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Gente engraçada...

terça-feira, 3 de abril de 2012

Chegamos lá...

Não tendo mais o que postar, o blog (aliás, OS BLOGS, porque vocês sabem, o que sai em um sai nos outros também) resolveram contas as piadas feitas por JM e seus amigos.

É...vocês sabem, né? É de suma importância para a cidade saber das piadas contadas por eles. Sem isso não vivemos. Estão nos prestando um grande serviço. A piada estava no blog de Jadilson, mas não me espanto se o funcionário dele, Valdemyr, Cristiano Cabeludo e demais membros da blogosfera da cidade já publicarem também


De saída da casa do vereador, João aproveitou e ainda trouxe algumas frutas, segundo ele, para tomar café da manhã, pois quando Isabelle não está em casa, nunca tem frutas em seu café. Valdemir aproveitou e brincou com João dizendo: “Sem Isabelle em casa, nunca tem café de forma alguma”.





Ary Toledo, Fabio Porchat, Batoré e Tiririca estão que não se aguentam de rir com essa piada.

Só mesmo em Belo Jardim I

sábado, 18 de outubro de 2008

Tem coisas que só acontecem em Belo Jardim, não é mesmo?

Vamos fazer assim. Eu conheço umas histórias muito legais. Aposto que vocês também.
Na caixinha aqui do lado esquerdo vocês podem ter contato com o blog.
Além disso, podem escrever direto pro wrafa85@gmail.com ou peixoto84@hotmail.com.

Escrevam contando histórias engraçadas ou pelo menos originais que conhecem sobre Belo Jardim ou algum de seus moradores. Eu as publicarei.

Eu começo contando uma que sempre me faz rir quando lembro.

Conta-se por aí que em certa ocasião, Seu Agripino (parente de Seu Lunga que morou em Belo jardim) estava em sua oficina, na Rua Agamenon Magalhães, ali por trás do Banco do Brasil e da Caixa, quando chega Padre Assis, querendo consertar sua moto.

Obs. Aliás, Padre Assis sempre foi à frente de seu tempo. Andava de moto, tinha TV parabólica já na década de 80...

Mas voltando...Padre Assis estaciona a moto no lado da linha do trem, atravessa, entra na oficina e explica a Seu Agripino o problema na sua moto.

O Padre termina a explicação dizendo:
"Aí eu resolvi vir logo consertar a moto. Pode ser, Seu Agripino?"
"Pode, Padre. Pode sim."
"Então eu trago a moto?"
"Não, Padre. Que é isso. Deixe que eu levo a oficina pra lá."

Já meio encabulado com a má resposta, o Padre buscou a moto, colocou-a dentro da oficina e aguardou.

Seu Agripino ficou lá, olhando a moto...olhando o Padre...palitando os dentes.

O Padre não aguentou, e depois de 20 minutos disse:
"Seu Agripino, o senhor não vai consertar a moto não?"

"Ah, Padre. O senhor quando chegou disse que tinha vindo consertar a moto. Agora já quer que eu conserte? Decida, homem"

E o Padre consertou a moto sozinho.