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A ENTREVISTA DE MARINA AO JN

quinta-feira, 28 de agosto de 2014


Sem dúvidas, embora com sua pose de virgem imaculada, Marina foi a mais acuada na sabatina que Bonner e Poeta fizeram no Jornal Nacional.

Já na primeira pergunta, ela teve de tentar (tentar, tentar e não conseguir) explicar o uso irregular em campanha do avião que matou Eduardo Campos. Bonner perguntou-lhe se ela, que cobra tanta ética dos adversários, não falhou, ao não procurar saber em que situação de empréstimo estava o avião. Marina insiste que o avião era um empréstimo que seria ressarcido ao final da campanha. Pera lá. RESSARCIR UMA DOAÇÃO? Mais estranheza no ar...

Patrícia Poeta relembrou que em 2010 Marina levou uma surra dos seus adversários, Dilma e Serra, no Acre. Teve menos da metade dos votos do tucano, que venceu por lá. Marina colocou a culpa na sua demasiada honestidade. Segundo ela, é difícil ser profeta em sua própria Terra (embora ela espere ser profeta na terra alheia). Diz a ex-senadora que contrariou muitos interesses da Elite no Acre e por isso sofria uma forte perseguição. Das duas uma: ou o acre é composto em 77% por pessoas de elite (esse é o percentual de acreanos que NÃO VOTOU EM MARINA) ou então os acreanos são pessoas suscetíveis a pressões dos grandes grupos econômicos. Vale lembrar ainda que o esposo de Marina, até a semana passada, fazia parte da burocracia estatal, ganhando quase 20 mil reais por mês como secretário do governo do PT lá no Acre. Portanto, a própria Marina, hoje, faz parte da ELITE. 

Acontece que ela não se rende e resolveu achar um novo significado para a palavra ELITE.

A melhor parte foi quando Bonner confrontou-lhe quanto à incoerência de se unir a quem pensa tão diferente dela quanto Beto Albuquerque, seu vice. Diz Marina que faz parte da Nova Política trabalhar as diversidades e as diferenças. E aí Bonner soltou a melhor da noite: Quando é a senhora que se une, é a convergência de opostos em prol do Brasil. Quando são seus adversários, é porque é a Velha Política?

O resto da entrevista foi proselitismo da pobreza e da perseguição que sofreu por contrariar interesses das elites.

Sem dúvidas, a pior das entrevistas que o JN fez.

Pesquisa presidencial e debate da BAND

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A primeira pesquisa feita depois da morte de Eduardo mostrava Marina em empate técnico com Aécio Neves (21% e 20%), enquanto Dilma seguia com 38%.

Na mais recente, divulgada ontem, Marina já aparece em empate técnico com Dilma (34% x 29%) enquanto Aécio caiu para 19%.

Maria, com sua pose de Santa, pairando sobre tudo e sobre todos, como se fosse superior moralmente, assusta. Já vence Dilma em simulação de segundo turno.

Com seu ar de frágil, os adversários temem bater de frente com ela e assim torná-la mais vítima do que já é. Confesso que toda vez que a vejo, sinto vontade de lhe oferecer um prato de comida.

O tal avião que caiu matando Eduardo Campos estava, e isso ficou muito claro, funcionando dentro de um esquema de CAIXA DOIS. Se fosse Dilma ou Aécio, um escândalo cairia em suas campanhas. Marina pode?

Os números não significam que Aécio esteja fora da briga. Mas uma boa estratégia e coragem de enfrentar Marina pra valer serão necessárias. E o tempo urge!

O debate da BAND foi uma boa oportunidade para percebermos o perfil de cada um dos 3 (e dar boas risadas com o maconheiro do PV e a louca do PSOL).

Dilma segue com aquela ladainha de que, se estão descobrindo as maracutaias do PT é porque seu governo fortaleceu a polícia federal. É meio que "vocês só sabem que roubamos porque demos autonomia à polícia". Gaga, nervosa e fugindo de todas as perguntas que lhe incomodam. Claro que tem dados favoráveis para apresentar, e assim o fez. Mas a forma como o faz a torna a maior chacota do debate.

Marina não acha que é incoerente. Não acha que deve explicações. Não apresenta proposta alguma. Fica apenas, como falei, pairando acima do bem e do mal.

Aécio apresenta dados, números e propostas. Convence que está preparado, mas peca na fraqueza em bater de frente de verdade com Marina.

Mais debates virão e veremos se algum deles ajudará a frear o crescimento de Marina.


VEJA DEBATE NO YOUTUBE


As novidades da política

sábado, 5 de outubro de 2013

A políticas local e nacional estão de perna pros ares. Durante a semana em que passei viajando, muitas coisas aconteceram e merecem comentários


CECÍLIO GALVÃO NO PTB



A verdade é que desde a eleição de prefeito, quando muitos duvidaram que Eduardo Campos apoiaria pra valer o projeto de João Mendonça, inclusive por que o filiou não ao seu partido, mas ao PSD, o PSB sinalizava de que lado está em Belo Jardim. Cecílio não saiu, foi “saído”, até por que seu pai e seu grupo apoiam a candidatura de Armando Monteiro para o governo, e não o candidato que Eduardo venha a escolher.

Na prática, não muda muita coisa. Apenas um entrave se vislumbra: Mendonça Filho e o DEM devem apoiar o candidato de Eduardo. Será difícil, assim, fazer chapa junto com o PTB, que apoia Armando. A impossibilidade de DEM e Armando estarem juntas chama-se PT.

TONY GEL NO PMDB

Tony Gel demorou foi muito a sair do DEM. Na política, vocês sabem, não existe fibra nem honradez. Ou se existe, é artigo de luxo. A esposa de Tony Gel, Mirian, tinha tudo para ser eleita prefeita ano passado. Não foi por um único motivo: EDUARDO CAMPOS. Ainda assim, há meses, Tony Gel declara abertamente que está do lado do governador e que o apoiará para qualquer eleição que dispute. Tony joga fora, pois, 20 anos de história para se juntar a Zé Queiroz e João Lyra.

E que fique bem claro: caso DEM e PMDB fiquem em uma mesma chapa, não importa se Tony estava no 25 ou 15, a votação que precisa é a mesma. Vá entender...

MARINA NO PSB



É algo que ainda está sendo digerido. A ex-senadora teve quase 20 milhões de votos. Não vejo o sentido de abrir mão de se candidatar por um dos partidos que lhe ofereceram abrigo para apoiar Eduardo, que aparece com 4% nas pesquisas. Sem dúvida alguma, o governador é um MESTRE.

Corre, marina...é uma cilada

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Aécio Neves, aquele que ferrou Serra na campanha passada, e que ao memso tempo em que se alia ao DEM, se alia ao PT, agora prepara uma arapuca para Marina Silva.


Leiam o que diz o Estadão:

Sem partido e com um poderoso cacife eleitoral que rendeu quase 20 milhões de votos nas eleições presidenciais de 2010, a ex-senadora Marina Silva (AC) está na mira do tucanato mineiro. Na avaliação de integrantes do PSDB, uma aproximação com a ex-verde poderia impulsionar uma possível candidatura do senador tucano Aécio Neves à Presidência em 2014, além de uma virtual empreitada para a disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte no ano que vem

Governo vai rever plano de Marina para Amazônia

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Foi só Marina Silva engrossar o discurso contra o PT que o governo colocou as asinhas de fora.

Principal legado de Marina Silva no Ministério do Meio Ambiente, o PAS (Plano Amazônia Sustentável) será revisto pelo governo, informa reportagem de Claudio Angelo, publicada nesta quinta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Segundo a reportagem, sua nova versão deverá incluir projetos de mineração, defesa e grandes hidrelétricas.

A reforma no plano começou a ser debatida ontem em um seminário organizado pela SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos). O momento não poderia ser pior politicamente: o PT e o governo tentam atrair a candidata derrotada verde e seus 20 milhões de eleitores para a campanha de Dilma Rousseff no segundo turno.

O PAS é um ponto sensível para Marina: construído durante três anos, ele deveria dar as diretrizes para o desenvolvimento da região. Marina costumava se referir ao plano como seu "filho".

Quando decidiu lançá-lo, em maio de 2008, o presidente Lula entregou sua execução à SAE, então chefiada por Mangabeira Unger, alegando que Marina não era "isenta". Foi o estopim da demissão da ministra.

O debate da Globo

sexta-feira, 1 de outubro de 2010


Oi, internautas.


O debate da globo foi morno. Nem sei se valeu mesmo a pena não ir ao comício para ficar vendo essa chatice.


Serra foi um bundão e não teve coragem de atacar Dilma quando pôde. Que ela ia fugir, nós sabíamos.


Podia perguntar sobre Erenice, sigilo fiscal, escândalos do PT, obras inacabadas, etc. Serra não virou o jogo no debate, como muitos de nós pensávamos.

O melhor do debate foram:


- Dilma dizer que todas as doações legais para a campanha dela são declaradas. E as não oficiais ela esconde, né? O público cair na gargalhada.




-Dilma afirmar que na Inglaterra, eles são ingleses. Não me diga!!!

Aumenta a chance de 2ºturno, diz Datafolha

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A pesquisa Datafolha divulgada na madrugada desta terça-feira, 28, aponta que a candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT), não tem mais a garantia de vitória no primeiro turno. Para vencer as eleições no primeiro turno, é necessário ter 50% mais um voto para vencer o pleito.

O levantamento mostra que Dilma perdeu três pontos percentuais entre os votos válidos que decidirão as eleições. A petista foi de 54% para 51%. Considerando a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, Dilma Roussef pode ter 49% ou 53% dos votos válidos.


 

Seu adversário, José Serra (PSDB), cresceu apenas um ponto - subindo de 31% para 32%. Marina Silva (PV) ganhou dois pontos e passou de 14% para 16% das intenções de votos válidos.

Os resultados da pesquisa estimulada apontam Dilma com 46% das intenções de voto, Serra tem 28% e Marina segue com 14%.

Votos brancos, nulo e eleitores que não votarão em nenhum candidato somam 3%. O número de indecisos é de 7%. Os outros candidatos não alcançaram 1%.

Um debate histórico, em busca de personagens igualmente históricos

terça-feira, 21 de setembro de 2010


A primeira coisa a ser dita sobre a iniciativa do debate promovido pela TV Jornal e o SBT Nordeste é que foi uma grande iniciativa. Nunca antes na história do Nordeste candidatos a presidência haviam se encontrado para debater os problemas específicos da região.

A proposta da regionalização da TV foi, assim, um golaço, com certeza um marco no evento transmitido por dez afiliadas do SBT na região, nesta segunda-feira (20).

A segunda coisa a ser dita é que o debate foi morno, muito morno, não por culpa das regras propostas e estabelecidas, mas por insuficiência de desempenho de seus próprios protagonistas.

O exemplo melhor acabado é o próprio tucano José Serra, que não conseguia concluir seus pensamentos em várias oportunidades, extrapolando o tempo das respostas. Não resta dúvida que é bem preparado, mas o ar professoral não ajuda no vídeo. É inacreditável sua falta de objetividade no embate desta segunda.

De olho nos votos que precisa para tentar chegar ao segundo turno, apelou para o populismo, aparentemente deixando de lado o equilíbrio (fiscal) que sempre marcou o discurso dos tucanos. O candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, José Serra, propôs a concessão de 13º salário a beneficiários do programa Bolsa Família e um salário mínimo mais elevado aos trabalhadores. Teve até a sugestão de criação de uma Secretaria para o Semi-Árido. E a bomba do BNB, que foi criado para isto, desenvolver o Semi-Árido?

Repetiu ainda as propostas de reajuste de 10% para aposentados e de salário mínimo de R$ 600. Segundo colocado nas pesquisas, teve que ouvir de Marina a crítica de que a ampliação do programa Bolsa Família ocorre por motivos eleitorais.

Plínio

O candidato do PSOL Plínio de Arruda Sampaio manteve a linha franco atirador e abusou do tom jocoso para tentar chamar a atenção, havendo dúvidas se não ultrapassou o sinal. É bonito ver um homem sonhador, utópico, coerente, aos 80 e tantos anos. Pena que tamanha coerência não sirva ao mundo prático, como parece deixar patente a falta de votos. Sim, Plínio, o engraçadinho de plantão, é também um candidato que não pontua na maioria das pesquisas.

Despojado como de costume, Plínio acusou os rivais de andarem em más companhias: Citou os dilmistas Fernando Collor (PTB-AL), José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL), o serrista Marco Maciel (DEM-PE) e o marineiro Zequinha Sarney (PV-MA). “Esses são todos coronéis e são responsáveis pelo atraso do Nordeste”, disse.

Numa tirada irônica, daquelas de quem joga para a plateia, aliás mal comportada na noite desta segunda-feira, diria até desrespeitosa, o socialista disse que o senador do DEM, Marco Maciel, é um dos coronéis responsáveis pelo atraso do Nordeste. Um evidente exagero, é claro.

O discurso anacrônico vai de críticas ao agronegócio com a transposição até uma insólita proposta de revisão da Lei de Responsabilidade Fiscal. Até o PT já abandonou esse discurso, para eleger-se e governar.

O cara roubou a cena mesmo ao defender a legalização da maconha, como forma de combater o tráfico de drogas. Mas se apressou em dizer que não apertava um baseado.

Marina

Em vários blocos do programa, Marina e o candidato do PSOL tentaram polarizar o debate. A presidenciável do PV foi chamada de ingênua e de “mais conservadora na questão econômica do que todos os outros candidatos”. O socialista ouviu a rival chamá-lo de “desinformado”.

“Eu me livrei da velha gana de rotular as pessoas”, afirmou a ex-ministra do Meio Ambiente para alfinetar o adversário.

Marina defendeu ideias genéricas, como a ampliação do SUS, na área de saúde. A impressão geral é que ficou devendo, acoada por Plínio que foi.

O momento de maior expressividade parece ter sido a defesa da educação para todos, repetindo a platitude de que os filhos dos brasileiros precisam de mais oportunidades. A promessa veio a propósito de um questionamento sobre analfabetismo na Paraíba.

Marina disse que era um compromisso ético e pareceu bem convincente quando afirmou que uma pessoa que não tinha educação ouvia e entendia pela metade.

Oportunidade perdida

Neste sentido, não é fácil concluir que todos os candidatos foram muito superficiais e perderam uma boa chance de se aprofundar em temas caros à população, como transporte e segurança, educação, saneamento. Todos tergiversaram demais e apresentaram propostas concretas de menos.

Uma prova do descolamento dos candidatos da realidade nordestina foi a problemática da Sudene. Todos defenderam sua revitalização, incorrendo em um erro comum, que é o de trocar o instrumento pela causa. A Sudene não existe mais e o importante é o governo Federal possa ampliar os investimentos na região, de modo a corrigir as desigualdades regionais. Midiático, Lula usou essa imagem simbólica da Sudene apenas para criticar o governo FHC e ganhar mais alguns votos. Tanto é assim que a Sudene nunca saiu do canto. Mesmo com abraços e mais abraços em seu prédio. Nem deveria sair do papel essa promessa torta.

Neste caso, revela-se mais um acerto do tão mal afamado Fernando Henrique Cardoso. Foi ele que teve a coragem de fechar mais essa torneira aberta para a corrupção, como os bancos estaduais. Já imaginou essa centena de cargos e esses bilhões de reais do extinto Finor nas mãos de uma dupla Dilma/Erenice?

E se Dilma tivesse aparecido? Não há garantia de que tenha elaborado uma proposta que vá além do assistencialismo e do avanço do estatismo na economia.

A líder nas pesquisas de intenção de voto, Dilma Rousseff (PT), não esteve presente. É como se dissesse que não precisa de mais votos no Nordeste. Na verdade, Dilma evitou se expor em um ambiente não controlado, como as aparições públicas ao lado do chefe Lula.

Com sua ausência, mostrou que não respeita o Nordeste, onde tem a maioria dos seus votos.

Durante o debate, os presidenciáveis obviamente aproveitaram a situação e criticaram a ausência da rival. Serra disse ainda que, em uma reforma política que promoveria se eleito, estará incluída a obrigação de candidato comparecer a debates durante a campanha. Marina afirmou que a ausência de Dilma é "uma ingratidão" com a região que, proporcionalmente, mais votos dá à petista.

A petista informou há menos de uma semana que não conseguiu conciliar o debate com outros eventos da campanha previamente agendados. Durante a manhã, Dilma participou um evento político em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Sua agenda não tinha compromissos para a noite. Depois, quem faz a agenda é o candidato.

No debate realizado na TV Gazeta, em São Paulo, em que também ocorreu a ausência de Dilma, ela foi sublinhada pela emissora que deixou uma cadeira vazia.

Os adversários reclamaram barbaridade e uma pesquisa do UOL indicou que o impacto das críticas não foi positivo. O antecedente pode ajudar a explicar porque Serra, Marina e Plínio fizeram críticas à ausência da petista, mas sem a mesma ênfase do outro debate.

Enfim, a cadeira que Dilma almeja não deixar vazia é outra.

Blog do Jamildo

Debate Folha/ Rede TV

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

DEBATE

Outro debate morno, aquecido apenas pelas estocadas não só de Serra como também de Marina em Dilma mirando na quebre de sigilo. Eis alguns trechos que destaco:

Dilma: Eu acredito que seja importante eu dar primeiro boa noite... (Ri alto com isso)

Serra: o maior sucesso de Lula foi não jogar pela janela o Plano Real. O maior fracasso foi o mensalao, dossiê dos aloprados, violações da receita, saneamento, educação que piorou, saúde que andou pra trás.

"O senhor diz que vai estatizar empresas e desapropriar terras. Mas terá que pagar indenizações aos donos. O povo terá de pagar a conta desse seu socialismo?" Pergunta feita a Plínio Sampaio

"O povo não vai pagar. Vai receber". Resposta de Plínio.

"Porque Serra já tinha suspeitas da quebra de sigilo durante o período de campanha em que liderava e não usou isso, deixando para faze-lo agora em que Dilma lidera" Pergunta de jornalista a José Serra

Serra diz que suspeitava e não tinha provas, e por não ser jornalista não lhe cabia lançar rumores. A certeza veio apenas agora.

Dilma pediu direito de resposta por Serra ter dito que os escândalos de quebra de sigilo foram gerados debaixo do olhar complacente dela. A direção atendeu e concedeu a ela um minuto para defender-se. Dilma gaguejou mais que tudo nesse um minuto e chegou a citar, sem necessidade alguma até o parágrafo da lei eleitoral que enquadra Serra, segundo ela, como caluniador.

Aí foi a vez de Serra pedir o direito de resposta e dizer que a Casa Civil tornou-se no governo do PT um antro de escândalos. Citou José Dirceu, lembrando que ele é peça-chave importantíssima na campanha de Dilma mesmo depois de tantos escândalos. Ainda chegou a perguntar a Dilma se ela queria direito de resposta também por ele dizer que ela é amiga de Zé Dirceu. Impagável

No debate online Folha/UOL, Serra foi o melhor

quinta-feira, 19 de agosto de 2010



José Serra mostrou hoje mais uma vez porque é o mais preparado e seguro para comandar o Brasil daqui a quatro meses, quando Lula deixar a Presidência da República. Essa também foi a opinião dos leitores da Folha após o debate. Em enquete* realizada pelo Portal, a maioria afirmou que Serra foi melhor que seus adversários.

Serra desafiou a adversária do PT em diversos momentos do debate promovido pelo portal UOL no TUCA (teatro da PUC) em São Paulo, em assuntos como impostos, fim da inflação, ensino técnico, saúde, fraudes no Enem, educação, estradas, aparelhamento do Estado ou avanço da banda larga.

Sobre o Enem, Dilma não conseguiu responder ao Serra, limitando-se a defender a gráfica que vazou os dados dos estudantes. Sobre urbanização de favelas, Serra disse que no Brasil vai fazer como fez em São Paulo, nas favelas de Heliópolis e Paraisópolis, que em pouco tempo saltaram de patamar e tem muito mais moradias dignas, infra-estrutura e cidadania. Ao falar sobre o muito falado e pouco executado Minha Casa, Minha Vida, Dilma abriu a espaço para Serra enfatizar que os mais pobres não foram atendidos pelo programa, sobretudo os que ganham até três salários mínimos, que representam 0,3% dos contemplados. Serra – e a candidata do PV, Marina Silva - ainda observaram que as poucas casas do programa não possuem obras de saneamento e infra-estrutura.

Ao final, Serra chamou a atenção: “A Dilma também não respondeu por que o governo que diz coordenar aumentou os impostos federais para o saneamento e a energia elétrica”. O candidato da coligação “O Brasil Pode Mais” afirmou ser absurdo a petista considerar a carga tributária cobrada no Brasil baixa. “A Dilma acha que o Brasil não cobra muito imposto. Eu vou abaixar o imposto do saneamento e da luz, que eles aumentaram”, salientou. Serra lembrou que o nosso país é o que mais cobra imposto no mundo e o que menos investe de volta no povo. “É muito estranha essa combinação. O Brasil é o campeão dos impostos mais elevados do mundo e o penúltimo em investimento entres os países em desenvolvimento”, criticou.

“O Governo da Dilma retirou, da área do saneamento, R$ 2 bi por ano em impostos, o que é desastroso para o Brasil e conspira contra a nossa infra-estrutura”. Quando a Dilma perguntou por que José Serra não baixou impostos na última crise econômica mundial, Serra contestou de imediato: “Baixei impostos, sim. Só por causa do ICMS que baixamos, garantimos mais um milhão de empregos em São Paulo”.

Sobre pedágios das estradas em São Paulo, José Serra mencionou a pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes que mostra que 75% dos usuários as classificam como ótimas ou boas - enquanto não chega a 30% o percentual das pessoas que aprovam as estradas federais que estão sob a responsabilidade do governo do PT. Há estradas pedagiadas no Brasil todo e muitas delas são ruins; o que as pessoas não suportam mesmo é pagar impostos ou tarifas para circular em estradas esburacadas, sem acostamento, sem sinalização, sem equipes de socorro, eternamente em obras etc. Isso sim sai caro.

Um dos pontos altos do debate ocorreu quando a candidata do PT finalmente reconheceu que a estabilidade econômica do Brasil existe graças ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. FHC, aliás, foi quem criou os programas que, unidos, deram origem ao Bolsa-Família, que Lula ampliou e o Serra vai duplicar, como ele fez questão de reiterar no debate do UOL.

“É importante reconhecer que o Fernando Henrique e o Itamar acabaram com a inflação”, destacou José Serra, candidato da coligação “O Brasil Pode Mais”. “Eu vou duplicar o Bolsa-Família e garantir mais uma Bolsa para quem estudar nas escolas técnica que vamos espalhar pelo Brasil, assim como fizemos em São Paulo, onde teremos neste ano 100 mil novas vagas para o ensino profissionalizante”, acrescentou.

Quando Dilma questionou uma ação do DEM referente ao Prouni - que, aliás, foi condenado inicialmente pela UNE, por ser uma forma de subsídio a instituições privadas - Serra foi enfático: "Foi uma questão de inconstitucionalidade de um aspecto. Não tem a ver nem com a minha posição, nem do meu partido, nem com "acabar com o Prouni". Se tivesse, Dilma, você estaria contra a Lei de Responsabilidade Fiscal (o PT entrou com ação contra [a LRF]). O FUNDEF, que era basicamente para dar mais dinheiro para a Educação no Nordeste, o PT votou contra. O PT entrou no Tribunal para acabar com as OSS [Organizações Sociais de Saúde] em São Paulo e no Brasil - o que significaria acabar no Rio de Janeiro, na Bahia do governo do PT, em Pernambuco, etc. O que o PT já aprontou em matéria de "quanto pior, melhor" no Brasil não está escrito. Votou contra e expulsou os deputados que votaram a favor Tancredo no Colégio Eleitoral. Na Constituição, teve até discurso contra o texto final. Você disse que a inflação de 12% em 2002 estava "fora de controle", mas a inflação era de 5.000 % ao mês qaundo Fernando Henrique e o Itamar acabaram com ela - mas o PT votou contra o Plano Real".

Dilma não teve como responder convincentemente quando foi questionada a respeito dos aeroportos – o maior problema do Brasil para a Copa de 2014, segundo o presidente da CBF e do COL (Comitê Organizador Local), Ricardo Teixeira, e evidente para qualquer um que tenha precisado de um aeroporto brasileiro nos últimos anos. Quando o assunto foi o avanço da banda larga para conexões de internet, Dilma mostrou seu desconhecimento.

José Serra assegurou que, eleito presidente, vai “turbinar” esse avanço como fez em São Paulo, porque o Brasil está bem atrasado. E reiterou suas críticas ao aparelhamento do Estado. “Basta ver o aconteceu nos Correios e quando houve a espionagem no vice-presidente do PSDB”, lembrou. “Comigo no Governo isso não vai acontecer”.

Serra já teve quase 80 milhões de votos ao longo de sua vida pública. Foi ministro da Saúde, prefeito e governador, deputado constitutinte, senador e Secretário de Planejamento do estado. Quem o conhece – e a maioria do povo brasileiro já sabe quem é José Serra – sabe que seu compromisso é com o resultado, com o benefício verdadeiro da população, não com o apetite dos aliados.

Marina e Hitler no mesmo clube

segunda-feira, 9 de agosto de 2010


A candidata eco-chata, Marina Silva, disse que nunca bebeu e nunca fumou maconha.


LEIA AQUI

Hitler lhe dá as boas-vindas ao clube.

Debate morno

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Nada de dossiês.

Nada de FARC's

O debate da Band foi morno, morno.

Os pontos altos foram as gaguejadas de Bandilma e as pilhérias de Plínio.

Serra falou dos portos e encheu o saco repetindo perguntas sobre os Multirões, acabados no governo Lula

Na modesta opinião do BJ na NET. Plínio venceu, seguido por Serra. Dima foi quem mais perdeu.

Pesquisa Ibope mostra Dilma a 5 pontos de Serra. Isso tudo? Uau

segunda-feira, 2 de agosto de 2010


A TV Globo e o IBOPE divulgaram a mais recente pesquisa para presidente e etc... Isso todo mundo já sabe, e não sou eu que vou escrever tudo aqui de novo. Acima vocês o gráfico.

Petralhas, petralhas... não se animem. 5 pontos de vantagem tendo tudo que Dilma tem podem ser perdidos num piscar de olhos.

Vamos à luta


ATUALIZAÇÃO

A quem se debruça sobre os números das pesquisas, como eu o faço, quando convém (risos), surgem dados pra lá de interessantes.

O DataFolha havia divulgado, uma semana antes do IBOPE, pesquisa onde os números era Serra 37% Dilma 36%. 1% a mais, no eleitorado brasileiro, significa 1,3 milhões de votos mais ou menos.

Aí vem o IBOPE e anima os petralhas: Dilma teria 39% e Serra, 34%. 5% dos votos seria algo em torno de 6,5 milhões.

Em uma semana, meus amigos, Serra teria perdido uma vatagem de 1,3 milhões de votos e Dilma estaria agora liderando com quase 6,5 milhões. Uma diferença de quase 8 milhões pró Dilma em 7 dias.

Ora...Está claro que uma das pesquisas mente.

O que Marina pensa de Dilma e de Serra

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Na Folha de São Paulo de hoje

A biografia oficial da candidata do PV ao Planalto, Marina Silva, sugere que Dilma Rousseff (PT) não "levava a sério" o licenciamento ambiental das obras do PAC e contribuiu para sua queda do governo Lula, em 2008.

O livro elogia José Serra (PSDB) e chama o ex-ministro de Assuntos Estratégicos Mangabeira Unger -outro desafeto de Marina na Esplanada- de "advogado carioca de sotaque esquisito".

Dilma é citada oito vezes, sendo três de forma neutra e cinco em tom negativo, no capítulo que trata do pedido de demissão da senadora.

"Marina travou disputas com Dilma Rousseff, defendendo que as licenças ambientais fossem levadas a sério. Dilma reclamava publicamente do atraso", diz o texto, acrescentando que Lula teria tomado partido da então chefe da Casa Civil.

O livro reproduz artigo do cientista político Sérgio Abranches com duras críticas à petista: "A Amazônia que aparece nas exposições da ministra Dilma é a de uma fronteira de expansão agrícola, recortada por rodovias e coalhada de hidrelétricas. Só falta tirar dos mapas do PAC o verde da floresta".

Ao explicar a queda de Marina, a obra volta a "terceirizar" os ataques à adversária: "O "El País", da Espanha, disse que Lula dava as costas à maior defensora da floresta amazônica em favor de sua ministra desenvolvimentista, Dilma Rousseff".

Serra é citado cinco vezes, nenhuma delas em tom negativo. Num trecho, o livro lhe dá crédito pela aprovação de subsídio para seringueiros do Acre, Estado da senadora, no governo FHC.

"Marina -A vida por uma causa" é assinado pela jornalista Marília de Camargo César e será lançado dia 9 pela editora evangélica Mundo Cristão. A candidata revisou a versão final do texto, que deve ser usado como peça auxiliar da campanha.

Pesquisa presidencial aponta: Serra é líder em preferência. Dilma, em Rejeição

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A se cumprirem o que dizem as pesquisas momentâneas, estamos a meses de nos livrarmos, vejam só, dessa praga: o PT.

Os números mais recentes são os seguintes:

Serra - 38%
Dilma - 17%

Ciro Gomes - 13%

Marina Silva - 6%


Na pesquisa anterior, estava assim

Serra - 35%
Dilma - 15%

Ciro - 17%

Marina - 8%


Serra Cresceu 3 pontos, portanto, fora da margem de erro, que é de 2 pontos.
Dilma cresceu 2 pontos, portanto, dentro da margem de erro.

Isso quer dizer que antes, Serra podia ter 33% e agora pode ter 40%. (crescimento de 7%)
Isso quer dizer que antes, Serra podia ter 37% e agora pode ter 36% (queda de 1%)

Dilma podia ter 13% e agora ter 19% (crescimento de 6%)
Dilma podia ter 17% e agora ter 15% (queda de 2%)

O Furacão MARINA SILVA não vai servir nem pra garantir o segundo turno da eleição, já que sabemos que Ciro Gomes não será candidato.

Ele é fantoche do PT e fará o que o partido mandar. E o que PT vai mandar é ele ser candidato a governador de São Paulo, já que agora ele é ex-cearense

Como bem observou Reinaldo Azevedo, a imprensa que o PT julga ser imparcial deu a seguinte manchete:

“Dilma abre vantagem sobre Ciro; Serra lidera corrida”

Parece piada, mas não é.

E quando se fala em rejeição, aí sim Dilma é líder absoluta. Serra é lanterna.
.
Dilma - de 40% para 41%
Marina - de 37% para 40%
Aécio - 37% para 36%

Ciro - permaneceu com 33%

Serra - de 30% para 29%

Rejeição é um item muito importante, por mostrar qual seria a última opção de voto do eleitor.

Sobre preconceito

domingo, 6 de setembro de 2009

Escreve um leitor, nos comentários:

"A sua critica à Marina é por conta do seu preconceito, meu amigo pare de ser preconceituoso."

Eu mesmo não. Vade retro. Quem acha que sou preconceituoso são as mesmas pessoas que não conseguem fazer uma correta leitura de minhas convicções. Esse comentário veio após eu dizer aqui no blog que não voto em Marina Silva.

Eu falei aqui que não voto em Marina Silva e não voto mesmo. Pronto. Vejam aqui o que escrevi justificando isso:

Marina

É um “invencionismo”. Não decola. Não tem projeto além de defender o verde. Acha que o mundo foi criado em 7 dias. Nada contra os cristãos, mas o grave de Marina é que ela acha que isso deve ser ensinado na escola. É uma militante evangélica que vai lutar contra os avanços dos estudos com células tronco, por exemplo, em nome de um Deus que sabe-se lá se existe. Louco quem embarcar nessa nau que tende a terminar no fundo do pântano.

VOLTEI

É isso. Alguém leu aí onde eu disse que não voto em Marina por que ela é negra, seringueira e crente?

Eu não voto, e não dou cartaz a quem defende bandeiras de minorias em detrimento das maiorias. E ainda mais a quem só tem essas bandeiras.

Eu faço sim parte de algumas minorias. Mas nunca fui à praça pública pedir ou propor privilégios para as mesmas.

Sou branco, num país de pardos. No Brasil, nós é que somos minorias. Mas os negros são quem têm cota pra entrar nas universidades.

Qual o problema em ser negro? Nenhum, oras. O problema é que os negros queiram privilégios, como as tais cotas.

Qual o problema em ser crente? Nenhum também. O problema é quererem fazer eventos, como as tais marchas, com dinheiro público.

Qual o problema em ter DST's? Êpa. Nenhum, se não fossem tratados com dinheiro público, na maior parte dos casos. O sujeito fornica por aí sem encapar o companheito, pega uma sífilis, e sou eu quem pago a conta od médico? Uma ova pra ele.

VOLTANDO À MARINA

Ela pode ser crente, budista ou até macumbeira se quiser. Pra isso, há, para desgosto de alguns, o livre arbítrio. Mas o mesmo livre arbítrio que ela tem tenho eu. Eu lá vou dar meu voto a quem não sabe o que fazer com a educação, o pré-sal, a economia e a saúde, pra ficar em algumas das muitas áreas vitais do governo cnetral?

Eleita, Marina vai preservar o verde, cuidar dos índios da Amazônia...E o que mais? Ah, vai instituir nas escolas o ensino do criacionismo divino. Os professores ensinarão a nossos fillhos que o mundo foi feito em 7 dias.

Eu tô fora dessa canoa furada. O problema dela não é ser crente, negra e seringueira. O problema dela é ser apenas crente, negra e seringueira.

Ela não é nada além disso. Não defende bandeiras alguma além dessas que citei.

E pra que fique um pouco mais claro, eu convivo harmoniosamente com crentes e negros, e conviveria com índios também se fosse o caso.

Mas não me peçam pra conviver com pessoas sectárias e de visão retrógrada.

Se ser preconceituoso é não aceitar benesses para as minorias, eu sou sim, então.

Maurílio Ferreira desce o sarrafo em Marina Silva. Com razão

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Vejam o que escreveu o ex-deputado Maurílio Ferreira, e analisem se tem ou não tem razão o homem:

“Aprendi na época da Ditadura os versos de Thiago de Mello: “FAZ ESCURO MAS EU CANTO”. Não posso ficar calado diante do endeusamento que a imprensa faz de MARINA SILVA. Mostra apenas um lado da senadora. Fisicamente frágil, negra, analfabeta até a idade adulta, empregada doméstica e símbolo da luta dos seringueiros da preservação da Amazônia. Com um perfil deste é capaz de fazer unanimidade entre palestinos e israelenses.

Todos esses dados são fatos que só a engrandecem. Ninguém pode contestá-los. Mas o outro lado da historia são as convicções que ela tem. TODA CONVICÇÃO É UMA PRISÃO, MAS AS CONVICÇÕES DE MARINA SILVA são uma ameaça ao futuro do BRASIL. Marina Silva é evangélica. Tudo bem, tem milhões brasileiros evangélicos, que devem ser respeitados e suas crenças protegidas pela Lei se ameaçadas. Marina Silva é evangélica fanática. Tem milhões de evangélicos fanáticos que não representam nenhuma ameaça porque nunca poderão mudar ou criar as Leis que asseguram nosso País ser livre e separe as religiões do Estado. Marina Silva não. Ela é uma fanática que tem força política para mudar as Leis e aí está o perigo. A imprensa esconde que Marina Silva defendeu e defende que seja ensinado obrigatoriamente nas escolas públicas que o mundo foi criado em seis dias pelo Deus que ela acredita. Deu entrevista sobre isso.

Qualquer pessoa de bom senso sabe que o planeta e os animais são resultado de um complexo processo que começou há bilhões de anos e continua sem parar. A atual forma dos continentes, dos animais e seres humanos não é a mesma de milhões de anos atrás e não será a mesma daqui há alguns milhões de anos. Querem que as crianças mais pobres e humildes do Brasil sejam doutrinadas em uma história sem nenhum nexo que vai prejudicá-las no futuro quando disputando em um mercado de alta competitividade terão grande dificuldade por não entenderem o mundo e a vida.

Sou ateu convicto mas muito mais humano, democrata e defensor da mais absoluta liberdade de pensamento do que a Senadora aparenta ser. Escola é lugar para ensinar e informar o aluno. Na escola pública o professor devia ensinar às crianças como a vida e o planeta surgiram há bilhões de anos mas deveriam também informar que essa visão é diferente da visão religiosa contida nos livros sagrados das 3 grandes religiões ocidentais: o Alcorão islâmico, a Bíblia cristã e o Tora ou o nome que tiver judaico.

E para senadora mando a frase que acabei de escutar de Richard Dawkins em entrevista hoje. Uma pessoa na platéia lhe perguntou o que ele diria se quando morresse encontrasse DEUS e ele respondeu: eu perguntaria, qual Deus? Em primeiro lugar eu precisaria saber com quem estava falando, com Amon, Rá, Zeus, Júpiter ou Alá”.

O início do fim

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

19 de agosto foi o dia que marcou o início do fim do PT.

Escrevam e me cobrem essa afirmação a longo prazo.


Marina Lima, senadora do Acre, sai do PT e deve ir pro PV disputar mandato

Leiam a notícia na FOLHA DE SP


Leiam também no Estado de SP

Leiam ainda no Diário de PE


E pra completar o dia, o senador paranaense Flávio Arns declarou que se sente envergonhado de ser Petista e que deixará o partido

Se vocês não sabem, Arns é sobrinho de Zilda e Paulo Evaristo Arns. Ela, da Pastoral da Criança; ele, Arcebispo Emérito.

Já foi do PSDB e está no PT desde quando se elegeu senador pelo Paraná.



“O PT jogou a ética no lixo, vai ter que achar outra bandeira. O partido deu as costas à sociedade, ao povo e às bandeiras tão caras para tantas pessoas. Posso dizer que tenho vergonha de estar no PT”.

O estranho é que Flávio demorou demais pra perceber isso. Tosos sabemos que o PT jogou a ética na lata do lixo desde o primeiro governo do Lula.

Fica a Pergunta: Será que nada disso afetará a campanha de DILMA?? Aliá,s será que haverá campanha de DILMA???

Dila ladeira abaixo. Marina ladeira acima

quinta-feira, 13 de agosto de 2009


E o PT começa, finalmente, a se dar conta do fiasco que será a candidatura de Dilma.


Pesquisa feita e divulgada pelo jornal O Estadão mostra que, mesmo sem fazer campanha com o dinheiro oficial, a senadora Marina Silva já ultrapassa Dilma nas intenções de voto, se Ciro Gomes não disputar.


Marina é do PT do Acre mas está de malas prontas para o PV, partido pelo qual disputará a presidência, ao que tudo indica.


Fossem hoje as eleições, Dilma não iria sequer ao segundo turno.


Vejam trecho da reportagem:


“A primeira dessas tabelas mostra José Serra (PSDB) com 28% das preferências e Ciro Gomes (PSB) com 16%, seguidos de Dilma (14%), Heloísa Helena (PSOL) com 13% e Marina em quinto, com 10%. Na segunda, sem Heloísa, Marina sobe e empata com Dilma em 14% (Serra lidera com 30% e Ciro fica com 22%). A virada da ex-ministra do Meio Ambiente aparece quando Ciro também é tirado da disputa. Nessa hipótese, Serra sobe para 37% e Marina vence Dilma por 24% a 16%. E na última hipótese, em que Aécio entra no lugar de Serra e Ciro continua de fora, Marina aparece em primeiro lugar com 27% das intenções de voto, contra 25% do governador mineiro e 19% de Dilma.”
Aliás, por falar na bandida, Dilma se complicou ainda mais no episódio envolvendo sua tentativa de influenciar relatório da Receita Federal.
A chefe de gabinete de Receita (servidora de carreira da casa) confirmou que a chefe de gabinete de Dilma, Erenice Guerra, esteve mesmo no órgão, no final do ano passado para falar com a então secretária Lina Vieira. Iranete Weiler atestou que logo após a saída de Erenice, Lina avisou que tinha sido convidada para uma conversa reservada com a ministra.

“Eu confirmo que ela [Erenice] esteve aqui e que a secretária [Lina] falou que iria ao Palácio… que teria um encontro reservado no Planalto”, declarou a servidora.