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Campanha pro Governo esquenta de vez

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

A princípio, eu vinha achando um saco essa eleição. Não havia, ao menos para mim, um candidato em que se visse a esperança de dias melhores.

Em Pernambuco mesmo, pensava até em aular meu voto, coisa que nunca fiz e não acho cívico. De um lado, um poste indicado pelo ex-governador Eduardo e do outro, com apoio do PT, motivo bastante para não ter meu voto, Armando Neto. Além de péssimos nomes, uma campanha pra lá de chata, com Armando metendo 35 pontos de vantagem.



Mas tudo mudou e a eleição está uma comédia. Na manhã da terça, Armando reuniu a imprensa para cobrar de Paulo Câmara explicações quanto à concessão de incentivos fiscais dada a empresa que teria comprado o avião em que voava Eduardo Campos. Não bastando isso, o próprio Paulo teria também voado.

Paulo e o PSB não calaram. Soltaram uma tremenda nota ainda na terça:

A imprensa pernambucana foi surpreendida hoje com uma pantomima da pior qualidade, orquestrada pelo candidato a governador da coligação “Pernambuco vai mais longe”, Armando Monteiro. Pretendendo divulgar “fato relevante” referente à campanha eleitoral em curso, o senador do PTB convocou com grande estardalhaço uma entrevista coletiva, que teve lugar na sede do seu comitê eleitoral. Como diz o ditado popular, “a montanha pariu um rato”.

Desesperado com a derrota que já se prenuncia, de acordo com as pesquisas eleitorais, o candidato de Dilma Rousseff fez uma sucessão de denúncias vazias, irresponsáveis, indignas de qualquer credibilidade, expondo à sociedade uma face lamentável, que merece nossa indignação e pronto repúdio.

Os fatos citados pelo candidato já tiveram ampla cobertura da imprensa nacional e foram publicamente esclarecidos, na forma da lei, pela direção do Partido Socialista Brasileiro, que acompanha diligentemente todos os aspectos envolvendo não apenas o uso da aeronave, como também as causas do acidente que vitimou tragicamente o nosso saudoso Eduardo Campos.

Ao tentar atingir o futuro governador de Pernambuco, Paulo Câmara, com um factóide sem pé nem cabeça, Armando Monteiro mostra de quantas é capaz para enlamear a honra alheia. Se hoje é assim, dá para imaginar o que faria esse senhor se um dia chegasse ao Governo de Pernambuco.
O PSB se solidariza com a imprensa pernambucana, diante da tentativa malandra de manipular fatos, e, como sempre, está à disposição dos jornalistas para qualquer esclarecimento. 

O vice de Armando, Paulo Rubem, veio a público responder a nota do PSB e foi certeiro no petardo:



Como deputado federal, membro da Frente Parlamentar de Combate à Corrupção e candidato a vice-governador da Coligação Pernambuco Vai Mais Longe, informo que:

Continuando com as fugas que vêm marcando sua atitude frente aos graves fatos apontados pela imprensa nacional nas últimas semanas, desde o acidente de 13 de agosto, como a ausência de prestação de contas adequadas por seu partido, sob o rigor da lei, do uso do avião em questão, o candidato Paulo Câmara mais uma vez foge das explicações, escondendo-se sob o manto de esclarecimentos notoriamente vazios, pretensamente oferecidos à imprensa.

Mais uma vez sem esclarecer os fatos e, novamente, como nas levianas acusações que fez à oposição pelos fatos publicados em relação às denuncias apresentadas em delação premiada pelo Sr.Paulo Riberto Costa, Paulo Câmara, em nítida postura de desequilíbrio, acusa-nos de malandragem por lhe cobrarmos publicamente as explicações que deve ao povo de Pernambuco.

Malandragem é um Auditor, Secretário da Fazenda de Pernambuco, após conceder incentivos fiscais e benefícios comerciais, esses nunca antes concedidos a uma empresa, ré em processos federais de sonegação e crimes financeiros, usar um avião dessa empresa para fins privados, numa campanha eleitoral;

Malandragem é um Auditor, Secretário de Fazenda, após dar benefícios e usar o avião da empresa, calar-se frente às graves informações reveladas pelas investigações do acidente dando conta de que o avião foi pago, entre outras, pela empresa Câmara & Vasconcelos, que havia recebido depósito de R$ 100 mil da MO Consultoria, do doleiro Alberto Youssef, preso pela Operação Lava Jato, conforme fartamente publicado pela imprensa;

Malandragem é usar a administração pública dando benefícios a empresa sob suspeita, ré por crimes de sonegação e contra o sistema financeiro, e depois usar seus bens para si próprio;

Malandragem é imaginar que o povo de Pernambuco aceita esse tipo de negócio escuso entre o público e o privado. Malandragem faz quem tira imposto do povo de Pernambuco, doa para empresa privada, ré em ação federal por crime de sonegação, com dívida de R$ 101 milhões, e depois usa avião da empresa para fazer campanha. Malandragem é tirar dos mais pobres para doar aos mais ricos e depois usar o patrimônio dos mais ricos, quem sabe comprado com dinheiro de sonegação fiscal. Em causa própria. Responde, candidato. 
EU QUERO É SANGUE 

Sobre Eduardo

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Vamos a um texto longo?

Preferi esperar o Luto passar para poder falar da tragédia que se abateu sobre Eduardo Campos. Direi algumas coisas duras, mas que precisam ser ditas .

Eduardo era um político de sucesso, isso não se nega. Teve uma dimensão que fez muitos dos políticos que julgávamos grandes, como Jarbas, serem vistos como nanicos.

A sua alta aprovação está longe de significar consenso ou AMOR DE PERNAMBUCO POR ELE. Via de regra, e Eduardo era regra, o povo não ama políticos. Os mais de 80% que reconheciam em seu governo um BOM reconheciam muito mais uma série de ações, iniciadas no final da década de 90, depois de uma TRÁGICA GESTÃO DE ARRAES, que mudaram a cara do Estado. Eduardo soube capitalizar para si ações do governo anterior bem como do governo federal. Era jovem, simpático e atencioso com suas bases.

Mas sua principal característica era outra: o coronelismo travestido de modernidade. O candidato a presidente que falava em NOVA POLÍTICA havia sido um governador que não se aquietava enquanto todos, aliados ou adversários, não se dobrassem a suas vontades. Maquiava índices, como os da Educação, contratando professores de fora da Rede para darem aulas de Matemática e Português aos alunos que estavam prestas a fazer a Prova Brasil, que dá nota ao serviço educacional estatal.

Nepotista sobretudo. Trabalharam ou ainda trabalham em cargos pagos com dinheiro público os seguintes parentes (vou até fazer o obséquio de ignorar a mãe, neófita em Direito, ministra do TCU):

Arthur Leal Arraes de Alencar –ganhando mensalmente R$ 2.159,44

Carla Ramos Santos Leal — Mãe de Arthur, e tia de Eduardo, ganha R$ 7.308,00 por mês. Carla é a responsável por gerir a verba de suprimentos do Palácio.

Cyro Andrade Lima – Sogro de Eduardo. Integra o conselho de administração Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Recebe R$ 3,7 mil para participar de uma reunião mensal. 

Ana Elisabeth Andrade Lima - É irmã de Renata Campos. O Portal da Transparência do Governo de Pernambuco informa que o salário de Ana Elisabeth é R$ 10.664,78.

Rodrigo de Andrade Lima Molina e Marcela de Andrade Lima Molina – São filhos de Bebeth e sobrinhos de Renata e Eduardo Campos.

Aurélio Molina – Médico, ex-marido de Bebeth e ex-cunhado da primeira-dama e do governador. É secretário-executivo de Desenvolvimento da Educação de Pernambuco, além de lecionar na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Pernambuco. Salário: R$ 4.916,86.

Tadeu Barbosa de Alencar – É primo de DUDU e foi secretário da Casa Civil. 

José Everardo Arraes de Alencar – Ou Everardo Norões, como é conhecido. Poeta, dramaturgo e primo de Eduardo. Já integrou o conselho de administração Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa).

Thiago Arraes Alencar Norões – Procurador de carreira, ele foi indicado por Eduardo Campos para ser o procurador-geral neste segundo mandato. Salário: R$ 29.811,78

Paulo Câmara — Secretário da Fazenda de Pernambuco e primo em segundo grau do governador. É casado com a juíza Ana Luíza, filha de Vanja Campos, prima de Eduardo. 

Marcos Coelho Loreto- primo da primeira-dama. Desde 2007, é conselheiro o TCE-PE. Foi chefe de gabinete de Eduardo Campos nos dois primeiros anos do primeiro mandato. 

João Carneiro Campos, irmão de Vanja Campos e primo do governador. Ex-desembargador eleitoral, ele foi nomeado em março de 2011 para o cargo vitalício de conselheiro do TCE-PE.

Flávio Rubem Accioly Campos Filho, primo em primeiro grau de Eduardo Campos, trabalhou durante quatro anos no TCE-PE. 

Flávio Rubem Accioly Campos Neto, atualmente com 27 anos, também ocupou cargo comissionado no governo estadual. Foram cinco anos nessa condição até que, em 2012, se desligou para disputar uma vaga na Câmara Municipal do Recife. 
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O Colunista Reinaldo Azevedo bem lembrou, em seu blog, de um verso muito conhecido para quem bom estudante era e se atinha às revoluções que marcaram Pernambuco em Séculos passados. Como uma das famílias mais poderosas era a CAVALCANTI, dizia-se que

“Quem viver em Pernambuco
não há de estar enganado:
Que, ou há de ser Cavalcanti,
ou há de ser cavalgado.”

Substituam o sobrenome por algum dentre ALENCAR, ARRAES, CAMPOS, ANDRAE, LIMA ou COELHO e não notarão muitas divergências no modus operandi.

Pois bem. Deixou o governo, mas não os empregos da parentada, e se aventurou em uma candidatura a presidência da república.

Os seus babões diziam que iria crescer e chegar ao segundo turno. Ignoravam o fato de Aécio estar consolidando-se acima dos 20% e de ter governadores bem avaliados dando-lhe palanque. Não importa. Eduardo iria destruir tudo isso. Até o dia da tragédia, não se viu nada disso. Vinha enfrentando muitas dificuldades para levar sua campanha. 3 governadores de seu próprio PSB não lhe queriam apoiar, e sim a presidente Dilma. Em mais de 10 estados, quando ia, não podia levar ser cartão de visitas, Marina Silva, por ela discordar das alianças fechadas (São Paulo é o maior exemplo disso).

Em Pernambuco, a candidatura de Paulo Câmara não havia decolado, nem tampouco a de Fernando Bezerra ao senado. O próprio Eduardo perdia para Dilma dentro de casa, segundo as pesquisas.

Agora vem a parte mais vergonhosa, indecorosa e vexaminosa:

Morto, querem dar a Eduardo a dimensão e a importância eleitoral que, vivo, nunca teve. Morto, querem que Eduardo tenha os votos que, vivo, notava-se que não teria.

O Velório e o enterro foram um SHOW, no mais banal sentido da palavra. Fogos de Artifícios. Músicos cantando. Troças de Maracatu. A viúva, Dona Renata, não hesitou e marcou uma, vejam vocês, REUNIÃO POLÍTICA para acontecer 15 horas depois de enterrado o finado.

O filho mais velho, João, falava já em MANTER VIVO O LEGADO DE MEU PAI.

A candidata a vice, Marina, ensaiava tristeza, mas não negava fotos e sorrisos a quem se aproximava. 

O irmão, Antônio, não esperou sequer o corpo para escrever uma carta relatando qual seria a vontade do irmão, de que Marina fosse sua substituta. 

A mãe, Ana Arraes, essa sim guardou todo seu decoro e seu luto para si mesma e mais ninguém.

E como se pouco fosse o circo,agora ensaiam um movimento para que Renata seja a nova vice, ao lado de Marina.

Não me digam!! Com quais prerrogativas? O Nepotismo político e administrativo, ao qual Eduardo, sem dúvidas, era chegado, chegou também ao viés Eleitoral. Até o momento em que escrevo, Renata parece manter a sensatez de não aceitar essa firula.

Renata não tem militância política pública. Renata não é dirigente partidária. Renata recusou-se a disputar o cargo de deputada por afirmar que sua prioridade é cuidar dos filhos.

A única razão pela qual insistem uns babacas nessa hipótese é triste, mas precisa ser dita: os dirigentes do PSB que defendem dona Renata como vice imaginam que, comovidos pela tragédia e pela força demonstrada pela viúva, os indecisos, ou mesmo os eleitores de outros candidatos, migrem de palanque.

Em poucas e duras palavras: querem que, morto, Eduardo e sua lembrança, através de Renata na chapa, sirva para eleger Marina, não importa que tipo de compromissos ela assuma daqui pra frente.

Isso é indecoroso. Isso é mesquinho. Isso é desequilibrado. 

As entrevistas no JN

A PresidentE Dilma deu entrevista hoje ao Jornal Nacional. Antes dela, Eduardo Campos e Aécio já haviam sido sabatinados.

Um dia após a entrevista de Eduardo, eu planejava escrever sobre o desempenho dele e de Aécio. Mas aí aconteceu o desastre, sobre o que falarei em breve. 

Eu não sou imparcial. Quem estiver buscando por isso, pode dar meia-volta.


O Mineiro se saiu bem. Essa foi a análise da maioria dos colunistas que li. Tinha vários dados na ponta da língua, sejam sociais ou econômicos. Mesmo quando confrontado com a Construção do Aeroporto em Terras que pertenciam a seu tio, conseguiu dar boas explicações, em que pese Willian Bonner ter questionado se, além de legal, a construção era Ética.


Mão se saiu nada mal, embora não tenha demonstrado o mesmo conhecimento que Aécio sobre a realidade dos números do país. Quando confrontado sobre a indicação da Mãe para o TCU, disse que sequer votou nela, tendo apenas torcido. Patrícia Poeta falou ainda dos primos dele e de Renata, sua esposa, que foram indicados ao TCE. Eduardo defendeu a prática, mas quando Bonner lhe perguntou se essa seria uma ação constante em um governo seu, mudou a linha do discurso e falou que iria propor o fim de cargos vitalícios na justiça.

Propunha ainda um monte de ações, como o Passe Livre, que aumentaria significativamente os gastos públicos.




É uma louca. Não fala coisa com coisa. Mente e enrola.

Quando o assunto foi corrupção, Bonner lhe perguntou qual a dificuldade em se cercar de pessoas honestas. Respondeu com mentira sobre a criação da CGU, que foi implantada em 2001, no governo de FHC, querendo dizer que seu governo incentiva a caça aos corruptos.

Sobre o PT dar apoio a Mensaleiros, ela respondeu que não iria responder sobre decisões do STF nem tampouco entrar em conflito com seu partido.

Confessou que a Saúde não é minimamente razoável, mesmo depois de 12 anos de PT.

Foi arrogante, estrapolou o tempo previsto, deu respostas enviesadas, fugiu de temas desconfortáveis. E sobretudo, MENTIU MUITO 



Mendonça e o apoio a Paulo Câmara

segunda-feira, 17 de março de 2014


Caros e parcos,

Muita gente com quem converso não entende, não concorda e me indaga o que acho do apoio anunciado por Mendonça Filho ao candidato do PSB, Paulo Câmara, ao governo do Estado. Vamos lá...

O DEM elegeu Mendonça como seu líder na Câmara dos Deputados. Tal papel tem lhe dado muita visibilidade, inclusive internacional. É uma função muito importante e pra lá de útil, ainda mais em véspera de uma eleição tão difícil que Mendonça terá pela frente. Estou seguro que os que me leem, sejam eleitores do DEM, do PTB ou do raio que o parta, acham importante que Belo Jardim tenha uma figura de destaque e com cargo eletivo. Imagino assim que mesmo os que não votam não esperem uma derrota de MF. O papel de líder coloca Mendonça em rota de colisão constante com o PT (como sempre foi, aliás). Além disso, o DEM tem uma norma que veta alianças em torno de candidaturas do PT.

Não bastasse isso, praticamente todos os aliados que Mendonça teve ao longo dos últimos anos caminharam na direção de apoiar o PSB. Chegamos ao ponto de ter Jarbas pedindo votos para Eduardo. Mendonça foi bravo e segurou-se na oposição até onde pôde. Enquanto todos caminhavam para debaixo das asas de Eduardo, o DEM seguiu sendo oposição. E seguirá até o dia 31 de dezembro, último dia da gestão de João Lyra. Eduardo Campos foi quem caminhou no sentido contrário e se aproximou da oposição ao PT (entre ela, o DEM). 

Enquanto isso, as candidaturas ao governo do Estado foram se estabilizando e a briga se polariza entre o PSB, com a criatura de Eduardo, Paulo Câmara, e o PTB, com Armando Monteiro. Muitos esperavam que MF se aliasse a Armando, uma vez que parte do DEM já votou nele para o senado em 2010 (o próprio Mendonção, que não gostava do candidato do PPS, Raul Jungman). Além disso, em algumas cidades Mendonça Filho busca aliança com aliados do PTB, como em Santa Cruz e na Terra das Muriçocas mesmo, onde a paquera com o grupo de Cintra poderá render uma aliança política. Nenhum outro candidato competitivo se apresenta. Até mesmo o PSDB abriu mão de indicar Daniel coelho e se juntou ao PSB.

No entanto, apesar de todos os indícios, MF fechou com o candidato de Eduardo, o que surpreendeu e desgostou muitos. Listo a seguir alguns dos motivos que, a meu ver, influenciaram MF em sua decisão:

- Todos os analistas políticos indicam que a aliança em torno de Paulo Câmara fará pelo menos 15 deputados, e a de Armando, no máximo 10;

- À época da decisão, imaginava-se que o PT indicaria o candidato a vice de Armando. Agora decidiu-se que será o senador (o ex-prefeito de Recife João Paulo);

- O DEM proíbe alianças em torno de candidaturas do PT;

-Mendonça, dia sim e dia também, bate no governo do PT. Como aliar isso a uma campanha como a de Armando, que terá como Slogan: “ESTAMOS COM A PRESIDENTA DILMA”?;

- Se por um lado, em Belo Jardim e Santa Cruz, os aliados de MF votam em Armando, por outro, os eleitores dele em quase todas as outras cidades votam em Eduardo. Belo Jardim não é o centro do universo.

Em síntese: As chances de eleição para MF são bem maiores na chapa de Câmara que na de Monteiro; Eduardo hoje está mais próximo do DEM que do PT; Armando está muito mais próximo, e defende a gestão, do PT.

Os motivos para se aliar a Paulo Câmara são muito maiores que para se aliar a Armando. Não vejo, no entanto, razões para que se feche questão em torno dessa decisão. Acredito que o caminho é deixar as bases eleitorais livres para escolherem. E lembre-se uma coisa mais: para presidente, Mendonça está com Aécio. Eduardo, no segundo turno, também estará com Aécio. Em hipótese alguma, Mendonça irá apoiar Eduardo no 1 turno





Foi Paulo quem mandou

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014



Alguém aí já viu o cidadão da foto acima? Não? Pois saibam que ele provavelmente será o governador de todos vocês por 4 anos ao menos. E é tudo culpa de vocês mesmos, que otorgaram poderes de Rei a Eduardo Campos. Agora, o lanterninha da corrida presidencial decidiu que um desconhecido Paulo Câmara será governador. Se ele deciciu, quem somos nós, o reles povo, para discordar?

Paulo Câmara é Secretario de Fazenda. Conhecido como O Coletor de Impostos. Ganhou a benção de Eduardo após ter colegas seus fritados: Antônio Figueira (Saúde), Tadeu Alencar (Casa Civil), Danilo Cabral, além do vice-governador João Lyra e o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho.

Dois anos atrás, Eduardo conseguiu convencer Recife em peso de que tudo que ele havia realizado como governador, havia sido feito por Geraldo Júlio.

Agora Eduardo irá às ruas dizer




A balada do PT e de Eduardo Campos

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Sobre os fortes ataques do PT a Eduardo Campos, publicados no FACEBOOK, e que VOCÊS PODEM LER AQUI, penso que:




- Nada mais são do que uma resposta, À LUZ DO DIA, a tudo que Eduardo e sua curriola tem dito do PT pelas costas, por lhe faltar coragem de dizer na cara. Ou acham que o povo do PSB tem falado nos bastidores maravilhas dos PTistas?

- É necessária uma resposta a quem, depois de ter governado por 7 anos com O IRRESTRITO E NECESSÁRIO APOIO DO PT, resolve adotar discurso OPORTUNISTA de OPOSIÇÃO. A pretensão de ser candidato é legítima. A mudança de discurso, não.

-A nota do PT é, além de tudo, sincera, ao dizer exatemente o que pensam os Petistas, quando afirmam que Eduardo foi beneficiário da BOA VONTADE DO GOVERNO DO PT. Isso não é novidade para ninguém... Todo mundo sabe que o PT toma para si ações que são, antes de tudo, INSTITUCIONAIS. Na visão deles, não foi o GOVERNO FEDERAL, e sim o PT, quem beneficiou Dudu.

- A Nota fala ainda que Eduardo resolve ser candidato em ter Projeto, Conteúdo e Compostura política. QUal o espanto? Qual das palavras aí é mentirosa? O alarde é, não pelo que se diz, mas sim pela coragem de dizer, embora a nota seja apócrifa e ninguém tenha peito de assumir sua autoria, mostrando, pois, que a descompostura não é exclusiva de Eduardo.

- Chamam ainda de OPORTUNISMO e DOENÇA o fato de algumas pessoas caminharem da esquerda para a direita. Gostaria muito de saber como eles chamam quem fez o sentido inverso, como os novos aliados do PT Kátia Abreu Indio da Costa Roseana Sarney @Jorge Borhaunsen e etc.

Enfim... Muita besteira foi dita, sobretudo personalizar investimentos que são GOVERNAMENTAIS. Mas muita coisa é a pura verdade e que há muito precisava ser jogadada na cara desse coronelzinho mimado

Eduardo Mente em Rede Nacional

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Ontem, o governador-coronel Eduardo Campos foi a atração do Programa do Jô, da Rede Globo.

Eis o link da entrevista, exibida dia 11 de novembro.

Agora sabemos com quem João Mendonça aprendeu a contar a história de que seu filho ofereceu o porquinho para que ele quebrasse e pudesse colocar de gasolina no carro. Foi com Eduardo, oras. O homem teve a cara de pau, vejam vocês, como bem lembrou nas redes sociais Edson Kajuru, de dizer que seus filhos frequentaram os protestos que dominaram o cenário político do Brasil meses atrás. Homem, vá mentir assim no inferno.

Falou de sua trajetória política, como deputado, ministro e governador. Inclusive que foi PRESIDENTE DO DA DE ECONOMIA na FACULDADE. Só esqueceu de dizer que foi Secretário de Fazenda do Governo Miguel Arraes, avô seu que morreu decepcionado. Por que, oras!, ocultar um posto tão importante?

Esqueceu ainda de citar o fracasso do seu programa Pacto Pela Vida, que apenas maquia números. Não falou da Universidade Privada que foi exibida na TV como sendo uma Escola Pública Estadual. Não disse qual é a mágica para ter todos os órgãos de imprensa sob seu rígido controle.

Perguntado se não acha que seu governo tem muitos secretários, disse que sim, mas que vai cortar o número, que atualmente é 27. HEIN? 7 anos e 11 meses depois de assumir o posto, só agora ele se dá conta de quem tem muitos secretários? Vá se ferrar, rapaz!

Claro... Metade da entrevista teve como tema MARINA SILVA. Eduardo vai insistir na mentira de que não a procurou, não ofereceu o partido, e que sua aliança é meramente PROGRAMÁTICA



A cada entrevista de Eduardo, a minha certeza de não votar em Eduardo só aumenta

Eduardo perde em Água Preta

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Eduardo Campos apoiou, fortemente, a candidatura de EDUARDO COUTINHO a prefeito de Água Preta. Foi o governador inclusive o responsável pela ORDEM para que Zé Queiroz anulasse a convenção que deu a Armando Souto o direito de ser candidato (ele é do PDT, partido de Zé Queiroz).

Para não correr o risco, não foi à cidade, mas mandou seu séquito de babões (Isaltino, claro, era um deles). A derrota foi acachapante. E mostrou ao governador que NÃO HÁ PODER QUE NÃO CESSE. NÃO HÁ IMPÉRIO QUE NÃO SE ESFACELE. 

Toma, Eduardo... A derrota não é do Coutinho, e sim do CAMPOS.

Parabéns ao novo prefeito Armando Souto. parabéns a Agua Preta. Parabéns ao MUNDO (hahahaha. HIPERBOLE MODE ON)

Eduardo outra vez de mãos vazias em Belo Jardim

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O Governador Eduardo Campos voltou a Belo Jardim. Uma vez mais para anunciar. Para discursar. Para posar (ou como diria o presidente da AEB, POUSAR) para fotos. Em 7 anos de governo, obra pronta pra uso, que é bom, muito pouco

Ano que vem é ano de eleição. Eduardo deve ser candidato a Presidente. Terá um candidato ao governo. Ao que tudo indica, o PSB dele será presidido em belo jardim pela AINDA primeira-dama Isabelle Mendonça, destronando Cecílio Galvão, que deve apoiar Armando Monteiro pro Governo, contra o candidato indicado por Eduardo. Deveria o filho do Pavão ter saído por iniciativa própria. Melhor que ser expulso para dar lugar à Isabele.

O partido de João, o PSD, deve apoiar Dilma, e não Eduardo. Mas isso não é empecilho para que João desobedeça e apoie Eduardo, mesmo sem este não ter o que mostrar em Belo Jardim, a não ser, como disse, as fotos que tira com os políticos da cidade.

No Blog do Magno, um texto de uma leitora que foi muito realista na análise da nossa situação

"Caro Magno.

Depois de sete anos e meio, Belo Jardim começa a receber a atenção do governador e futuro candidato a presidente da República. Foram palavras proferidas em palanques, promessas de melhorias, obras, desenvolvimento e nenhuma ação concretizada.

A mais recente delas é, sem dúvida, a tão falada estrada que liga o distrito de Serra dos Ventos a Barra de Farias, a PE-116, que serviu de instrumento de campanha para o prefeito João Mendonça.

O prefeito, aliás, é um político considerado, segundo os parâmetros da leis vigentes, um ficha-suja, pois teve suas contas reprovadas pela Câmara de Vereadores e pelo Tribunal de Contas de Pernambuco.

Teria o governador coragem de vir à terra dos músicos depois de tanto tempo sem nada fazer pelos belojardinenses e comungar com um político que não cumpre o que o Ministério Publico determina enquanto a lei do nepotismo?

Poderia o governador sentar à mesa para tomar um belo café em uma fazenda bonita, enquanto existem centenas de pessoas que não tem atendimento em um hospital municipal?

Veremos desfiles de máquinas pelas ruas da cidade para falar da estrada de Serra dos Ventos retomada e depois de alguns dias as câmaras fotográficas farão o registro das obras paradas pela falta de compromisso?

Ora, se tanto busca por um Pernambuco melhor, que caia as máscaras desfazendo o teatro que existe nessa cidade! Que a Justiça seja feita! Que as palavras não sejam ecoadas no vento! Que saiam dos papéis as obras, porque 'para conhecer o caráter do povo é preciso ser príncipe, e para bem entender o do príncipe, é preciso povo'. 

Helaine Freitas
Cidadã de Belo Jardim."



Traição não é só no lado de cá!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013



Eduardo Campos resolveu entregar os cargos que seu partido, o PSB, ocupa no governo Dilma. Isso, segundo ele diz, não é um rompimento.

É a primeira vez que alguém quando rompeu, não entregou cargos, e quando entregou cargos, não rompeu.

Leiam a carta que endereçou, como presidente do partido, à presidente Dilma:

“À Sua Excelência Senhora Dilma Rousseff

Em mãos.

Senhora Presidenta,

Desde 1989, quando da criação da “Frente Brasil Popular”, o Partido Socialista Brasileiro integra, juntamente com o Partido dos Trabalhadores e outros do campo da esquerda, a base política e social que, durante as sucessivas eleições presidenciais de 1989, 1994, 1998 e no segundo turno de 2002, apoiou e, finalmente, levou à Presidência da República, o companheiro Luís Inácio Lula da Silva, cujo governo contou com nossa participação, colaboração e sustentação, no Executivo e no Parlamento. 

Convidado a ocupar funções governamentais, nosso partido contribuiu para os avanços econômicos e sociais proporcionados ao país pelo governo do honrado presidente Lula, dedicando seus melhores esforços e sua total lealdade nos momentos mais difíceis dos oito anos de mandato.

Em março de 2010, embora contássemos com um pré-candidato à presidência da República e fosse desejo manifesto de nossa base e das lideranças do partido o lançamento de candidatura própria, o PSB, a partir de uma profunda reflexão e discussão política com o companheiro Lula, abdicou dessa legítima pretensão e decidiu integrar a frente partidária que apoiou a candidatura de Vossa Excelência à Presidência da República. 

Quando da formação do governo, Vossa Excelência convidou-nos para discutir nossa participação, ocasião em que manifestamos a possibilidade de apoiar sua administração sem necessariamente ocupar cargos. Vossa Excelência, entretanto, expressou o desejo de quadros do PSB na administração, com o que concordamos sem apresentar condicionantes.

Neste momento, temos sido atingidos, sistemática e repetidamente, por, comentários e opiniões, jamais negadas por quem quer seja, de que o PSB deveria entregar os cargos que ocupa na estrutura governamental, em face da possibilidade de, legitimamente, poder apresentar candidatura à presidência em 2014.

Longe de receber tais manifestações como ameaça, o Partido Socialista Brasileiro - que nunca se caracterizou pela prática do fisiologismo - reafirma seu desapego a cargos e posições na estrutura governamental, e reitera que seu apoio a qualquer governo jamais dependeu de cargos ou benesses de qualquer natureza, e sim do rumo estratégico adotado que, a nosso ver, deve guardar identidade com os valores que alicerçam a trajetória política do nosso partido. 

Nossas divergências, todavia, não impediram nosso apoio ao governo de Vossa Excelência, mas pretendemos discutir com a sociedade, de forma mais ampla e livre.

O Partido Socialista Brasileiro, nos seus 60 anos de presença na vida política nacional, jamais transigiu ou negociou suas convicções e seus ideais programáticos.

Com longa tradição na luta pela democracia e pela justiça social, o PSB participou ativamente de importantes momentos da vida nacional, como a memorável campanha do “Petróleo é nosso”, a luta pela reforma agrária, a luta pelas 'Diretas Já' e pela democratização do país. Sempre nos inspiraram exemplos como os de nossos companheiros João Mangabeira, Hermes Lima, Barbosa Lima Sobrinho, Evandro Lins e Silva, Antônio Houaiss, Miguel Arraes e Jamil Haddad.

É justamente pelo apego a essa história que o partido, nos últimos anos, vem merecendo o reconhecimento da sociedade brasileira refletido no seu crescimento nas sucessivas vitorias eleitorais. 

Por todas essas razões, o PSB vem à presença de Vossa Excelência, formalmente, declinar de sua participação no governo, entregando os cargos que ora ocupa, ao mesmo tempo em que reafirma que permanecerá, como agora, em sua defesa no Congresso Nacional. Esta decisão não diz respeito a qualquer antecipação quanto a posicionamentos que haveremos de adotar no pleito eleitoral que se avizinha, visto que nossa estratégia – que não exclui a possibilidade de candidatura própria – será discutida nas instâncias próprias, considerando nosso programa e os mais elevados interesses do país e a luta pelo desenvolvimento com igualdade social.

Saudações Socialistas,

Eduardo Campos
Presidente Nacional do PSB.

Faixas pagas pela prefeitura podem representar uso de verba com desvio de finalidade pública

segunda-feira, 22 de julho de 2013

BJ1

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, esteve em Belo Jardim e por causa disso foram espalhadas faixas de saudação e homenagem pela cidade. Mas tudo estaria muito bem até as faixas terem sido confeccionadas com o dinheiro público. Tal conduta é considerado um dos atos de improbidade administrativa.
Faixa que foi colocada na subida do forúm

É autorizada a Prefeitura a colocação de faixas, placas, cartazes para a divulgação de ações administrativas do poder executivo municipal, mas faixas em homenagem a quem quer se seja podem representar o uso de verba pública com desvio de finalidade e até a prática condenável da promoção pessoal.

Segundo a Ministra Carmem Lúcia Antunes em doutrina jurídica, o ato administrativo deve observar o interesse público “por buscar o interesse da coletividade, não se admite ato administrativo que não persiga o interesse público. A finalidade é elemento vinculado de todo ato administrativo, seja ele discricionário ou regrado, sendo nulo o ato administrativo que desvio de sua finalidade”.

Em contato com a prefeitura de Belo Jardim, a assessoria de comunicação confirmou a confecção das faixas. Segundo eles as faixas foram feitas pela prefeitura para homenagear o Governador e que existe uma licitação que autoriza a confecção de faixa e que a Prefeitura pode fazer quantas faixas quiser.

A visita!!

terça-feira, 16 de julho de 2013

ATUALIZAÇÃO II

Seguindo com os comentários sobre a visita do Governador Eduardo campos.


PRESENÇAS NA FAZENDA DE MENDONCINHA

Por se tratar o dia 13 de julho do aniversário do deputado Mendonça Filho (fato esse, ironicamente registrado por João Mendonça na AEB, na presença do deputado e do governador), alguns amigos e correligionários se dirigiram a sua fazenda. Vale registro as presenças do ex-vereador Pedro Taboquinha, que tem se mostrado um leal aliado do deputado, mesmo uma de suas filhas sendo secretária do governo municipal, do vereador Gilvandro Estrela, do vice-prefeito Cristiano Cabeludo e presidente da Câmara Nem Cabeludo.

CABELUDOS e MENDONÇA ?

Os Cabeludos foram visivelmente retaliados no evento com o governador. Sequer seus nomes foram anunciados entre os presentes. Vale lembrar que prefeitos de outras cidades foram convidados à “mesa”, como Fernandinho, de Sanharó, Débora de São Bento. O locutor do evento ainda registrou a presença dos vereadores aliados do prefeito. No entanto, o presidente de todos os vereadores não mereceu citação do cerimonial, que obedecia a ordens claras da Prefeitura.

Como ta tudo invertido por aí, Cabeludos e suas esposas aportaram, e foram muito bem recebidos na Fazenda Mendonça. Se isso implica em alguma aliança ano que vem, difícil dizer... Já à noite, os políticos do PSC andavam na festa com os irmãos Cavalcanti de Arcoverde (Júlio, deputado estadual, e Zeca, ex-prefeito e candidato a federal).

Já o vereador Estrela continua como vocês sabem. Toma café com João e almoça com Mendoncinha. Nem é carne nem é peixe. Se diz oposição, mas tem um apadrinhado na diretoria de Transportes (que não faz nada de nada de nada, diga-se de passagem). Antes mesmo de sua chegada, a presença de um blogueiro financiado por ele já fez cessarem muitas conversas políticas e eleitorais. Sabem como é... Quando o diabo não vai, manda o secretário ouvir as fofocas. 

O clima entre o vereador do PV,o vice-prefeito e o presidente da Câmara, adversários declarados de Gilvandro, foi extremamente delicado, com apenas um cumprimento entre eles. O fato é que Gilvandro já não tem como esconder que voltou às boas com João Mendonça, mas segue declarando voto em Mendonça Filho. O que pode acontecer agora é ele usar a aproximação de Mendoncinha com os Cabeludos para justificar um novo rompimento com o deputado (mesmo argumento usado pra romper com JM)

MINHA POSIÇÃO SOBRE CABELUDOS SE UNIREM A MENDONÇA
Alguns me perguntam como eu reajo a essa possível aliança entre Mendonça e Cabeludos. Não é segredo pra ninguém que muito os critiquei aqui no blog. E eu sou coerente comigo mesmo. Não tenho condições nenhuma de lhes dar um voto, por não ver neles pessoas que me representem. No entanto, apoio não se enjeita. É claro que Mendonça os recebe de braços abertos. É claro que eu, por não ter problema pessoal nem político com nenhum deles, convivo civilizadamente. Não esperem que eu vote neles. Porém não se surpreendam se por acaso eu votar igual a eles para deputado, ainda mais se forem eles quem fizerem a mudança de caminho. Pro lado de lá eu não vou. Mas quem vier pro lado de cá, NÃO SENDO WILSINHO, seja bem-vindo.

Ainda no evento da AEB, uma pessoa muito ligada a Wilsinho me procurou e quis me passar um recado: que eu parece de falar "MERDA" que João Mendonça e Mendoncinha irão fazer as pazes e eu teria de desdizer o que tenho dito até agora.

Só posso supor que a MERDA que eu tenho falado sejam as críticas a João Mendonça e a Wilsinho. 

Em primeiro lugar, o que eu tenho falado sobre JM hoje não muda em nada em relação ao que eu dizia ano passado. O que mudou foi o que essa pessoa e seu patrão (Wilsinho) diziam. Quer relembrar? Era Wilsinho quem dizia que seu filho adoecia quando JM lhe visitava, de tão má pessoa que é o prefeito.

Em segundo lugar, eu não recebo pauta, rapaz. Aqui no blog eu escrevo as "merdas" que eu quero. Quem não quer ler, faz um favor em não voltar à página. Eu sempre primei pela QUALIDADE, e não pela QUANTIDADE dos leitores.  Não peço "por favor" que leiam aqui. Lê quem quer, mas sabe que não vão me dar agenda nem permissão do que posso, do que devo escrever.

E em terceiro lugar, não há indício algum de aproximação entre JM e MF. E se houver, claro que ele não vai me consultar, mas eu serei um crítico dela. E continuarei falando as 'merdas' aqui no blog. Era o que me faltava!




POSTAGEM INICIAL

A visita do Governador Eduardo Campos, como era de se esperar, rendeu notícias na imprensa. Vejam algumas publicações. Logo logo eu comento








Sem dúvidas, a melhor foto do evento. Segundo Jadilson, até 2012, Belo Jardim não existia para Eduardo Campos. Quem não existe é você, Jadilson... Quem não existe é você!!!





ATUALIZAÇÃO I



Sobre os acontecimentos durante a visita de Eduardo Campos a Belo Jardim, muito há a ser dito. Aos poucos vou elaborando os textos e compartilhando com vocês.

PRESENÇA DE MENDONÇA FILHO NA AEB

Muita gente foi pega de surpresa com a presença de Mendonça no evento da AEB, em que foi assinada ordem de serviço pra construção da Escola Técnica Edson Moura. Vale lembrar duas coisas: Mendoncinha foi convidado pelo próprio governador, e é sobrinho do homenageado. Corria o risco de, não indo, Edson Moura virar tio de João Mendonça. O deputado fez bem em comparecer, marcou território relembrando que, por exemplo, a Barragem que agora ganha uma adutora foi obra de seu governo.

JOÃO, MENDONÇA e EDUARDO

O clima foi bastante seco entre ambos, que não trocaram sequer um aperto de mãos. Ao contrário do que ocorreu entre Mendonça e Eduardo, que pareciam, pra quem não acompanha a política, aliados de longas datas, inclusive no discurso do governador, que citou as ações de Mendonça no governo do estado a fim de interiorizar a Educação. A única vez em que ficou claro que governador e deputado estão em lados opostos foi quando Mendonça falou que faz parte da oposição em nível federal há 12 anos, e estadual há 7 anos, e que assim seguirá até as eleições pelo menos.

DISCURSOS

Pontos altos dos discursos: 

-O secretário de Educação do Estado citou as “águas molhadas” que têm caído na região;

- Mendonça relembrou as obras de sua gestão que beneficiaram Belo Jardim, falou de seu tio Edson Moura, e elogiou o governador pelo convite feito a ele;

- João Mendonça registrou o aniversário de Mendonça, talvez o momento mais surpreendente da solenidade. Falou das obras da sua gestão, como o início da construção da Policlínica na garagem da Prefeitura. Disse que está adquirindo TELEVISORES e AR-CONDICIONADOS pro Hospital. Como se ali não houvesse outras prioridades maiores. Falou ainda que teve a coragem de romper um ciclo de 40 anos na política da cidade. Acredito que esquecido de que desses 40 anos, ele faz parte há 21 anos como candidato, deputado e prefeito. E pra coroar sua fala, falou em GRATIDÃO. Não sei se por uma falha dos seus neurônios ou por safadeza mesmo... João pode falar de qualquer coisa que queira, mas ninguém é obrigado a lhe dar crédito. Muito menos quando o assunto é GRATIDÃO. E logo na frente de Mendonça Filho.










Eduardo visita Belo Jardim

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Quer dizer que Eduardo Campos estará em Belo Jardim na sexta-feira... Pois muito bem, é governador do Estado. Que seja bem recebido. Que toquem MADEIRA DO ROSARINHO pra ele, como Marco Coca-Cola ordenou em 2009.

Segundo o site OFICIAL do Governo do Estado, Eduardo Campos irá a Serra dos Ventos VISITAR A OBRA DA ADUTORA DA CIDADE. Irá assinar a construção da Escola Técnica Edson Moura e irá visitar a Fábrica Moura.

A internet é benéfica em muitos sentidos, e um deles é não nos permitir esquecer do que foi dito, feito em outros tempos. 

Em 2009, Eduardo visitou Serra dos Ventos. Mandou fazer a estrada de lá até Brejo da Madre de Deus. Hoje, 4 anos depois, a estrada segue com obras inacabadas. Uma das pessoas que denunciou isso durante a campanha do ano passado foi WILSINHO, quem certamente estará de braços abertos pro Governador agora. Como as pessoas mudam, hein, Wilsinho? No seu caso, em específico, não mudou. Foi mudado. Está sendo pago pra, entre outras coisas, mudar de lado político.

Além de Wilsinho, Jadilson é outra pessoa que não me deixaria mentir. Durante anos em seu blog, Jadilson falou que BELO JARDIM NÃO FAZ PARTE DE PERNAMBUCO, já que Eduardo Campos abandonou a cidade. Eu quero vê-lo sendo chefe de cerimônias para Eduardo Campos agora, Jadilson. Tenho certeza que você consegue fingir que nunca disse ou escreveu o que, de fato, você disse e escreveu.

Vocês devem lembrar ainda que, já em 2012, Eduardo não veio, mas mandou o seu secretário dos Transportes, Isaltino Buracão, vigiar o andamento da obra da estrada de Serra dos Ventos a Brejo. Inclusive, na época, o blog denunciou que o então vereador Cabeludo (hoje vice-prefeito) criou um atestado falso pra acompanhar a visita do secretário. (RELEMBRE AQUI)

E ainda mesmo com todos esses problemas, preferem ficar discutindo se Eduardo irá dar entrevista à Belo Jardim ou à Itacaité. Homem, faça o favor... O prestígio do prefeito ta tão grande que a primeira parada de Eduardo em Belo será com adversário de João, Cintra Galvão. 


O Governador podia aproveitar o passeio em Belo Jardim e dar uma passadinha em Xucuru, e tentar sanar alguns dos problemas que enfrenta o distrito, como o que já foi dito aqui mesmo no blog (RELEMBRE AQUI)

Escola Técnica se chamará EDSON MOURA

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Segue publicação do Diário Oficial de Pernambuco, nomeando de EDSON MOURA a Escola Técnica Estadual que se instalará em Belo Jardim


O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO:

Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei: 

Art. 1º Fica denominada de Escola Técnica Estadual Edson Mororó Moura, a Unidade de Ensino Técnico Estadual – ETE, do Município de Belo Jardim.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio do Campo das Princesas, 
Recife, 17 de junho do ano de 2013, 

EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS
Governador do Estado

FRANCISCO TADEU BARBOSA DE ALENCAR
THIAGO ARRAES DE ALENCAR NORÕES


O projeto que originou esta Lei é de autoria do Deputado Guilherme Uchoa.

FOlha começa a desmascarar Eduardo Campos. A oposição vem de fora

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A Folha de São Paulo divulgou reportagem feita em cidades de Pernambuco atingidas pela enchente de 2011. A maioria esmagadora das casas prometidas pelo governador Eduardo Campos não foi entregue.

Antes que os governistas de plantão se manifestem contra a "imprensa golpista", um aviso: a nós não interessa se a imprensa que divulga o fato é do norte, do sul ou da China. O que nos interessa é a VERACIDADE dos fatos. É a residência digna prometida e não cumprida pelo governador de oratória fácil e de promessas difíceis de serem cumpridas.

Eduardo comprou quase todos em Pernambuco. Esqueceu de comprar os de outros estados. A oposição respira!!!


DEM se recupera, mas fica na torcida por Eduardo Campos (PSB)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012




Josué Nogueira - Diário de Pernambuco


Paciente que dava sinais de estar num franco processo de falência respiratória, o Democratas renovou o fôlego com a conquista das prefeituras de Aracaju (SE) e Salvador (BA) nas eleições de outubro. No entanto, a reação ainda não dá ao partido condições de traçar planos e tomar decisões em relação ao futuro. Como um corpo que ainda convalesce, a legenda precisa se dar um tempo. E aproveita esta fase em que recupera forças para refletir, observar, exercitar a paciência.

A discussão relacionada, por exemplo, à possível fusão com PSDB ou PMDB – situação cogitada ao longo da campanha – entra em banho-maria. O mesmo ocorre em relação à aproximação do partido, em Pernambuco, com o PSB. O assunto foi especulado meses atrás. Segundo informações que correram nos bastidores, o presidente estadual do DEM, deputado federal Mendonça Filho, teria chegado a conversar com o governador Eduardo Campos. O diálogo teria sido construído a partir de acertos relacionados à campanha deste ano – o parlamentar concorreu, sem sucesso, à Prefeitura do Recife.

Mendonça frisa que tudo continua como antes. Ele e o partido, diz, permanecem na oposição no planos federal e estadual. E acrescenta que é difícil prever agora quais serão os desdobramentos dos bons ventos que sopram a partir de Sergipe e da Bahia. “Precisamos saber como tudo vai se configurar. Não vou me reposicionar em função do que ocorreu em 2012. Temos que olhar para o futuro”, disse. “Não se sabe como o PT vai se portar em Pernambuco e no Brasil em relação ao PSB por exemplo. Vai romper?”, indagou.

É esta incógnita sobre a rearrumação de forças que impõe ao partido “abrir a cabeça e ter calma”. A partir da reconfiguração futura é que o DEM vai se posicionar. “Reduzimos o nosso tamanho, mas dentro do quadro de fracionamento dos partidos podemos relativizar nossa importância. O tamanho não é ideal, mas temos duas capitais e isso é relevante. O que tem mais, tem cinco (o PSB)”, destaca. 

Também deputado federal pelo DEM pernambucano, Augusto Coutinho concorda que é hora de refletir, mas seu discurso guarda aflição. “É preciso fazer alguma coisa. Uma fusão, uma refundação. Não dá para fazer vista grossa”, salienta. Ele observa que as mudanças a que o partido se impôs, trocando de nome e de modo de se relacionar com sociedade, não surtiram efeito. A severidade com que o DEM agiu em casos de corrupção – José Roberto Arruda e Demóstenes Torres – não se reverteu em votos.


DIGO EU
Não sei quais as fontes de Josué, o repórter do Diário. Repetidamente, os deputados do DEM reafirmam que são OPOSIÇÃO a Eduardo. Isso pode mudar à medida em que o governador se afasta do PT apenas...

Jadilson tem razão. Eduardo Campos odeia Belo Jardim

terça-feira, 14 de agosto de 2012


Cheguei a dizer aqui no blog, e JADILSON GONÇALVES TAMBÉM DIZIA NO BLOG E NA RÁDIO, que Belo Jardim não existe para o governador Eduardo Campos. Na verdade é um equívoco. Nossa cidade existe sim, e é formada por uma população de idiotas. É isso que pensa Eduardo Campos.

Se não, vejamos. Há 4 anos prometendo, a estrada de Serra dos Ventos, distrito de nossa cidade, ao Brejo da Madre de Deus está praticamente parada. Anda a passos de tartaruga. Melhor ainda: de caranguejo.



Trabalhadores da empreiteira em aviso-prévio, donos dos terrenos sem receber indenização, máquinas estacionadas sem operadores. É esse o quadro da obra tão alardeada pelo governador falastrão.



Agora me digam vocês. Cadê João Mendonça, que desde o ano passado é amigo de infância do dito cujo, hem? Não foi ele que foi à estrada ainda esse ano com o secretário embriagado Isaltino Nascimento anunciar que a obra seria feita rapidamente?

Não foi Cristiano Cabeludo que arrumou um atestato médico fajuto para faltar à reunião da Câmara e acompanhar o evento no distrito?




Sempre digo...Quem se unta a porcos como lavagem com eles.


Fotos: Blog Paredão do Povo

Eduardo Campos fala à Folha de SP

domingo, 8 de julho de 2012







Folha - Que crise é essa do PSB com o PT?

Eduardo Campos - Não damos dificuldades para o governo Dilma. Significa que nosso partido vai ser satélite do PT? Não é da nossa história, nem da nossa política.

É essa a raiz da discórdia, não querer ser satélite do PT?

O que tem Fortaleza a ver com Belo Horizonte? São Paulo a ver com Recife? O PSB agora virar inimigo oculto do PT chega a ser ridículo. Ser colocado como inimigo número um e a gente ver históricos adversários virarem amigos de sempre. Está errado.

O senhor está falando de Paulo Maluf [que se aliou ao PT em São Paulo]?

Estou falando de muitos outros, não só do Maluf. Você vê em Curitiba: Gustavo Fruet [ex-tucano e ex-deputado de oposição] virar o melhor amigo do PT, e o PSB virar o inimigo? Nós não vamos fazer o jogo de alguns, que querem afastar de Dilma aqueles que têm mais identidade com o governo dela.

O sr. está falando do ex-ministro José Dirceu?

De todos. Se estiver nisso, falo dele também. A história que nos trouxe até aqui não deve colocar dúvida na cabeça do presidente Lula, nem na minha, nem na da presidente Dilma sobre a qualidade da relação que temos.

Mas chegou perto, né? Ele chegou a ter essa dúvida...

Vamos ter que ter paciência para esperar a história daqui pra frente. Quem viver 2014, verá. Porque eu já vi muita gente ser subserviente, agradável, solidária em meio de mandato e, quando bate a primeira crise, muda imediatamente de lado. Como nunca mudamos de lado, eu sei onde vou estar em 2014.

Onde?

Do lado que sempre estive. Acho que o PSB deve em 2014 apoiar Dilma para se reeleger presidente.

O sr. não será candidato...

E quem disse que eu seria?

Seus correligionários...

Toda vez que fui candidato, eu disse que era candidato. Ser candidato contra Dilma só porque eu quero ser? Ela está na Presidência e tem a prerrogativa da reeleição. Para a reeleição de Dilma, o problema não somos nós.

Qual é o problema?

O próprio partido dela [o PT] cria mais problema para ela do que o PSB. No sentido que vocês noticiam e no sentido de tentar tirar de perto dela quem pode ajudá-la.

Se a economia erodir a popularidade da Dilma e Lula não for candidato, o sr. sai para a Presidência?

Não trabalho com essa hipótese. Temos debates muito mais importantes do que [debater] quem será prefeito dessa ou daquela cidade.

O que está em jogo é o ciclo de expansão econômica com inclusão social. O consumo ainda pode dar algum resultado, mas chegou a hora de fazermos um grande esforço para alavancar investimentos públicos e privados. Essa que é a pauta brasileira, não essa futrica.

O PSB está avançando nos Estados, no Congresso. Vocês pedirão a vice do PT em 2014?


Nunca fizemos isso. Agora mesmo, em São Paulo, o PT escolheu a [deputada Luiza] Erundina [do PSB, para vice do petista Fernando Haddad]. Lula buscou um quadro da minha geração, o Haddad. Se fôssemos o inimigo número um do PT, não teríamos sido os primeiros a apoiá-lo. Colocamos a vice que o PT entendia que era a que mais ajudava, a Erundina.

Ela não ajudou muito...

Quando ela saiu, liberamos Haddad para escolher o nome que quisesse. Foi isso que fizemos com largueza de coração.

Com tanta frustração, o que o segura ao lado do PT?

Não vou sair desse itinerário. Temos uma frente política construída há muitos anos, que ajudou o Brasil a melhorar. Claro que minha relação com o presidente Lula, que eu conheci ainda menino, a ajuda que ele me deu e a meu Estado eu prezo muito.

O PT diz que o senhor é uma espécie de monstro criado por Lula, que o ajudou muito com recursos.

Pago preço do ciúme que muitos têm. Mas Lula sabe também que conta conosco. Em 1989, [o avô de Campos, Miguel] Arraes era governador de Pernambuco, tendo voltado de 16 anos do exílio, e o PT gritava na porta do palácio: "Arraes, caduco, Pinochet de Pernambuco". Mas isso não impediu meu avô de abraçar a primeira eleição de Lula, porque nós não fazemos política tendo como referência a guerra de espaço, de aparelhar, de ter uma garrafa a mais [no governo]. Nossa referência na política é o interesse do povo e do país.

O PT aparelha?

Não. Estou dizendo que somos diferentes, formas diferentes de pensar, ver o mundo. Você não pode imaginar que o Brasil deste tamanho vai ter um partido único, que vai ser dono da verdade, dono do poder, dos 5.000 municípios, dos 27 Estados, do Brasil, por um século. Você não pode imaginar que esse seja o projeto do povo brasileiro. É bom que tenha alternância de poder. É importante ter a perspectiva do contraditório.

Em 2014 serão 12 anos de PT no poder. É muito?

Acho que dá para ter 16. Eu só, não. A sociedade também está achando. Como o PSDB está em São Paulo há 16 anos.

E está bom 16 anos de PSDB em São Paulo?

O povo achou que sim.

Dá para ter 20 anos de PT?

Vinte? Há um ciclo que vai se abrir no Brasil depois de 2014. É um ciclo até geracional, tanto na oposição quanto no campo do governo. Agora, atropelar isso em nome de projeto pessoal não é uma coisa correta. Dilma está presidente da República sem nunca ter pedido para ser candidata.

A base aliada reclama de Dilma. O senhor faz algum reparo ao estilo dela?

Ela tem a base muito ampla. Acho que não há dificuldade insuperável. Vamos ajudá-la a proteger o Brasil da crise. Não podemos permitir que joguem a presidente nesse debate da eleição municipal.

Mas ela entrou na articulação de Belo Horizonte.

Em BH eu compreendo, da mesma forma que ela compreende minha articulação aqui em Recife. Precisamos dar força a ela para o governo ganhar [na economia] o ano de 2012. Dilma não tem por que jogar carga ao mar.

É um pedido para ela não ajudar Humberto Costa [candidato petista de Recife]?

Não. Tem coisas que não se pede, eu sei que ela é justa.

Se 2014 é o ano da Dilma, e 2018 será um novo ciclo, não há mais espaço para o Lula?

Lula sempre terá espaço. Agora, o que eu tenho ouvido dele é que o seu grande objetivo é ajudar Dilma a se reeleger.