Filho da mãe ou do Brasil?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

E aí, pessoal?

Já choraram muito com o filme sobre a vida de Lula?

Eu ainda não o vi, mas meus poucos conhecidos que viram dizem que não é lá essa Brastemp toda não.

Como vocês sabem, eu gosto mesmo é de discordar. Vejam se sou eu que viajo muito na maionese ou realmente as coisas são como eu as vejo.

Soube eu que o Filme Lula, o filho do Brasil, não contou em sua feitura com nenhuma lei de incentivo à cultura.

“Tá vendo, Wagner. O governo do PT é ético. Não patrocinou o filme de Lula”.

Aposto que os petralhas pensaram nisso.

Vejam bem, vejam bem e vejam bem. Três "vejam bem".



O filme de Lula é uma produção que se diz cultural.

O filme de Lula não será utilizado (vamos fingir que acreditamos nisso) como elemento de campanha.

A lei diz que qualquer produção artística pode receber incentivo do governo de foma LEGAL.

Se, diante de tudo isso, o filme de Lula não pediu incentivo fiscal, só posso concluir o óbvio:

NÃO É UMA PRODUÇÃO CULTURAL OU ENTÃO SERÁ PEÇA PUBLICITÁRIA DO PRESIDENTE.

É por isso que muita gente não concorda comigo.

Porque eu consigo pensar de forma lógica e fácil. E isso desagrada muita gente, Né?

A minha curiosidade ao saber que o filme não tinha incentivo OFICIAL DO GOVERNO aumentou a tal ponto, que busquei saber de onde, afinal, vieram os reais que pagaram esse filme, já que de graça não foi.

Nem tive muito trabalho para descobrir que:

OI, ODEBRECTH, NESTLÉ, VOLKSWAGEN

Financiaram o filme. Cada uma dessas com o rabo mais preso que a outra com o governo.

A OI é sócia (ao menos foi) do filho de Lula. A Odebrecht é a maior vencedora de licitações dentro dos governos do PT (lembrando que o PT é chegado numa dispensa de licitação sempre que pode). A Nestlé precisou de uma mãozinha do PT para ter aprovada a compra da GAROTO.

E por aí vai...

Sendo assim, pra que verba OFICIAL, não é?

No lançamento do filme, o ministro Paulo Bernardo (planejamento) disse que se a oposição estiver incomodada com o filme, faça um também.

Taí, como bem observou meu guru Reinaldo Azevedo, a confissão de que o filme é uma peça do governo.

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