Jarbas, um defunto político
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
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Um cabeção teimoso e um Raul vira-casacas
terça-feira, 26 de junho de 2012
XIV - Representar ao procurador Geral da Justiça mediante aprovação de dois terços dos seus membros, contra o Prefeito, o Vice-Prefeito e Secretários do Município ou ocupantes de cargos da mesma natureza, pela prática de crime contra a administração pública que tiver conhecimento
Art. 16º - As contas do Município logo após a sua apreciação pala Câmara Municipal, ficarão durante 60(sessenta) dias, a disposição de qualquer cidadão residente ou domiciliado no Município, associações ou entidade de classes, para exame e apreciação, os quais poderão questionar-lhes a legitimidade nos termos da Lei
Meu fi, aí não diz que a conta tem que esperar 60 dias pra ser votada, não. Diz que, depois de votada, deve ser disponibilizada para qualquer cidadão, por esse período. Entendeu?
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O moído em Recife tá grande também
segunda-feira, 25 de junho de 2012
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JARBAS quebra o silêncio em seu aniversário
sábado, 20 de agosto de 2011
GOVERNO DILMA
Acho que é uma anomalia um governo que não completou oito meses e já é alvo de queda de quatro ministros. A presidente tem mostrado disposição de não conviver com a corrupção. Começou com o Ministério do Transporte e depois me parece que ela teve uma certa dificuldade de caminhar com isso para outras áreas. Ela não pode não ter uma atitude que teve com o Ministério do Transportes e descuidar com outros partidos, inclusive com o PMDB.
APOIO
A presidente merece o apoio, se ela continuar com essa determinação, de transparência e com comportamento uniforme. Pouco importa saber qual é o partido, se é PMDB, o PT, o PR... qualquer partido da base de apoio. Ela está com uma base muito grande, enorme. Era necessária para o bem dela reduzir o tamanho dessa base. A base, na maioria fisiológica, tão acostumada com a política do “toma-lá-da-cá”.
HERANÇA
Acho que esse combate dela à corrupção é uma herança que vem de Lula e ela participou disso, porque Lula fazia o que queria. Ele estava acima de vocês da Imprensa, dos formadores de opinião pública, do TCU. Lula era um semideus. Ela não tem esse status e nem vai alcançar esse status com brevidade. Pode até alcançar, mas não com brevidade. Só não tem a força que Lula tinha. É muito melhor ela combater a corrupção do que alisar os corruptos como Lula alisava, passava a mão na cabeça de aloprados, mensaleiros..
POPULARIDADE DE LULA
Pode (diminuir), porque agora ele não tem os privilégios que tinha como presidente da República. Na proporção que Dilma acentua uma posição firme no combate à corrupção, ela está atingindo um governo de três partes. Dilma não é um governo novo, é um governo de continuidade. Governo novo é que poderia fazer isso com a maior desenvoltura. Ela não tem essa desenvoltura para fazer isso, porque participou e foi chefe da Casa Civil. Esses ministros foram indicados por Lula, mas conviveram com ela antes. Não é fácil, é uma coisa um tanto complicada. O importante é ela fazer.
OPOSIÇÃO INCOMPETENTE
A oposição continua muito reduzida, mas reduzida do que ontem. Mas continua incompetente, muito sem organicidade. Eu não recebo convite de ninguém para se reunir. Ela não se reúne. Não posso estar chamando as pessoas para se reunir como dissidente de um partido. Não posso fazer isso. Quando a gente se reuniu, quando deu organicidade, a oposição, na legislatura passada, a gente derrubou a CPMF no Senado.
CPI SEM FUNCIONALIDADE
A CPI é uma contradição, porque não funciona. É um instrumento poderoso se o governo entendesse assim. Dilma comete um mal, um pecado de ser contra, porque a CPI é a favor dela. A CPI não vai pegar Dilma. Ela não é corrupta. Ela não alisa corruptos, como Lula alisa, então, a CPI não pega ela. Se constituir qualquer uma CPI eu assino. Mas, ela não vai funcionar, porque não funcionou na legislatura passada, quando a oposição era maior do que hoje e o governo não quer e toma os cargos. Toma relatoria, não deixa quebrar sigilo de ninguém. Então, não é CPI. Mas deve-se tentar formalizar e sinalizar para opinião pública, para mídia que ela não vai funcionar não por conta da oposição, mas porque o governo não vai deixar funcionar.
EMENDAS
O governo tem uma contradição muito grande na questão do controle da máquina de gasto. Por exemplo, ele sinaliza um reajuste para aposentados, que seria um reajuste muito pequeno, e libera emendas parlamentares, milhões para isso. Me parece que não há uma política de racionalidade. Depois a corrupção toma muito dinheiro. Uma obra de R$ 5 milhões, às vezes, vira uma obra de 8, 10 ou 15 milhões. É aí que está o rombo do dinheiro todo. Tem parlamentar que bota a agenda no toma lá da cá. Só vota com o governo se a emenda dele for liberada.
PR FORA DA BASE
É conversa para boi dormir. Conversa para vocês da Imprensa, para sair a notícia. Vão continuar com os cargos e vão continuar votando com o Governo.
RETORNO DE LULA
Ele é candidato. Ele está numa movimentação. Hoje (ontem) a Imprensa registra que ele disse que é uma imbecilidade pensar na eleição de 2014. Ele está percorrendo o País inteiro. Ele que recomendou parcimônia, recomendou que seria um ex-presidente bem comportado e está viajando o Brasil inteiro. Esse conflito vai surgir. Não vai ser agora em 2011, 2012, mas vai surgir. Porque ele é candidatíssimo e ela (Dilma) é candidatíssima. Ela está querendo criar um estilo próprio. O combate à corrupção, por exemplo, não faz o estilo da gente de Lula; Dilma está fazendo o estilo dela. Então, acho que esse conflito vai aflorar e vai estourar já, já, porque ela vai querer ser candidata à reeleição e Lula vai querer voltar. Vai ter um conflito aí. Quando eu não sei, mas vai ser mais adiante.
CANDIDATURA À PCR
Isso eu não quero não. Eu estou bem comigo mesmo e estou exercendo meu mandato com muita determinação, responsabilidade. Quebrei um pouco meu isolamento. Continuo muito isolado, mas esse isolamento reduziu dentro do PMDB. Eu tenho com quem conversar dentro do PMDB. Antigamente era só com Pedro Simon e um pouco Mão Santa. Agora tem Ricardo Ferraço (ES), Roberto Requião, Simon, Luiz Henrique, Casildo Maldana (SC), Valdemir Mocca (MT). Tenho uns seis ou oito com quem conversar agora. A direção do partido já não me olha como me olhava antes.
APOSENTADORIA
Se encerrar eu não sei (neste mandato). Estão me perguntando de uma eleição que é daqui há 15 meses. Eu não quero disputar. Não tenho participado (de discussões). Tenho cedido o Debate (escritório político) para o pessoal mais jovem. Mendonça Filho, os dois Raul (Henry e Jungmann), Daniel Coelho. Convocado, eu sou todo dia. Recebo uma média 20 emails. Um terço é sobre a eleição do Recife, me chamando para ser candidato. Estou respondendo a todos eles dizendo que não vou disputar.
ELEIÇÃO 2012
Não será uma eleição fácil. Não existe eleição fácil e essa não será. Ele (João da Costa) vai sair na frente. Ele tem a máquina da PCR, tem o PT, tem uma série de coisas. Não é uma eleição fácil, que já ganhou. Ele tem uma contestação generalizada na cidade, mas isso não quer dizer que ele é um candidato fraco. Ele é um candidato vulnerável.
OPOSIÇÃO DO RECIFE
Está num quadro que é muito mais favorável de que as últimas eleições. Nosso campo tem que ter dois candidatos. Um só não dá certo, tem que ter dois para ir para o segundo turno.
FOLHA de PE
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Eles lamentam morte de Mendonção
terça-feira, 26 de abril de 2011
Eu e minha família, em especial meu pai, Cecílio Alves e minha mãe, Lourdinha, lamentamos profundamente a partida desse grande líder. Comecei a admirar José Mendonça quando eu ainda era uma criança. Por muitas vezes, recebi o seu abraço, suas palavras de incentivo, seus gestos de carinho e amizade. Suas lições de vida e superação trouxeram inspiração para a minha trajetória política. Ele sempre acreditou na juventude e esteve em todos os momentos ao lado dos seus amigos, que são muitos. Desde cedo, meu pai me levou para a convivência de Zé Mendonça e me transmitiu o gene da fidelidade a este grande homem. Faz bem pouco tempo que tive a oportunidade de dizer a Zé Mendonça o quanto o admirava e o quanto tinha por ele um respeito inabalável.
''Tínhamos divergências políticas mas devo reconhecer, como ex-prefeito, que ele deu sua contribuição para o desenvolvimento do município. Aliás, a briga dele com meu pai foi benéfica para o município porque era uma disputa para aferir quem mais trabalhava pela cidade. Lamento a sua morte e envio meus pêsames à viúva, Dona Estefânia, à sua irmã, Dona Neci, aos seus filhos, e ao ex-prefeito João Mendonça''.
“José Mendonça foi um dos mais queridos colegas que eu tive o privilégio de conhecer na Câmara dos Deputados. Além de experiente parlamentar, era um político conceituado com uma noção inigualável da realidade nordestina. Sempre que tinha oportunidade, me aproximava desse prezado amigo para ouvir os seus argumentos sobre temas relevantes relacionados ao nosso país. O seu falecimento abre uma lacuna na vida política brasileira e impõe a todos nós uma grande consternação”,
Pernambuco perde uma grande liderança política, que sempre atuou de forma coerente, defendendo os interesses dos pernambucanos e, principalmente, de Belo Jardim. Aos familiares e amigos gostaria de transmitir os meus sinceros sentimentos nesse momento de dor com a perda do ex-deputado federal José Mendonça. “Mendonça foi um homem público que deu grande contribuição ao desenvolvimento do nosso estado. Cumpriu oito mandatos de deputado federal com muita disposição para ajudar Pernambuco. A coerência também foi uma das marcas de sua atuação. Sua perda nos entristece profundamente”.
“A Prefeitura do Recife, em meu nome, lamenta a morte do ex-deputado José Mendonça e transmite solidariedade à família neste momento de dor. Reconhece, mesmo estando em campos opostos, que o ex-deputado teve uma atuação destacada por Pernambuco. Certamente vai fazer muita falta. Enviamos um abraço em especial a Mendonça Filho e a todos os seus familiares.”
Marcos Coca-Cola e Joelma Gomes“O povo de Belo Jardim, independentemente do apreço partidário, lamenta profundamente essa perda política, humana e amiga. Mendonção foi sinônimo de correção política e de exímia capacidade e coragem de tomar posições. Um parlamentar que construiu o seu currículo pautado em inúmeros serviços prestados a Pernambuco e ao Brasil. Sem dúvida, um exemplo para as novas gerações”
Gustavo Krause (DEM), ex-ministro“José Mendonça era um grande amigo que fiz ao longo da vida. Convivo com ele praticamente durante toda a sua vida política. Desde 1974 temos uma grande amizade, inclusive ele era um noveleiro como eu. Era não só amigo dele, como de toda a família, passávamos o Natal um na casa do outro. A despeito do seu temperamento forte sempre convivemos muito bem, e eu tinha a sensação de que ele me ouvia. Todos nós sentimos muito a perda. Sempre defendeu com coerência e clareza suas ideias. Estou muito abatido.”
“É uma tristeza muito grande. Os amigos perdem uma grande figura, uma figura marcante e Pernambuco perde uma grande liderança política. Mendonção liderou a construção da União por Pernambuco, que fez com que o Estado se erguesse. Ele deixa um legado enorme. Dentro desse legado está o seu filho, Mendonça Filho, que horna a carreira do pai”.
“Acho que o ex-deputado José Mendonça vai fazer muita falta à política de Pernambuco e do Brasil. Ele teve uma longa folha de serviços prestados em seus mandatos, sempre com uma posição muito clara, firme. Era um homem de partido, de lealdade ao partido e a suas ideias. Mesmo seus adversários tinham por ele muito respeito, por sua firmeza de posição e seus princípios.”
Edson Vieira (PSDB), deputado estadual“Lamento profundamente o falecimento do ex-deputado federal José Mendonça Bezerra, grande parceiro político e grande amigo. Zé Mendonça teve uma trajetória pública de trabalho e dignidade, era um político admirado em todo o estado e porque não dizer no país. Nesse momento, não só eu, como o grupo político do qual faço parte e Santa Cruz do Capibaribe estão de luto pela morte do político exemplar que foi José Mendonça Bezerra. À família Mendonça, os nossos mais sinceros votos de pesar e consternação. Coloco-me à disposição para o que a família precisar nesse momento tão difícil.”
Antônio Moraes (PSDB), líder da oposição na Assembleia "Lamento profundamente a morte de José Mendonça que deixa uma lacuna na politica pernambucana e no Brasil. Era um homem público comprometido com nosso estado e com suas causas. Em nome da bancada de oposição, solidarizo-me com sua família neste momento de dor".
Fontes: Blog do Jamildo e Diário da Sulanca
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 23:04 0 comentários
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Com Jarbas não tem conversa: Oposição e ponto
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Jarbas Vasconcelos também fez uma avaliação do trabalho que a oposição exercerá a partir de 2011, com Dilma Rousseff na Presidência da República. “Não existe segredo, não há mistério sobre essa questão: nas democracias, quem vence a eleição vai governar, e quem perde assume o papel de oposição, de contraponto, daquele que, por meio da crítica responsável e da fiscalização do governo, contribui democraticamente para o sucesso da Nação”.
Jarbas deixou claro que, o fato de integrar a dissidência do PMDB e a bancada de oposição no Senado Federal, não o impedirá de votar favoravelmente a propostas apresentadas pelo Governo. “Sempre me posicionei nesta Casa com a convicção de que procuro fazer o melhor por Pernambuco e pelo Brasil. Eu vou manter esse princípio de comportamento e de atuação”.
Abusos de Lula
“É verdade que, dentro do Congresso Nacional, o trabalho da oposição exigirá um esforço ainda maior diante dos inúmeros quadros que não conseguiram se reeleger. Perdemos figuras importantes, parlamentares que contribuíam para um debate e um enfrentamento de alto nível no Senado Federal e na Câmara dos Deputados. Nesta Casa, eu gostaria de citar os Senadores Marco Maciel, Tasso Jereissati, Arthur Virgílio, Mão Santa e Heráclito Fortes, companheiros que farão falta ao Parlamento”, lamentou Jarbas Vasconcelos.
“Fiquem certos que não vou me intimidar diante desta realidade na qual a oposição ficou ainda mais reduzida no Parlamento. Aqui, nesta tribuna, falaremos em nome de 43% dos brasileiros que votaram na oposição no segundo turno. Da minha parte, prometo uma postura combativa e construtiva”.
Jarbas Vasconcelos afirmou que o resultado da eleição nacional, com a vitória do PT, não apaga “os abusos” cometidos pelo presidente Lula na busca para eleger Dilma. “Lula montou um palanque móvel antes do prazo legal e com ele percorreu todo o Brasil. O presidente desrespeitou a legislação eleitoral para viabilizar a vitória da candidata do PT. Fez uso exagerado da máquina do Governo, atacando a oposição e pregando o extermínio dos seus adversários.”
Na avaliação de Jarbas, o presidente Lula atuou como “chefe de uma facção” e não como o presidente de todos os brasileiros. Para o senador do PMDB, uma parcela expressiva da população não aprovou esse comportamento, pois o Governo não atingiu seu intento de encerrar a disputa no primeiro turno das eleições.
Campanha terrorista
Jarbas também criticou o “terrorismo” que Lula e o PT fizeram no segundo turno, acusando o candidato José Serra de querer privatizar estatais como o Banco do Brasil e a Petrobras. “Uma prática condenável - já utilizada em outras disputas – que é a de repetir uma mentira várias vezes com o intuito de transformá-la em verdade”. O senador foi duro: “Essa prática fascista tem que ser enfrentada, denunciada e repudiada, para que não se repita no futuro.” Jarbas Vasconcelos defendeu que a presidente Dilma assuma a defesa das reformas política e tributária. “Nunca é demais lembrar que o presidente Lula foi eleito pela primeira vez, em 2002, com dois compromissos perante a Nação: liderar uma agenda de reformas institucionais e fazer da ética uma bandeira permanente do Governo. Após oito anos, não fez nem uma coisa nem outra.”
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Palavra de um valente
sábado, 18 de setembro de 2010
"Estamos assistindo a mais um escândalo envolvendo gente graúda que trabalha no Palácio do Planalto. Nem eu, nem você nem ninguém pode ficar calado.
Afinal, essas coisas erradas são feitas com dinheiro do imposto que você paga. E dinheiro público deve ser usado em beneficio do povo e não pra ajudar filho de ministra.
Essa mesma senhora, Erenice Guerra, já esteve envolvida em outros escândalos que nunca foram explicados. Faço votos que não seja mais uma denúncia para o presidente Lula ridicularizar como tem feito com tudo de comprometedor que ocorre.
O governo tem obrigação de se explicar e parar de proteger amigos e assessores envolvidos em escândalos. O governo é para servir ao povo e não a amigos e grupos políticos.
Jarbas, ainda perdendo, saiba que você ganhou. Ganhou um admirador de sua valentia, coragem, destemor, lealdade, garra e civilidade"
Jarbas Vasconcelos
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Eduardo deve sucesso a alguém. QUEM?
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
No meu hábito de xeretar tudo pela internet, achei reportagem da revista Isto É sobre o governador Eduardo Campos.
Da revista IstoÉ
Nenhum candidato a governador no País está tão seguro da vitória quanto o pernambucano Eduardo Campos (PSB). A três semanas da eleição, ele aparece nas pesquisas com 73% das intenções de voto, acumulando 56 pontos percentuais de vantagem sobre seu rival, o peemedebista Jarbas Vasconcelos, um político tradicionalmente bom de voto em Pernambuco. Não há outro candidato com tamanha dianteira no Brasil. Campos vem sendo aclamado como um “gênio sedutor” por seus correligionários e leva dos adversários a pecha de “arrogante manipulador de resultados”, segundo definição do senador de oposição Raul Jungmann (PPS).
Aos 45 anos, Eduardo Henrique Accioly Campos se orgulha de ser o governador mais popular do País. Uma pesquisa do Instituto Datafolha, de julho, mostrou que 62% dos pernambucanos avaliam seu governo como ótimo ou bom, 27% acham regular e somente 7% dizem que a administração é ruim ou péssima. Em 2006 ele herdou um Estado sem grandes problemas financeiros e tratou de aproveitar a boa maré econômica para modernizar o governo de Pernambuco, o que explica seu sucesso e o favoritismo para a reeleição. Campos é da nova geração de administradores públicos que defendem prêmios de produtividade para o funcionalismo e procuram governar seus Estados como se fossem empresas privadas. Para escândalo de muitos parceiros socialistas, ele procurou modelos de gestão eficientes até entre partidos que se alinham com seus opositores. De Minas, com o ex-governador Aécio Neves, por exemplo, foi buscar as ideias do “choque de gestão”. Depois desembarcou em São Paulo para estudar o modelo de saúde implantado por José Serra. Também foi ao Rio de Janeiro discutir soluções para a segurança pública com o governador Sérgio Cabral.
Aliado de Lula, Campos, como presidente nacional do PSB, ajudou o presidente a articular a retirada da corrida eleitoral do deputado Ciro Gomes, deixando a estrada livre para Dilma Rousseff. Assim, ganhou peso político em Brasília. O governador levou para o Estado megaempreendimentos industriais ligados ao petróleo e à produção de navios, além de ter incentivado a indústria têxtil pernambucana, que passou a ser a segunda força fabril do País no setor. Em parceria com o governo federal e a iniciativa privada, tirou da prancheta, depois de quase 60 anos, a Ferrovia Transnordestina. Assegurou ainda as obras da transposição do rio São Francisco, recursos para o porto de Suape e ganhou a Refinaria de Petróleo Abreu e Lima.
Pernambuco ainda é um Estado pobre. Segundo os novos dados do PNAD 2009, a pesquisa nacional por amostra de domicílios do IBGE, só 39,6% de suas residências têm esgoto e 15,6% não contam com água encanada. O Estado apresenta um índice de analfabetismo de 17,9%, sendo que outros 28,5% são de analfabetos funcionais – ou seja, 46,6% da população mal sabe ler e escrever. “Fizeram muita maquiagem no Estado”, reclama Raul Jungmann. “Vivemos um efeito Lula quintuplicado.” Eduardo Campos admite que a ajuda do governo federal foi estratégica, mas garante que Pernambuco também tratou de fazer sua parte. “Não há vento bom para quem não sabe para onde quer ir”, afirma.
“Eduardo Campos tem três características: prepotência, arrogância e soberba”, desdenha seu rival Jarbas Vasconcelos. Para o candidato do PMDB, o governador aproveitou-se de uma “política de toma-lá-dá-cá” para erguer sua base de apoio. Jungmann reclama que favores oficiais são distribuídos fartamente para atrair aliados: “Os prefeitos daqui não são autônomos e, como o governador tem a caneta e as verbas oficiais, fica difícil fazer oposição”, diz ele.
Foi na esteira do avô Miguel Arraes, um mito da política nordestina, que Eduardo Campos entrou na política. Casado, pai de quatro filhos, está desde 2007 no Palácio das Princesas, que seu avô ocupou por três vezes no passado. “Mas Campos tem um perfil diferente, é mais conciliador do que Arraes”, diz o cientista político Túlio Velho Barreto, da Fundação Joaquim Nabuco. Arraes era o homem que falava com o sertão, já Campos fez sua carreira política na região metropolitana do Recife, que concentra 41% dos eleitores do Estado. Hoje, seu alto índice de popularidade mostra que já fala o mesmo idioma com os eleitores urbanos e os do agreste. “Campos tem um pouco de Lula e de Arraes”, acredita Barreto. A mãe do governador, a deputada federal pelo PSB Ana Arraes, se derrete quando fala do filho: “Ele é um gestor público moderno que consegue perseguir metas ao mesmo tempo que cuida de gente”, diz ela.
Campos atraiu para seu palanque 15 partidos políticos, além de 15 dos 17 prefeitos do PSDB no Estado. Estão com o governador socialista até tradicionais lideranças conservadoras do Estado, como Inocêncio Oliveira e Severino Cavalcanti. O sonho de Campos nessas eleições é devolver a Jarbas Vasconcelos a surra que ele impôs nas urnas a seu avô Arraes em 1998. Naquele ano, Jarbas foi eleito com uma diferença de mais de um milhão de votos.
Para ler a matéria completa, clique aqui.
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 19:13 2 comentários
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Jarbas considera reação de socialista “ridícula”
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
“Uma das coisas mais ridiculas que eu vi em Pernambuco, nos ultimos anos, é esse ato da Frente Popular. Ninguém danificou nada, ninguém desrespeitou nada, nem tentou invadir o Palácio. Se o governador não quer mais protesto na frente do Palácio, pelo amor de Deus, né? Coisa do ridículo atroz”, disparou. Quanto à participação do seu filho na manifestação, Jarbas respondeu: “Eu nem sei dizer se ele estava lá. Mas se ele estava, fazia bem, porque ele é militante, quer participar. E ele não vai ficar restrito de ir à Praça da República fazer um protesto por que é meu filho”, asseverou.
Sobre a quebra do sigilo da filha de Serra, Jarbas disse não ter ficado surpreso e afirmou se tratar de um ato de “extrema gravidade”. “Era plenamente previsível, no momento em que o Executivo junto com o PT aparelharam o Estado, inclusive orgãos e instituições como a Receita Federal, tinha que dar nisso, né? Perde-se o controle. Qual é o itinerário para o regime forte? É o primeiro se dizer magoado com a Imprensa, procurar restringir a liberdade de Imprensa. Segundo, é retirar os direitos individuais. Terceiro, é tornar o Congresso reduzido. É esse o itinerário de Lula. É esse o itinerário do PT. É uma coisa lamentável”, reclamou. Quanto à apuração dos fatos, Jarbas se mostrou preocupado. “Se isso não for apurado antes da eleição, ficará ao Deus dará”, completou.
No tocante aos ataques feitos pelo presidente à oposição, Jarbas afirmou. “Daqui a pouco um candidato pode ser agredido na proporção em que Lula acaba transformando adversários em inimigos e quer excluí-los do cenário político, por exemplo. Ele já fez isso aqui, já fez isso em Brasília. E vem fazendo isso na televisão. É uma situação muito delicada”.
O senador e candidato à reeleição, Marco Maciel (DEM), que também esteve presente na caminhada de Jarbas, no Jordão Alto, ontem à noite, preferiu não se posicionar sobre o caso da quebra de sigilo de Verônica Serra. “Agora não posso fazer comentários para o futuro porque o Congresso está em recesso”, resumiu. No que diz respeito às críticas do presidente Lula, o senador foi discreto ao responder que “não vai alterar a sua vida pública”
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 10:43 0 comentários
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Jarbas mostra mentira do guia de Eduardo
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Era mentira. O senhor nem mora lá em Santo Amaro, onde o guia foi gravado. O comércio nem existe mais.
Jarbas descobriu e colocou no ar. Vejam:
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 08:08 0 comentários
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Jarbas ataca as UPA's
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Na noite dessa segunda, 23 de agosto, falou mal das UPAS, que o governo apresenta como a oitava maravilha do mundo.
Vejam o programa de Jarbas
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 13:50 0 comentários
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Site de Jarbas invadido
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
O site JARBAS15.com foi invadido por hackers que colocaram vídeos do deputado folclórico Silvio Costa insultando o senador.
O site já voltou ao ar e segue sendo o mais visitado do nordeste desde que foi lançado
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 23:49 1 comentários
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