Não há vencedor, mas Galvão perde mais

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Amigos,

Acabou o último dia de julgamentos dos candidatos no TRE-PE

Dos que buscam votos em Belo Jardim e estavam com pendências, apenas João Mendonça escapou.

João pode ser candidato.

Cecílio e Zé Augusto, não.

Da decisão, cabe recurso ainda. Mas não deve ser modificado pelo órgão superior ao TRE.

Supõem-se que, em caso de não conseguir reverter o quadro, o grupo Galvão lance outro filho de Cintra, que seria Vicente ou Ceiça.

Confesso a vocês que nunca vi o tal Vicente na vida. Ceiça ao menos é uma pessoa presente na nossa cidade. Mas não teriam nenhum dos dois os apoios conseguidos fora (Sanharó, Santa Cruz, etc...), e mesmo em Belo Jardim, não teria 5 mil votos.

Zé Augusto não tem plano B. Não sabe pra onde correr.

A impugnação da chapa apoiada pelo Grupo Galvão é um duro golpe nos bocas-pretas de nossa cidade. Se as pessoas falavam de Valdemyr, que saiu da disputa pela vontade do governador, imaginem o que dizer de Cecílio, que sai pela caneta de um desembargador.

É claro que a saída de Valdemyr não se deu porque o governador o preza muito e precisa dele na campanha. Não. Ele saiu porque o governador queria fazer os gostos de Cintra Galvão. Valdemyr foi tapedado pelo governador, e ainda se acha prestigiado.

De todo jeito, ele saiu para cumprir uma missão dada pelo chefe político dele. João está mais fortalecido que nunca. E Cecílio, se não reverter a situação, condenado a voltar para onde estava: o esquecimento.

Não se pode fazer festa para João Mendonça por ele ter sido defirido como candidato. Na verdade, o ideal é não ter passado pelo vexame de um julgamento. Mendonça, Bruno Araújo, Peter Miranda e tantos outros dormiam o sono dos justos mesmo antes desses julgamentos, porque não o temiam.

Não há vitoriosos com esse episódio. Apenas derrotados. Uns mais e outros menos. No caso, quem mais perdeu foi o grupo Galvão, que não deve sobreviver a esse episódio.

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