E aí, pessoal?
Eu ainda não o vi, mas meus poucos conhecidos que viram dizem que não é lá essa Brastemp toda não.
Soube eu que o Filme Lula, o filho do Brasil, não contou em sua feitura com nenhuma lei de incentivo à cultura.
“Tá vendo, Wagner. O governo do PT é ético. Não patrocinou o filme de Lula”.
Aposto que os petralhas pensaram nisso.
Vejam bem, vejam bem e vejam bem. Três "vejam bem".
O filme de Lula é uma produção que se diz cultural.
O filme de Lula não será utilizado (vamos fingir que acreditamos nisso) como elemento de campanha.
A lei diz que qualquer produção artística pode receber incentivo do governo de foma LEGAL.
Se, diante de tudo isso, o filme de Lula não pediu incentivo fiscal, só posso concluir o óbvio:
Porque eu consigo pensar de forma lógica e fácil. E isso desagrada muita gente, Né?
A minha curiosidade ao saber que o filme não tinha incentivo OFICIAL DO GOVERNO aumentou a tal ponto, que busquei saber de onde, afinal, vieram os reais que pagaram esse filme, já que de graça não foi.
Nem tive muito trabalho para descobrir que:
Financiaram o filme. Cada uma dessas com o rabo mais preso que a outra com o governo.
A OI é sócia (ao menos foi) do filho de Lula. A Odebrecht é a maior vencedora de licitações dentro dos governos do PT (lembrando que o PT é chegado numa dispensa de licitação sempre que pode). A Nestlé precisou de uma mãozinha do PT para ter aprovada a compra da GAROTO.
E por aí vai...
Sendo assim, pra que verba OFICIAL, não é?
No lançamento do filme, o ministro Paulo Bernardo (planejamento) disse que se a oposição estiver incomodada com o filme, faça um também.
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