bem documentado”, diz o ex-secretário Nacional de Justiça.Em passeata ontem em Diadema, no ABC paulista, Grande São Paulo, ao lado da candidata à Presidência Dilma Roussef (PT), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva Lula não comentou a reportagem da “Veja”. Lula disse não ter lido a reportagem.

- Não vi a (Veja) de hoje nem a de ontem.

Jaime Amorim diz que MST está fechado com Dilma



O presidente estadual do Movimento do dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Jaime Amorim, afirmou que os trabalhadores rurais estão fechados com a candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff.

"O MST está cem por cento com Dilma", garantiu em cima do trio elétrico onde foram feitos os discursos pró-Dilma no Recife, nesta sexta-feira (22).

Amorim também fez críticas ao candidato da oposição, José Serra (PSDB). "Hoje Serra, para nós, é um grande retrocesso. Pensamos um novo modelo de desenvolvimento", afirmou.

Sensus e Ibope. Quem tá errando?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Pesquisa do SENSUS
Dilma Rousseff  52,8%
José Serra 47,2%

 Pesquisa do IBOPE
Dilma  56%
Serra  44%

 Alguém tá errado. Talvez, os dois estejam, assim como erraram no primeiro turno, afirmando que Dilma venceria já no dia 3.