PSB dá a largada com mentiras sobre convenção de Paulo Câmara
terça-feira, 17 de junho de 2014
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Fim de um ciclo. DEM x PSB é coisa do passado
segunda-feira, 5 de maio de 2014
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Traição não é só no lado de cá!
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
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DEM se recupera, mas fica na torcida por Eduardo Campos (PSB)
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
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A relação entre PT e PSB na eleição
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
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Eduardo Campos fala à Folha de SP
domingo, 8 de julho de 2012
Folha - Que crise é essa do PSB com o PT?
Eduardo Campos - Não damos dificuldades para o governo Dilma. Significa que nosso partido vai ser satélite do PT? Não é da nossa história, nem da nossa política.
É essa a raiz da discórdia, não querer ser satélite do PT?
O que tem Fortaleza a ver com Belo Horizonte? São Paulo a ver com Recife? O PSB agora virar inimigo oculto do PT chega a ser ridículo. Ser colocado como inimigo número um e a gente ver históricos adversários virarem amigos de sempre. Está errado.
O senhor está falando de Paulo Maluf [que se aliou ao PT em São Paulo]?
Estou falando de muitos outros, não só do Maluf. Você vê em Curitiba: Gustavo Fruet [ex-tucano e ex-deputado de oposição] virar o melhor amigo do PT, e o PSB virar o inimigo? Nós não vamos fazer o jogo de alguns, que querem afastar de Dilma aqueles que têm mais identidade com o governo dela.
O sr. está falando do ex-ministro José Dirceu?
De todos. Se estiver nisso, falo dele também. A história que nos trouxe até aqui não deve colocar dúvida na cabeça do presidente Lula, nem na minha, nem na da presidente Dilma sobre a qualidade da relação que temos.
Mas chegou perto, né? Ele chegou a ter essa dúvida...
Vamos ter que ter paciência para esperar a história daqui pra frente. Quem viver 2014, verá. Porque eu já vi muita gente ser subserviente, agradável, solidária em meio de mandato e, quando bate a primeira crise, muda imediatamente de lado. Como nunca mudamos de lado, eu sei onde vou estar em 2014.
Onde?
Do lado que sempre estive. Acho que o PSB deve em 2014 apoiar Dilma para se reeleger presidente.
O sr. não será candidato...
E quem disse que eu seria?
Seus correligionários...
Toda vez que fui candidato, eu disse que era candidato. Ser candidato contra Dilma só porque eu quero ser? Ela está na Presidência e tem a prerrogativa da reeleição. Para a reeleição de Dilma, o problema não somos nós.
Qual é o problema?
O próprio partido dela [o PT] cria mais problema para ela do que o PSB. No sentido que vocês noticiam e no sentido de tentar tirar de perto dela quem pode ajudá-la.
Se a economia erodir a popularidade da Dilma e Lula não for candidato, o sr. sai para a Presidência?
Não trabalho com essa hipótese. Temos debates muito mais importantes do que [debater] quem será prefeito dessa ou daquela cidade.
O que está em jogo é o ciclo de expansão econômica com inclusão social. O consumo ainda pode dar algum resultado, mas chegou a hora de fazermos um grande esforço para alavancar investimentos públicos e privados. Essa que é a pauta brasileira, não essa futrica.
O PSB está avançando nos Estados, no Congresso. Vocês pedirão a vice do PT em 2014?
Nunca fizemos isso. Agora mesmo, em São Paulo, o PT escolheu a [deputada Luiza] Erundina [do PSB, para vice do petista Fernando Haddad]. Lula buscou um quadro da minha geração, o Haddad. Se fôssemos o inimigo número um do PT, não teríamos sido os primeiros a apoiá-lo. Colocamos a vice que o PT entendia que era a que mais ajudava, a Erundina.
Ela não ajudou muito...
Quando ela saiu, liberamos Haddad para escolher o nome que quisesse. Foi isso que fizemos com largueza de coração.
Com tanta frustração, o que o segura ao lado do PT?
Não vou sair desse itinerário. Temos uma frente política construída há muitos anos, que ajudou o Brasil a melhorar. Claro que minha relação com o presidente Lula, que eu conheci ainda menino, a ajuda que ele me deu e a meu Estado eu prezo muito.
O PT diz que o senhor é uma espécie de monstro criado por Lula, que o ajudou muito com recursos.
Pago preço do ciúme que muitos têm. Mas Lula sabe também que conta conosco. Em 1989, [o avô de Campos, Miguel] Arraes era governador de Pernambuco, tendo voltado de 16 anos do exílio, e o PT gritava na porta do palácio: "Arraes, caduco, Pinochet de Pernambuco". Mas isso não impediu meu avô de abraçar a primeira eleição de Lula, porque nós não fazemos política tendo como referência a guerra de espaço, de aparelhar, de ter uma garrafa a mais [no governo]. Nossa referência na política é o interesse do povo e do país.
O PT aparelha?
Não. Estou dizendo que somos diferentes, formas diferentes de pensar, ver o mundo. Você não pode imaginar que o Brasil deste tamanho vai ter um partido único, que vai ser dono da verdade, dono do poder, dos 5.000 municípios, dos 27 Estados, do Brasil, por um século. Você não pode imaginar que esse seja o projeto do povo brasileiro. É bom que tenha alternância de poder. É importante ter a perspectiva do contraditório.
Em 2014 serão 12 anos de PT no poder. É muito?
Acho que dá para ter 16. Eu só, não. A sociedade também está achando. Como o PSDB está em São Paulo há 16 anos.
E está bom 16 anos de PSDB em São Paulo?
O povo achou que sim.
Dá para ter 20 anos de PT?
Vinte? Há um ciclo que vai se abrir no Brasil depois de 2014. É um ciclo até geracional, tanto na oposição quanto no campo do governo. Agora, atropelar isso em nome de projeto pessoal não é uma coisa correta. Dilma está presidente da República sem nunca ter pedido para ser candidata.
A base aliada reclama de Dilma. O senhor faz algum reparo ao estilo dela?
Ela tem a base muito ampla. Acho que não há dificuldade insuperável. Vamos ajudá-la a proteger o Brasil da crise. Não podemos permitir que joguem a presidente nesse debate da eleição municipal.
Mas ela entrou na articulação de Belo Horizonte.
Em BH eu compreendo, da mesma forma que ela compreende minha articulação aqui em Recife. Precisamos dar força a ela para o governo ganhar [na economia] o ano de 2012. Dilma não tem por que jogar carga ao mar.
É um pedido para ela não ajudar Humberto Costa [candidato petista de Recife]?
Não. Tem coisas que não se pede, eu sei que ela é justa.
Se 2014 é o ano da Dilma, e 2018 será um novo ciclo, não há mais espaço para o Lula?
Lula sempre terá espaço. Agora, o que eu tenho ouvido dele é que o seu grande objetivo é ajudar Dilma a se reeleger.
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O moído tá grande em Sanharó também
domingo, 17 de junho de 2012
Com a proximidade das eleições, as negociações ficam mais tensas em alguns municípios e partidos que caminhavam como aliados começam a romper, alegando defesa de interesses. Em Sanharó não foi diferente, e o vice-prefeito José Neldson (PSB) anunciou seu rompimento com o prefeito César Freitas (PCdoB). De acordo com o socialista, o comunista não honrou os compromissos firmados na formação da coligação que o elegeu em 2004 e reelegeu em 2008. “Nosso acordo previa que, este ano, a chapa majoritária seria com PSB e PCdoB, e o prefeito não cumpriu isso”, contou Neldson.
O vice reclama que a dobradinha deveria ser invertida nesta eleição - com PSB como cabeça de chapa -, mas ao invés disso os comunistas anunciaram uma candidatura própria - com Fernando Fernandes (PCdoB) - tendo o PP na vice. O indicado para a vaga foi Arthur Guimarães. “Não teve debate. Eles já botaram a candidatura nas ruas sem consultar os aliados, sem discutir com ninguém a decisão”, protestou o socialista.
Agora, o PSB local pretende lançar um nome de seus quadros de forma independente e já busca apoios para montar o palanque em Sanharó. “Eles - os membros do PCdoB - não nos deixaram outra saída a não ser ir em frente com uma candidatura de outra coligação”, explicou Neldson. O nome socialista para a disputa ainda não foi definido e só deve ser anunciado na convenção do partido, marcada para o próximo dia 28. “É legítimo de nossa parte pleitear essa candidatura e promover um rompimento, já que o prefeito não honrou seus compromissos”, finalizou o vice.
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Diogo Moraes quer JM no PSB
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
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Quem vai apagar a luz? Acho que eu.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Amigos, o ex-prefeito de Tacaimbó, Paulo Chaves, e todo seu grupo político aderiram ao deputado estadual Vinicius Labanca, do PSB.
| http://blogdbrito.blogspot.com/ |
Por outro lado,dois prefeitos do interior: José Barbosa, de São José da Coroa Grande, e Eduardo Tabosa, de Cumaru irão para o PSD presidido por André de Paula.
O que tem? Os ratos vão-se, e a nau segue navegando.
Mendonça e Krause falaram ao JC depois de uma reunião da executiva do DEM ontem no Recife. Confiram:
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Eduardo Campos se amostra em rede nacional
terça-feira, 10 de maio de 2011
Ele quer é ser presidente. Fica querendo, safado!
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 23:11 7 comentários
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Deputado Bringel dribla o governo
terça-feira, 29 de junho de 2010
O Blog de Inaldo Sampaio, que é o blogueiro oficial do governo, diz
O secretário especial de Articulação Política, Gilberto Rodrigues, confirmou hoje ao blog que o governo vai, de fato, retaliar o deputado Emanuel Bringel (PSDB), por ter descumprido o acordo mediante o qual, nessas eleições, apoiaria Eduardo Campos.
“Nós, do Governo do Estado, sempre tratamos Bringel como aliado político, mesmo porque ele sempre votou conosco na Assembleia Legislativa. Estávamos trabalhando para garantir a reeleição dele mas ele não quis ser ajudado. Sempre disse que estava conosco mas no último sábado, em Araripina, recepcionou em sua casa os três senadores da oposição (Jarbas, Marco Maciel e Sérgio Guerra). Como é que podemos confiar numa pessoa assim?” – disse o secretário de Articulação Política.
De acordo com Gilberto Rodrigues, para comprovar, na prática, que é eleitor de Eduardo Campos, Bringel não poderia ter procedido daquela forma. Até porque, no seu entendimento, não dá para ser “oposição” e “governo” ao mesmo tempo
Vêm? Uma secretaria do govenro trabalhava para eleger um deputado. É assim mesmo que funcionam as coisas no reino do PSB
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 20:40 1 comentários
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PSB, de Eduardo, apoia mais ou menos DIlma
terça-feira, 15 de junho de 2010
A Executiva Nacional da legenda já liberou a aliança local com o PSDB - principal rival de Dilma nas urnas, com a candidatura de José Serra - em Minas Gerais, Paraná e Alagoas. Na Paraíba, o candidato do PSB ao governo, o prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, recebe sem qualquer incômodo o apoio dos tucanos. Em São Paulo e no Maranhão, PSB e PT caminharão em vias opostas nas urnas.
Essa contradição, somada à rebeldia ainda não debelada do deputado Ciro Gomes (PSB-SP), coloca o partido numa situação no mínimo incômoda em grandes colégios eleitorais. "A Dilma é nossa candidata no país todo. Se ela for a esses estados, vai fazer atividades paralelas com o PSB, sem palanque", resume o deputado federal Rodrigo Rollemberg (DF), líder do partido na Câmara.
Na própria sede em Brasília, sem a presença de Ciro Gomes e de seu irmão, o governador do Ceará, Cid Gomes, o PSB realizou na tarde de ontem a reunião que confirmou o apoio do partido à candidatura de Dilma. Cerca de 160 filiados decidiram por unanimidade apoiar o PT na disputa à Presidência, num encontro que durou apenas 45 minutos.
Enquanto os convencionais decidiam pelo apoio a Dilma, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, explicava as razões que a Executiva Nacional levou em conta para liberar as alianças com o PSDB em três estados e os rumos próprios da legenda em outras três unidades da Federação. "Demos autonomia para os estados. Eles tomam o caminho que quiserem, desde que venham à Executiva Nacional para a tomada de decisões."
Nem todas as realidades regionais, apesar de já cristalizadas, passaram pela direção nacional. Até agora, o aval para a aliança com o PSDB foi dado aos diretórios em Minas Gerais e no Paraná. O candidato tucano ao governo de Minas, Antonio Anastasia, receberá o apoio do PSB, assim como a provável candidatura do ex-governador Aécio Neves - principal liderança do PSDB no estado - ao Senado. O PSB também sobe ao palanque do ex-prefeito tucano de Curitiba, Beto Richa, candidato ao governo.
O caso de Minas Gerais é o mais sintomático da posição dúbia do PSB. Segundo Eduardo Campos, o partido iria apoiar a candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, do PT, mas o recuo dos petistas em prol da candidatura do ex-ministro Hélio Costa (PMDB) alterou também a rota do PSB. Nas últimas eleições municipais, PSB e PMDB entraram em rota de colisão, "com confrontos e agressões", segundo Eduardo, e por isso as duas legendas não estarão unidas em torno de Hélio Costa. O PSB vai aderir, em Minas, ao Dilmasia: fará as vezes da petista Dilma e do tucano Anastasia.
O partido também não vai embarcar na composição imposta pelo PT no Maranhão. Os petistas maranhenses tinham um candidato, o deputado Flávio Dino (PCdoB), mas a direção nacional da legenda, orientada pelo presidente Lula, determinou o apoio à candidatura de Roseana Sarney (PMDB). O PSB no Maranhão continua com Flávio Dino.
Muitas direções
O PSB oficializou apoio à petista Dilma Rousseff, mas isso está longe de ser unanimidade. Confira a situação no estados
Minas Gerais
O diretório está liberado para apoiar Antonio Anastasia (PSDB) ao governo e Aécio Neves (PSDB) ao Senado.
Maranhão
O partido segue apoiando o deputado Flávio Dino (PCdoB) na disputa pelo governo, contrariando a composição entre PT e PMDB em torno de Roseana Sarney.
Paraíba
O prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho (PSB), tem apoio do PSDB.
Paraná
O PSB apoia a candidatura do tucano Beto Richa, ex-prefeito de Curitiba.
Alagoas
A candidatura à reeleição do governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) tem o apoio do PSB.
São Paulo
O candidato do PSB é o empresário Paulo Skaf, ex-presidente da Fiesp. O PT tem candidato no estado, o senador Aloizio Mercadante.
Ceará
O governador Cid Gomes (PSB) disputa a reeleição. Seu irmão, o deputado Ciro Gomes (PSB), foi preterido da disputa presidencial e deu sinais de que pode não apoiar apetista Dilma Rousseff.
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 08:26 0 comentários
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