MP “chupa-cabra” copia PL do Democratas que isenta de impostos transporte público
quarta-feira, 5 de junho de 2013
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FOlha começa a desmascarar Eduardo Campos. A oposição vem de fora
quarta-feira, 15 de maio de 2013
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Marcadores: eduardo campos, enchente, jornal, oposição
Nós somos madeira de lei, meu amigo. Cupim nenhum nos roerá
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Veio a calhar a informação que recebi da assessoria do Deputado Mendonça Filho (DEM).
Segundo o assessor de imprensa do Império, Manoel Ricardir, a oposição ao Imperador João I nada faz.
Pois no mesmo dia em que ele estava fazendo muita coisa, postando no Facebook nota de ataque à oposição, o deputado Mendonça Filho estava nada fazendo em audiência com o Ministro dos Transportes, César Borges (que já foi do DEM), e cobrando a iniciação da obra do novo acesso a Belo Jardim pela Cohab I, como podem ver na pauta da reunião e na foto registrando o momento.
POSTAGEM INICIAL 24/04
Manoel Ricardir, assessor de comunicação do Império, publicou em seu Facebook uma nota de repúdio à oposição em Belo Jardim.
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HABEMUS PAUTAM
quinta-feira, 21 de março de 2013
Finalmente, minha gente, temos o que conversar. Refiro-me à
política belojardinense, nosso foco número 1. Se lá em Roma, HABEMUS PAPAM, aqui em Belo Jardim, HABEMUS PAUTAM.
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O Castelo, de areia, começa a dar sinais de sua fraginilidades
sábado, 16 de março de 2013
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Contratados, cuidado!!
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Anônimo disse...Preciso corrigir essa minha simpatia pelo PSDB aí. Admiro alguns tucanos, mas minha simpatia partidária é o DEM, que defende uma ideologia liberal. Defendemos sim a diminuição do estado. Acontece que:
- Para diminuir o estado e a folha de pagamentos dos entes governamentais, acreditamos ser necessário que os serviços prestados pelo governo sejam terceirizados ou privatizados.
- Não se pode diminuir a máquina pública deixando a população e o sistema carente de serviços. É o que pretende o candidato em questão. Demite os funcionários contratados e não sabe o que fazer com as funções ocupadas por eles.
- Quer diminuir a máquina: A folha salarial? Muito bem. Abra mão de prestar tais serviços. Privatize, terceirize e não permita que a população sinta falta deles.
ORIGINAL
Tem pré-candidato a prefeito que já avisou: ganhando a eleição, demite meitade dos servidores contratados.
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Marcadores: eleições 2012, oposição
As respostas que eles procuram
terça-feira, 17 de abril de 2012
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Marcadores: blogs, eleições 2012, oposição
Por onde anda Gildo Pífaro?
quarta-feira, 11 de abril de 2012
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Marcadores: blogs, gildo pífaro, oposição
Ex-deputado federal Bruno Rodrigues agora pertence ao PTB
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Como diz Valdemir Cintra, aliás, Valdemyr Cyntra, tá se acabando tudo. Notícia veiculada pelo Blog de Inaldo
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Os que querem acabar com o DEM
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Em política, tem de se ter lado.
Essas duas frases resumem bem o que eu aprendi sobre política desde criança.
E quando eu penso na situação do meu partido, essa frases ficam latejando na minha mente e me servem de bálsamo quando escuto alguns abestalhados dizerem que o DEM está acabando.
É claro que um partido que já teve 100 deputados e 20 senadores e hoje se limita a 44 e 5, respectivamente, não está bem das pernas. Acreditem: o pior não é ter diminuído. O pior é o modo como está sendo gerido e o caráter de alguns que estão nele.
Apesar de tão diminuto, o DEM não tem conseguido ser coeso, o que deveria ser mais fácil. A atual direção, comandada pelo carioca Rodrigo Maia, venceu a disputa para liderar o partido na câmara com o nome de ACM Neto, diga-se de passagem, um ótimo quadro. Mendonça Filho está nesse grupo e é vice-líder. O outro grupo, comandado pelo ex-senador Jorge Bornhausen, que conta com o prefeito de São Paulo, Kassab, indicou Eduardo Sciarra.
Aí quando s epensa que apenas esse grupo deseja se aproximar do governo, vem o presidente Rodrigo e elogia o corte no orçamento de 50nilhões feito pela presidenta...
Essas disputas são muito saudáveis para o processo democrático interno no partido. O que faz mal é que gente dentro do partido apoie a iniciativa desse segundo grupo de sair do partido e apoiar o governo federal do PT. Alguns querem levar o partido todo para a base. Outros preferem sair do partido e ir pro PMDB, tese atrapalhada pela legislação que pune quem muda de partido. Provavelmente criarão um novo partido e migrarão para lá. Será o caminho mais fácil para virarem “dilmistas”.
É uma pena, pois Kassab faz uma gestão cheia de acertos, e é um ótimo nome para disputar eleições majoritárias pelo DEM. Por outro lado, é melhor que saia antes a ficar por aqui articulando o fim do partido que o projetou.
A meu ver, o grande erro dessa gente é não enxergar o que diz as frases lá do começo do texto. Em alguns anos, o PT estará fora do poder e o DEM estará em seu lugar. Se junto com o PSDB ou não, só o tempo dirá (eu espero que seja sem os tucanos). E quando isso acontecer, não haverá espaço no DEM para os que estão abandonando o barco justamente na hora do maremoto que nos atinge. No leme, estarão aqueles que ficaram onde as urnas indicaram: na oposição.
Kassab e seu grupo, assim como Ciro Coelho, Coronel Rufino e tantos outros estarão sem lugar aqui e lá.
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PV de PE
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
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Ao contrário do PV de Belo Jardim, o de PE tem vergonha na cara
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Há seis anos fui eleito com muita luta vereador dessa cidade com 5.289 votos. Cheguei a Câmara do Recife num momento que pode nos lembrar o cenário estadual dessas últimas eleições. João Paulo era reeleito prefeito no primeiro turno com esmagadora votação e tinha índices de aprovação próximos aos 80%.
Os desafios eram muitos. Fui eleito com uma votação pouco expressiva e toda pressão do sistema era para que fizéssemos um mandato tradicional, nos aproximando de um governo que tinha um grande apoio popular. Contudo, compreendemos que tendo apoiado outro candidato a prefeito tinhamos o dever moral com a democracia e com o eleitor de permanecer na oposição. Conseguimos consolidar pela primeira vez um bloco de oposição ao PT no Recife. Mesmo sendo um dos mais jovens vereadores da casa e o mais novo da nossa bancada, fui escolhido para ser o líder da oposição nestas condições tão adversas.
Mostramos ao longo de quatro anos na liderança, com o apoio de todos vereadores da bancada, que é possível praticar um novo conceito de oposição, sem raiva ou agressividade. Muito longe do “quanto pior melhor” de tempos passados. De forma propositiva, apontamos erros como o abuso das dispensas de licitação e a falta de sensibilidade ambiental em casos como o do Parque Dona Lindu.
Quando muitos achavam que ser governo, obter vantagens, indicar cargos era a única maneira de garantir votos, nossa bancada em 2008 foi um grande sucesso eleitoral com o aumento de votação da maioria dos membros da oposição.
Num segundo mandato assumimos a presidência da Comissão de Meio Ambiente Transporte e Trânsito, provando que um parlamentar não precisa ser governista para ajudar uma gestão. A frente da comissão, conseguimos trazer importantes debates sobre soluções para o trânsito da cidade, combatemos o abuso aos animais e construímos juntos uma Política Municipal de Meio Ambiente.
Hoje, secretários, vereadores e todos do governo sabem que sempre puderam contar com nosso apoio quando estão em jogo os interesses da sociedade. Nunca precisamos de cargos ou vantagens para fazê-lo. Tenho muito orgulho desse novo formato de política que aqui construímos.
Agora, em 2012 tenho desafios parecidos com os de 6 anos atrás. Chego à ALEPE com um governador reeleito e com grande popularidade. De novo, toda pressão é para a adesão ao governo. Mas digo aqueles que não me conhecem: não tenho cara para me vender. Falam em criar uma Secretaria de Meio Ambiente para acomodar meu partido. Como podem, depois de autorizarem desmatar Suape, querem calar nossa boca com cargos! Não falo pelo partido, mas falo como Deputado Estadual eleito com 47.533 votos: não me vendo por uma secretaria. Nem por uma, nem por dez. Não posso vender a confiança do eleitor.
Quem votou em Daniel Coelho, quem votou em Marina Silva, quem votou no PV, votou querendo uma nova política. Votou na independência de um projeto que repudia a troca de apoio por cargos. Seria uma traição resvalarmos para a vala comum dessa velha política. Vejo no adesismo fisiológico um dos maiores males de nossa frágil democracia. É em nome dessa mesma democracia que vou enfrentar mais uma vez a missão de estar na trincheira da oposição. De forma moderna, elegante, propositiva e independente vamos apoiar o que estiver correto no governo, mas sem barganhar nada por isso. E não nos calaremos sobre aquilo que estiver errado.
Para um bom governo é preciso o contraditório. Sei que podemos ajudar não somente a democracia, mas até ao próprio governador fazendo oposição de forma responsável. Pois, quem denunciará o que tem que ser denunciado? Os puxa-sacos que sempre cercam o poder?
Saio da Câmara Municipal com a sensação de dever cumprido e com muita vontade de continuar provando, a cada gesto, que existe na prática um projeto independente de política sendo construído. Pelo Recife, por Pernambuco, pelo Brasil e acima de tudo pelos interesses da sociedade.
Muito obrigado ao povo do Recife que me confiou dois mandatos de vereador e que este ano nos deu a segunda maior votação para deputado na cidade. Obrigado ao meu Pernambuco pela confiança dada ao nosso trabalho.”
Daniel Coelho
Vereador do Recife e Deputado Estadual eleito pelo Partido Verde
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Extinção do DEM: bobagem abandonada
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
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Com Jarbas não tem conversa: Oposição e ponto
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Jarbas Vasconcelos também fez uma avaliação do trabalho que a oposição exercerá a partir de 2011, com Dilma Rousseff na Presidência da República. “Não existe segredo, não há mistério sobre essa questão: nas democracias, quem vence a eleição vai governar, e quem perde assume o papel de oposição, de contraponto, daquele que, por meio da crítica responsável e da fiscalização do governo, contribui democraticamente para o sucesso da Nação”.
Jarbas deixou claro que, o fato de integrar a dissidência do PMDB e a bancada de oposição no Senado Federal, não o impedirá de votar favoravelmente a propostas apresentadas pelo Governo. “Sempre me posicionei nesta Casa com a convicção de que procuro fazer o melhor por Pernambuco e pelo Brasil. Eu vou manter esse princípio de comportamento e de atuação”.
Abusos de Lula
“É verdade que, dentro do Congresso Nacional, o trabalho da oposição exigirá um esforço ainda maior diante dos inúmeros quadros que não conseguiram se reeleger. Perdemos figuras importantes, parlamentares que contribuíam para um debate e um enfrentamento de alto nível no Senado Federal e na Câmara dos Deputados. Nesta Casa, eu gostaria de citar os Senadores Marco Maciel, Tasso Jereissati, Arthur Virgílio, Mão Santa e Heráclito Fortes, companheiros que farão falta ao Parlamento”, lamentou Jarbas Vasconcelos.
“Fiquem certos que não vou me intimidar diante desta realidade na qual a oposição ficou ainda mais reduzida no Parlamento. Aqui, nesta tribuna, falaremos em nome de 43% dos brasileiros que votaram na oposição no segundo turno. Da minha parte, prometo uma postura combativa e construtiva”.
Jarbas Vasconcelos afirmou que o resultado da eleição nacional, com a vitória do PT, não apaga “os abusos” cometidos pelo presidente Lula na busca para eleger Dilma. “Lula montou um palanque móvel antes do prazo legal e com ele percorreu todo o Brasil. O presidente desrespeitou a legislação eleitoral para viabilizar a vitória da candidata do PT. Fez uso exagerado da máquina do Governo, atacando a oposição e pregando o extermínio dos seus adversários.”
Na avaliação de Jarbas, o presidente Lula atuou como “chefe de uma facção” e não como o presidente de todos os brasileiros. Para o senador do PMDB, uma parcela expressiva da população não aprovou esse comportamento, pois o Governo não atingiu seu intento de encerrar a disputa no primeiro turno das eleições.
Campanha terrorista
Jarbas também criticou o “terrorismo” que Lula e o PT fizeram no segundo turno, acusando o candidato José Serra de querer privatizar estatais como o Banco do Brasil e a Petrobras. “Uma prática condenável - já utilizada em outras disputas – que é a de repetir uma mentira várias vezes com o intuito de transformá-la em verdade”. O senador foi duro: “Essa prática fascista tem que ser enfrentada, denunciada e repudiada, para que não se repita no futuro.” Jarbas Vasconcelos defendeu que a presidente Dilma assuma a defesa das reformas política e tributária. “Nunca é demais lembrar que o presidente Lula foi eleito pela primeira vez, em 2002, com dois compromissos perante a Nação: liderar uma agenda de reformas institucionais e fazer da ética uma bandeira permanente do Governo. Após oito anos, não fez nem uma coisa nem outra.”
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 22:39 1 comentários
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