André de Paula todo serelepe falando besteiras em Belo Jardim. Precisam saber quem é ele
terça-feira, 1 de abril de 2014
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Segundo André de Paula, PSD faz prefeitos de Bonito, Cumaru, Vitória, Goiana...E Belo Jardim?
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Escutem a partir de 6minutos de vídeo.
E aí, João? E aí, Moacir?
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André de Paula virou governista. Tratarei-o como tal- Parte II
sábado, 2 de julho de 2011
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Eles lamentam morte de Mendonção
terça-feira, 26 de abril de 2011
Eu e minha família, em especial meu pai, Cecílio Alves e minha mãe, Lourdinha, lamentamos profundamente a partida desse grande líder. Comecei a admirar José Mendonça quando eu ainda era uma criança. Por muitas vezes, recebi o seu abraço, suas palavras de incentivo, seus gestos de carinho e amizade. Suas lições de vida e superação trouxeram inspiração para a minha trajetória política. Ele sempre acreditou na juventude e esteve em todos os momentos ao lado dos seus amigos, que são muitos. Desde cedo, meu pai me levou para a convivência de Zé Mendonça e me transmitiu o gene da fidelidade a este grande homem. Faz bem pouco tempo que tive a oportunidade de dizer a Zé Mendonça o quanto o admirava e o quanto tinha por ele um respeito inabalável.
''Tínhamos divergências políticas mas devo reconhecer, como ex-prefeito, que ele deu sua contribuição para o desenvolvimento do município. Aliás, a briga dele com meu pai foi benéfica para o município porque era uma disputa para aferir quem mais trabalhava pela cidade. Lamento a sua morte e envio meus pêsames à viúva, Dona Estefânia, à sua irmã, Dona Neci, aos seus filhos, e ao ex-prefeito João Mendonça''.
“José Mendonça foi um dos mais queridos colegas que eu tive o privilégio de conhecer na Câmara dos Deputados. Além de experiente parlamentar, era um político conceituado com uma noção inigualável da realidade nordestina. Sempre que tinha oportunidade, me aproximava desse prezado amigo para ouvir os seus argumentos sobre temas relevantes relacionados ao nosso país. O seu falecimento abre uma lacuna na vida política brasileira e impõe a todos nós uma grande consternação”,
Pernambuco perde uma grande liderança política, que sempre atuou de forma coerente, defendendo os interesses dos pernambucanos e, principalmente, de Belo Jardim. Aos familiares e amigos gostaria de transmitir os meus sinceros sentimentos nesse momento de dor com a perda do ex-deputado federal José Mendonça. “Mendonça foi um homem público que deu grande contribuição ao desenvolvimento do nosso estado. Cumpriu oito mandatos de deputado federal com muita disposição para ajudar Pernambuco. A coerência também foi uma das marcas de sua atuação. Sua perda nos entristece profundamente”.
“A Prefeitura do Recife, em meu nome, lamenta a morte do ex-deputado José Mendonça e transmite solidariedade à família neste momento de dor. Reconhece, mesmo estando em campos opostos, que o ex-deputado teve uma atuação destacada por Pernambuco. Certamente vai fazer muita falta. Enviamos um abraço em especial a Mendonça Filho e a todos os seus familiares.”
Marcos Coca-Cola e Joelma Gomes“O povo de Belo Jardim, independentemente do apreço partidário, lamenta profundamente essa perda política, humana e amiga. Mendonção foi sinônimo de correção política e de exímia capacidade e coragem de tomar posições. Um parlamentar que construiu o seu currículo pautado em inúmeros serviços prestados a Pernambuco e ao Brasil. Sem dúvida, um exemplo para as novas gerações”
Gustavo Krause (DEM), ex-ministro“José Mendonça era um grande amigo que fiz ao longo da vida. Convivo com ele praticamente durante toda a sua vida política. Desde 1974 temos uma grande amizade, inclusive ele era um noveleiro como eu. Era não só amigo dele, como de toda a família, passávamos o Natal um na casa do outro. A despeito do seu temperamento forte sempre convivemos muito bem, e eu tinha a sensação de que ele me ouvia. Todos nós sentimos muito a perda. Sempre defendeu com coerência e clareza suas ideias. Estou muito abatido.”
“É uma tristeza muito grande. Os amigos perdem uma grande figura, uma figura marcante e Pernambuco perde uma grande liderança política. Mendonção liderou a construção da União por Pernambuco, que fez com que o Estado se erguesse. Ele deixa um legado enorme. Dentro desse legado está o seu filho, Mendonça Filho, que horna a carreira do pai”.
“Acho que o ex-deputado José Mendonça vai fazer muita falta à política de Pernambuco e do Brasil. Ele teve uma longa folha de serviços prestados em seus mandatos, sempre com uma posição muito clara, firme. Era um homem de partido, de lealdade ao partido e a suas ideias. Mesmo seus adversários tinham por ele muito respeito, por sua firmeza de posição e seus princípios.”
Edson Vieira (PSDB), deputado estadual“Lamento profundamente o falecimento do ex-deputado federal José Mendonça Bezerra, grande parceiro político e grande amigo. Zé Mendonça teve uma trajetória pública de trabalho e dignidade, era um político admirado em todo o estado e porque não dizer no país. Nesse momento, não só eu, como o grupo político do qual faço parte e Santa Cruz do Capibaribe estão de luto pela morte do político exemplar que foi José Mendonça Bezerra. À família Mendonça, os nossos mais sinceros votos de pesar e consternação. Coloco-me à disposição para o que a família precisar nesse momento tão difícil.”
Antônio Moraes (PSDB), líder da oposição na Assembleia "Lamento profundamente a morte de José Mendonça que deixa uma lacuna na politica pernambucana e no Brasil. Era um homem público comprometido com nosso estado e com suas causas. Em nome da bancada de oposição, solidarizo-me com sua família neste momento de dor".
Fontes: Blog do Jamildo e Diário da Sulanca
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 23:04 0 comentários
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André de Paula virou governista. Tratarei-o como tal
quarta-feira, 20 de abril de 2011
De um leitor:
como eu acho engraçadoo senhor bloguero chamou os deputados ciro coelho e sebastião rufino de vagabundos pq mudaram de partido, e André de paula que tinha até adesivo dele no carro e fotos no orkut tb nãƒo passou a ser vagabundo?
POST ORIGINAL- 18/04
O ex-deputado André de Paula (DEM) está mesmo de mudança para o Partido da Boquinha que Kassab criou.
A minha surpresa é maior que a de qualquer um de vocês, leitores do blog em BJ. Votei em André em 2002 e 2006, podendo ter votado em Zé Mendonça ou outro qualquer. Sempre tive André como um exemplo de político fiel, coerente e de lado definido.
Infelizmente ele perdeu as últimas eleições. Diz não estar magoado com o DEM, nem com Mendoncinha nem com Coutinho. Não acredito muito nisso.
Está deixando o partido que o projetou nacionalmente, sendo inclusive líder da minoria e candidato a prefeito do Recife em 1992. Está deixando Marco Maciel, Mendonça, Priscila Krause, entre outros.
Eu também sou um cara muito coerente. Tenho dito por aí que quem muda de partido perde minha admiração. Gosto demais de André e não me arrependo dos votos que dei a ele. Mas essa mudança pro PSD não me engana. André agora é aliado do governador e muito provavelmente de Dilma. Sendo assim, merece que eu o trate e dele fale como faço com os outros: adversário político.
Se eu pudesse, André não iria, ficaria. Mas quer ir? Então vá. Vá mesmo. Não iremos sentir falta. Passe bem e até nunca.
A vereadora Priscila Krause nem esperou que os fuxicos se espalhassem. Negou logo que também vá pro PSD:
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André de Paula pode sair do DEM...
sábado, 16 de abril de 2011
Estou tentando conversar com o próprio, pois custo a crer nessa informação. Se tem alguém sem motivos de mal relacionamento com a cúpula do DEM, esse alguém é André. Mas, como diz Valdemyr Cyntra, tá se acabando tudo, né?
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 10:34 5 comentários
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Domingo de campanha para Mendonça e André de Paula em Boa Viagem
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Oi, internautas. Perdão pela falta de atualização nesses últimos dias. Voltamos com a corda toda.
No domingo, menos de 12 horas após o comício em Belo Jardim, Mendonça Filho realizou a primeira bicicleata dessa eleição. Foi no Bairro de Boa Viagem e contou com mais de 300 bicicletas, umas 100 motos e ainda gente besta que nem eu seguindo de carro (sem graça).
Haverá mais duas dessas nessa eleição. À equipe, o Bj na NE deixa os parabéns e a Mendonça votos de muitos votos
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 12:21 2 comentários
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Parabéns a André de Paula
quinta-feira, 22 de julho de 2010
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Entrevista com André de Paula
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Líder da minoria na Câmara dos Deputados e vice-presidente nacional do Democratas, o deputado federal André de Paula assegura que 2009 foi “um dos mais produtivos dos últimos 15 anos” do ponto de vista de apreciação de matérias, em caráter terminativo, para o Congresso Nacional. Lamenta, por outro lado, o mau desempenho dos parlamentares no campo ético.
E tacha como “coroamento de êxito” dos sucessivos escândalos políticos contabilizados, o mensalão do seu próprio partido, comandado pelo ex-governador José Roberto Arruda (DF). E dá a deixa: “Não acontece só no Distrito Federal”. Outro alerta vai ao eleitor: “Acho que as pessoas devem procurar, ao votar, saber como seu parlamentar destina as emendas”.
Para André, o modelo de Orçamento em vigor – “autorizativo” e não “impositivo” – leva o Governo a liberar execução de emendas mais facilmente para os parlamentares que votam favoráveis a seus projetos. Sobre a chapa presidencial da oposição, André esclarece que o DEM não arrefeceu a luta pela vice do PSDB, mas tem, hoje, o entendimento de que mais importante do que ter uma chapa com mais de um partido é “construir uma candidatura que seja, do ponto de vista prático, mais consistente eleitoralmente”.
2009 foi um ano de sucessivos escândalos na Política. Comprometeu a atividade do Congresso?
Sob a ótica do número de projetos de decretos, de PECs, medidas provisórias, a avaliação do ano é muito positiva, basicamente, em função de uma nova dinâmica que foi emprestada à Câmara pelo presidente Michel Temer (PMDB). Ele entendeu que, quando a pauta está trancada por uma medida provisória, algumas matérias podem ser votadas, em sessão extraodinária, como PECs, projetos de decreto legislativos…E, lembre-se, que sessão ordinária da Câmara com a pauta trancada pela apreciação de medida provisória era um verdadeiro caos, uma coisa que acontecia ao longo do ano, a maioria dos dias. E aí, se você for olhar o volume de matérias que foram apreciadas em caráter terminativo, ao longo de 2009, foi um dos mais produtivos da história do Congresso nos últimos 15 anos. Mas acho também que essa avaliação não deve ser feita apenas do ponto de vista numérico porque é importante averiguar, na realidade, a qualidade do que é produzido. Em relação à visão que as pessoas têm do Congresso Nacional, nós não estivemos bem em 2009.
O ano terminou com mais uma “farra das passagens”, para destinos turísticos. Foi um dos piores anos em constrangimento?
Temos pouco a comemorar do ponto de vista do campo ético. Lamento que o ano termine de forma melancólica, um ano com muitos momentos que devem ser apagados. Mas percebo que uma coisa irreversível e cada dia mais presente é a cobrança das pessoas. Isso vai fazer com que a gente ainda veja aflorar muitas distorções. Tivemos as sucessivas crises éticas no Senado que começaram a partir da eleição do presidente (José) Sarney (PMDB), se acentuaram com senadores que têm prestígio monumental no Senado, mas prática política bastante questionável, caso de Romero Jucá (PMDB), Renan Calheiros (PMDB) e outros que são da tropa de choque do governo federal. As coisas foram muito ruins. Houve momento em que, inclusive, nos questionávamos se o presidente Sarney concluiria o seu mandato. Não posso deixar de apontar que o coroamento de êxito foi o grande escândalo que envolveu um governador (José Roberto Arruda/DF) do meu partido, agora no final do ano. Se é constrangedor, quando a gente identifica desvios de conduta com políticos de qualquer partido, avalie quando isso é nosso partido. Foi um momento muito ruim, mas tínhamos a compreensão de que, na vida pública, isso sempre vai acontecer. Nós não podíamos passar a mão em cima, compactuar com esse tipo de conduta. Ao meu ver, o partido agiu de forma acertada com o rigor e a celeridade que o momento exigia, e dentro de uma semana o governador Arruda perdeu a legenda.
O DEM nem imaginava a existências do esquema ou já tinham surgido indícios?
Depois que o processo acontece sempre surgem os que dizem que aquilo era coisa que já se esperava. Nós do partido não percebíamos, sobretudo nós que não lidamos com a política do Distrito Federal. Eu me lembro bem que, duas semanas antes do escândalo irromper, tivemos uma reunião feita por convocação do governador Arruda com a chancela da executiva nacional. A ideia era organizar o discurso, a estratégia eleitoral e sinalizar para opinião pública a nossa unidade interna que é consolidada. Quem foi o ator que se encarregou disso? O govenador Arruda. Convidou senadores, acho que tinham lá cerca de 50 deputados federais, cinco ex-deputados federais, ex-ministros, 10 ex-senadores. O governador Arruda falou em nome do partido, pedindo que, a partir dali, o partido marchasse unido. Um governador normalmente já exerce liderança no partido que está. Arruda foi deputado, senador, era inegavelmente articulado. Por isso era visto como um dos nomes que poderiam sair do Democratas para ser vice da candidatura à presidência do PSDB, embora nós do partido nunca acreditássemos nisso porque o Arruda tinha possibilidade de ser candidato à reeleição, com pesquisas indicando que não existia adversário capaz de fazer frente a ele.
O escândalo abre brecha para que haja mais atenção nos demais Estados?
Há um alerta, porque primeiro não acontece só no Distrito Federal. Não estou querendo aqui rebater para os outros partidos. Mas nós já tivemos isso no PT com o mensalão, tivemos no PSDB, em algumas outras agremiações. O político que é sério merece a confiança. Mas, mesmo aquele no qual você enxerga nele qualidades éticas para confiar, você deve confiar desconfiando, ou seja, o poder é algo que você nunca deve dar por completo. É por isso que a sociedade tem mecanismos importantes como Ministério Público, entidades como OAB, que exercem, ao lado da oposição formal, a fiscalização dos governos.
Depois desse problema de Arruda, o DEM arrefeceu o ímpeto de lutar pela vice de Serra?
Não. O que há é uma compreensão, hoje, que nós precisamos olhar para as eleições com muita objetividade e procurando construir as melhores condições de êxito. Isso fundado, primeiro nas pesquisas, segundo na constatação de que nós devemos ter uma chapa competitiva, inclusive do ponto de vista da visibilidade das pessoas, uma vez que nós estamos na oposição a um Governo, cujo líder é muito bem avaliado que é o presidente Lula. Ninguém pode ser contra a constatação de que uma chapa de (José) Serra e Aécio (Neves) seria uma chapa muito forte. As pesquisas mostram isso, e nós, que estamos na oposição, no meu ponto de vista, temos que ter a compreensão do que é principal e do que é acessório. No momento, a divisão política entre os partidos (miscigenar a chapa) é menos importante do que construir uma candidatura que seja, do ponto de vista prático, mais consistente eleitoralmente. O partido sinaliza que não geraria nenhum constrangimento porque a chapa puro-sangue seria construída pelos dois governadores com o prestígio pessoal, credibilidade junto à população e representação dos dois maiores colégios eleitorais do País.
O Orçamento aprovado pelos congressistas para 2010 foi tachado pelo senador Sérgio Guerra (PSDB) de eleitoreiro…
O acordo para votação do Orçamento foi construído quase que no último dia. E essa negociação que teve no senador Sérgio Guerra uma pessoa importante, uma vez que ele é reconhecidamente um expert nessa matéria. Guerra, o líder do meu partido José Agripino Maia (RN) e o deputado Cláudio Cajado (BA), que é o interlocutor do Democratas do Orçamento, me deram conta de que o que estava pegando era exatamente isso. E isso quase atrapalhou o acordo na reta final do Orçamento, foi construído a duras penas.
Recentemente ganhou visibilidade uma emenda da bancada pernambucana no valor de R$ 40 milhões para uma organização sem fins lucrativos do Recife. Em seguida, a mesma foi transferida para o Governo do Estado. O atual modelo orçamentário é ideal?
Nosso orçamento é autorizativo e não impositivo. Uma coisa é colocar no Orçamento, outra coisa é executar recursos. Há uma distância grande entre o que está no orçamento e o que realmente é feito. Isso, hoje, faz com que a gente tenha uma clara distorção: que é o poder de fogo de qualquer governo de, discricionariamente, executar ou não o que está previsto no orçamento. Isso faz com que ele possa beneficiar, em votações importantes, parlamentares que passam a apoiar os seus interesses. Isso significa que ele pode tratar, de forma desigual parlamentares de oposição e do Governo. Um orçamento impositivo faria com que o governo levasse o orçamento mais a sério.
Falta dar a devida importância às emendas?
Elas são uma das formas de prestar contas da atuação política que o eleitor deve levar mais em conta. Talvez seja uma das mais importantes prerrogativas que o político tem, que é colocar, no Orçamento da União, recursos que serão aplicados no seu Estado. Nos últimos sete anos (de oposição), eu tenho a tristeza de ser extremamente penalizado pela não existência de um orçamento impositivo. Entre o que o deputado André de Paula coloca no orçamento e o que, de fato, é executado há uma distância brutal porque eu sou um parlamentar de oposição e não faço concessões. Eu não sou, exatamente, o parlamentar, do ponto de vista da execução das emendas, mais eficiente. Acho que a partir desse epísódio (a polêmica emenda de R$ 40 milhões), as coisas vão ficar mais claras para as pessoas. Acho que as pessoas devem procurar, ao votar, saber como seu parlamentar destina as emendas.
Pode-se dizer que seu índice de liberação de recursos é baixo?
Talvez eu possa ter índice razoável de aprovação, chegar a 40%. Por quê? Porque parte das emendas que eu indico são colocadas para entidades sobre as quais o governo não faz política: NACC, Imip, Hospital do Câncer, AACD. Todas essas, em todos os anos que eu fui deputado, foram beneficiadas. Só que dos 40%, 30% são de entidades importantes. Mas não consultam interesses de representação popular do parlamentar. Porque para mim também é muito importante colocar uma emenda para o município de Vitória de Santo Antão, onde o prefeito (Elias Lira) meu aliado é um parceiro. Esse ano tive o privilégio de aprovar emenda no orçamento que destina R$ 500 mil à recuperação da praça que fica em frente à igreja matriz. É nesses locais onde a população percebe a ação do parlamentar. Agora, recentemente o governador Eduardo Campos (PSB), ao inagurar o Hospital Miguel Arraes, fez questão, e fez muito bem, de destacar lá que os recursos federais do Hospital foram colocados por emendas da deputada Ana Arraes (PSB/mãe do governador) e do ex-deputado Carlos Wilson. Talvez tenha feito, porque a deputada foi a deputada Ana Arraes. Mas eu quero acreditar que ele fez porque já foi parlamentar e sabe quanto isso é importante.
Em Pernambuco, Jarbas teria palanque para disputar o governo, tendo em vista que boa parte dos prefeitos da oposição andam de flerte com o Palácio?
Se Jarbas se dispuser a ser o candidato, nós vamos ter um palanque fortíssimo. Pernambuco tem dois lados. Agora o político, qualquer que seja, tem senso de preservação, de oportunidade e pragmatismo acentuados. Ninguém vai afrontar alguém que hoje governa o Estado com perspectiva de governar mais cinco anos. Se você não tem adversário, um candidato que possa fazer frente ao governador, evidentemente ele vai ter o apoio que é dado a ele com entusiasmo, aliado ao apoio que é dado a ele por absoluto pragmatismo, porque não é inteligente afrontar o poder, ter a ira do governador.
Fala-se no ex-prefeito Tony Gel (DEM) como nome mais próximo de encarar a disputa, caso Jarbas não concorde em ser o candidato…
Tony Gel é uma liderança do partido no Agreste de Pernambuco. Ele coloca publicamente seu nome à disposição do partido e da oposição para uma eventualidade em que você não possa ter um nome natural, caso de Jarbas Vasconcelos. Não seria razoável querer trabalhar uma segunda opção quando o foco está na primeira, mas o ex-prefeito Tony Gel deve ser considerado.
Postado por Wagner Rafaell Peixoto às 11:52 0 comentários
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