Pau que nasce torto não se endireita

sábado, 7 de novembro de 2009


Pau que nasce torto, minha gente, não se endireita de jeito nenhum.

Não é que tem gente que, só por que perdeu a boquinha da prefeitura, vive criticando até o que acontece de bom na cidade? Pra que? Pra ver se consegue desgastar mais e mais o governo local e se o ex-prefeito que lhe mantinha as contas em dias consegue voltar.

Alguém em sã consciência consegue ser contra o projeto que o Grupo Moura tem para a área onde ficam o Educandário Pequeno Príncipe e o FUSBEJA?

Será algo que há muito se reivindica em BJ.

Aliás, mesmo que o que fosse ser construído ali não interessasse ao povo da cidade, continuaria sendo um direito da proprietária fazer o que quiser, ora essa.

Quem essa gente pensa que é para tentar segurar os passos alheios? O Grupo Moura é dono do espaço e se quiser pode fechar, abrir, derrubar, construir...fazer o que quiser sem ter que pedir permissão a quem quer que seja, muito menos ao integrantes da rafameia desempregada.

A incongruência desse comportamento se agrava quando vislumbra-se a importância cultural e social do projeto que Dona Conceição Moura idealiza para o local.

Não se enganem: Se o governo ou algum aliado seu calçar de ouro nossas ruas, haverá quem reclame do reflexo da luz do sol que está lhe causando prejuízo à visão. Nada que venha do governo ou de seus aliados é de bom tom pra quem perdeu às testas nas quais mamavam.

3 comentários:

Anônimo disse...

Fanático!!!

Ana Flávia disse...

Pois é, Wagner, entendo que aquela é uma propriedade privada e eles podem fazer o que bem lhes interessar. Porém, me sinto no direito de lamentar a falta de manutenção e tratamentos artísticos para os locais, os quais podiam, facilmente, atrair muita coisa boa pra cidade. Na qualidade de arte-educadora, espero que seja criado um novo espaço com qualidade artística e que o mesmo seja administrado por mentes pensantes no futuro artístico-cultural da cidade, afinal, penso eu, mesmo sendo um ambiente privado, é possível realizar uma política cultural que atenda a comunidade de forma brilhante.

Anônimo disse...

Reflexão
Penso eu ser difícil colocar na mente das pessoas que cada um pensa e age como bem querem, tantas são as pessoas que inúmeros se tornam os problemas, cada um quer de um jeito.
Mas lendo mentes brilhantes dessa cidade, comecei a pensar comigo mesmo, feliz é o artista chamado faquir, segundo aos nossos olhos engolem facas sem ao menos reclamar, agora imagine juntarmos Roberto Carlos e sua música, Pelé e sua bola, um surfista e sua prancha, Mineirinho e seu Sky te, um ciclística e sua Byk, uma dona de casa e sua panela, um pedreiro e sua colher, pergunto: O que será que eles queriam para suas vidas¿ Difícil afirmar, mas algo me diz que a dona de casa queria comida e o pedreiro construir o teatro, campo de futebol, uma rampa ou até mesmo o calçadão para o surfista passar, contudo não sei a firmar o que queriam os artistas.
Gente como é bom falar, a língua diz tudo ô pedaço de carne bendito ou diria maldito¿ Todos nós temos direitos, a minoria, como a maioria, todos temos razão, o que não vale é uma achar que tem mais direito que o outro, isso está errado. Pensando ainda no FUSBEJA, bom mesmo é que lá virasse uma padaria, um supermercado, uma confecção, uma loja, um escritório de advocacia, quem sabe¿ Ao menos interessados no lugar já temos, depois de tudo isso, o povo nutrido, escolarizado, feliz com seus empregos, quem sabe um teatro, um cinema, um campo de futebol, seja o que for, acho que merecemos sim, agora o que não pode é fazer tudo ao mesmo tempo.
Espero ter deixado minha contribuição, amo a cultura e a diversão, toda via primeiro o feijão. Obrigado Wagner por esse seu espaço democrático, conheço blogs que mesmo se identificando não se publica nada.