Oi, pessoal. A falta de tempo me impede de, nesse momento, comentar a entrevista do governador ao jornal Folha de PE.
Vejam os principais pontos dela
Vinda de Lula
Esta semana temos muita coisa para fazer, mas será animada. Eu prefiro o termo animada. Tem muita coisa para fazer até sexta-feira, quando a gente vai receber o presidente Lula aqui para várias inaugurações no Estado. Nos encontraremos quando ele chegar à noite em um encontro informal. Ainda não combinei com ele quem participará. Depende da hora que ele chegar.
Pré-sal na pauta
É claro que um assunto como esse não vai deixar de ser comentado, não sei em que oportunidade. Mas o presidente conhece a minha posição em relação ao pré-sal. Eu conversei com ele sobre essa questão. Não só quando estive em Brasília, mas depois que voltei de Brasília. Eu falei com o presidente Lula e disse qual era minha posição e porque minha posição era nesses termos. E ele tem conhecimento dos passos que nós pretendemos dar.
Partilha
No passado, vocês viram que era interesse do Governo mandar um novo critério de partilha. Aí houve um conjunto de governadores que pediu para retirar essa questão das partilhas e meio que manter essa situação. É claro que na hora que você regulamenta o pré-sal e não muda o critério agora da partilha do royaltie, é meio que dar uma de João sem braço. Achar que a gente vai deixar passar essa questão sem se posicionar… Não só vamos nos posicionar. É um assunto grave e relevante. Eu não estou tratando disso no horizonte do nosso Governo.
Oposição e situação unidas
É um assunto de dez anos, mas daqui a dez anos ninguém poderá dizer que, naquele momento, que estava se discutindo essa questão, que eu estava no Governo do Estado, que não usei toda minha energia, toda minha capacidade de articular, toda minha voz para me insurgir contra isso, articular, a despeito de partido, de governo, de oposição. É bom que se diga: nós não vamos nos dividir entre aqueles que estão no campo de oposição e os que estão no campo de situação ao presidente Lula. Quem tem espírito de justiça vai se colocar pela partilha equilibrada daquilo que vai vir dos royalties e das participações especiais da exploração de parte do pré-sal, até porque um terço do pré-sal já foi concedido na velha regra.
Sem tirar nada
Não só (o deputado federal) doutor Roberto Magalhães (DEM), mas os senadores de Pernambuco, todos estão tomando essa posição que é uma posição comum a todos nós: nordestinos, nortistas, as pessoas do Centro-Oeste, Sul e, mesmo, muitas pessoas do Rio de Janeiro, de São Paulo que são nordestinos, e foram para lá por falta de oportunidade aqui, e outros que vão entender. Nós não queremos tirar nada do Rio, de São Paulo. Eles vão ficar com tudo que já têm e vão ficar nos dois terços do pré-sal que vem pela frente. Eles vão ficar com o mesmo critério que é utilizado para partilhar conosco e, veja bem, outros poços de petróleo e em outras bacias que não o pré-sal vão seguir a mesma regra antiga. É uma exceção só para uma bacia, uma descoberta que representa 2,3% da bacia sedimentar brasileira do pré-sal, desses 2,3%, um terço já está na velha regra.
Justiça
Então eu estou falando de algo que, sinceramente, se for me dado dez minutos para por alguns argumentos em fila, qualquer pessoa de bom senso, seja paulista, pernambucana, seja carioca ou paraibana, capixaba ou piauiense, vai entender que esse é o caminho da Justiça. Acabou o tempo dessas injustiças passarem sem ter alguém que se indigne, que abra “os braços porque eles não vão nos engolir.”
Impostos
Na verdade, o que é o debate do pré-sal? O pré-sal é uma grande reserva de petróleo que o Brasil descobriu entre o Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, que pode fazer com que o Brasil tenha quatro vezes mais petróleo do que tem hoje. O Brasil já conseguiu há dois anos ser auto-suficiente. Todo petróleo que a gente consome o Brasil tem. Essa reserva encontrada, ela dá quatro vezes isso. E quando você explora petróleo, você cobra, na retirada no poço, um imposto. Pela regra antiga, esse imposto ficava só para esses três estados praticamente – Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo – e 200 municípios.
Divisão
Ora, o País tem 27 estados, portanto, 24 estados estavam fora. E nós temos mais de cinco mil municípios fora dessa partilha. O que é que eu defendo? Que uma coisa tão boa como essa, que o Brasil descobriu para ter quatro vezes mais petróleo, para poder não só exportar os produtos à base de petróleo, mas para virar uma das dez nações que têm mais petróleo… Não é possível, não se justifica, não é aceitável que esse recurso fique todo em três estados e 200 municípios, excluindo os nordestinos, os pernambucanos, aqueles que moram no Norte, na floresta amazônica, o Centro-Oeste. Ora, nós somos brasileiros iguais aos paulistas, aos cariocas, aos capixabas. Nós temos vontades, desejos, sonhos, dificuldades, muita gente precisando de casa, sonhos, escola melhor, de trabalho.
Dever cumprido
Eu não podia ouvir aquilo calado. Eu acredito que eu falei cumprindo meu dever em nome dos que não podiam falar naquela hora. Se faltou alguém para falar, eu fui presente, fui de forma muito dura, mas mostrando que é a hora de negociar. Até porque eu tenho certeza de que se isso for a voto no Congresso Nacional, eu vou fazer plantão no Congresso Nacional, vou discutir. Eu fiz muitos amigos durante 12 anos que passei lá. Vamos abrir a cabeça de muita gente que pode estar sem a informação. O Brasil não pode ter três estados levando tudo do Pré-Sal e 24 Estados sem levar absolutamente nada. Não é esse o Brasil que as nossas gerações querem ver construído. Nós queremos um Brasil onde um adolescente não precise sair do Sertão de Pernambuco para ir trabalhar em São Paulo. Eu quero ver um Brasil em que ele possa ficar no Sertão, ter educação de qualidade, ter trabalho e poder criar sua família. Esse que é o Brasil equilibrado que nós haveremos de construir.
Gasto correto
Tem algo que se chama o mal holandês. Também se fala, de alguns países árabes que vivem do petróleo, que o dinheiro do petróleo não tem o cuidado da aplicação. É exatamente isso que eu defendo. Eu defendo que o dinheiro dos royalties seja distribuído com todo Brasil e que ele seja de uso exclusivo daquilo que é importante: Educação, Saúde, Ciência e Tecnologia, Infraestrutura, e ele não entre no gasto comum. Esse debate, muitos que são defensores da velha regra da partilha dos royalties não querem ter. Eu quero fazer os dois debates. Primeiro, é preciso honrar os contratos. Segundo, o que vier de novo tem que ser distribuído com o Brasil todo. E terceiro, esse dinheiro deve ser bloqueado para gastar em gasto bom.
Brasil maduro
Acho que o Brasil já tem maturidade para não cometer o erro que outras nações cometeram e, com certeza, a revista The Economist (publicou matéria sobre o assunto) vai poder fazer matérias vendo que o Brasil é uma nação madura, com responsabilidade com seus contratos. O Brasil pode ter um mecanismo de tratar tão bem essa questão do royalties e dar muita lição de regulamentação àqueles que causaram essa crise por falta de regulação no sitema financeiro, inclusive o inglês.
7 de Setembro
Na verdade, nós temos muito o que comemorar. E temos também que, neste dia, fazer uma reflexão de muita coisa que ainda temos que fazer para tornar nossa Pátria, nossa Nação mais equilibrada, mais justa socialmente. E, efetivamente, é isso que vale na data do aniversário da nossa independência. Eu fico emocionado de ver mais e mais escolas. Tivemos muito mais escolas, muito mais gente na rua e, ano a ano, acredito que isso vai sendo ampliado e a gente vai tendo este 7 de Setembro comemorado em todo Brasil com mais motivos para se comemorar e mais motivos para a gente unir o povo brasileiro e pernambucano, para ir aperfeiçoando a nossa Pátria, reduzindo as desigualdades inter-regionais, desigualdades entre as pessoas.
País do presente
O Brasil avançou muito. Nos últimos sete anos, tem avançado de forma muito forte sob a liderança do nosso presidente Lula. Mas nós temos muito ainda o que avançar. E eu acredito neste País. O Brasil, nos próximos 30 anos, será uma das maiores nações do mundo. O destino do Brasil é grandioso. Chegou a hora do Brasil, finalmente. A minha geração ouvia que o Brasil era o País do futuro e, no meu tempo aqui, eu posso ver o Brasil sendo o País do presente, uma das três nações que mais têm atenção de todo mundo. Então, é hora de usar essa oportunidade para a gente corrigir muita injustiça que tem aqui. Muitas pessoas precisando de cidadania, de casa de trabalho, de cuidado.
Avanço social
Nós tiramos muitas pessoas da miséria absoluta, conseguimos colocar todas as crianças na escola. Temos ainda o desafio de melhorar a qualidade. Temos muita desigualdade ainda. Temos muita exclusão. Ainda há muita disparidade de renda. Estamos na capital que tem a maior disparidade de renda, ou seja, poucos com muito e muitos com quase nada. Acho que esses são temas para reflexão da constituição da nacionalidade. Nós precisamos continuar fazendo para reforçar o papel da Educação, reduzir as desigualdades regionais, trabalhar pela integração nacional. São temas que vão estar recorrentes na reflexão a cada 7 de Setembro. Nós não só festejamos e aplaudimos o que foi possível ser feito pelo povo brasileiro e suas instituições, mas também temos que, numa hora como essa, colocar nossas metas para o futuro
Vejam os principais pontos dela
Vinda de Lula
Esta semana temos muita coisa para fazer, mas será animada. Eu prefiro o termo animada. Tem muita coisa para fazer até sexta-feira, quando a gente vai receber o presidente Lula aqui para várias inaugurações no Estado. Nos encontraremos quando ele chegar à noite em um encontro informal. Ainda não combinei com ele quem participará. Depende da hora que ele chegar.
Pré-sal na pauta
É claro que um assunto como esse não vai deixar de ser comentado, não sei em que oportunidade. Mas o presidente conhece a minha posição em relação ao pré-sal. Eu conversei com ele sobre essa questão. Não só quando estive em Brasília, mas depois que voltei de Brasília. Eu falei com o presidente Lula e disse qual era minha posição e porque minha posição era nesses termos. E ele tem conhecimento dos passos que nós pretendemos dar.
Partilha
No passado, vocês viram que era interesse do Governo mandar um novo critério de partilha. Aí houve um conjunto de governadores que pediu para retirar essa questão das partilhas e meio que manter essa situação. É claro que na hora que você regulamenta o pré-sal e não muda o critério agora da partilha do royaltie, é meio que dar uma de João sem braço. Achar que a gente vai deixar passar essa questão sem se posicionar… Não só vamos nos posicionar. É um assunto grave e relevante. Eu não estou tratando disso no horizonte do nosso Governo.
Oposição e situação unidas
É um assunto de dez anos, mas daqui a dez anos ninguém poderá dizer que, naquele momento, que estava se discutindo essa questão, que eu estava no Governo do Estado, que não usei toda minha energia, toda minha capacidade de articular, toda minha voz para me insurgir contra isso, articular, a despeito de partido, de governo, de oposição. É bom que se diga: nós não vamos nos dividir entre aqueles que estão no campo de oposição e os que estão no campo de situação ao presidente Lula. Quem tem espírito de justiça vai se colocar pela partilha equilibrada daquilo que vai vir dos royalties e das participações especiais da exploração de parte do pré-sal, até porque um terço do pré-sal já foi concedido na velha regra.
Sem tirar nada
Não só (o deputado federal) doutor Roberto Magalhães (DEM), mas os senadores de Pernambuco, todos estão tomando essa posição que é uma posição comum a todos nós: nordestinos, nortistas, as pessoas do Centro-Oeste, Sul e, mesmo, muitas pessoas do Rio de Janeiro, de São Paulo que são nordestinos, e foram para lá por falta de oportunidade aqui, e outros que vão entender. Nós não queremos tirar nada do Rio, de São Paulo. Eles vão ficar com tudo que já têm e vão ficar nos dois terços do pré-sal que vem pela frente. Eles vão ficar com o mesmo critério que é utilizado para partilhar conosco e, veja bem, outros poços de petróleo e em outras bacias que não o pré-sal vão seguir a mesma regra antiga. É uma exceção só para uma bacia, uma descoberta que representa 2,3% da bacia sedimentar brasileira do pré-sal, desses 2,3%, um terço já está na velha regra.
Justiça
Então eu estou falando de algo que, sinceramente, se for me dado dez minutos para por alguns argumentos em fila, qualquer pessoa de bom senso, seja paulista, pernambucana, seja carioca ou paraibana, capixaba ou piauiense, vai entender que esse é o caminho da Justiça. Acabou o tempo dessas injustiças passarem sem ter alguém que se indigne, que abra “os braços porque eles não vão nos engolir.”
Impostos
Na verdade, o que é o debate do pré-sal? O pré-sal é uma grande reserva de petróleo que o Brasil descobriu entre o Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, que pode fazer com que o Brasil tenha quatro vezes mais petróleo do que tem hoje. O Brasil já conseguiu há dois anos ser auto-suficiente. Todo petróleo que a gente consome o Brasil tem. Essa reserva encontrada, ela dá quatro vezes isso. E quando você explora petróleo, você cobra, na retirada no poço, um imposto. Pela regra antiga, esse imposto ficava só para esses três estados praticamente – Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo – e 200 municípios.
Divisão
Ora, o País tem 27 estados, portanto, 24 estados estavam fora. E nós temos mais de cinco mil municípios fora dessa partilha. O que é que eu defendo? Que uma coisa tão boa como essa, que o Brasil descobriu para ter quatro vezes mais petróleo, para poder não só exportar os produtos à base de petróleo, mas para virar uma das dez nações que têm mais petróleo… Não é possível, não se justifica, não é aceitável que esse recurso fique todo em três estados e 200 municípios, excluindo os nordestinos, os pernambucanos, aqueles que moram no Norte, na floresta amazônica, o Centro-Oeste. Ora, nós somos brasileiros iguais aos paulistas, aos cariocas, aos capixabas. Nós temos vontades, desejos, sonhos, dificuldades, muita gente precisando de casa, sonhos, escola melhor, de trabalho.
Dever cumprido
Eu não podia ouvir aquilo calado. Eu acredito que eu falei cumprindo meu dever em nome dos que não podiam falar naquela hora. Se faltou alguém para falar, eu fui presente, fui de forma muito dura, mas mostrando que é a hora de negociar. Até porque eu tenho certeza de que se isso for a voto no Congresso Nacional, eu vou fazer plantão no Congresso Nacional, vou discutir. Eu fiz muitos amigos durante 12 anos que passei lá. Vamos abrir a cabeça de muita gente que pode estar sem a informação. O Brasil não pode ter três estados levando tudo do Pré-Sal e 24 Estados sem levar absolutamente nada. Não é esse o Brasil que as nossas gerações querem ver construído. Nós queremos um Brasil onde um adolescente não precise sair do Sertão de Pernambuco para ir trabalhar em São Paulo. Eu quero ver um Brasil em que ele possa ficar no Sertão, ter educação de qualidade, ter trabalho e poder criar sua família. Esse que é o Brasil equilibrado que nós haveremos de construir.
Gasto correto
Tem algo que se chama o mal holandês. Também se fala, de alguns países árabes que vivem do petróleo, que o dinheiro do petróleo não tem o cuidado da aplicação. É exatamente isso que eu defendo. Eu defendo que o dinheiro dos royalties seja distribuído com todo Brasil e que ele seja de uso exclusivo daquilo que é importante: Educação, Saúde, Ciência e Tecnologia, Infraestrutura, e ele não entre no gasto comum. Esse debate, muitos que são defensores da velha regra da partilha dos royalties não querem ter. Eu quero fazer os dois debates. Primeiro, é preciso honrar os contratos. Segundo, o que vier de novo tem que ser distribuído com o Brasil todo. E terceiro, esse dinheiro deve ser bloqueado para gastar em gasto bom.
Brasil maduro
Acho que o Brasil já tem maturidade para não cometer o erro que outras nações cometeram e, com certeza, a revista The Economist (publicou matéria sobre o assunto) vai poder fazer matérias vendo que o Brasil é uma nação madura, com responsabilidade com seus contratos. O Brasil pode ter um mecanismo de tratar tão bem essa questão do royalties e dar muita lição de regulamentação àqueles que causaram essa crise por falta de regulação no sitema financeiro, inclusive o inglês.
7 de Setembro
Na verdade, nós temos muito o que comemorar. E temos também que, neste dia, fazer uma reflexão de muita coisa que ainda temos que fazer para tornar nossa Pátria, nossa Nação mais equilibrada, mais justa socialmente. E, efetivamente, é isso que vale na data do aniversário da nossa independência. Eu fico emocionado de ver mais e mais escolas. Tivemos muito mais escolas, muito mais gente na rua e, ano a ano, acredito que isso vai sendo ampliado e a gente vai tendo este 7 de Setembro comemorado em todo Brasil com mais motivos para se comemorar e mais motivos para a gente unir o povo brasileiro e pernambucano, para ir aperfeiçoando a nossa Pátria, reduzindo as desigualdades inter-regionais, desigualdades entre as pessoas.
País do presente
O Brasil avançou muito. Nos últimos sete anos, tem avançado de forma muito forte sob a liderança do nosso presidente Lula. Mas nós temos muito ainda o que avançar. E eu acredito neste País. O Brasil, nos próximos 30 anos, será uma das maiores nações do mundo. O destino do Brasil é grandioso. Chegou a hora do Brasil, finalmente. A minha geração ouvia que o Brasil era o País do futuro e, no meu tempo aqui, eu posso ver o Brasil sendo o País do presente, uma das três nações que mais têm atenção de todo mundo. Então, é hora de usar essa oportunidade para a gente corrigir muita injustiça que tem aqui. Muitas pessoas precisando de cidadania, de casa de trabalho, de cuidado.
Avanço social
Nós tiramos muitas pessoas da miséria absoluta, conseguimos colocar todas as crianças na escola. Temos ainda o desafio de melhorar a qualidade. Temos muita desigualdade ainda. Temos muita exclusão. Ainda há muita disparidade de renda. Estamos na capital que tem a maior disparidade de renda, ou seja, poucos com muito e muitos com quase nada. Acho que esses são temas para reflexão da constituição da nacionalidade. Nós precisamos continuar fazendo para reforçar o papel da Educação, reduzir as desigualdades regionais, trabalhar pela integração nacional. São temas que vão estar recorrentes na reflexão a cada 7 de Setembro. Nós não só festejamos e aplaudimos o que foi possível ser feito pelo povo brasileiro e suas instituições, mas também temos que, numa hora como essa, colocar nossas metas para o futuro

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