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Debate do SBT entre Dilma e Aécio

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pessoal, vejam como foi o MASSACRE de Aécio Neves em Dilma no debate do SBT. CLIQUEM AQUI

Foi formidável. Comentem, por favor. 






Debate na TV JORNAL: Um banho de Armando

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Pessoal, em vez de lerem meus comentários sobre a atuação de Paulo e Armando no debate da TV Jornal,vejam os vídeos vocês mesmo e concluam. Armando deu uma lavagem.

Posto aqui o primeiro vídeo. Se clicarem no título dele, na parte de cima do vídeo, poderão ver diretamente no youtube e terão acesso aos demais blocos do programa. Antecipo que o melhor de todos foi o 3°




Pesquisa presidencial e debate da BAND

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A primeira pesquisa feita depois da morte de Eduardo mostrava Marina em empate técnico com Aécio Neves (21% e 20%), enquanto Dilma seguia com 38%.

Na mais recente, divulgada ontem, Marina já aparece em empate técnico com Dilma (34% x 29%) enquanto Aécio caiu para 19%.

Maria, com sua pose de Santa, pairando sobre tudo e sobre todos, como se fosse superior moralmente, assusta. Já vence Dilma em simulação de segundo turno.

Com seu ar de frágil, os adversários temem bater de frente com ela e assim torná-la mais vítima do que já é. Confesso que toda vez que a vejo, sinto vontade de lhe oferecer um prato de comida.

O tal avião que caiu matando Eduardo Campos estava, e isso ficou muito claro, funcionando dentro de um esquema de CAIXA DOIS. Se fosse Dilma ou Aécio, um escândalo cairia em suas campanhas. Marina pode?

Os números não significam que Aécio esteja fora da briga. Mas uma boa estratégia e coragem de enfrentar Marina pra valer serão necessárias. E o tempo urge!

O debate da BAND foi uma boa oportunidade para percebermos o perfil de cada um dos 3 (e dar boas risadas com o maconheiro do PV e a louca do PSOL).

Dilma segue com aquela ladainha de que, se estão descobrindo as maracutaias do PT é porque seu governo fortaleceu a polícia federal. É meio que "vocês só sabem que roubamos porque demos autonomia à polícia". Gaga, nervosa e fugindo de todas as perguntas que lhe incomodam. Claro que tem dados favoráveis para apresentar, e assim o fez. Mas a forma como o faz a torna a maior chacota do debate.

Marina não acha que é incoerente. Não acha que deve explicações. Não apresenta proposta alguma. Fica apenas, como falei, pairando acima do bem e do mal.

Aécio apresenta dados, números e propostas. Convence que está preparado, mas peca na fraqueza em bater de frente de verdade com Marina.

Mais debates virão e veremos se algum deles ajudará a frear o crescimento de Marina.


VEJA DEBATE NO YOUTUBE


Debate no IFPE

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Tive a oportunidade de presenciar hoje o debate entre os candidatos a diretor geral do Campus Belo Jardim do IFPE, Chagas e Carlos Alberto.

O Blog BJ na NET fez uma enquete entre ambos e Chagas venceu com 94 votos. Carlos Alberto teve 78.

O debate teve mediação de Jailson Paz
Na noite da segunda também houve um debate, e no de hoje derão sequência aos argumentos que defendem para serem eleitos ao cargo máximo da Escola Agrícola, como chamamos.


Auditório com bom público
 O auditório estava praticamente lotado com eleitores dos 3 seguimentos (votam alunos, professores e técnicos-administrativos). O diretor do campus Recife, Valbérico, apoiador de Chagas, e o de Belo Jardim, Geo Vieira, eleitor de Carlos Alberto, estavam presentes.

Chagas

Carlos Alberto
 Em minha avaliação, pelo que presenciei como observador (infelizmente não voto, pois sou professor de outro campus), arrisco o seguinte pitaco:

- Chagas vence com grande folga entre os alunos. Vejam o vídeo do momento em que ele adentrou o refeitório. A manifestação foi expontânea.

- Carlos Alberto vence entre os professores. Não acredito em folga muito grande, mas arrisco que vence.

- O setor de técnicos administrativos também deve dar a vitória a Chagas.

Alunos animados ao final do debate

Os candidatos, que são vizinhos e têm exatemente o mesmo tempo de casa, foram cordiais antes e depois do debate. Durante o evento, trocaram palavras duras na maior parte do tempo.

Carlos Alberto e Chagas


E isso ainda não garante sua vitória por conta do cálculo proporcional que é feito na eleição com 1/3 da porcentagem valendo para cada um dos 3 segmentos.

Chagas e alguns de seus apoiadores





Vejam o vídeo do momento em que Chagas chegou ao refeitório, onde almoçavam os alunos

O DEBATE DA AEB

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Um adendo ao comentário sobre o debate:

Eu sei onde tenho o umbigo...Sei que Andréa Mendonça é iniciante em oratória para grandes públicos. Sei que sua fala não é contagiante como a de JM. Mas o mundo não é mais parnasiano, minha gente...Mais que a forma, temos que nos interessar pelo conteúdo.

Maneco tinha sido um fracasso como orador em seus próprios eventos de campanha. Ontem se superou, mas só soube bater em João. Não apresentou uma única proposta, como diz Andréa, Exequível, ou seja, que possa ser executada.

Não conhece as Autarquias. 
Não conhece a administração direta e indireta. 
Não entende de LDB. 
Não sabe o nome da Autarquia, que ele chama de A-E-B.
Não sabe o nome do IFPE, que ele chama de Ifepe.

Só entende de mentir. De dizer que Vai calçar todas as ruas da cidade, que vai pagar TODA A DÍVIDA da AEB...

E João foi aquilo que vocês viram e/ou ouviram...Nervosismo, vaias, filas por parte da assessoria, escondendo-se embaixo da mesa... Apesar de ter uma grande oratória.

Ah, e as mentiras também rolaram soltas:

- Vai abrir avenidas, sendo que não abriu nenhuma em 8 anos.
- Vai fazer um ANEL VIÁRIO

Hehehehehe

Pronto. Sigam com o texto anterior agora:



Público interno da AEB lotou a quadra. JM e Maneco levaram claque

Na noite de ontem houve o que eu penso ter sido o primeiro debate entre candidatos a prefeitos da cidade de Belo Jardim. Foi na FABEJA ou AEB. Algumas falhas na organização atrapalharam, mas não comprometeram o evento em si. A seguir, comento o desempenho dos candidatos.

JOÃO MENDONÇA

João: Boa oratória, mas bombardeado e atordoado













Não dá pra negar...O rapaz nasceu pra usar a voz. Oratória excelente. Entrou sob fortes aplausos. Epa! Vaias também. Foram as primeiras. Partiu desde cedo para o confronto direto com Dr. Maneco, a quem acusou de estar escondendo o passado como vereador de Tacaimbó, presidente da Câmara, irmão do prefeito da época que saiu devendo 8 meses de salários atrasados.

A esse ataque, Maneco lhe respondeu que nunca teve contas rejeitadas. Foi um auê.

João fez duros ataques a Cecílio Galvão, seu antecessor, a quem acusou de deixar a cidade abandonada, o lixo comendo solto na cidade (E É TUDO VERDADE, DIGA-SE DE PASSAGEM).

De tanto bombardeio e vaias, JM quis se esconder embaixo da mesa, será? 
Ao contrário do que se esperava, João não bateu muito na gestão de Marcos Coca-Cola. Se não me engano, não chegou a citar seu nome uma única vez

Apesar de bom orador e de ter levado sua claque para a quadra da AEB, João deixou a desejar em relação aos fortes ataques que sofreu de Maneco, que lhe acusou de fechar a Casa de Saúde, de ter contas rejeitadas, de não ter feito estradas em sua gestão.

Aliás, João pisou na bola nesse assunto, pois Maneco, ao afirmar que estamos sem estradas há 12 anos, foi corrigido por João dizendo que são 16 anos, incluindo os 4 de Cecílio, ao que Maneco emendou: “então você assume que não fez nenhuma estrada”.

Vaiado em 3 momentos, João não soube sair das saias justas em que ele mesmo se colocou. Até Andréa, que se manteve alheia às discussões de ambos, lhe puxou a orelha ao corrigir sua informação de que foi ele quem fez o pátio da feira, quando toda cidade sabe que foi obra feita com o governo do Estado na época de Mendoncinha.

MANECO
Virulência pra cima de JM

 Surpreendeu a todos. Teve um desempenho oratório muito superior ao que vem mostrando em seus eventos de campanha. Também levou sua claque e foi muito aplaudido quando acochou João, inclusive pelos Andreístas.

Maneco foi o mais combativo e também o que mais fez promessas inexequíveis
O fato de ter sido VALENTE com João Mendonça fez com que muita gente mudasse de postura em relação a sua candidatura, vista por muitos como balão de ensaio apenas.

Acontece que, se por um lado, soube encostar João na parede, por outro, não diz nada com nada. Vejamos:

- Vai dar aportes mensais para que a AEB sane seu débito com o INSS (sendo que desconhece o valor do débito)

- Disse que o estado tem 3 autarquias, quando na verdade o número é perto de 10.

- Vai iluminar e calçar TODAS AS RUAS DE TODA A CIDADE, DE TODOS OS DISTRITOS E DE TODAS AS VILAS.

- Construir um novo hospital. (AO INVÉS DE TER UM MAIS OU MENOS, TERÁ 2 RUINS)

Ou seja...Não convence pelas propostas, e sim pelos ataques bem merecidos a João Mendonça.

ANDRÉA MENDONÇA


A única que não levou torcida, como foi acordado com a organização, Andréa enfrentou a apreensão de um primeiro debate na sua vida. Saiu de cabeça erguida, sem ter enfrentado grandes percalços.

Enquadrou João quando este se quis dizer pai do Pátio da Feira. Saiu-se bem quando quiseram responsabilizá-la pelos erros da gestão de Coca-Cola, dizendo: “quero ser cobrada a partir de 1 de janeiro. Mas pelo que fizera  João Mendonça ou Marcos, eu não posso ser cobrada. Cobrem-me pelo que EU FIZER.



Quando foi interrompida pela turma de João Mendonça, que tentou vaiar quando ela falou o nome de Wilsinho, Andréa foi firme e bradou: EI, POSSO FALAR, QUERIDA? EU OUVI TODOS AGORA PEÇO QUE TAMBÉM ME OUÇAM SEM INTERROMPER. É ASSIM NAS DEMOCRACIAS.

O mais chocante foi ver que, quando o professor Estevão recriminava as tentativas de vaias com um discurso severo, os mesmo que tentaram vaiar aplaudiram, para ficar de bonzinhos na fita. Não senhores...Era a turma de JM que ensaiava vaias, mas nem isso conseguiu fazer direito.


Em síntese: Andréa foi ao debate com uma missão: apresentar suas propostas e não s emeter em ingrizia. Conseguiu isso com firmeza. Deixou as arengas para os outros dois e se portou com classe. Maneco se sobressaiu pelos fortes ataques a JM, que não sabemos se surtiu ou não o efeito esperado. João ficou o tempo todo na defensiva e atordoado, precisando que Nilton Senhorinho por diversas vezes tivesse que ir assessora-lo passando cola.



O debate da Globo

sexta-feira, 1 de outubro de 2010


Oi, internautas.


O debate da globo foi morno. Nem sei se valeu mesmo a pena não ir ao comício para ficar vendo essa chatice.


Serra foi um bundão e não teve coragem de atacar Dilma quando pôde. Que ela ia fugir, nós sabíamos.


Podia perguntar sobre Erenice, sigilo fiscal, escândalos do PT, obras inacabadas, etc. Serra não virou o jogo no debate, como muitos de nós pensávamos.

O melhor do debate foram:


- Dilma dizer que todas as doações legais para a campanha dela são declaradas. E as não oficiais ela esconde, né? O público cair na gargalhada.




-Dilma afirmar que na Inglaterra, eles são ingleses. Não me diga!!!

Debate da TV Globo- o último

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Debate na TV Globo foi, digamos, cheio de travas. Não havia perguntas do público, nem de jornalistas, e apenas 2 perguntas de cada um era de tema livre.

Os fatos que mais chamaram atenção foram:

1- a gravata de Sérgio Xavier

2- A neta de Arraes levando bordoada no Twitter de um vereador do PV. Diz ela que há 40 anos não se fazia nenhum hospital em Pernambuco.Ele pediu que ela dissesse quem governo o estado nesses 40 anos.

O melhor momento, sem dúvidas, foi o encerramento de Jarbas:

Jarbas Vasconcelos (PMDB)
Essa foi a mais dura, a pior das eleições que já disputei. Disputei eleição no governo militar, fui ameaçado. Agora, as coisas se repetem. O país passa por um bom momento, e as pessoas no lugar de terem grandeza, se tornam menores, deixando escapar as palavras esmagamento da oposição. Sempre tive a preferência de pernambucanos. Sempre tive a confiança, e os eleitores sempre tiveram a conduta de um homem de bem, de palavra, que foi prefeito, foi governador e levou o Estado para um outro nível. Carreguei ao longo da minha vida pública muitas bandeiras, da anistia, das diretas, da liberdade de imprensa agora ameaçada. E a maior das bandeiras, a de Pernambuco, do meu Estado que amo.


Um debate histórico, em busca de personagens igualmente históricos

terça-feira, 21 de setembro de 2010


A primeira coisa a ser dita sobre a iniciativa do debate promovido pela TV Jornal e o SBT Nordeste é que foi uma grande iniciativa. Nunca antes na história do Nordeste candidatos a presidência haviam se encontrado para debater os problemas específicos da região.

A proposta da regionalização da TV foi, assim, um golaço, com certeza um marco no evento transmitido por dez afiliadas do SBT na região, nesta segunda-feira (20).

A segunda coisa a ser dita é que o debate foi morno, muito morno, não por culpa das regras propostas e estabelecidas, mas por insuficiência de desempenho de seus próprios protagonistas.

O exemplo melhor acabado é o próprio tucano José Serra, que não conseguia concluir seus pensamentos em várias oportunidades, extrapolando o tempo das respostas. Não resta dúvida que é bem preparado, mas o ar professoral não ajuda no vídeo. É inacreditável sua falta de objetividade no embate desta segunda.

De olho nos votos que precisa para tentar chegar ao segundo turno, apelou para o populismo, aparentemente deixando de lado o equilíbrio (fiscal) que sempre marcou o discurso dos tucanos. O candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, José Serra, propôs a concessão de 13º salário a beneficiários do programa Bolsa Família e um salário mínimo mais elevado aos trabalhadores. Teve até a sugestão de criação de uma Secretaria para o Semi-Árido. E a bomba do BNB, que foi criado para isto, desenvolver o Semi-Árido?

Repetiu ainda as propostas de reajuste de 10% para aposentados e de salário mínimo de R$ 600. Segundo colocado nas pesquisas, teve que ouvir de Marina a crítica de que a ampliação do programa Bolsa Família ocorre por motivos eleitorais.

Plínio

O candidato do PSOL Plínio de Arruda Sampaio manteve a linha franco atirador e abusou do tom jocoso para tentar chamar a atenção, havendo dúvidas se não ultrapassou o sinal. É bonito ver um homem sonhador, utópico, coerente, aos 80 e tantos anos. Pena que tamanha coerência não sirva ao mundo prático, como parece deixar patente a falta de votos. Sim, Plínio, o engraçadinho de plantão, é também um candidato que não pontua na maioria das pesquisas.

Despojado como de costume, Plínio acusou os rivais de andarem em más companhias: Citou os dilmistas Fernando Collor (PTB-AL), José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL), o serrista Marco Maciel (DEM-PE) e o marineiro Zequinha Sarney (PV-MA). “Esses são todos coronéis e são responsáveis pelo atraso do Nordeste”, disse.

Numa tirada irônica, daquelas de quem joga para a plateia, aliás mal comportada na noite desta segunda-feira, diria até desrespeitosa, o socialista disse que o senador do DEM, Marco Maciel, é um dos coronéis responsáveis pelo atraso do Nordeste. Um evidente exagero, é claro.

O discurso anacrônico vai de críticas ao agronegócio com a transposição até uma insólita proposta de revisão da Lei de Responsabilidade Fiscal. Até o PT já abandonou esse discurso, para eleger-se e governar.

O cara roubou a cena mesmo ao defender a legalização da maconha, como forma de combater o tráfico de drogas. Mas se apressou em dizer que não apertava um baseado.

Marina

Em vários blocos do programa, Marina e o candidato do PSOL tentaram polarizar o debate. A presidenciável do PV foi chamada de ingênua e de “mais conservadora na questão econômica do que todos os outros candidatos”. O socialista ouviu a rival chamá-lo de “desinformado”.

“Eu me livrei da velha gana de rotular as pessoas”, afirmou a ex-ministra do Meio Ambiente para alfinetar o adversário.

Marina defendeu ideias genéricas, como a ampliação do SUS, na área de saúde. A impressão geral é que ficou devendo, acoada por Plínio que foi.

O momento de maior expressividade parece ter sido a defesa da educação para todos, repetindo a platitude de que os filhos dos brasileiros precisam de mais oportunidades. A promessa veio a propósito de um questionamento sobre analfabetismo na Paraíba.

Marina disse que era um compromisso ético e pareceu bem convincente quando afirmou que uma pessoa que não tinha educação ouvia e entendia pela metade.

Oportunidade perdida

Neste sentido, não é fácil concluir que todos os candidatos foram muito superficiais e perderam uma boa chance de se aprofundar em temas caros à população, como transporte e segurança, educação, saneamento. Todos tergiversaram demais e apresentaram propostas concretas de menos.

Uma prova do descolamento dos candidatos da realidade nordestina foi a problemática da Sudene. Todos defenderam sua revitalização, incorrendo em um erro comum, que é o de trocar o instrumento pela causa. A Sudene não existe mais e o importante é o governo Federal possa ampliar os investimentos na região, de modo a corrigir as desigualdades regionais. Midiático, Lula usou essa imagem simbólica da Sudene apenas para criticar o governo FHC e ganhar mais alguns votos. Tanto é assim que a Sudene nunca saiu do canto. Mesmo com abraços e mais abraços em seu prédio. Nem deveria sair do papel essa promessa torta.

Neste caso, revela-se mais um acerto do tão mal afamado Fernando Henrique Cardoso. Foi ele que teve a coragem de fechar mais essa torneira aberta para a corrupção, como os bancos estaduais. Já imaginou essa centena de cargos e esses bilhões de reais do extinto Finor nas mãos de uma dupla Dilma/Erenice?

E se Dilma tivesse aparecido? Não há garantia de que tenha elaborado uma proposta que vá além do assistencialismo e do avanço do estatismo na economia.

A líder nas pesquisas de intenção de voto, Dilma Rousseff (PT), não esteve presente. É como se dissesse que não precisa de mais votos no Nordeste. Na verdade, Dilma evitou se expor em um ambiente não controlado, como as aparições públicas ao lado do chefe Lula.

Com sua ausência, mostrou que não respeita o Nordeste, onde tem a maioria dos seus votos.

Durante o debate, os presidenciáveis obviamente aproveitaram a situação e criticaram a ausência da rival. Serra disse ainda que, em uma reforma política que promoveria se eleito, estará incluída a obrigação de candidato comparecer a debates durante a campanha. Marina afirmou que a ausência de Dilma é "uma ingratidão" com a região que, proporcionalmente, mais votos dá à petista.

A petista informou há menos de uma semana que não conseguiu conciliar o debate com outros eventos da campanha previamente agendados. Durante a manhã, Dilma participou um evento político em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Sua agenda não tinha compromissos para a noite. Depois, quem faz a agenda é o candidato.

No debate realizado na TV Gazeta, em São Paulo, em que também ocorreu a ausência de Dilma, ela foi sublinhada pela emissora que deixou uma cadeira vazia.

Os adversários reclamaram barbaridade e uma pesquisa do UOL indicou que o impacto das críticas não foi positivo. O antecedente pode ajudar a explicar porque Serra, Marina e Plínio fizeram críticas à ausência da petista, mas sem a mesma ênfase do outro debate.

Enfim, a cadeira que Dilma almeja não deixar vazia é outra.

Blog do Jamildo

Jarbas debate com comunidade Gay na boate Metrópole

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Em tempo: O governador também foi. Mas claro, não vou postar, né?


O senador e candidato ao Governo do Estado, Jarbas Vasconcelos (PMDB) foi o quarto sabatinado no debate promovido pela ONG Leões do Norte, na boate Metrópole. O peemedebista afirmou que uma de suas propostas para ajudar a diminuir a questão do preconceito é uma melhor educação. Ele ainda aproveitou para alfinetar seu principal adversário no pleito, o governador-candidato Eduardo Campos (PSB), que lidera com folga todas as pesquisas de intenções de voto. "Minha prioridade essencial é a educação. Esse cidadão que saiu agora há pouco ajudou a arrasar o Estado. Tive que lutar para reconstruir, e tudo era nossa prioridade", disse Jarbas.

Questionado sobre o que achava de Pernambuco ser o Estado brasileiro com maior índice de violência contra travestis, o peemedebista confessou não saber dessa estatística. "É um dado triste Pernambuco ocupar esse ranking de machista, de tratar com truculência os travestis. Se eleito, vou lutar para dar uma contribuição positiva para que a gente possa tirar o Estado desse ranking. Já é vergonhoso que hoje o Estado pague o pior salário aos professores dentre os 27 da federação", atacou Jarbas.

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O senador fez questão de dizer que compareceu ao debate porque é uma discussão "importante". No entanto, Jarbas acha difícil que um projeto que transforme em crime ações de homofobia seja aprovado no Senado. "No Senado tem dois ex-presidentes da República, o (Fernando) Collor e o (José) Sarney (ambos correligionários de Jarbas, que é dissidente do PMDB), e lá tem gente que tem aversão ao assunto. Não há interesse nesses projetos. O Senado é excessivamente conservador, e não só sobre esse assunto. Mas eu sou contra qualquer tipo de preconceito. Minha formação vem do combate à Ditadura Militar (1964-1985, quando pude saber o que era minoria. Houve um movimento armado no País, e foi isso que fomos combatendo. Minha formação democrática veio daí", lembrou Jarbas.

O candidato se comprometeu, caso eleito, de defender uma campanha estadual e nacional contra o preconceito, "desde que seja bem-feita". "Meu gabinete no Senado está aberto. Não terei preconceito, não colocarei nenhuma dificuldade para que possamos debater essas questões que estiverem na pauta. Vamos lutar por isso", concluiu.


Blog da Folha

Debate Folha/ Rede TV

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

DEBATE

Outro debate morno, aquecido apenas pelas estocadas não só de Serra como também de Marina em Dilma mirando na quebre de sigilo. Eis alguns trechos que destaco:

Dilma: Eu acredito que seja importante eu dar primeiro boa noite... (Ri alto com isso)

Serra: o maior sucesso de Lula foi não jogar pela janela o Plano Real. O maior fracasso foi o mensalao, dossiê dos aloprados, violações da receita, saneamento, educação que piorou, saúde que andou pra trás.

"O senhor diz que vai estatizar empresas e desapropriar terras. Mas terá que pagar indenizações aos donos. O povo terá de pagar a conta desse seu socialismo?" Pergunta feita a Plínio Sampaio

"O povo não vai pagar. Vai receber". Resposta de Plínio.

"Porque Serra já tinha suspeitas da quebra de sigilo durante o período de campanha em que liderava e não usou isso, deixando para faze-lo agora em que Dilma lidera" Pergunta de jornalista a José Serra

Serra diz que suspeitava e não tinha provas, e por não ser jornalista não lhe cabia lançar rumores. A certeza veio apenas agora.

Dilma pediu direito de resposta por Serra ter dito que os escândalos de quebra de sigilo foram gerados debaixo do olhar complacente dela. A direção atendeu e concedeu a ela um minuto para defender-se. Dilma gaguejou mais que tudo nesse um minuto e chegou a citar, sem necessidade alguma até o parágrafo da lei eleitoral que enquadra Serra, segundo ela, como caluniador.

Aí foi a vez de Serra pedir o direito de resposta e dizer que a Casa Civil tornou-se no governo do PT um antro de escândalos. Citou José Dirceu, lembrando que ele é peça-chave importantíssima na campanha de Dilma mesmo depois de tantos escândalos. Ainda chegou a perguntar a Dilma se ela queria direito de resposta também por ele dizer que ela é amiga de Zé Dirceu. Impagável

Debate ao vivo

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Neste instante está rolando debate na TV Cação NOva. É entreos presidenciáveis. Dilma fugiu dessa vez

Cliquem AQUI

No debate online Folha/UOL, Serra foi o melhor

quinta-feira, 19 de agosto de 2010



José Serra mostrou hoje mais uma vez porque é o mais preparado e seguro para comandar o Brasil daqui a quatro meses, quando Lula deixar a Presidência da República. Essa também foi a opinião dos leitores da Folha após o debate. Em enquete* realizada pelo Portal, a maioria afirmou que Serra foi melhor que seus adversários.

Serra desafiou a adversária do PT em diversos momentos do debate promovido pelo portal UOL no TUCA (teatro da PUC) em São Paulo, em assuntos como impostos, fim da inflação, ensino técnico, saúde, fraudes no Enem, educação, estradas, aparelhamento do Estado ou avanço da banda larga.

Sobre o Enem, Dilma não conseguiu responder ao Serra, limitando-se a defender a gráfica que vazou os dados dos estudantes. Sobre urbanização de favelas, Serra disse que no Brasil vai fazer como fez em São Paulo, nas favelas de Heliópolis e Paraisópolis, que em pouco tempo saltaram de patamar e tem muito mais moradias dignas, infra-estrutura e cidadania. Ao falar sobre o muito falado e pouco executado Minha Casa, Minha Vida, Dilma abriu a espaço para Serra enfatizar que os mais pobres não foram atendidos pelo programa, sobretudo os que ganham até três salários mínimos, que representam 0,3% dos contemplados. Serra – e a candidata do PV, Marina Silva - ainda observaram que as poucas casas do programa não possuem obras de saneamento e infra-estrutura.

Ao final, Serra chamou a atenção: “A Dilma também não respondeu por que o governo que diz coordenar aumentou os impostos federais para o saneamento e a energia elétrica”. O candidato da coligação “O Brasil Pode Mais” afirmou ser absurdo a petista considerar a carga tributária cobrada no Brasil baixa. “A Dilma acha que o Brasil não cobra muito imposto. Eu vou abaixar o imposto do saneamento e da luz, que eles aumentaram”, salientou. Serra lembrou que o nosso país é o que mais cobra imposto no mundo e o que menos investe de volta no povo. “É muito estranha essa combinação. O Brasil é o campeão dos impostos mais elevados do mundo e o penúltimo em investimento entres os países em desenvolvimento”, criticou.

“O Governo da Dilma retirou, da área do saneamento, R$ 2 bi por ano em impostos, o que é desastroso para o Brasil e conspira contra a nossa infra-estrutura”. Quando a Dilma perguntou por que José Serra não baixou impostos na última crise econômica mundial, Serra contestou de imediato: “Baixei impostos, sim. Só por causa do ICMS que baixamos, garantimos mais um milhão de empregos em São Paulo”.

Sobre pedágios das estradas em São Paulo, José Serra mencionou a pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes que mostra que 75% dos usuários as classificam como ótimas ou boas - enquanto não chega a 30% o percentual das pessoas que aprovam as estradas federais que estão sob a responsabilidade do governo do PT. Há estradas pedagiadas no Brasil todo e muitas delas são ruins; o que as pessoas não suportam mesmo é pagar impostos ou tarifas para circular em estradas esburacadas, sem acostamento, sem sinalização, sem equipes de socorro, eternamente em obras etc. Isso sim sai caro.

Um dos pontos altos do debate ocorreu quando a candidata do PT finalmente reconheceu que a estabilidade econômica do Brasil existe graças ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. FHC, aliás, foi quem criou os programas que, unidos, deram origem ao Bolsa-Família, que Lula ampliou e o Serra vai duplicar, como ele fez questão de reiterar no debate do UOL.

“É importante reconhecer que o Fernando Henrique e o Itamar acabaram com a inflação”, destacou José Serra, candidato da coligação “O Brasil Pode Mais”. “Eu vou duplicar o Bolsa-Família e garantir mais uma Bolsa para quem estudar nas escolas técnica que vamos espalhar pelo Brasil, assim como fizemos em São Paulo, onde teremos neste ano 100 mil novas vagas para o ensino profissionalizante”, acrescentou.

Quando Dilma questionou uma ação do DEM referente ao Prouni - que, aliás, foi condenado inicialmente pela UNE, por ser uma forma de subsídio a instituições privadas - Serra foi enfático: "Foi uma questão de inconstitucionalidade de um aspecto. Não tem a ver nem com a minha posição, nem do meu partido, nem com "acabar com o Prouni". Se tivesse, Dilma, você estaria contra a Lei de Responsabilidade Fiscal (o PT entrou com ação contra [a LRF]). O FUNDEF, que era basicamente para dar mais dinheiro para a Educação no Nordeste, o PT votou contra. O PT entrou no Tribunal para acabar com as OSS [Organizações Sociais de Saúde] em São Paulo e no Brasil - o que significaria acabar no Rio de Janeiro, na Bahia do governo do PT, em Pernambuco, etc. O que o PT já aprontou em matéria de "quanto pior, melhor" no Brasil não está escrito. Votou contra e expulsou os deputados que votaram a favor Tancredo no Colégio Eleitoral. Na Constituição, teve até discurso contra o texto final. Você disse que a inflação de 12% em 2002 estava "fora de controle", mas a inflação era de 5.000 % ao mês qaundo Fernando Henrique e o Itamar acabaram com ela - mas o PT votou contra o Plano Real".

Dilma não teve como responder convincentemente quando foi questionada a respeito dos aeroportos – o maior problema do Brasil para a Copa de 2014, segundo o presidente da CBF e do COL (Comitê Organizador Local), Ricardo Teixeira, e evidente para qualquer um que tenha precisado de um aeroporto brasileiro nos últimos anos. Quando o assunto foi o avanço da banda larga para conexões de internet, Dilma mostrou seu desconhecimento.

José Serra assegurou que, eleito presidente, vai “turbinar” esse avanço como fez em São Paulo, porque o Brasil está bem atrasado. E reiterou suas críticas ao aparelhamento do Estado. “Basta ver o aconteceu nos Correios e quando houve a espionagem no vice-presidente do PSDB”, lembrou. “Comigo no Governo isso não vai acontecer”.

Serra já teve quase 80 milhões de votos ao longo de sua vida pública. Foi ministro da Saúde, prefeito e governador, deputado constitutinte, senador e Secretário de Planejamento do estado. Quem o conhece – e a maioria do povo brasileiro já sabe quem é José Serra – sabe que seu compromisso é com o resultado, com o benefício verdadeiro da população, não com o apetite dos aliados.

Veja o debate

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Já que bELO JARDIM não tem TV CLUBE, podem assistir ao debate clicando

Vai começar o primeiro round


Hoje é o dia do primeir debate entre os candidatos ao governo do estado.

Será na TV Clube, que em Belo Jardim não é mais transmitida desde que Coca-Cola assumiu a prefeitura.

Ou seja: quem quiser ver, liga na Rádio Clube ou acessa o portal pernambuco.com

Debate morno

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Nada de dossiês.

Nada de FARC's

O debate da Band foi morno, morno.

Os pontos altos foram as gaguejadas de Bandilma e as pilhérias de Plínio.

Serra falou dos portos e encheu o saco repetindo perguntas sobre os Multirões, acabados no governo Lula

Na modesta opinião do BJ na NET. Plínio venceu, seguido por Serra. Dima foi quem mais perdeu.